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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

BaianaSystem faz show hoje no palco Sunset do Rock in Rio

Grupo sobe ao palco às 16h30 e recebe a cantora angolona Titica
Responsável por bons
momentos no primeiro final de semana do Rock in Rio, o palco Sunset terá sotaque baiano na continuação do evento carioca. Hoje, às 16h30, a banda BaianaSystem faz sua estreia no festival  num show que deve render bons momentos. Os baianos recebem a cantora trans angolana Titica, nome de destaque do kuduro e ícone da contracultura africana, com a qual acabaram de lançar o single Capim Guiné. O trabalho também conta com participação de Margareth Menezes e vai estar no repertório da apresentação.
“Capim Guiné tem cheiro de mato que liga a Bahia a Angola. Tem a força da certeza de que multiplicados, somos mais fortes, temos um norte, um guia. E somos aqui mais uma vez guiados pela música, que trouxe até nós Titica, cantora angolana com o poder de quebrar as fronteiras e chegar bem perto do nosso canto. Que trouxe também a força da natureza que é a voz de Margareth Menezes, fazendo ecoar um sopro de Bahia em direção à África”, afirmou o grupo comandado por Russo Passapusso.
Depois da Baiana, vale ficar ligado no palco, pois às 20h  tem o aguardado encontro entre  o cantor  Ney Matogrosso com a Nação Zumbi, com o set list inteiro de canções do grupo  Secos e Molhados.
Amanhã, a programação do Sunset será aberta, às 15h, com dobradinha baiana entre a   banda Quabales e a cantora   Margareth Menezes.   A banda surgiu de um projeto social criado por Marivaldo dos Santos, um dos líderes do Stomp, no Nordeste de Amaralina.


                                                                 Fonte: http://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/baianasystem-faz-show-hoje-no-palco-sunset-do-rock-in-rio/

domingo, 27 de agosto de 2017

Resenha: Mulamba e BaianaSystem esquentam Curitiba.

Encerramento de festival local marca a primeira vez da BaianaSystem em Curitiba


O festival Subtropikal, que acontece na cidade de Curitiba (PR), dedica-se à arte urbana. Já em sua segunda edição, a festa de encerramento, que aconteceu no último dia 22, contou com duas bandas que garantiram ao público uma grande experiência com sons modernos e urbanos carregados de temáticas sociais.
Os responsáveis por essa experiência foram a banda local Mulamba e o show de encerramento do grupo BaianaSystem. A energia proporcionada pelas duas bandas não deixou o rigoroso inverno da capital paranaense afetar o público. Dança e calor tomaram a Ópera de Arame e garantiram uma verdadeira festa.
Mais intimista, a banda curitibana, composta unicamente por mulheres, começou sua apresentação ainda com poucas pessoas na plateia. De forma gradativa, a ópera foi se enchendo, e as palmas que se ouviam entre as músicas ficavam cada vez mais altas conforme o show acontecia.
A bandeira da representatividade feminina, evidentemente defendida pelo grupo, foi abraçada rapidamente pelos presentes. Rolou até cover de “Maria da Vila Matilde”, da Elza Soares, e de “Top Top”, da Rita Lee – duas artistas fortemente ligadas ao tema do feminismo.
Além da força das músicas, a banda também se mostrou muito performática. Além de todas estarem vestidas de cinza, a apresentação teve direito a danças, e teve até tinta vermelha sendo esfregada nas integrantes – simbolizando sangue.
Se quiser conhecer mais sobre essa banda, pode ler nossa entrevista exclusiva. As meninas disponibilizaram recentemente o clipe para a canção “Mulamba”, que abriu o show.
Pela primeira vez em Curitiba, a BaianaSystem trouxe todo o calor e ritmo da Bahia para o festival. Mais uma vez se consagrando como um dos nomes mais inovadores da atual música brasileira, o grupo liderado por Russo Passapusso fez jus à proposta criativa do festival, com suas canções que mesclam frevo, samba, rock e reggae com a música eletrônica.
Uma das coisas mais interessantes nas músicas interpretadas foi que nenhuma delas foi simplesmente executada pelo grupo. O próprio Russo disse que esse show seria “na base do improviso”. Cantigas de roda, discursos e momentos só de instrumental deram uma roupagem mais animada para as já eletrizantes músicas da BaianaSystem.
O destaque vai para a versão diferente feita para a música “Terapia”, muito mais pesada e que botou o público para suar. Outro ponto alto foi “Invisível”, em que Russo dedicou às pessoas que fazem o show dar certo: iluminadores, técnicos de som, seguranças e mais. Fora isso, foi como se a banda, ao longo da apresentação, preparasse o público para dar o melhor de si na música final, o hit “Playsom”.
O único ponto negativo foi proporcionado pelo próprio espaço do show. As cadeiras que ocupam a Ópera de Arame podem ter sido um obstáculo para alguns pagantes. A energia do grupo, no entanto, fez com que muitos ignorassem as cadeiras e fossem para o mais perto possível do palco, onde conseguissem pular e dançar. Alguns até subiram nas cadeiras para ter mais espaço, enquanto outros as usaram para pendurar casacos e cachecóis.
BaianaSystem foi uma das atrações do Festival Tenho Mias Discos Que Amigos, que ocorreu em Abril. Além disso, a banda se apresentará no próximo Rock in Rio.
                                                Fonte> http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2017/07/29/mulamba-baianasystem-curitiba-critica/

