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sábado, 7 de janeiro de 2017

BaianaSystem é vítima de racismo na internet durante show: 'Macacos'

A banda se apresentou nesta quinta, na programação do Réveillon de Salvador

A BaianaSystem foi alvo de comentários racistas na internet na noite desta quinta-feira, 29, na programação do Réveillon de Salvador. Durante a transmissão do show da banda no canal da FitDance, no YouTube, vários usuários fizeram postagens preconceituosas ao grupo liderado por Russo Passapusso. "Macacos devem ser exterminados", escreveu o perfil White Power SP SP. Também pipocaram na transmissão insultos pelo fato de a banda ser nordestina e baiana.  

Com os insultos, muitos usuários saíram em defesa FitDance, no YouTube e se manifestaram contra os comentários. Até usaram hashtags como #serbaianoélegal e #racistasnaopassarao. O CORREIO procurou a assessoria de imprensa do BaianaSystem, mas não conseguiu contato até a publicação desta matéria. 
Gilberto Gil, Preta Gil, Taís Araújo e o casal Bruno Gagliasso e Geovana Ewbank são alguns artistas que sofreram com o ódio racial na internet em 2016. Esta semana, a Justiça determinou que o Facebook retire do ar uma falsa entrevista em que Gilberto Gil critica o juiz Sérgio Moro e defende o ex-presidente Lula de acusações na Operação Lava Jato.
A notícia rendeu comentários ofensivos ao artista. Um deles chamou Gil de "macaco filho da puta". De acordo com a advogada do cantor baiano, estão sendo levantados os dados para identificar o autor do comentário. O cantor estuda processá-lo.



                                                  Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-entretenimento/noticia/baianasystem-e-vitima-de-racismo-na-internet-durante-show-macacos/?cHash=2a6ea5845918aad477fa155066a27474

sábado, 10 de dezembro de 2016

Fãs de Baiana System aguardam estreia do grupo: 'é diferente'

Banda se apresenta pela primeira vez no Festival de Verão, neste sábado.
Público enaltece mistura de ritmos

A estreia da banda Baiana System, comandada pelo vocalista Russo Passapusso, é aguardada pelos admiradores da mistura de sons do grupo, na primeira noite do Festival de Verão 2016. A banda é o última da grade deste sábado (10) a se apresentar, com entrada no palco prevista já no domingo (11), às 0h45.
André Olivieri veio para a festa junto com o irmão, Lucas, e o amigo Tercio Augusto. Eles vestem a camisa da banda, literalmente, com o símbolo que se tornou marca do grupo. "O público da banda está crescendo muito. Gosto muito da estética do Baiana e da mistura de ritmos", define André, que chegou à festa por volta das 21h, para também assistir ao show do Planet Hemp.
A banda, única de raiz soteropolitana na programação deste sábado no palco principal, mescla ritmos como o techno, passa pelo sound system jamaicano, até chegar ao pop.

"O ritmo deles é diferente de qualquer coisa que existe", explica o estudante Rafael Menezes, que se diz fanático pelo grupo. Ele veio para o show na Arena Fonte Nova junto com a amiga Tâmara Naiobe, e usaram máscaras com símbolos da banda. "Sou fã mesmo de Natiruts, mas também vim curtir Baiana", diz ela.
Rute Santos de Jesus e a amiga Paloma Andrade chegaram cedo, por volta das 16h, mas também aguardam de maneira especial o último show da noite.
Eu curto Baiana pelo ritmo e as letras. Eu vou pela ideologia da banda, pela mensagem e pela energia deles", define Rute.
Paloma só lamenta ter que ir embora mais cedo do que esperava e não ter condições de chegar até o final da apresentação: "Queria assistir Baiana, mas vou ter que ir embora porque roubaram meu celular. Uma pessoa passou e puxou", conta.

