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domingo, 24 de julho de 2016

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Resenha: “Duas Cidades” (2016) – BaianaSystem.

Em dezembro de 2015, Salvador recebeu oficialmente o título de “Cidade Música” pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Para reforçar a condecoração e para o desenrolar desta resenha, no entanto, é necessário quebrar um pouco do estereótipo construído ao longo dos anos ao se falar de música baiana.
Há de se considerar que o habitat musical que projetou Raulzito para o país, também foi berço para Caetano, Gil, Novos Baianos e outros muitos. Portanto, não é utopia dizer que a Bahia da Timbalada e do Olodum é exatamente a mesma de Pitty, Vivendo do Ócio e Maglore, mesmo que poeticamente retratada e exposta de diferentes ângulos, arranjos e compassos. Eis a pluralidade.
Essa diversidade cultural/musical é o resultado de anos de misturas, e para tentar contextualiza-la um pouco melhor é necessário voltar no tempo. Mais precisamente nas décadas de 1970 e 1980, quando a influência da música jamaicana acendeu movimentos fortíssimos e vivos até os dias de hoje na capital baiana.
Do apogeu da cultura dos Sound System, Dub, Dancehall, do Reggae de Bob Marley… diretamente para os Blocos Afro, o Afoxé, o Samba Reggae, Ijexá, Pagode e, consequentemente, para a maior festa popular do planeta: o Carnaval.
É nesse cenário que surge o BaianaSystem, grupo que, provavelmente, melhor representa essa nova configuração do que é (ou do que pode ser) a música baiana em todos os seus aspectos contemporâneos.
A guitarra baiana, inventada por Dodô e Osmar, ganha uma releitura nas mãos do guitarrista e idealizador da banda, Roberto Barreto. SekoBass é o responsável pela cozinha; na divisão dos graves entre o baixo, programações e as batidas sampleadas. O vocalista Russo Passapusso mistura a cadência do samba de roda do recôncavo com o toaster jamaicano. Tudo isso ainda conta com grande aporte do designer e fotógrafo Filipe Cartaxo, quarto elemento e o responsável direto por toda a fantástica estética visual do Baiana – a exemplo da imagem que ilustra este post.
No último dia 29 de março, aniversário da cidade de Salvador, o grupo lançou seu segundo disco. Intitulado “Duas Cidades”, o álbum chega como um update do conceito apresentado no seu antecessor “BaianaSystem”, de 2010.
Com produção musical assinada por Daniel Ganjaman e participações de Siba, Márcio Victor (Psirico), do coro das Ganhadeiras de Itapuã e outros grandes artistas, “Duas Cidades” reforça o engajamento social e a identidade cultural do BaianaSystem.
Logo no título, a banda já manda o papo diretíssimo propondo um questionamento das distintas linguagens urbanas presentes em Salvador – cidade alta ou cidade baixa? Nesse caso, as duas. E a temática segue ecoando pelas 12 faixas que soam ao melhor estilo riddim jamaicano.
Além do dialogar entre si, as músicas também contam com referências sonoras de canções do álbum anterior e até de uma faixa do disco solo do vocalista Russo Passapusso – “Paraíso da Miragem”, de 2015. Isso acaba criando uma atmosfera experimental, em constantes mutações sonoras que proporcionam imersões estéticas distintas, principalmente para os que já estão mais familiarizados com o Baiana e seus projetos paralelos.

Logo na faixa de abertura “Jah Jah Revolta, pt II”, já é possível sentir essa proposta, reforçada logo em seguida por “Bala na Agulha” e mais adiante em “Barra Avenida, pt II” e “Playsson” – primeiro single do disco e única música brasileira a compor a trilha sonora do famoso game Fifa 2016, da EA Sports.
Destaque também para “Lucro: Descomprimindo” e “Azul”. A primeira, talvez minha preferida; uma cúmbia resultado da parceria de Passapusso com Mintcho Garrammone, multiinstrumentista e compositor argentino; já a segunda, uma espécie de mantra instrumental que encerra o disco abaixando as rotações de forma bem harmônica

Seja nos palcos mundo afora, ou puxando o trio elétrico “Navio Pirata” nas avenidas do Carnaval de Salvador, toda essa grande metamorfose musical se transforma em uma verdadeira catarse. Ao vivo, a banda (ou coletivo) sobe um patamar, passando para um status de movimento, em movimento; quase uma ideologia.
E é exatamente em função dessa que, provavelmente é uma das maiores virtudes do BaianaSystem como conjunto musical, que se evidencia o único possível deslize de “Duas Cidades”. É compreensível, mas o disco não consegue transmitir fielmente toda essa explosão sensitiva citada no parágrafo acima.
Talvez esse seja o próximo desafio do Baiana, ou talvez a proposta sempre tenha sido essa, de proporcionar diferentes formatos para produtos distintos. Fato é que toda expectativa gerada por esse lançamento foi atendida e “Duas Cidades” pode, e é muito provável que deve, impulsionar o BaianaSystem além das praças que os caras já conquistaram.
Trackslist:
  1. JAH JAH REVOLTA – Pt 2
  2. BALA NA AGULHA
  3. LUCRO (DESCOMPRIMINDO)
  4. MERCADO
  5. DUAS CIDADES
  6. PLAYSOM
  7. DIA DA CAÇA
  8. CIGANO
  9. PANELA
  10. CALAMATRACA
  11. BARRA AVENIDA – Pt 2
  12. AZUL



                                         Fonte > http://br.nacaodamusica.com/posts/resenha-duas-cidades-2016-baianasystem/

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Festival 'O Sertão vai virar Arte' terá BaianaSystem no interior da Bahia....