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

BaianaSystem toca ao pôr do sol na Praça Castro Alves: 'Vamos invadir'

"Chegamos aqui com tranquilidade. Muito bom tocar no pôr do sol. Estamos na luz. Liberdade de expressão", diz Russo Passapusso

A banda BaianaSystem cantou na Praça Castro Alves neste domingo (26), ao pôr do sol, para um público pipoca empolgado. Novamente, houve coro de "Fora Temer" e Russo Passapusso subiu ao trio passando um recado. "Chegamos aqui com tranquilidade. Muito bom tocar no pôr do sol. Estamos na luz. Liberdade de expressão. Vamos invadir", disse o cantor, após a polêmica envolvendo o Comcar.3
O multi-instrumentista argentino Mintcho Garrammone e o rapper B Negão fizeram participações especiais no show. 
O estudante de direito Ives Soares segue sempre o grupo: "É uma banda que me representa. Eles são o melhor do que há na música baiana hoje. A sociedade é democrática. Deixa o Baiana tocar".
Mais cedo, o prefeito ACM Neto descartou a possibilidade de vetar a BaianaSystem do Carnaval pipoca por conta da manifestação. "Claro que não, óbvio que não (vetar a banda). Não tem sentido nenhum isso. Uma bobagem se querer censurar ou vetar, se for assim o artista não poderia chegar e elogiar a mim ou ao governador. Pode elogiar, pode criticar. É a liberdade mesmo. No que se refere a mim, tem que deixar cada um fazer o que quer fazer", defendeu. 

                                                                   Fonte > http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/baianasystem-toca-ao-por-do-sol-na-praca-castro-alves-vamos-invadir/?cHash=ac568c9b74d00991fe3741d7fcc41a15

sábado, 7 de janeiro de 2017

BaianaSystem é vítima de racismo na internet durante show: 'Macacos'

A banda se apresentou nesta quinta, na programação do Réveillon de Salvador

A BaianaSystem foi alvo de comentários racistas na internet na noite desta quinta-feira, 29, na programação do Réveillon de Salvador. Durante a transmissão do show da banda no canal da FitDance, no YouTube, vários usuários fizeram postagens preconceituosas ao grupo liderado por Russo Passapusso. "Macacos devem ser exterminados", escreveu o perfil White Power SP SP. Também pipocaram na transmissão insultos pelo fato de a banda ser nordestina e baiana.  