                                                               Fonte> http://gshow.globo.com/Rede-Bahia/Festival-de-Verao-2016/noticia/2016/12/fas-de-baiana-system-aguardam-estreia-do-grupo-e-diferente.html

sábado, 16 de julho de 2016

BaianaSystem comanda Baile Playsom e convida BNegão, Àttooxxá e MC Vandal

Show acontece hoje sábado (16), às 22h, no Barra Hall, e a ideia é curtir o clima de baile até de manhã

O Baile Playsom está de volta e o clima não podia ser diferente daquele que anuncia a própria música Playsom: “é serpentina e confete”. A segunda edição  da festa da BaianaSystem ocupa o Barra Hall amanhã, às 22h, e a ideia é curtir o clima de baile até de manhã.
“O baile é diferente das festas que a gente faz em Salvador. Amo o Pelourinho, a gente não vai parar de tocar nunca, mas às 23h40 já acaba ônibus pra galera. No baile, você encontra todos os links de diversão e não tem hora para acabar”, garante o cantor Russo Passapusso, 33, fundador da BaianaSystem com Robertinho Barreto e SekoBass.
A mais de mil decibéis, o Baile Playsom Parte 2 agita a Barra e a BaianaSystem não está só. Além da anfitriã, que convida o MC Vandal, a festa tem shows do cantor carioca BNegão, que traz o compacto formato BNegão Trio, e do DJ e produtor Rafa Dias, com o projeto Àttooxxá.
“A gente tem o mesmo elo de comunicação, a música experimental com roupagem eletrônica, então não vai ficar aquele show segmentado”, garante Russo. “O Àttooxxá tem o samba duro, o pagode, os ritmos internacionais e encaixa perfeitamente nessa história. Já BNegão é mais eletrônico, com DJ e sopro. O plano é que tenha um link da primeira à última música”, completa o vocalista.
Inspirada no sistema de som jamaicano e virada numa goteira, a Baiana apresenta o disco Duas Cidades, produzido por Daniel Ganjaman. A trilha reforça o mix de guitarra baiana com influências do dub, reggae, arrocha e ijexá, em músicas como a que dá nome ao baile, além de Barra Avenida Parte 2, Lucro (Descomprimindo) e Bala na Agulha.
“A Baiana tem identidade própria, ao mesmo tempo é vanguarda e é popular. O som tem muita coisa ancestral e muita coisa que propõe  paradas futuristas”, resume o cantor BNegão, 42, cujo repertório traz referências do samba, dancehall, rap, baile funk e da música jamaicana.
“Acho que a Baiana tem potencial para ser uma das maiores bandas mundiais, estilo Sepultura nos anos 1990. Identidade é o que faz o pessoal fazer diferença no mundo. Mais do mesmo não tem muito pra somar”, elogia BNegão, ao ressaltar a diversidade sonora do grupo baiano.
OcupaçãoFãs mais puristas torcem o nariz para o público cada vez mais diverso da BaianaSystem e os locais “elitistas” dos shows. Mas o grupo garante que a ideia é mesmo explorar todos os cantos das duas cidades, Alta e Baixa, e tornar o Baile uma festa universal.
“O Baile Playsom levanta da zona de conforto para fazer uma ocupação de espaços, dentro de valores. A gente está mexendo com a cabeça das pessoas. Queremos criar essa característica de música universal, baile universal”, diz Russo. “Não é por que a galera é do gueto que não vai poder ir para o Barra Hall. Nós vamos invadir a Barra!”, diverte-se.
Barra Hall (Rua Barão de Itapoan, 218, Barra | 3033-3803). Amanhã, às 22h. Ingresso: R$ 60 | R$ 30 (primeiro lote), R$ 80 | R$ 40 (segundo lote). Vendas: Ticketmix, Pida, Sympla.


                                                Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-guia/noticia/baianasystem-comanda-baile-playsom-e-convida-bnegao-attooxxa-e-mc-vandal/?cHash=da82459c3b63c075f0a74c3eaa4a2f98

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Resenha: “Duas Cidades” (2016) – BaianaSystem.

