This is default featured slide 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

link 2

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Marília Mendonça - Eu Sei De Cor - DVD Realidade

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Resultado da Quina de Hoje, 4409

Quina Resultado - Concurso 4409

RESULTADO DA QUINA DE ONTEM 4409 - YOUTUBE

BaianaSystem: um sistema de som em movimento.

No quarto episódio da série CartaTeca, Russo Passapusso mapeia as influências do grupo e reflete sobre a face política do carnaval deste ano

Russo Passapusso define a si próprio como parte da mistura que cultua em sua música: olhos de índio, pele negra, barba de árabe, sobrenome europeu. À frente do BaianaSystem, um híbrido de sound system, banda e trio elétrico que funde dub, reggae, ragga, samba-reggae e música popular, o cantor e compositor encantou multidões no último carnaval de Salvador e tornou-se um dos principais “puxadores” da festa na Bahia.

Dono de uma personalidade magnética, do carisma dos gestos às declarações quase em verso, Russo não separa carnaval de política. Ele reconhece a exclusão social, a violência policial e a corda que divide os foliões como símbolos por trás da festa. O status de puxador recém-conquistado não o impede de perceber as contradições do novo papel. "Por via das histórias musicais, fui colocado em cima de um trio. Eu não consigo me compreender como puxador de nada. Para mim, puxar não é a ideia", diz, antes de fingir carregar um peso nas costas. "Você tem que libertar e não escravizar dentro dessa coisa de puxador".
Queira ou não, o compositor é hábil em conduzir, seja uma banda, uma multidão de fãs ou até mesmo uma entrevista. No quarto episódio da série CartaTeca, Russo mapeia cada influência musical do BaianaSystem, das festas de São João no Recôncavo baiano ao samba-reggae de Salvador, de Tim Maia a Bob Marley e Fela Kuti, sem deixar de buscar várias respostas para uma mesma pergunta.
São as dúvidas, e não as certezas, que inspiram as letras do grupo. “As músicas do Baiana têm muitas interrogações: 'Que cidade você se encaixa?', 'Quem vai dar mais?', 'Quem pergunta e quem concorda?'", analisa. “Comecei a ler as letras depois de muito tempo para tentar entender o que estava acontecendo. E falei: ‘Nossa! Quantas perguntas!’. Não tem exclamações ali. Sabe? É mistura para ver o que vai dar.”
Não há melhor metáfora da mistura no universo musical que o soundsystem. Nos guetos de Kingston no fim dos anos 1950, os jamaicanos passaram a organizar festas de rua com geradores, toca-discos e sistemas de som que amplificavam os disputados discos aportados no país caribenho, grande parte de origem norte-americana. Os sound systems da cidade em breve absorveriam em suas caixas de som a cultura caribenha e rastafari, estimulando o surgimento de grandes músicos e bandas locais.  
O Brasil também tem seus próprios sound systems. Nascido em Feira de Santana, Russo reconhecia o formato durante as festas de largo, quando alguém colocava um modesto sistema de som em cima de um "jeguinho" e rodava uma mesma fita por horas a fio. “Eu não tinha essa vivência de carnaval. Sempre tive uma vivência de São João. Sempre amei a festa porque entrava nas casas. Aquilo pra mim é lindo!"
"A primeira vez que eu passei o carnaval em Salvador foi a coisa mais sofrida do mundo"
Assim como o “jeguinho” que carrega um sistema de som pelas ruas, o trio elétrico “não deixa de ser um sistema de som perambulante”, diz Russo. A força das “festas em movimento” da cultura baiana inspirou uma cena de sistemas de som em Salvador dedicados ao dub, ao reggae, ao ragga e ao dancehall, da qual o BaianaSystem é o produto mais inovador.  
A música jamaicana enraizada em grupos como Olodum e o bloco afro Ilê Aiyê, pilares do samba-reggae soteropolitano, passou a despertar a atenção do cantor e de seus amigos nos anos 2000. “Veio essa história de ouvir os discos o dia inteiro. Ouvíamos muito disco nacional, e de repente começamos a ouvir muito reggae. ‘Ah, o disco é mais pesado. Nossa, que legal, cara! Olha o grave!’. Isso em um grupo de sete, oito amigos. Às vezes eram 12, às vezes 15... ninguém sabia qual era a quantidade correta.”