Com os insultos, muitos usuários saíram em defesa FitDance, no YouTube e se manifestaram contra os comentários. Até usaram hashtags como #serbaianoélegal e #racistasnaopassarao. O CORREIO procurou a assessoria de imprensa do BaianaSystem, mas não conseguiu contato até a publicação desta matéria. 
Gilberto Gil, Preta Gil, Taís Araújo e o casal Bruno Gagliasso e Geovana Ewbank são alguns artistas que sofreram com o ódio racial na internet em 2016. Esta semana, a Justiça determinou que o Facebook retire do ar uma falsa entrevista em que Gilberto Gil critica o juiz Sérgio Moro e defende o ex-presidente Lula de acusações na Operação Lava Jato.
A notícia rendeu comentários ofensivos ao artista. Um deles chamou Gil de "macaco filho da puta". De acordo com a advogada do cantor baiano, estão sendo levantados os dados para identificar o autor do comentário. O cantor estuda processá-lo.



                                                  Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-entretenimento/noticia/baianasystem-e-vitima-de-racismo-na-internet-durante-show-macacos/?cHash=2a6ea5845918aad477fa155066a27474

Margareth convida BaianaSystem para primeira edição do Mercado Iaô em 2017

O show homenageia os 50 anos da Tropicália e os 30 anos de carreira de Margareth

A cantora Margareth Menezes está de volta com o Mercado Iaô, projeto responsável por agitar a Ribeira com música, teatro, artesanato, gastronomia e artes plásticas. Dessa vez, a banda BaianaSystem é a convidada do evento que acontece domingo, dentro do projeto Noites Tropicais.

O show homenageia os 50 anos da Tropicália e os 30 anos de carreira de Margareth, que presenteia o público com sucessos marcantes na sua voz, como Dandalunda e Faraó. Além dos shows, o público confere a exposição #Reciclos, que também faz parte da programação do Mercado Iaô.
Usando como matéria-prima latas de alumínio, embalagens plásticas, tijolos, garrafas de vidro, bitucas de cigarro, jornais e lixo eletrônico, a mostra traz obras de treze artistas com resíduos descartados nas ruas e aterros, apontando a viabilidade de reuso. 
A curadoria é assinada por Mundano, grafiteiro, ativista e idealizador do Pimp my Carroça - projeto que visa promover a autoestima dos catadores de materiais recicláveis e sensibilizar a sociedade para a causa em questão.
Serviço: Área externa da Antiga Fábrica de Linhos Nossa Senhora de Fátima (Praça General Ozório, 33, Ribeira). Domingo, das 10h às 20h (Mercado Iaô); e às 17h (show). Ingresso: entrada gratuita das 10h às 13h e R$ 20 | R$ 10 (a partir das 13h). Vendas: no local.



                                                            Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-guia/noticia/margareth-convida-baianasystem-para-primeira-edicao-do-mercado-iao-em-2017/?cHash=b7c076a9bf2d25dad2a9807cbcc411b1

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Réveillon: BaianaSystem faz multidão sair do chão na Praça Cayru; veja fotos

Rafa e Pipo já passaram pelo palco. Segundo dia de festa ainda tem Aviões do Forró, O Rappa, Timbalada e Lucas Lucco

Quem foi hoje (29) para a Praça Cayru, por volta das 19h30, pôde vivenciar um momento único - muito diferente do axé e do funk que têm dominado a festa do Réveillon de Salvador. É que a banda BaianaSystem, que foi uma das sensações do Carnaval e também do Festival de Verão, fez milhares de pessoas saírem do chão, no Comércio. 
Formada por Robertinho Barreto (guitarra), Russo Passapusso (vocal), SecoBass (baixo), JapaSystem e Ícaro Sá (percussão) e DJ João Meirelles, a banda baiana se apresentou pela primeira vez na Praça Cayru e trouxe os já conhecidos graves potentes e o groove característico em mais um show marcante. A banda - que se inspira no sistema de som jamaicano e tem forte influência eletrônica - era uma das atrações mais esperadas do segundo dia de Réveillon. 