Esta é a 3ª edição do evento, que acontece na cidade de Araci, dias 3 e 4.
Show gratuito será no domingo (5), na praça principal do município; confira


A banda Baiana System fará show gratuito na 3ª edição do Festival "O Sertão vai virar arte", que acontece na cidade de Araci, a 211 quilômetros de Salvador, no Território do Sisal. O evento será no próximo final de semana, dias 4 e 5 de junho, e a apresentação da banda será no domingo (5), na praça principal da cidade. O show será aberto com a Orquestra de Sanfona, a banda Vim de Bike e Alisson Menezes, a partir das 18h.

A programação no sábado (4) será no Centro Cultural da cidade, a partir das 19h, com as apresentações da Banda de Pífanos local, do grupo teatral Icaraso, e de Daniel Gomez e convidados com um pocket show.
Também no sábado haverá o lançamento do livro “Ancestralidade e música na Quixabeira”, do escritor Sandro Santana, sobre o movimento musical da Quixabeira.
A ideia do Festival é levar à população uma série de produções, locais, regionais e da capital. O evento, que teve as primeiras edições em abril e maio, e contou com shows da banda Scambo, da Orquestra Santo Antônio e de Juliana Ribeiro, Sertanilia, Val Macambira, da banda Monocromático e de Sergio Magno.

                                             Fonte> http://g1.globo.com/bahia/noticia/2016/05/festival-o-sertao-vai-virar-arte-tera-baianasystem-no-interior-da-bahia.html

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Atração do último show da Concha, BaianaSystem inicia novo ciclo do espaço

Reconhecida como uma das atrações que apontam novas tendências da música brasileira, a BaianaSystem faz parte de um ciclo na história da Concha Acústica. O grupo participou da última apresentação no espaço antes do fechamento para as obras – o especial “Domingão na Concha” com Lenine, Letieres Leite e outras atrações, em dezembro de 2013 – e agora integra a programação do festival “Eu Sou A Concha”, que marca a reinauguração. “Pra gente foi uma honra ter sido convidado porque a gente participou do encerramento que teve vários shows, então ficou aquele gostinho assim de tocar de novo. Também tem toda a importância no histórico pra o que é a Concha, que a gente viu nesse período que ficou fechada, a falta que faz pra cidade como um lugar de médio porte, boa estrutura aura”, afirma Roberto Barreto, guitarrista da banda.
BaianaSystem se apresenta no sábado (14), segundo dia de shows, com a participação de Ney Matogrosso, em uma apresentação inédita, de cerca de 70 minutos, coordenada pelo diretor artístico Elísio Lopes Jr. “Foi uma proposta que de alguma forma partiu da direção do espetáculo, entre os nomes que eles pensavam e teve toda uma consulta pra saber o que é que ele achava, então  da nossa parte, a gente ficou super entusiasmado: ‘Lógico, tem tudo a ver, vai ser ele!’. Pelo que Elísio falou, ele teve a mesma reação, ficou empolgado. Artisticamente, ao longo da carreira dele, ele participa muito de shows com pessoas que estão produzindo na atualidade, então foi uma proposta com aceitação de ambos os lados”, conta o guitarrista.


No show, que ainda está sendo montado, a banda deve apresentar algumas canções do novo álbum “Duas Cidades”, lançado no dia 29 de março, aniversário de Salvador. Além de fazerem parte de duas apresentações marcantes para a história do anfiteatro, os espetáculos também representam fases distintas na carreira do grupo. Em 2013, chegando ao auge do primeiro álbum, lançado em 2010. Quase dois anos e meio depois, a banda volta ao mesmo local já com o trabalho consolidado no cenário de música alternativa. “Tem esse entendimento maior da gente como grupo, como artista, nessa relação com a cidade. Nesse período, a gente teve bastante coisas acontecendo, teve os shows que a gente fez no Pelourinho, teve o último carnaval com momentos bem marcantes, lançamento de disco... Foi bem esse tempo de consolidar isso, formatar isso pra um disco, ter essa relação com o público mais concretizada”, analisa. No festival, a banda pretende apresentar um pouco do novo show, que mostra os experimentos que eles vêm fazendo com uma sonoridade mais madura. O segundo dia de apresentações contará ainda com show de Carlinhos Brown com participação de Lazzo. Na sexta (13), abertura exclusiva só para convidados, terá Maria Bethânia com Margareth Menezes e o espetáculo Kindembu com Ilê Aiyê, Filhos de Gandhy, Cortejo Afro, Male Debalê, Muzenza, Olodum e convidados. O festival chega ao fim no domingo (15) com o reencontro inédito dos Novos Baianos.