No fim dos anos 2000, surgiu o sound system “Ministereo Público". Ao contrário de alguns procuradores do órgão que inspirou o nome, o sistema de som não era seletivo: os amigos tocavam os gêneros jamaicanos em festas de rua para públicos de todos os tipos, com foco em bairros periféricos. “Aquilo era a forma mais confortável, porque ali não tinha erro. Ali não tinha desacerto, não tinha vergonha, não tinha medo. Porque fazia parte da rua”, resume Russo.
Projeto idealizado pelo guitarrista Roberto Barreto, o BaianaSystem combinava o formato do sound system com a guitarra baiana, a evolução do famoso “pau elétrico” criado nos anos 1940, consagrado pelo músico baiano Armandinho posteriormente. Em 2010, Russo juntou-se a Barreto para gravar o primeiro álbum do Baiana, homônimo. Logo na estreia, a banda contou com colaborações de peso como o compositor baiano Lucas Santtana e o rapper BNegão, que costuma dar as caras nos shows do grupo. 
Produzido por Daniel Ganjaman, o segundo disco, Duas Cidades, foi um dos principais lançamentos da música brasileira em 2016. Composições como “Lucro (Descomprimindo)”, “Jah Jah Revolta parte 2” e a própria faixa-título consolidaram o grupo nas duas principais arenas da experiência musical: donos de um show poderoso, passaram a ter um disco memorável.
O álbum cacifou o Baiana como uma das principais atrações do carnaval de Salvador deste ano. Para Russo, era uma situação oposta à dos seus primeiros festejos na cidade. “O carnaval nunca foi uma inspiração de paixão minha. Nunca. A primeira vez que eu passei o carnaval em Salvador foi a coisa mais sofrida do mundo. Encontrei com os meus amigos, e, chegando lá, todo mundo entrou no bloco e eu fiquei de fora. Foi assustador para mim. Os blocos guardavam fotos para saber se você era aceito ou não, de acordo com sua aparência, com seu bairro.”
Além da exclusão social, Russo reflete sobre a violência dos cordões, que obriga os integrantes a levantar a guarda para se manter de pé. “Se for perceber, o gingado do samba-reggae e do carnaval vem muito do boxe e da proteção. Eu preciso me proteger daquilo. A capoeira dentro de tudo, a coisa do socar e do esquivar. Fulano dá um soco ali para afastar e depois volta. Aquele que está na corda protege. Acontece muito disso.”
Atualmente, as cordas “estão caindo”, diz Russo. Segundo ele, as rodas que eram de briga se tornaram “rodas de união". “Neste carnaval, tivemos códigos muito fortes. Códigos de proteção de imagem. As pessoas batiam palmas quando a polícia se aproximava justamente para não tomar uma cutucada desapercebida”, afirma, além de ressaltar traços “matriarcais” da festa. “No centro da cidade, o carnaval foi muito ancião. Muito tribal. Mulheres entraram nas rodas ditando as regras.”
"O 'Fora, Temer' sempre esteve na história. É como o bom dia que a gente fala"
A união nas rodas revelou-se também nas manifestações políticas. Russo puxou em algumas oportunidades o coro “Fora, Temer” e foi acompanhado de uma multidão a pedir de forma uníssona a saída do atual presidente. “O coro do 'Fora, Temer' foi sempre”, diz Russo, aos risos. “O 'Fora, Temer' sempre esteve na história. É como o bom dia que a gente fala.” O cantor rejeita, porém, a reprodução do grito como um slogan, repetido por “militantes de uma palavra”. “Está difícil representar mais do que não sei quantas pessoas”, comenta, antes de suspirar. “Né?”
Liberdade musical, fusão de estilos, crítica social e um esforço de transformar manifestações locais em universais: em vários pontos, o BaianaSystem lembra movimentos musicais conterrâneos, como os Doces Bárbaros e os Novos Baianos, ou mesmo de estados nordestinos, como o manguebeat pernambucano. Em comum, todos buscaram expandir as manifestações artísticas para além da música. Russo não nega características semelhantes no Baianasystem, mas condiciona essa ambição à criatividade contínua do projeto. “A ideia de estar em movimento com as criações e recriações é o que faz eu ter uma consciência de estarmos fazendo um movimento. Justamente por estarmos em movimento.”
                 