"A palavra da noite é celebração. Celebração do ano, de tudo que a gente tem à nossa frente. Depois de um ano difícil, é um momento de transmutação, de repensar as coisas", disse o cantor Russo Passapusso. "Isso aqui é a realização de um sonho. Poder cantar essas coisas na cidade pra quem não conhece. É a realização de um sonho pros guetos da cidade, pros trabalhadores", completou. Ele também revelou que a banda deve lançar uma faixa musical antes do Carnaval. 

Em entrevista coletiva, o vocalista Russo também criticou a obrigação de lançar músicas em determinados momentos. “As pessoas dão um clima sazonal para as composições, por exemplo, uma música para o inverno, outra para o verão, deixa de ser uma música de sentimento. Fugir desse sazonal é dar mais espaço para a composição artística mesmo, para a poesia e tudo mais”, disse. 

Já no show, ele defendeu que a famosa "roda" é sinônimo de união e não de violência. "Aqui é Pelourinho. Pelourinho é equilíbrio. Vamos fazer o que a gente sempre faz que é pular e dançar. Não vai ter roubo. Não vai ter violência", falou. 
O público vibrou e cantou todos os sucessos da banda, como Terapia, Ubarana Amaralina, Playsom e Descompromindo. As amigas Adrielle Pires, de 24 anos, e Karine Santos, 17, são fãs da Bayana System e vieram curtir o show de graça na Cayru. "Baiana é revolucionária, não só pela banda, mas pela questão do jovem nas ruas, que é o que Salvador precisa. Eles representam a galera do gueto. A banda está incrível", disse Adrielle. 
A doméstica Jeninha Pereira, de 43 anos, foi com o marido, Cleber, ao Réveillon de Salvador na Praça Cayru e assistiu ao show da banda pela primeira vez e gostou. "É a primeira vez que escuto Bayana System. É muito doido, mas estou gostando. Bahia é mistura, é isso aí mesmo. Eu adoro festa, só vou sair no lixo", disse. 

                                                                             Fonte: http://www.correio24horas.com.br/single-reveillon/noticia/reveillon-2017-baianasystem-faz-multidao-sair-do-chao-na-praca-cayru-1/?cHash=f6b8cf5692b92b630bef70f525a640c5

sábado, 10 de dezembro de 2016

Fãs de Baiana System aguardam estreia do grupo: 'é diferente'

Banda se apresenta pela primeira vez no Festival de Verão, neste sábado.
Público enaltece mistura de ritmos

A estreia da banda Baiana System, comandada pelo vocalista Russo Passapusso, é aguardada pelos admiradores da mistura de sons do grupo, na primeira noite do Festival de Verão 2016. A banda é o última da grade deste sábado (10) a se apresentar, com entrada no palco prevista já no domingo (11), às 0h45.
André Olivieri veio para a festa junto com o irmão, Lucas, e o amigo Tercio Augusto. Eles vestem a camisa da banda, literalmente, com o símbolo que se tornou marca do grupo. "O público da banda está crescendo muito. Gosto muito da estética do Baiana e da mistura de ritmos", define André, que chegou à festa por volta das 21h, para também assistir ao show do Planet Hemp.
A banda, única de raiz soteropolitana na programação deste sábado no palco principal, mescla ritmos como o techno, passa pelo sound system jamaicano, até chegar ao pop.