Em dezembro de 2015, Salvador recebeu oficialmente o título de “Cidade Música” pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Para reforçar a condecoração e para o desenrolar desta resenha, no entanto, é necessário quebrar um pouco do estereótipo construído ao longo dos anos ao se falar de música baiana.
Há de se considerar que o habitat musical que projetou Raulzito para o país, também foi berço para Caetano, Gil, Novos Baianos e outros muitos. Portanto, não é utopia dizer que a Bahia da Timbalada e do Olodum é exatamente a mesma de Pitty, Vivendo do Ócio e Maglore, mesmo que poeticamente retratada e exposta de diferentes ângulos, arranjos e compassos. Eis a pluralidade.
Essa diversidade cultural/musical é o resultado de anos de misturas, e para tentar contextualiza-la um pouco melhor é necessário voltar no tempo. Mais precisamente nas décadas de 1970 e 1980, quando a influência da música jamaicana acendeu movimentos fortíssimos e vivos até os dias de hoje na capital baiana.
Do apogeu da cultura dos Sound System, Dub, Dancehall, do Reggae de Bob Marley… diretamente para os Blocos Afro, o Afoxé, o Samba Reggae, Ijexá, Pagode e, consequentemente, para a maior festa popular do planeta: o Carnaval.
É nesse cenário que surge o BaianaSystem, grupo que, provavelmente, melhor representa essa nova configuração do que é (ou do que pode ser) a música baiana em todos os seus aspectos contemporâneos.
A guitarra baiana, inventada por Dodô e Osmar, ganha uma releitura nas mãos do guitarrista e idealizador da banda, Roberto Barreto. SekoBass é o responsável pela cozinha; na divisão dos graves entre o baixo, programações e as batidas sampleadas. O vocalista Russo Passapusso mistura a cadência do samba de roda do recôncavo com o toaster jamaicano. Tudo isso ainda conta com grande aporte do designer e fotógrafo Filipe Cartaxo, quarto elemento e o responsável direto por toda a fantástica estética visual do Baiana – a exemplo da imagem que ilustra este post.
No último dia 29 de março, aniversário da cidade de Salvador, o grupo lançou seu segundo disco. Intitulado “Duas Cidades”, o álbum chega como um update do conceito apresentado no seu antecessor “BaianaSystem”, de 2010.
Com produção musical assinada por Daniel Ganjaman e participações de Siba, Márcio Victor (Psirico), do coro das Ganhadeiras de Itapuã e outros grandes artistas, “Duas Cidades” reforça o engajamento social e a identidade cultural do BaianaSystem.
Logo no título, a banda já manda o papo diretíssimo propondo um questionamento das distintas linguagens urbanas presentes em Salvador – cidade alta ou cidade baixa? Nesse caso, as duas. E a temática segue ecoando pelas 12 faixas que soam ao melhor estilo riddim jamaicano.
Além do dialogar entre si, as músicas também contam com referências sonoras de canções do álbum anterior e até de uma faixa do disco solo do vocalista Russo Passapusso – “Paraíso da Miragem”, de 2015. Isso acaba criando uma atmosfera experimental, em constantes mutações sonoras que proporcionam imersões estéticas distintas, principalmente para os que já estão mais familiarizados com o Baiana e seus projetos paralelos.

Logo na faixa de abertura “Jah Jah Revolta, pt II”, já é possível sentir essa proposta, reforçada logo em seguida por “Bala na Agulha” e mais adiante em “Barra Avenida, pt II” e “Playsson” – primeiro single do disco e única música brasileira a compor a trilha sonora do famoso game Fifa 2016, da EA Sports.
Destaque também para “Lucro: Descomprimindo” e “Azul”. A primeira, talvez minha preferida; uma cúmbia resultado da parceria de Passapusso com Mintcho Garrammone, multiinstrumentista e compositor argentino; já a segunda, uma espécie de mantra instrumental que encerra o disco abaixando as rotações de forma bem harmônica

Seja nos palcos mundo afora, ou puxando o trio elétrico “Navio Pirata” nas avenidas do Carnaval de Salvador, toda essa grande metamorfose musical se transforma em uma verdadeira catarse. Ao vivo, a banda (ou coletivo) sobe um patamar, passando para um status de movimento, em movimento; quase uma ideologia.
E é exatamente em função dessa que, provavelmente é uma das maiores virtudes do BaianaSystem como conjunto musical, que se evidencia o único possível deslize de “Duas Cidades”. É compreensível, mas o disco não consegue transmitir fielmente toda essa explosão sensitiva citada no parágrafo acima.
Talvez esse seja o próximo desafio do Baiana, ou talvez a proposta sempre tenha sido essa, de proporcionar diferentes formatos para produtos distintos. Fato é que toda expectativa gerada por esse lançamento foi atendida e “Duas Cidades” pode, e é muito provável que deve, impulsionar o BaianaSystem além das praças que os caras já conquistaram.
Trackslist:
  1. JAH JAH REVOLTA – Pt 2
  2. BALA NA AGULHA
  3. LUCRO (DESCOMPRIMINDO)
  4. MERCADO
  5. DUAS CIDADES
  6. PLAYSOM
  7. DIA DA CAÇA
  8. CIGANO
  9. PANELA
  10. CALAMATRACA
  11. BARRA AVENIDA – Pt 2
  12. AZUL