                                     Fonte> http://www.bahianoticias.com.br/noticia/190185-atracao-do-ultimo-show-da-concha-baianasystem-inicia-novo-ciclo-do-espaco.html

Atração do último show da Concha, BaianaSystem inicia novo ciclo do espaço

Reconhecida como uma das atrações que apontam novas tendências da música brasileira, a BaianaSystem faz parte de um ciclo na história da Concha Acústica. O grupo participou da última apresentação no espaço antes do fechamento para as obras – o especial “Domingão na Concha” com Lenine, Letieres Leite e outras atrações, em dezembro de 2013 – e agora integra a programação do festival “Eu Sou A Concha”, que marca a reinauguração. “Pra gente foi uma honra ter sido convidado porque a gente participou do encerramento que teve vários shows, então ficou aquele gostinho assim de tocar de novo. Também tem toda a importância no histórico pra o que é a Concha, que a gente viu nesse período que ficou fechada, a falta que faz pra cidade como um lugar de médio porte, boa estrutura aura”, afirma Roberto Barreto, guitarrista da banda.
BaianaSystem se apresenta no sábado (14), segundo dia de shows, com a participação de Ney Matogrosso, em uma apresentação inédita, de cerca de 70 minutos, coordenada pelo diretor artístico Elísio Lopes Jr. “Foi uma proposta que de alguma forma partiu da direção do espetáculo, entre os nomes que eles pensavam e teve toda uma consulta pra saber o que é que ele achava, então  da nossa parte, a gente ficou super entusiasmado: ‘Lógico, tem tudo a ver, vai ser ele!’. Pelo que Elísio falou, ele teve a mesma reação, ficou empolgado. Artisticamente, ao longo da carreira dele, ele participa muito de shows com pessoas que estão produzindo na atualidade, então foi uma proposta com aceitação de ambos os lados”, conta o guitarrista.


No show, que ainda está sendo montado, a banda deve apresentar algumas canções do novo álbum “Duas Cidades”, lançado no dia 29 de março, aniversário de Salvador. Além de fazerem parte de duas apresentações marcantes para a história do anfiteatro, os espetáculos também representam fases distintas na carreira do grupo. Em 2013, chegando ao auge do primeiro álbum, lançado em 2010. Quase dois anos e meio depois, a banda volta ao mesmo local já com o trabalho consolidado no cenário de música alternativa. “Tem esse entendimento maior da gente como grupo, como artista, nessa relação com a cidade. Nesse período, a gente teve bastante coisas acontecendo, teve os shows que a gente fez no Pelourinho, teve o último carnaval com momentos bem marcantes, lançamento de disco... Foi bem esse tempo de consolidar isso, formatar isso pra um disco, ter essa relação com o público mais concretizada”, analisa. No festival, a banda pretende apresentar um pouco do novo show, que mostra os experimentos que eles vêm fazendo com uma sonoridade mais madura. O segundo dia de apresentações contará ainda com show de Carlinhos Brown com participação de Lazzo. Na sexta (13), abertura exclusiva só para convidados, terá Maria Bethânia com Margareth Menezes e o espetáculo Kindembu com Ilê Aiyê, Filhos de Gandhy, Cortejo Afro, Male Debalê, Muzenza, Olodum e convidados. O festival chega ao fim no domingo (15) com o reencontro inédito dos Novos Baianos.


                                     Fonte> http://www.bahianoticias.com.br/noticia/190185-atracao-do-ultimo-show-da-concha-baianasystem-inicia-novo-ciclo-do-espaco.html

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Karol Conka tem avó da Bahia, ama Baiana System, faz show aqui em maio e bateu papo com a gente

Karol Conka vem dar um close em Salvador, dia 6 de maio, no Largo Pedro Archanjo (Pelourinho). Mas, enquanto o show da rapper curitibana não rola, a gente faz o esquente por aqui. No papo exclusivo com o BAZAR, ela revela ser fã da banda BaianaSystem, fala sobre sua relação com os fãs e empoderamento feminino.

Quando você percebeu que poderia influenciar fãs com suas músicas?
Desde pequena, tive muito o apoio da minha mãe e da minha avó. Elas se mostravam muito fortes e empoderadas. Então, comecei a ver que na sociedade havia muitas meninas que não tinham a mesma informação que eu e achei que seria interessante falar disso nas minhas músicas e servir de exemplo para elas.
E como é a resposta dos fãs?
No show, eu atendo todo mundo, até para ter feedbacks. Não curto ser intocável. Às vezes, perco o sono com histórias comoventes. Me sinto aquelas tias das antigas que davam conselhos aos ouvintes pelo  rádio. Tem fãs que me inspiram muito também. Tombei, por exemplo, foi um fã que me falou: por que você não faz uma música que diz que tomba? E aí eu fiz.

Você fez show na sexta-feira em Vitória da Conquista e volta em maio para mais uma apresentação em Salvador. Qual sua relação com a Bahia?
Eu amo a Bahia! Minha avó é baiana e eu acho que tenho esse jeito alegre por causa do sangue baiano. Nasci em Curitiba por acaso.  Na música, amo a BaianaSystem. Quero muito fazer música com eles. A gente tem que se encontrar logo.
Qual a baiana mais retada que você conhece?
Minha avó, Brasilina de Jesus. Ela e minha mãe passaram por dificuldades. Quando eu era criança, não entendia de onde elas tiravam força. Minha avó apanhou muito do meu avô e minha mãe sustentava a casa sozinha porque meu pai era alcoólatra. Coisa que muito brasileiro vive. E via que elas tinham uma garra... por isso não reclamo de nada. Tenho uma vida perfeita. Nunca fui agredida por homem, nunca passei por uma situação assim.  Mas elas me ensinaram a me posicionar para que nada parecido acontecesse na minha vida.



Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-entretenimento/noticia/karol-conka-tem-avo-da-bahia-ama-baiana-system-faz-show-aqui-em-maio-e-bateu-papo-com-a-gente/?cHash=9656bb268e8280396870a0328d2b453b

sexta-feira, 8 de abril de 2016

BaianaSystem discusses the exodus in the country with the album 'Two Cities'

It is almost possible to feel the lack of uniformity of stones worn by time under the feet. The slopes are missing the air of the lungs, the legs ache, sweat break from his forehead. With Two Cities, the new disc BaianaSystem, sweat with heavy and hot air Pelourinho neighborhood of the historic center of Salvador, Bahia. There are 12 songs tasty encounters between the Bahian guitar Roberto Barreto, the now electronic beats, sometimes organic, low in SekoBass grooveando as if he were walking with us the ups and downs of the neighborhood, and the voice of Russian Passapusso, which turns the everyday into phrases, verses and shouts. The look of the band, the work of Filipe Cartaxo, is part of the BaianaSystem proposal and has grown and expanded with the band.
The album, released in digital format on Friday, 8, music sites via streaming and free download, is a continuation of what was heard in BaianaSystem, the project's first album, released in 2010, full of interesting special interests, as Lucas Santtana, BNegão, among others. There, in the new work, verbatim proceedings. Jah Jah Revolt Part 2, which opens Two Cities, is a result of previous work and even evokes the beating of the drums predecessor, although today the sound of Bahia is more intense and full. "I am not understand, do not understand anything / Who owes laughter is the joke," she sings (and protest) Passapusso. The same applies to Barra Avenue Part 2, already positioned in the album order.

There was a fierceness there, in 2010. She is still present disc, although arising in a more polished form with years of experience on stage, whether from Bahia, from other cities of the country, and the United States, Japan, China and Europe and the production of Daniel Ganjaman in another work which can boast.

But it is no coincidence that the Pelourinho is present in Two Cities. Literally, in some of the letters of Passapusso or evoked in a calorento and sweaty feeling. The singer says that 70% of what was produced and is heard on the disc was born directly from the presentations that the group made during the last years there, in the streets Pedro Arcanjo and Tereza Batista. Since the presentations there in the last carnival in February this year, the Bahia retired from the stage to organize the ideas and proposals that have emerged in the last six years, many of them on the stage. "They were open tracks, many improvisations," recalls Passapusso. "But we can give a format that could fit on a disc. There's our whole process of questions and answers about the samba reggae, what we experience in other projects and tested, everything we did in Pelourinho. We think we will register that's right."

It was then that Ganjaman entered the project definitely. The way Passapusso and producer had already crossed before, when the singer was working on his solo album, Paradise Mirage, launched in 2014. "Since then it came out my record, we did a show with Bahia in São Paulo and went dinner with Ganja, "recalls Passapusso. "Sew patchwork."

It is part of the spirit of BaianaSystem reconstruction. Or, as explained Passapusso, the search for new meanings for each chord, or hit back. "It is as if we take off a piece of a tree to plant there on the side, like a seed, so that other tree is born."

Two Cities, the title is a clear reference to Salvador, the Upper Town and Lower Town, the ups and downs of the Lacerda Elevator. There is room for Passapusso analysis on exoduses. "Of the great and small. From people going up the hill, people who go to another city to work. People who exchange state," explains the singer. The exodus, after all, is the connection, the connection between the two cities, the two points. The meeting of the Bahian guitar with electronic aesthetics. "This is part of the experience of the band."
Google Tradutor para empresas:Google Toolkit de tradução para appsTradutor de sitesGlobal Market Finder




                                       Fonte> It is almost possible to feel the lack of uniformity of stones worn by time under the feet. The slopes are missing the air of the lungs, the legs ache, sweat break from his forehead. With Two Cities, the new disc BaianaSystem, sweat with heavy and hot air Pelourinho neighborhood of the historic center of Salvador, Bahia. There are 12 songs tasty encounters between the Bahian guitar Roberto Barreto, the now electronic beats, sometimes organic, low in SekoBass grooveando as if he were walking with us the ups and downs of the neighborhood, and the voice of Russian Passapusso, which turns the everyday into phrases, verses and shouts. The look of the band, the work of Filipe Cartaxo, is part of the BaianaSystem proposal and has grown and expanded with the band.
The album, released in digital format on Friday, 8, music sites via streaming and free download, is a continuation of what was heard in BaianaSystem, the project's first album, released in 2010, full of interesting special interests, as Lucas Santtana, BNegão, among others. There, in the new work, verbatim proceedings. Jah Jah Revolt Part 2, which opens Two Cities, is a result of previous work and even evokes the beating of the drums predecessor, although today the sound of Bahia is more intense and full. "I am not understand, do not understand anything / Who owes laughter is the joke," she sings (and protest) Passapusso. The same applies to Barra Avenue Part 2, already positioned in the album order.

There was a fierceness there, in 2010. She is still present disc, although arising in a more polished form with years of experience on stage, whether from Bahia, from other cities of the country, and the United States, Japan, China and Europe and the production of Daniel Ganjaman in another work which can boast.

But it is no coincidence that the Pelourinho is present in Two Cities. Literally, in some of the letters of Passapusso or evoked in a calorento and sweaty feeling. The singer says that 70% of what was produced and is heard on the disc was born directly from the presentations that the group made during the last years there, in the streets Pedro Arcanjo and Tereza Batista. Since the presentations there in the last carnival in February this year, the Bahia retired from the stage to organize the ideas and proposals that have emerged in the last six years, many of them on the stage. "They were open tracks, many improvisations," recalls Passapusso. "But we can give a format that could fit on a disc. There's our whole process of questions and answers about the samba reggae, what we experience in other projects and tested, everything we did in Pelourinho. We think we will register that's right."