"O ritmo deles é diferente de qualquer coisa que existe", explica o estudante Rafael Menezes, que se diz fanático pelo grupo. Ele veio para o show na Arena Fonte Nova junto com a amiga Tâmara Naiobe, e usaram máscaras com símbolos da banda. "Sou fã mesmo de Natiruts, mas também vim curtir Baiana", diz ela.
Rute Santos de Jesus e a amiga Paloma Andrade chegaram cedo, por volta das 16h, mas também aguardam de maneira especial o último show da noite.
Eu curto Baiana pelo ritmo e as letras. Eu vou pela ideologia da banda, pela mensagem e pela energia deles", define Rute.
Paloma só lamenta ter que ir embora mais cedo do que esperava e não ter condições de chegar até o final da apresentação: "Queria assistir Baiana, mas vou ter que ir embora porque roubaram meu celular. Uma pessoa passou e puxou", conta.

                                                               Fonte> http://gshow.globo.com/Rede-Bahia/Festival-de-Verao-2016/noticia/2016/12/fas-de-baiana-system-aguardam-estreia-do-grupo-e-diferente.html

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

BaianaSystem apresenta mix sonoro no Festival de Verão, sábado

Dance devagar, pulando que nem pipoca ou se esgueirando feito um ninja no meio da multidão. Seja como for, não pode faltar energia quando a banda BaianaSystem der o play no som que vai apresentar no Festival de Verão, pela primeira vez,  sábado.
O show, eleito melhor do ano pelo Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), acontece no palco principal da Arena Fonte Nova no mesmo dia que Planet Hemp, Natiruts, Nando Reis, O Rappa e Capital Inicial. O mix de guitarra baiana com influências do dub, reggae, arrocha, pagode e ijexá da BaianaSystem marca a primeira noite do festival que vai do rap ao rock, passando pelo pop e pelo reggae.
“A gente já tocou em festivais grandes fora de Salvador, mas quando é aqui a responsabilidade é ainda maior. Esse show é uma comemoração da possibilidade de estar num palco com estrutura incrível, com artistas que admiramos. Agora é tentar não sair do foco: a música, em primeiro lugar”, comemora o guitarrista Roberto Barreto, 45 anos.
Robertinho forma a BaianaSystem ao lado do vocalista Russo Passapusso e do baixista SekoBass, tendo colaboradores frequentes como os DJs e produtores João Meirelles e Mahal Pitta, os percussionistas Ícaro Sá e JapaSystem e o guitarrista Junix.
O repertório do grupo inclui músicas do álbum homônimo lançado em 2010, do EP Pirata (2013) e do recém-lançado Duas Cidades. Esse último, inclusive,  foi eleito o melhor disco pelo Prêmio Multishow de Música Brasileira, que também elegeu a música Playsom como o melhor hit.
“Esses prêmios que a Baiana tem conquistado abrem muitas portas e trazem uma responsabilidade com a música daqui, com a cena de Salvador. Isso de alguma forma abre uma fronteira pra todo mundo daqui e traz a renovação do mercado que estava massacrado”, destaca Roberto Barreto.
O cantor BNegão, do Planet Hemp, a quem o álbum Duas Cidades é dedicado, é convidado da BaianaSystem no show de sábado. Além dele, os anfitriões convidam o clarinetista Ivan Sacerdote e o MC Vandal para um encontro que valoriza a música instrumental baiana.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

BaianaSystem promove o Baile Playsom no Barra Hall.


.O Baile Playsom, comandado pelo BaianaSystem, vai ganhar mais uma edição sábado, 16, às 22h, no Barra Hall. Além da banda, vão se apresentar também BNegão e  ÀTTØØXXÁ.
Na festa, o BaianaSystem mostra o repertório mais eletrônico do que nunca. As músicas serão turbinadas pelos live PA dos DJs e a participação especial do rapper Vandal.
A noite começa com ÀTTØØXXÁ, do DJ e produtor Rafa Dias, que apresenta um set com bass music, hip hop, breakbeats e samples de funk carioca e pagodão baiano.
BNegão chamou Pedro Selector (trompetista dos Seletores de Frequência) e DJ Castro (ex-Quinto Andar e Black Alien) para montar um setlist com possibilidades para três vozes, um instrumento de sopro e um par de toca-discos.
Os ingressos custam de R$ 60 (primeiro lote) e estão à venda na bilheteria do Barra Hall.