                                         Fonte > http://br.nacaodamusica.com/posts/resenha-duas-cidades-2016-baianasystem/

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Festival 'The backlands will turn Art' will BaianaSystem in Bahiab

This is the 3rd edition of the event, held in the city of Araci, 3 and 4.
free concert will be on Sunday (5), in the main city square; check it.

The Baiana System band will free concert at the 3rd Festival "The Hinterland will turn art", which takes place in the city of Araci, 211 kilometers from Salvador, in the Sisal Territory. The event will be next weekend, 4th and 5th of June, and the band's performance will be on Sunday (5) in the main square of the city. The show will open with Accordion Orchestra, the band I came from Bike and Alisson Menezes, from 18h.

The program on Saturday (4) will be at the Cultural Center of the city, from 19h, with the presentations of the band local Fife, the Icaraso theater group, and Daniel Gomez and guests with a pocket show.
Also on Saturday there will be the launch of the book "Ancestry and music in Quixabeira" writer Sandro Santana on the musical movement Quixabeira.
The idea of the Festival is to bring to the public a number of productions, local, regional and capital. The event, which had the first editions in April and May, and had shows of Scambo band, orchestra Santo Antonio and Juliana Ribeiro, Sertanilia, Val Macambira, the Mono band and Sergio Magno.



                                                           Fonte> http://g1.globo.com/bahia/noticia/2016/05/festival-o-sertao-vai-virar-arte-tera-baianasystem-no-interior-da-bahia.html

Festival 'O Sertão vai virar Arte' terá BaianaSystem no interior da Bahia....

Esta é a 3ª edição do evento, que acontece na cidade de Araci, dias 3 e 4.
Show gratuito será no domingo (5), na praça principal do município; confira


A banda Baiana System fará show gratuito na 3ª edição do Festival "O Sertão vai virar arte", que acontece na cidade de Araci, a 211 quilômetros de Salvador, no Território do Sisal. O evento será no próximo final de semana, dias 4 e 5 de junho, e a apresentação da banda será no domingo (5), na praça principal da cidade. O show será aberto com a Orquestra de Sanfona, a banda Vim de Bike e Alisson Menezes, a partir das 18h.

A programação no sábado (4) será no Centro Cultural da cidade, a partir das 19h, com as apresentações da Banda de Pífanos local, do grupo teatral Icaraso, e de Daniel Gomez e convidados com um pocket show.
Também no sábado haverá o lançamento do livro “Ancestralidade e música na Quixabeira”, do escritor Sandro Santana, sobre o movimento musical da Quixabeira.
A ideia do Festival é levar à população uma série de produções, locais, regionais e da capital. O evento, que teve as primeiras edições em abril e maio, e contou com shows da banda Scambo, da Orquestra Santo Antônio e de Juliana Ribeiro, Sertanilia, Val Macambira, da banda Monocromático e de Sergio Magno.

                                             Fonte> http://g1.globo.com/bahia/noticia/2016/05/festival-o-sertao-vai-virar-arte-tera-baianasystem-no-interior-da-bahia.html

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Karol Conka tem avó da Bahia, ama Baiana System, faz show aqui em maio e bateu papo com a gente

Karol Conka vem dar um close em Salvador, dia 6 de maio, no Largo Pedro Archanjo (Pelourinho). Mas, enquanto o show da rapper curitibana não rola, a gente faz o esquente por aqui. No papo exclusivo com o BAZAR, ela revela ser fã da banda BaianaSystem, fala sobre sua relação com os fãs e empoderamento feminino.