It was then that Ganjaman entered the project definitely. The way Passapusso and producer had already crossed before, when the singer was working on his solo album, Paradise Mirage, launched in 2014. "Since then it came out my record, we did a show with Bahia in São Paulo and went dinner with Ganja, "recalls Passapusso. "Sew patchwork."

It is part of the spirit of BaianaSystem reconstruction. Or, as explained Passapusso, the search for new meanings for each chord, or hit back. "It is as if we take off a piece of a tree to plant there on the side, like a seed, so that other tree is born."

Two Cities, the title is a clear reference to Salvador, the Upper Town and Lower Town, the ups and downs of the Lacerda Elevator. There is room for Passapusso analysis on exoduses. "Of the great and small. From people going up the hill, people who go to another city to work. People who exchange state," explains the singer. The exodus, after all, is the connection, the connection between the two cities, the two points. The meeting of the Bahian guitar with electronic aesthetics. "This is part of the experience of the band."
Google Tradutor para empresas:Google Toolkit de tradução para appsTradutor de sitesGlobal Market Finder

quarta-feira, 9 de março de 2016

Baiana System é única banda brasileira na trilha do 'Fifa 16'

Parte das músicas está disponível para os fãs em um serviço de streaming. 
Música 'Playsom' é a única do Brasil na relação de 41 músicas divulgadas.


O jogo de simulação de futebol Fifa 16 terá na trilha sonora a música "PlaySom", da banda Baiana System, de acordo com anúncio feito pela Eletronic Arts, produtora do game, feito na quinta-feira (10). Parte da lista de músicas do jogo já está disponível para os fãs no serviço de streaming Spotify.

A música Playsom é a única brasileira na relação de 41 músicas, tocadas por vários artistas ao redor do mundo, como Beck, Disclosure, Icona Pop, Kygo, Years & Years. Mais 40 músicas estarão disponíveis quando o jogo for lançado, no dia 22 de setembro

O Executivo de Música e Marketing da Eletronic Arts, Steve Schnurn, disse, por meio de nota, que a trilha vai permitir que os jogadores descubram novas músicas. “Artistas da Noruega, Portugal, Reino Unido, Brasil e outros países fazem mais do que apenas melhorar um grande jogo. O Fifa 16 representa a música globalizada, que reflete os fãs que temos ao redor do mundo todo”, afirmou.
A letra de "PlaySom" é assinada por Russo Passapusso e a percussão tem participação do músico Márcio Vitor, da banda "Psirico". Roberto Barreto comanda a guitarra baiana e, no baixo, SecoBass.




 fonte > http://g1.globo.com/bahia/musica/noticia/2015/09/baiana-system-e-unica-banda-brasileira-na-trilha-do-fifa-16-ouca.html

BaianaSystem: muito além da axé-music

Guitarra baiana guia a banda por vários estilos

Na coluna Crônicas de um Brasil invisível dentro do programa Arte Clube da Rádio MEC AM - 800 kHz do Rio de Janeiro, o jornalista Fabrício Rocha conversa sobre abanda BaianaSystem.
 
O grupo é formado por Russo Passapusso, Roberto Barreto e Marcelo Seco. A banda trouxe renovação para a música baiana, inclusive dentro do circuito Barra-Ondina, tradicional reduto da axé-music. Além da guitarra baiana, que é o fio condutor da banda, o grupo traz reggae, dubstep, música caribenha, reggaeton, rock e pagode baiano








  FONTE: http://radios.ebc.com.br/arte-clube/edicao/2016-03/baianasystem-muito-alem-da-axe-music

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Em quase duas horas de show, BaianaSystem eletriza multidão no Largo do Pelourinho Veja mais em: http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/em-quase-duas-horas-de-show-baianasystem-eletriza-multidao-no-largo-do-pelourinho/?cHash=48d4c55f27eca55fae5847d517bda3f4 Correio da Bahia

Mesmo com espera demorada - show teve início uma hora e meio depois do previsto-, público lotou o local até os últimos minutos

Comandada pelo vocalista Russo Passapusso, a banda BaianaSystem deu início ao show de encerramento do Carnaval do Pelô, no Largo do Pelourinho, com uma hora e meia de atraso. Mesmo com a espera demorada pela banda, o público lotou o local até os últimos minutos do show, que durou quase duas horas no clima "a mais d
e mil decibéis", entoado pela banda em uma de suas canções.
De acordo com a diretora do Centro de Culturas Populárias e Identitárias (CCPI), Arany Santana, eram estimadas 10 mil pessoas quando a banda subiu ao palco, às 0h em ponto. "Uma honra receber esse grupo que começou aqui no Pelourinho para encerrar o Carnaval deste ano", disse ela em entrevista à TVE.