                                                    FONTE > http://atarde.uol.com.br/cultura/musica/noticias/1783758-baianasystem-promove-o-baile-playsom-no-barra-hall

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Banda Baiana System mostra uma nova ordem musical no Cultura Livre.

Nesta quarta-feira (15/6), o Cultura Livre é tomado pela arte sonora, visual e reflexiva da banda Baiana System. O grupo apresenta seu mais novo disco, Duas Cidades. Apresentado por Roberta Martinelli, o programa inédito vai ao ar às 23h30, na TV Cultura.
Os quatro integrantes da banda introduzem em seu estilo musical o peso da bass culture com a mandinga e o tempero baiano. Esses destemidos tripulantes da música, ao mesmo tempo que traduzem os sons das ruas e vielas em seu próprio estilo, propõem uma nova ordem: libertária, capaz de provocar uma catarse coletiva por onde quer que passem. Esta é a história da banda Baiana System, convidada de Roberta Martinelli no Cultura Livre desta quarta-feira.
Durante a entrevista, eles fornecem uma explicação sobre a guitarra baiana, as inspirações do novo disco, a estética visual que os acompanha e a relação com o BNegão. No repertório constam Jah Jah Revolta parte 2, Bala Na Agulha, Lucro (Descomprimindo) e Duas Cidades.
Sobre o programa
O Cultura Livre foi finalista do Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) 2014, na categoria Programa de Variedades. A cada edição, o programa recebe um músico ou grupo convidado para falar a respeito de sua carreira e mostrar algumas de suas composições. A interação com o público é um destaque da atração. Por meio das redes sociais e de uma chat-line, os telespectadores podem enviar suas perguntas e comentários aos artistas.

                           Fonte> http://www.diariodoscampos.com.br/guia/televisao/2016/06/banda-baiana-system-mostra-uma-nova-ordem-musical-no-cultura-livre/2175140/

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Festival 'The backlands will turn Art' will BaianaSystem in Bahiab

This is the 3rd edition of the event, held in the city of Araci, 3 and 4.
free concert will be on Sunday (5), in the main city square; check it.

The Baiana System band will free concert at the 3rd Festival "The Hinterland will turn art", which takes place in the city of Araci, 211 kilometers from Salvador, in the Sisal Territory. The event will be next weekend, 4th and 5th of June, and the band's performance will be on Sunday (5) in the main square of the city. The show will open with Accordion Orchestra, the band I came from Bike and Alisson Menezes, from 18h.

The program on Saturday (4) will be at the Cultural Center of the city, from 19h, with the presentations of the band local Fife, the Icaraso theater group, and Daniel Gomez and guests with a pocket show.
Also on Saturday there will be the launch of the book "Ancestry and music in Quixabeira" writer Sandro Santana on the musical movement Quixabeira.
The idea of the Festival is to bring to the public a number of productions, local, regional and capital. The event, which had the first editions in April and May, and had shows of Scambo band, orchestra Santo Antonio and Juliana Ribeiro, Sertanilia, Val Macambira, the Mono band and Sergio Magno.



                                                           Fonte> http://g1.globo.com/bahia/noticia/2016/05/festival-o-sertao-vai-virar-arte-tera-baianasystem-no-interior-da-bahia.html

Festival 'O Sertão vai virar Arte' terá BaianaSystem no interior da Bahia....