                                                            Fonte> https://www.cartacapital.com.br/cultura/baianasystem-um-sistema-de-som-em-movimento

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

BaianaSystem toca ao pôr do sol na Praça Castro Alves: 'Vamos invadir'

"Chegamos aqui com tranquilidade. Muito bom tocar no pôr do sol. Estamos na luz. Liberdade de expressão", diz Russo Passapusso

A banda BaianaSystem cantou na Praça Castro Alves neste domingo (26), ao pôr do sol, para um público pipoca empolgado. Novamente, houve coro de "Fora Temer" e Russo Passapusso subiu ao trio passando um recado. "Chegamos aqui com tranquilidade. Muito bom tocar no pôr do sol. Estamos na luz. Liberdade de expressão. Vamos invadir", disse o cantor, após a polêmica envolvendo o Comcar.3
O multi-instrumentista argentino Mintcho Garrammone e o rapper B Negão fizeram participações especiais no show. 
O estudante de direito Ives Soares segue sempre o grupo: "É uma banda que me representa. Eles são o melhor do que há na música baiana hoje. A sociedade é democrática. Deixa o Baiana tocar".
Mais cedo, o prefeito ACM Neto descartou a possibilidade de vetar a BaianaSystem do Carnaval pipoca por conta da manifestação. "Claro que não, óbvio que não (vetar a banda). Não tem sentido nenhum isso. Uma bobagem se querer censurar ou vetar, se for assim o artista não poderia chegar e elogiar a mim ou ao governador. Pode elogiar, pode criticar. É a liberdade mesmo. No que se refere a mim, tem que deixar cada um fazer o que quer fazer", defendeu. 

                                                                   Fonte > http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/baianasystem-toca-ao-por-do-sol-na-praca-castro-alves-vamos-invadir/?cHash=ac568c9b74d00991fe3741d7fcc41a15

BaianaSystem não será vetada do Carnaval, garante prefeito de Salvador

ACM Neto comentou na tarde deste domingo sobre o possível veto ao grupo BaianaSystem pelo Conselho Municipal do Carnaval (Comcar) –  a banda foi ameaçada de ser retirada do Carnaval após puxar gritos de “Fora, Temer” no circuito Campo Grande nessa sexta-feira. O prefeito afirmou via comunicado que não haverá qualquer tipo de punição. “Baianasystem ajudou a gente a começar o Furdunço e, por mim, a atração continua. Tanto o grupo quanto Léo Santanna foram muito fortes e badalados no Furdunço deste ano e arrastaram uma multidão que não era esperada. Nesse sentido vamos continuar com eles e vamos dar estrutura maior no Furdunço do próximo ano”, escreveu.
O prefeito ainda fez uma avaliação parcial positiva do Carnaval 2017, principalmente quanto à aceitação das mudanças trazidas para a folia neste ano. “A avaliação que faço da festa até o momento é muito positiva. As novidades que trouxemos estão muito bem avaliadas pelo público, a exemplo do palco na Barra, da terça-feira de ‘esquenta’, da abertura do Carnaval com um grande baile na Praça Municipal, o encontro de trios realizado anteontem. A gente tem sentido que esse Carnaval está mais tranquilo, as pessoas estão na rua com muita alegria, muita festa, e isso é muito bom. Claro que a gente só pode comemorar na Quarta-feira de Cinzas, mas o balanço é muito positivo”, afirmou.
Ele também apontou a importância de ter mais atrações para o folião pipoca. “Da nossa parte não existe preconceito contra blocos. Eles geram empregos assim como os camarotes e isso não pode parar. No entanto, vimos que essa quantidade de atrações sem cordas trazem cada vez mais as pessoas à rua. Esse movimento não existia até 2013. Hoje são mais de 300 apresentações gratuitas e, graças a Deus, estão sendo feitas pela Prefeitura.”
Quanto sua preferência como música do Carnaval de 2017, o prefeito saiu pela tangente. “Está muito confuso este ano, tem Léo Santanna com três canções estouradas, tem Bell, Psirico, Cláudia Leitte, então vou ficar em cima do muro”, finalizou.

                                                   FONTE> http://glamurama.uol.com.br/baianasystem-nao-sera-vetada-do-carnaval-garante-prefeito-de-salvador/

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Como Se Diz " Puta " em inglês/Dicas de Inglês

BaianaSystem põe bloco na rua com rapper Yzalú e a marcha de Sampaio

Aproveitando que o Brasil já respira em clima de Carnaval neste mês de fevereiro de 2017, a banda BaianaSystem se junta à rapper paulistana Yzalú e repõe o bloco na rua com single que traz empolgante registro de Eu quero é botar meu bloco na rua, marcha composta por Sérgio Sampaio (1947 – 1994) e lançada na voz do artista capixaba em 1972. Feita para campanha publicitária de novo modelo de telefone, a gravação do BaianaSystem com a participação de Yzalú foi lançada esta semana e já virou single posto à venda no iTunes.