Logo nos minutos iniciais do show, a banda apresentou a sua mais nova canção Lucro (Descomprimindo). "BaianaSystem agradece à presença de cada um nesse solo sagrado", disse Russo ao ser acompanhado por uma plateia que já sabia cantar os versos da música, gravada recentemente, mas tocada ao vivo em shows anteriores da banda.
Essa, inclusive, é a tônica do soundsystem, linhagem a que o grupo se filia. "Não existe letra nova, existe recriação e colagem. Isso é o soundsystem", definiu o vocalista ao lembrar do grupo Ministereo Público, de Salvador, que faz um trabalho nos mesmos moldes da banda há alguns anos. "Meu coração é soundsystem e meus irmãos não desistem", diz um verso da canção que puxou logo em seguida.
No show, a BaianaSystem saudou, nominalmente, diversos bairros de Salvador, a exemplo de Cajazeiras, Cabula, Boca do Rio, Engenho Velho, São Gonçalo, Liberdade e Amaralina.
Devido ao clima de agitação característico da multidão, Russo também pediu que as pessoas brincassem na paz, sem brigas. "Energia positiva gera energia positiva, sem caô", chegou a dizer no início do show, que não foi interrompido por mais instruções do tipo.
No repertório, diversas músicas do repertório próprio da BaianaSystem, mas também fruto de parcerias, como Afoxoque, assinada por Russo e Curumin. Também houve espaço para relembrar uma canção de BNegão, rapper que fez show ao lado da banda no último domingo (7), na Praça Castro Alves - Margareth Menezes também participou. "Vamos fazer ele ouvir lá do Rio de Janeiro", pediu Russo à plateia.


Veja mais em: http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/em-quase-duas-horas-de-show-baianasystem-eletriza-multidao-no-largo-do-pelourinho/?cHash=48d4c55f27eca55fae5847d517bda3f4 Correio da Bahia

Veja mais em: http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/em-quase-duas-horas-de-show-baianasystem-eletriza-multidao-no-largo-do-pelourinho/?cHash=48d4c55f27eca55fae5847d517bda3f4 Correio da Bahia

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

BaianaSystem arrasta multidão em show na Praça Castro Alves Veja mais em: http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/baianasystem-arrasta-multidao-em-show-na-praca-castro-alves/?cHash=ceb3fd3b9e6c35703557434f0f7f8bf7 Correio da Bahia

Quem foi hoje (7) para a Praça Castro Alves, por volta das 17h, pôde vivenciar um momento único - muito diferente do 'trá-trá-trá' (trecho da música Paredão Metralhadora, que tem grande potencial para ser a Música do Carnaval) característico dos circuitos tradicionais da folia. É que a banda BaianaSystem, uma das sensações do Carnaval de Salvador, arrastou milhares de pessoas – entre jovens, adolescentes, crianças e até idosos - da Praça Castro Alves até a Casa D’Itália, no Campo Grande.

O pôr do sol embalou a passagem da banda, que se inspira no sistema de som jamaicano e tem forte influência eletrônica. Os graves potentes e o groove característico da BaianaSystem se juntam também à guitarra baiana. Formada por Robertinho Barreto (guitarra), Russo Passapusso (vocal), SecoBass (baixo), JapaSystem e Ícaro Sá (percussão) e DJ João Meirelles, a banda baiana se apresentou pela terceira vez no Carnaval – já havia tocado na Avenida, na sexta, e em Cajazeiras (no Carnaval nos Bairros), ontem.
A bordo do Navio Pirata, seu minitrio estilizado, a BaianaSystem voltou ao Centro da cidade neste domingo para animar o pôr do sol da pipoca. De cima do Navio, os artistas fizeram um show inédito e com convidados especiais - a cantora Margareth Menezes e o cantor e compositor de hip hop BNegão. “Seguimos agradecendo sempre a oportunidade de, através da música, fazer o bem sem olhar a quem”, disse o cantor Russo Passapusso.

O público vibrou e cantou todos os sucessos da banda, como Terapia, Ubarana Amaralina, Playsom e Descompromindo. “Gosto deles desde o início, quando tocavam de graça no Pelô. O som dos caras é muito bom”, afirma a publicitária Fernanda Conceição, de 25 anos. Já o folião Ubirajá Barroso, 46, não parava de pular. Ele estava acompanhado da filha Isabela, 11, e da esposa Vivian, 44. “Essa guitarra baiana é a cara da Bahia e é maravilhosa. Já conhecíamos a Baiana, tínhamos acompanhado eles no ano passado, e achamos o trabalho deles diferente de tudo”, conta.
E se Fernanda já tinha marcado o show na sua agenda há algum tempo, muita gente conheceu a BaianaSystem ali mesmo, no meio da folia. Foi o caso do gráfico Gerônimo Araújo, 56, que resolveu acompanhar o trio desde a Praça Castro Alves. “Achei legal. É uma música bem diferente e o cortejo é mais tranquilo, mas tudo muito animado”, ressalta. A estudante Mônica Conceição, 20, levou a filha para pular Carnaval de odalisca, no Pelô, e foi parar atrás do Navio Pirata da banda. “Não conhecíamos antes, mas estamos curtindo. Eles misturam todos os ritmos e cantam com o coração”.   


O presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington, destacou que a participação do grupo no Carnaval foi um momento especial, não só apenas pela vista do fim do dia na Baía de Todos os Santos, como também por ser um inusitado encontro musical. “Vi de perto as apresentações do Baiana System durante o Carnaval e é incrível a forma como eles contagiam a multidão”, disse Edington. A Saltur patrocinou o cortejo.