Esta é a 3ª edição do evento, que acontece na cidade de Araci, dias 3 e 4.
Show gratuito será no domingo (5), na praça principal do município; confira


A banda Baiana System fará show gratuito na 3ª edição do Festival "O Sertão vai virar arte", que acontece na cidade de Araci, a 211 quilômetros de Salvador, no Território do Sisal. O evento será no próximo final de semana, dias 4 e 5 de junho, e a apresentação da banda será no domingo (5), na praça principal da cidade. O show será aberto com a Orquestra de Sanfona, a banda Vim de Bike e Alisson Menezes, a partir das 18h.

A programação no sábado (4) será no Centro Cultural da cidade, a partir das 19h, com as apresentações da Banda de Pífanos local, do grupo teatral Icaraso, e de Daniel Gomez e convidados com um pocket show.
Também no sábado haverá o lançamento do livro “Ancestralidade e música na Quixabeira”, do escritor Sandro Santana, sobre o movimento musical da Quixabeira.
A ideia do Festival é levar à população uma série de produções, locais, regionais e da capital. O evento, que teve as primeiras edições em abril e maio, e contou com shows da banda Scambo, da Orquestra Santo Antônio e de Juliana Ribeiro, Sertanilia, Val Macambira, da banda Monocromático e de Sergio Magno.

                                             Fonte> http://g1.globo.com/bahia/noticia/2016/05/festival-o-sertao-vai-virar-arte-tera-baianasystem-no-interior-da-bahia.html

sexta-feira, 8 de abril de 2016

BaianaSystem discusses the exodus in the country with the album 'Two Cities'

It is almost possible to feel the lack of uniformity of stones worn by time under the feet. The slopes are missing the air of the lungs, the legs ache, sweat break from his forehead. With Two Cities, the new disc BaianaSystem, sweat with heavy and hot air Pelourinho neighborhood of the historic center of Salvador, Bahia. There are 12 songs tasty encounters between the Bahian guitar Roberto Barreto, the now electronic beats, sometimes organic, low in SekoBass grooveando as if he were walking with us the ups and downs of the neighborhood, and the voice of Russian Passapusso, which turns the everyday into phrases, verses and shouts. The look of the band, the work of Filipe Cartaxo, is part of the BaianaSystem proposal and has grown and expanded with the band.
The album, released in digital format on Friday, 8, music sites via streaming and free download, is a continuation of what was heard in BaianaSystem, the project's first album, released in 2010, full of interesting special interests, as Lucas Santtana, BNegão, among others. There, in the new work, verbatim proceedings. Jah Jah Revolt Part 2, which opens Two Cities, is a result of previous work and even evokes the beating of the drums predecessor, although today the sound of Bahia is more intense and full. "I am not understand, do not understand anything / Who owes laughter is the joke," she sings (and protest) Passapusso. The same applies to Barra Avenue Part 2, already positioned in the album order.

There was a fierceness there, in 2010. She is still present disc, although arising in a more polished form with years of experience on stage, whether from Bahia, from other cities of the country, and the United States, Japan, China and Europe and the production of Daniel Ganjaman in another work which can boast.

But it is no coincidence that the Pelourinho is present in Two Cities. Literally, in some of the letters of Passapusso or evoked in a calorento and sweaty feeling. The singer says that 70% of what was produced and is heard on the disc was born directly from the presentations that the group made during the last years there, in the streets Pedro Arcanjo and Tereza Batista. Since the presentations there in the last carnival in February this year, the Bahia retired from the stage to organize the ideas and proposals that have emerged in the last six years, many of them on the stage. "They were open tracks, many improvisations," recalls Passapusso. "But we can give a format that could fit on a disc. There's our whole process of questions and answers about the samba reggae, what we experience in other projects and tested, everything we did in Pelourinho. We think we will register that's right."

It was then that Ganjaman entered the project definitely. The way Passapusso and producer had already crossed before, when the singer was working on his solo album, Paradise Mirage, launched in 2014. "Since then it came out my record, we did a show with Bahia in São Paulo and went dinner with Ganja, "recalls Passapusso. "Sew patchwork."