Turbinada com o baticum eletrônico da banda baiana, a releitura de Eu quero é botar meu bloco na ruagerou clipe dirigido por Gabriel Nóbrega em stop motion e filmado em locação em São Paulo (SP) no qual foi recriada rua do Brasil colonial com a intenção de evocar signos e símbolos de antigos Carnavais.

single é o segundo lançado pela BaianaSystem neste mês de fevereiro de 2017. No dia 3, o cultuado grupo soteropolitano pôs nas plataformas digitais single com registro de música inédita, Invisível, de autoria de Russo PassaPusso, Roberto Barreto, SekoBass e Filipe Cartaxo.

(Crédito da imagem: capa do single Eu quero é botar meu bloco na rua, de BaianaSystem com Yzalú)

                                                              Fonte> http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/baianasystem-poe-bloco-na-rua-com-rapper-yzalu-e-marcha-de-sampaio.html

BAIANASYSTEM . CARNAVAL SEM CAÔ VI

Metrópolis: Baiana System

BAIANASYSTEM - DUAS CIDADES

sábado, 7 de janeiro de 2017

BaianaSystem é vítima de racismo na internet durante show: 'Macacos'

A banda se apresentou nesta quinta, na programação do Réveillon de Salvador

A BaianaSystem foi alvo de comentários racistas na internet na noite desta quinta-feira, 29, na programação do Réveillon de Salvador. Durante a transmissão do show da banda no canal da FitDance, no YouTube, vários usuários fizeram postagens preconceituosas ao grupo liderado por Russo Passapusso. "Macacos devem ser exterminados", escreveu o perfil White Power SP SP. Também pipocaram na transmissão insultos pelo fato de a banda ser nordestina e baiana.  

Com os insultos, muitos usuários saíram em defesa FitDance, no YouTube e se manifestaram contra os comentários. Até usaram hashtags como #serbaianoélegal e #racistasnaopassarao. O CORREIO procurou a assessoria de imprensa do BaianaSystem, mas não conseguiu contato até a publicação desta matéria. 
Gilberto Gil, Preta Gil, Taís Araújo e o casal Bruno Gagliasso e Geovana Ewbank são alguns artistas que sofreram com o ódio racial na internet em 2016. Esta semana, a Justiça determinou que o Facebook retire do ar uma falsa entrevista em que Gilberto Gil critica o juiz Sérgio Moro e defende o ex-presidente Lula de acusações na Operação Lava Jato.
A notícia rendeu comentários ofensivos ao artista. Um deles chamou Gil de "macaco filho da puta". De acordo com a advogada do cantor baiano, estão sendo levantados os dados para identificar o autor do comentário. O cantor estuda processá-lo.



                                                  Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-entretenimento/noticia/baianasystem-e-vitima-de-racismo-na-internet-durante-show-macacos/?cHash=2a6ea5845918aad477fa155066a27474

Margareth convida BaianaSystem para primeira edição do Mercado Iaô em 2017

O show homenageia os 50 anos da Tropicália e os 30 anos de carreira de Margareth

A cantora Margareth Menezes está de volta com o Mercado Iaô, projeto responsável por agitar a Ribeira com música, teatro, artesanato, gastronomia e artes plásticas. Dessa vez, a banda BaianaSystem é a convidada do evento que acontece domingo, dentro do projeto Noites Tropicais.

O show homenageia os 50 anos da Tropicália e os 30 anos de carreira de Margareth, que presenteia o público com sucessos marcantes na sua voz, como Dandalunda e Faraó. Além dos shows, o público confere a exposição #Reciclos, que também faz parte da programação do Mercado Iaô.
Usando como matéria-prima latas de alumínio, embalagens plásticas, tijolos, garrafas de vidro, bitucas de cigarro, jornais e lixo eletrônico, a mostra traz obras de treze artistas com resíduos descartados nas ruas e aterros, apontando a viabilidade de reuso. 
A curadoria é assinada por Mundano, grafiteiro, ativista e idealizador do Pimp my Carroça - projeto que visa promover a autoestima dos catadores de materiais recicláveis e sensibilizar a sociedade para a causa em questão.
Serviço: Área externa da Antiga Fábrica de Linhos Nossa Senhora de Fátima (Praça General Ozório, 33, Ribeira). Domingo, das 10h às 20h (Mercado Iaô); e às 17h (show). Ingresso: entrada gratuita das 10h às 13h e R$ 20 | R$ 10 (a partir das 13h). Vendas: no local.



                                                            Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-guia/noticia/margareth-convida-baianasystem-para-primeira-edicao-do-mercado-iao-em-2017/?cHash=b7c076a9bf2d25dad2a9807cbcc411b1