                                                  Fonte>  http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/baianasystem-arrasta-multidao-em-show-na-praca-castro-alves/?cHash=ceb3fd3b9e6c35703557434f0f7f8bf7

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Baiana System arrasta multidão no Furdunço

Os graves potentes e o groove característico do Baiana System soaram forte no Campo Grande (Circuito Osmar) no fim da tarde desta sexta-feira, 5. Com uma hora e meia de antecedência, o grupo desfilou arrastando jovens, adolescentes, crianças e até idosos, que não ficaram ilesos à guitarra baiana, instrumento resgatado nas composições da banda, que possui também forte influência eletrônica e defende um carnaval sem cordas.
O cineasta Paulo Hermida, de 40 anos, levou o filho para a festa. Para ele, a trupe liderada por Russo Passapusso representa a renovação da música local. "É um resgate e ao mesmo tempo é muito contemporâneo", afirmou.
A estudante Kenia Mattos, 19, explicou que, entre as atrações da banda, está o público diverso e "tranquilo". Já a engenheira agrônoma Eloísa Rosa, 53, elogiou "a pegada social" das canções.


                                                      Fonte> http://atarde.uol.com.br/carnaval/noticias/1745183-baiana-system-arrasta-multidao-no-furdunco

Vem sentir a vibração do Baiana System, sensação do Carnaval de Salvador

A Baiana System quando passa arrasta uma multidão de foliões, entre eles uma galera bem cool que vai conferir de perto os batuques que a cada ano fazem mais sucesso no Carnaval de Salvador. Glamurama acompanhou nesta sexta-feira a banda no circuito Campo Grande e sentiu a vibração dos tambores. Aperte o play e remexe! 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   Fonte. http://glamurama.uol.com.br/vem-sentir-a-vibracao-do-baiana-system-sensacao-do-carnaval-de-salvador/

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Confira a agenda da folia para esta sexta-feira em Salvador

A partir desta sexta-feira (5), terceiro dia oficial do Carnaval de Salvador, a folia começa mais cedo nos principais circuitos da cidade.

No Campo Grande, Circuito Osmar, mais de 50 blocos arrastam a multidão. O primeiro deles vai deixar a concentração às 12h30, na hora local. O último começa a sair na avenida às 3h.

Entre os principais artistas a se apresentar no circuito está a Banda Baiana System, recente revelação no cenário da música soteropolitana, que mistura letras politizadas, com influência do rap, rock e música jamaicana.

O grupo está previsto para se apresentar a partir das 19h.

No fim da noite, o Cortejo Afro começa a arrastar os admiradores dos batuques africanos, a partir das 23h30, seguido do Olodum, que sai às ruas perto da meia noite.

No percurso que segue da Barra ao bairro de Ondina, Circuito Dodô, 25 trios elétricos levam a multidão, na beira da praia, com temperatura prevista para mais de 30ºC, na capital da Bahia.




                                                                         Fonte> http://radioagencianacional.ebc.com.br/cultura/audio/2016-02/confira-agenda-da-folia-para-esta-sexta-feira-em-salvador

BaianaSystem testa no Carnaval músicas do novo álbum, que sai em março Veja mais em: http://www.correio24horas.com.br/single-guia/noticia/baianasystem-testa-no-carnaval-musicas-do-novo-album-que-sai-em-marco/ Correio da Bahia

Durante o Carnaval, grupo desfila novidades do segundo álbum com convidados como Márcio Victor e As Ganhadeiras de Itapuan
De cima do trio elétrico, os integrantes da BaianaSystem olham para baixo e observam o público. O suor marca cada um dos rostos que parecem estar em transe, uns de olhos fechados, outros vestindo as disputadas máscaras de Filipe
Cartaxo. Os corpos em movimento anunciam: está começando mais um Carnaval.
“Quando a gente olha para baixo, vê muitas manifestações. Roda, pulo, salto, gente que requebra, remexe, esquiva... Somos um recorte da cidade e montamos o quebra- cabeça com o público”, observa Russo Passapusso, 33 anos, vocalista do grupo que está prestes a lançar seu segundo álbum.

Ontem, no Furdunço, a BaianaSystem mostrou um pouco do disco ainda sem nome, previsto para março, e uma prévia do seu Carnaval que vai passar por Cajazeiras, Praça Castro Alves, Pelourinho e Furdunço, de novo, na sexta.
Ao ouvir o mix de guitarra baiana com influências como dub, reggae, arrocha e ijexá, o folião mergulha no “empurra-empurra, no roça- roça” e vai se “esgueirando, feito um ninja no meio da multidão”, como bem descreve a música O Carnaval Quem é Que Faz?
Há três dias do início oficial da festa de Momo, que tem como tema Vem Curtir a Rua, o folião já está fazendo o seu Carnaval. São tribos cada vez mais diversas atrás da pipoca que a BaianaSystem faz desde seu surgimento, em 2010. “Pra gente esse sempre foi o tema. Essa é a lógica, é o que faz o Carnaval ser Carnaval, enquanto acontecimento social”, garante o guitarrista Robertinho Barreto, 44.
Sistema de somInspirada no sistema de som jamaicano, a BaianaSystem testa novas músicas em cima do trio, nos shows, antes de gravar em disco. Caso de Lucro (Descomprimindo), parceria com o multiinstrumentista argentino Mintcho Garrammone que acaba de ser lançada nas redes sociais. Velha conhecida de quem acompanha os shows da Baiana, a música faz parte do novo álbum do grupo, assim como  Playsom.