It is part of the spirit of BaianaSystem reconstruction. Or, as explained Passapusso, the search for new meanings for each chord, or hit back. "It is as if we take off a piece of a tree to plant there on the side, like a seed, so that other tree is born."

Two Cities, the title is a clear reference to Salvador, the Upper Town and Lower Town, the ups and downs of the Lacerda Elevator. There is room for Passapusso analysis on exoduses. "Of the great and small. From people going up the hill, people who go to another city to work. People who exchange state," explains the singer. The exodus, after all, is the connection, the connection between the two cities, the two points. The meeting of the Bahian guitar with electronic aesthetics. "This is part of the experience of the band."
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                                       Fonte> It is almost possible to feel the lack of uniformity of stones worn by time under the feet. The slopes are missing the air of the lungs, the legs ache, sweat break from his forehead. With Two Cities, the new disc BaianaSystem, sweat with heavy and hot air Pelourinho neighborhood of the historic center of Salvador, Bahia. There are 12 songs tasty encounters between the Bahian guitar Roberto Barreto, the now electronic beats, sometimes organic, low in SekoBass grooveando as if he were walking with us the ups and downs of the neighborhood, and the voice of Russian Passapusso, which turns the everyday into phrases, verses and shouts. The look of the band, the work of Filipe Cartaxo, is part of the BaianaSystem proposal and has grown and expanded with the band.
The album, released in digital format on Friday, 8, music sites via streaming and free download, is a continuation of what was heard in BaianaSystem, the project's first album, released in 2010, full of interesting special interests, as Lucas Santtana, BNegão, among others. There, in the new work, verbatim proceedings. Jah Jah Revolt Part 2, which opens Two Cities, is a result of previous work and even evokes the beating of the drums predecessor, although today the sound of Bahia is more intense and full. "I am not understand, do not understand anything / Who owes laughter is the joke," she sings (and protest) Passapusso. The same applies to Barra Avenue Part 2, already positioned in the album order.

There was a fierceness there, in 2010. She is still present disc, although arising in a more polished form with years of experience on stage, whether from Bahia, from other cities of the country, and the United States, Japan, China and Europe and the production of Daniel Ganjaman in another work which can boast.

But it is no coincidence that the Pelourinho is present in Two Cities. Literally, in some of the letters of Passapusso or evoked in a calorento and sweaty feeling. The singer says that 70% of what was produced and is heard on the disc was born directly from the presentations that the group made during the last years there, in the streets Pedro Arcanjo and Tereza Batista. Since the presentations there in the last carnival in February this year, the Bahia retired from the stage to organize the ideas and proposals that have emerged in the last six years, many of them on the stage. "They were open tracks, many improvisations," recalls Passapusso. "But we can give a format that could fit on a disc. There's our whole process of questions and answers about the samba reggae, what we experience in other projects and tested, everything we did in Pelourinho. We think we will register that's right."

It was then that Ganjaman entered the project definitely. The way Passapusso and producer had already crossed before, when the singer was working on his solo album, Paradise Mirage, launched in 2014. "Since then it came out my record, we did a show with Bahia in São Paulo and went dinner with Ganja, "recalls Passapusso. "Sew patchwork."

It is part of the spirit of BaianaSystem reconstruction. Or, as explained Passapusso, the search for new meanings for each chord, or hit back. "It is as if we take off a piece of a tree to plant there on the side, like a seed, so that other tree is born."

Two Cities, the title is a clear reference to Salvador, the Upper Town and Lower Town, the ups and downs of the Lacerda Elevator. There is room for Passapusso analysis on exoduses. "Of the great and small. From people going up the hill, people who go to another city to work. People who exchange state," explains the singer. The exodus, after all, is the connection, the connection between the two cities, the two points. The meeting of the Bahian guitar with electronic aesthetics. "This is part of the experience of the band."
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terça-feira, 29 de março de 2016

With engaged lyrics, BaianaSystem launches second album on Tuesday

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