Quando você percebeu que poderia influenciar fãs com suas músicas?
Desde pequena, tive muito o apoio da minha mãe e da minha avó. Elas se mostravam muito fortes e empoderadas. Então, comecei a ver que na sociedade havia muitas meninas que não tinham a mesma informação que eu e achei que seria interessante falar disso nas minhas músicas e servir de exemplo para elas.
E como é a resposta dos fãs?
No show, eu atendo todo mundo, até para ter feedbacks. Não curto ser intocável. Às vezes, perco o sono com histórias comoventes. Me sinto aquelas tias das antigas que davam conselhos aos ouvintes pelo  rádio. Tem fãs que me inspiram muito também. Tombei, por exemplo, foi um fã que me falou: por que você não faz uma música que diz que tomba? E aí eu fiz.

Você fez show na sexta-feira em Vitória da Conquista e volta em maio para mais uma apresentação em Salvador. Qual sua relação com a Bahia?
Eu amo a Bahia! Minha avó é baiana e eu acho que tenho esse jeito alegre por causa do sangue baiano. Nasci em Curitiba por acaso.  Na música, amo a BaianaSystem. Quero muito fazer música com eles. A gente tem que se encontrar logo.
Qual a baiana mais retada que você conhece?
Minha avó, Brasilina de Jesus. Ela e minha mãe passaram por dificuldades. Quando eu era criança, não entendia de onde elas tiravam força. Minha avó apanhou muito do meu avô e minha mãe sustentava a casa sozinha porque meu pai era alcoólatra. Coisa que muito brasileiro vive. E via que elas tinham uma garra... por isso não reclamo de nada. Tenho uma vida perfeita. Nunca fui agredida por homem, nunca passei por uma situação assim.  Mas elas me ensinaram a me posicionar para que nada parecido acontecesse na minha vida.



Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-entretenimento/noticia/karol-conka-tem-avo-da-bahia-ama-baiana-system-faz-show-aqui-em-maio-e-bateu-papo-com-a-gente/?cHash=9656bb268e8280396870a0328d2b453b

sexta-feira, 8 de abril de 2016

BaianaSystem discusses the exodus in the country with the album 'Two Cities'

It is almost possible to feel the lack of uniformity of stones worn by time under the feet. The slopes are missing the air of the lungs, the legs ache, sweat break from his forehead. With Two Cities, the new disc BaianaSystem, sweat with heavy and hot air Pelourinho neighborhood of the historic center of Salvador, Bahia. There are 12 songs tasty encounters between the Bahian guitar Roberto Barreto, the now electronic beats, sometimes organic, low in SekoBass grooveando as if he were walking with us the ups and downs of the neighborhood, and the voice of Russian Passapusso, which turns the everyday into phrases, verses and shouts. The look of the band, the work of Filipe Cartaxo, is part of the BaianaSystem proposal and has grown and expanded with the band.
The album, released in digital format on Friday, 8, music sites via streaming and free download, is a continuation of what was heard in BaianaSystem, the project's first album, released in 2010, full of interesting special interests, as Lucas Santtana, BNegão, among others. There, in the new work, verbatim proceedings. Jah Jah Revolt Part 2, which opens Two Cities, is a result of previous work and even evokes the beating of the drums predecessor, although today the sound of Bahia is more intense and full. "I am not understand, do not understand anything / Who owes laughter is the joke," she sings (and protest) Passapusso. The same applies to Barra Avenue Part 2, already positioned in the album order.

There was a fierceness there, in 2010. She is still present disc, although arising in a more polished form with years of experience on stage, whether from Bahia, from other cities of the country, and the United States, Japan, China and Europe and the production of Daniel Ganjaman in another work which can boast.

But it is no coincidence that the Pelourinho is present in Two Cities. Literally, in some of the letters of Passapusso or evoked in a calorento and sweaty feeling. The singer says that 70% of what was produced and is heard on the disc was born directly from the presentations that the group made during the last years there, in the streets Pedro Arcanjo and Tereza Batista. Since the presentations there in the last carnival in February this year, the Bahia retired from the stage to organize the ideas and proposals that have emerged in the last six years, many of them on the stage. "They were open tracks, many improvisations," recalls Passapusso. "But we can give a format that could fit on a disc. There's our whole process of questions and answers about the samba reggae, what we experience in other projects and tested, everything we did in Pelourinho. We think we will register that's right."