muito importante que a gente entenda esse meio de produção. Vem do soundsystem, vem do eletrônico, vem do reciclável. Não é um processo estático. Os antigos jamaicanos faziam isso. O samba-reggae é assim. A Bahia e a Jamaica têm esse processo muito forte”, explica Russo.
Assim, quem quiser uma prévia do novo trabalho , produzido pelo paulista Daniel Ganjaman, não precisa esperar. “A mais de mil decibéis”, as novidades estarão disponíveis no Carnaval da banda que reúne um público cada vez maior e mais heterogêneo.
Do circuito independente, a banda já rodou o Brasil, fez turnê internacional que passou pela China, virou trilha do jogo Fifa 16 e até de aula de suingue baiano, nas academias, ao lado de bandas como Vingadora e Psirico. “Sério? Não sabia disso!”, surpreende-se Russo, aos risos.
 “Acho maravilhoso! Só lembro de Leo Brau e Erica Ribeiro, que tiveram a expressão corporal filmada no clipe de Playsom”, elogia, ao citar os dançarinos da música que tem participação de Márcio Victor, do Psirico, na percussão. O novo álbum da Baiana inclui as Ganhadeiras de Itapuã e artistas como Rowney Scott, Siba, Marcelo Galter e Junix 11.

O que acontece com a BaianaSystem, que agrada todo mundo, é que os caras são mente aberta, né, bicho? Os caras são massa, a música é bem feita... A semelhança que vejo do público do Psirico gostar é que a Baiana mistura um pouquinho de tudo”, destaca Márcio Victor, 36 anos.
Alvo de crítica por parte de alguns fãs xiitas, que torcem o nariz pra diversidade de público, a BaianaSystem não se limita e aposta mesmo na experimentação. “Engraçado isso... A gente tem mudado muito o público. Mas isso, na verdade, é um combustível. Salvador é assim, a experimentação faz parte do DNA do baiano e passa por tudo, inclusive o público diverso”, pondera Robertinho.
Russo concorda: “Existem preconceitos, mas a gente não cai neles. Seja no Carnaval que é livre, seja no espaço privado. Existe ali um elemento que está relacionado diretamente ao que a galera sente. A música alimenta a alma”.

Carnaval de Salvador: Claudia Leitte faz estreia nesta sexta-feira na Barra

No Campo Grande tem BaianaSystem, Orquestra Rumpilezz e mais. 
Na Barra desfilam Claudia Leitte, Psirico, Timbalada, entre outros.

O terceiro dia oficial de carnaval em Salvador tem mais de 70 atrações somente nos dois principais circuitos da festa, o Barra-Ondina e o Campo Grande. As primeiras atrações começam a desfilar no início da tarde desta sexta (05). Confira a programação completa abaixo.
Na Barra, tem artistas como Claudia Leitte, Timbalada, Psirico, Daniela Mercury e Aviões do Forró. No Campo Grande, as principais atrações desfilam no Furdunço, que está programado para começar às 14h e segue até 19h, com nomes como Orquestra Rumpilezz, BaianaSystem, Alavontê, Batifun e Adão negro.
No Pelourinho, onde é montado o circuito Batatinha, a festa começa a partir das 17h, e terá vinte apresentações, entre elas a bandas Status, Corisco, Agbara, Relíquias e Swing do Pelô. O local atrai principalmente os foliões que preferem brincar ao som de fanfarras e marchinhas, relembrando antigos carnavais.
Além desses três circuitos, a festa deste ano tem programação em palcos montados nos seguintes bairros: Liberdade, Periperi, Plataforma, Itapuã, Boca do Rio, Nordeste de Amaralina, Cajazeiras, Pau da Lima, Jardim de Alah e Centro Histórico. As bandas BaianaSystem e os cantores Ju Moraes, Paulinho Boca, Margareth Menezes são algumas das atrações que se apresentam nas localidades, de sábado (6) a terça-feira

                               fONTE>http://g1.globo.com/bahia/carnaval/2016/noticia/2016/02/carnaval-de-salvador-confira-programacao-desta-sexta-feira-05.html

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Because the Baiana System is a great band Carnival 2016

politicized lyrics and musical roots mixed with rap, rock and Jamaican music are the foundation of Bahia phenomenon this year

Bahian Carnival is with another guy - less ax and more Bahian guitar mixed with rap, rock, dubstep, electronic music, Caribbean and Jamaican.
Essas são algumas das influências perceptíveis do Baiana System, um trio que está mexendo com a música segundo artistas tão diferentes quanto BNegão, Daniel Ganjaman e Marcio Victor, do Psirico (o responsável pelo hit Lepo Lepo, do carnaval de 2014).
O projeto, criado em 2009, reúne Russo Passapusso, Roberto Barreto e Marcelo Seco e chama atenção pelas performances explosivas, inclusive no circuito Barra Ondina no Carnaval de 2016:
Mas também é conhecido pela capacidade de reunir públicos de gostos bem diferentes atrás do trio. O Nexo conversou com o jornalista baiano Luciano Matos, que cobre música há mais de 15 anos, para enumerar as razões pelas quais o Baiana System é a grande estrela do Carnaval 2016.

Axé music em baixa#

A música baiana pedia renovação há alguns anos - e o Baiana System surgiu exatamente nesse momento. "A indústria explorou o axé ao máximo e isso ofuscou qualquer outra produção, nada mais saia daqui", afirma Matos.
Para ele, a fórmula repetitiva da música local também se esgotou e era natural que algo novo surgisse e ganhasse espaço. "Esse axé baiano popular, que vende a Bahia como terra da felicidade, perdeu a conexão com a massa."



                                     Fonte> https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/02/04/Por-que-o-Baiana-System-%C3%A9-a-grande-banda-do-Carnaval-2016