It was then that Ganjaman entered the project definitely. The way Passapusso and producer had already crossed before, when the singer was working on his solo album, Paradise Mirage, launched in 2014. "Since then it came out my record, we did a show with Bahia in São Paulo and went dinner with Ganja, "recalls Passapusso. "Sew patchwork."

It is part of the spirit of BaianaSystem reconstruction. Or, as explained Passapusso, the search for new meanings for each chord, or hit back. "It is as if we take off a piece of a tree to plant there on the side, like a seed, so that other tree is born."

Two Cities, the title is a clear reference to Salvador, the Upper Town and Lower Town, the ups and downs of the Lacerda Elevator. There is room for Passapusso analysis on exoduses. "Of the great and small. From people going up the hill, people who go to another city to work. People who exchange state," explains the singer. The exodus, after all, is the connection, the connection between the two cities, the two points. The meeting of the Bahian guitar with electronic aesthetics. "This is part of the experience of the band."
Google Tradutor para empresas:Google Toolkit de tradução para appsTradutor de sitesGlobal Market Finder




                                       Fonte> It is almost possible to feel the lack of uniformity of stones worn by time under the feet. The slopes are missing the air of the lungs, the legs ache, sweat break from his forehead. With Two Cities, the new disc BaianaSystem, sweat with heavy and hot air Pelourinho neighborhood of the historic center of Salvador, Bahia. There are 12 songs tasty encounters between the Bahian guitar Roberto Barreto, the now electronic beats, sometimes organic, low in SekoBass grooveando as if he were walking with us the ups and downs of the neighborhood, and the voice of Russian Passapusso, which turns the everyday into phrases, verses and shouts. The look of the band, the work of Filipe Cartaxo, is part of the BaianaSystem proposal and has grown and expanded with the band.
The album, released in digital format on Friday, 8, music sites via streaming and free download, is a continuation of what was heard in BaianaSystem, the project's first album, released in 2010, full of interesting special interests, as Lucas Santtana, BNegão, among others. There, in the new work, verbatim proceedings. Jah Jah Revolt Part 2, which opens Two Cities, is a result of previous work and even evokes the beating of the drums predecessor, although today the sound of Bahia is more intense and full. "I am not understand, do not understand anything / Who owes laughter is the joke," she sings (and protest) Passapusso. The same applies to Barra Avenue Part 2, already positioned in the album order.

There was a fierceness there, in 2010. She is still present disc, although arising in a more polished form with years of experience on stage, whether from Bahia, from other cities of the country, and the United States, Japan, China and Europe and the production of Daniel Ganjaman in another work which can boast.

But it is no coincidence that the Pelourinho is present in Two Cities. Literally, in some of the letters of Passapusso or evoked in a calorento and sweaty feeling. The singer says that 70% of what was produced and is heard on the disc was born directly from the presentations that the group made during the last years there, in the streets Pedro Arcanjo and Tereza Batista. Since the presentations there in the last carnival in February this year, the Bahia retired from the stage to organize the ideas and proposals that have emerged in the last six years, many of them on the stage. "They were open tracks, many improvisations," recalls Passapusso. "But we can give a format that could fit on a disc. There's our whole process of questions and answers about the samba reggae, what we experience in other projects and tested, everything we did in Pelourinho. We think we will register that's right."

It was then that Ganjaman entered the project definitely. The way Passapusso and producer had already crossed before, when the singer was working on his solo album, Paradise Mirage, launched in 2014. "Since then it came out my record, we did a show with Bahia in São Paulo and went dinner with Ganja, "recalls Passapusso. "Sew patchwork."

It is part of the spirit of BaianaSystem reconstruction. Or, as explained Passapusso, the search for new meanings for each chord, or hit back. "It is as if we take off a piece of a tree to plant there on the side, like a seed, so that other tree is born."

Two Cities, the title is a clear reference to Salvador, the Upper Town and Lower Town, the ups and downs of the Lacerda Elevator. There is room for Passapusso analysis on exoduses. "Of the great and small. From people going up the hill, people who go to another city to work. People who exchange state," explains the singer. The exodus, after all, is the connection, the connection between the two cities, the two points. The meeting of the Bahian guitar with electronic aesthetics. "This is part of the experience of the band."
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