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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Jaloo joins Sky Boogarins and Bahia System in Molotov Cocktail 2016

The Jaloo paraense, exponent of the combination of electronic music and Tecnobrega, is another attraction confirmed at the Festival In The Air Molotov Cocktail, which takes place on October 22 in Recife. He joins singer paulistana Heaven, the band BaianaSystem and Boogarins, already scheduled for the event. The festival, known for exploring new names from the music scene and experimental sounds, will have 12 hours of national and international shows.

Check out the script shows the Enjoy

Jaloo presents in the capital of Pernambuco the # 1 album, their debut album, released in October last year. With elements of pop, idie, Tecnobrega and e-music, the work involves scenic and visual aesthetic responsible for the transformation of Jaime - the paraense born in Castlereagh, about an hour and a half from the capital Belém - in Jaloo. The disc name, as stated in interviews by the musician, is directly related to the debut in the music market. The hashtag before the number universalized the message.

The Para, now based in São Paulo, gained visibility on social networks by posting pop hits remixes and international rock - Beyoncé, Amy Winehouse, Donna Summer, among others, won versions signed by Jaloo in recent years. A cover of Oblivion, the Canadian Grimes, is the first EP Jaloo, Insight (2014). # 1, 12 tracks mixed national and international references in compositions and copyright arrangements, including the city, # 1 and Ah! Ache!.

                                                 Fonte> http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2016/08/23/internas_viver,661306/jaloo-se-une-a-ceu-boogarins-e-baianasystem-no-coquetel-molotov-2016.shtml

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Band "Baiana System" presents a new ax

movement leader 'reinvents' rhythm, group releases new album in São Paulo

For some time the ax does not say "play the hand to the top and take the foot off the floor." With the loss of the rhythm space, which established the Carnival of Salvador from 1980 to genres such as backcountry and funk, the Bahian popular music had to reinvent.
Then came bands such as the Bahian System, first a prominent name in the underground after a commercial phenomenon in the state, which already strides out of it. In the coming days 27 and 28, the group released his second album, "Two Cities" in Sao Paulo.
The album will be presented in the taproom the SESC Pompeia, with the participation of Siba Pernambuco (which last year was awarded the album "De Loose Ball", at Multishow). No show of Bahian News on Concha Acoustics they invited Ney Matogrosso.
"There have been looking to the musical production of the Southeast, Recife, Para ... In Bahia, a lot has been going on for some time, but everything was very diluted. Now, is gaining attention, "says Roberto Barreto, who conceived the project, who plays guitar in the band Bahia.
The instrument, created by the legendary duo Dodo and Osmar in the 1940s and responsible for creating the electric trio, guides the group's work and earn dub bases and groove, dialoguing with electronics, Jamaican and Caribbean music.
"We started with the idea of ​​doing a job directly related to the Bahian guitar, inserting it into another universe, not necessarily the Carnival", he explains. In practice, however, the world of revelry was decisive.
The band parades at the party since its inception in 2009, but for a few years attracted small groups, mostly made up of revelers like "weirdos", angry with abadá culture.
On Wednesday (18), crowd scenes behind the "Pirate Ship" -like was baptized the electric trio group- impress the public engagement in a kind of ecstasy with the powerful sound of the band.
The trio says Barreto, is for Baiana System a great sound system improvised sound -system in street parties, popularized in Jamaica in the 1950s.
new industry
Besides the guitarist and the constant collaboration of DJs, in the group vocalist and composer Russian Passapusso the SekoBass bassist and illustrator and designer Filipe Cartaxo, responsible for the visual identity and the mask distributed at concerts, design aesthetic symbol.
Already popularized in the mainstream of Salvador, while remaining independent, the Bahia heads a movement trying to reframe the Bahian music industry, which can no longer be sustained in the ax. Names like Orkestra Rumpilezz, Manuela Rodrigues and Marcia Castro follow the flow.
It also reflects a new moment of Carnival of the capital, where ropes and abadás beloved give more space to independent trios. "Gradually, Carnival had to change. There began to be the questioning of the public space in the party and the loss of freedom in the name of the market. "
The second disc, Roberto believes that the band is more mature. "The first [released in 2010] was an outline of ideas, produced almost homely way," he recalls. "In the 'Two Cities', there is the opposite of what usually happens: we were already on the road playing music and synthesize it to disk, from the result that we live."

                                                      Fonte>http://www.folhape.com.br/cultura/2016/5/banda-baiana-system-apresenta-um-novo-axe-0243.html

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Baiana System e Carlinhos Brown protestam contra fim do Ministério da Cultura: É um tiro no pé.

Outros artistas endossaram a declaração do músico durante maratona de shows de reabertura da Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador (BA)
O segundo dia do festival que celebra a reabertura da Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador (BA), deu espaço a artistas locais e nacionais, na noite de sábado (14). O público lotou as arquibancadas e esperou, ansioso, pela entrada da primeira atração. Pontualmente, às 19h, o cantor baiano Carlinhos Brown subiu ao palco e trouxe canções que se alternavam do romântico ao axé. Brown interagiu com o público diversas vezes, jogando pipoca sobre as pessoas, distribuindo flores às mulheres em frente ao palco e chegou a descer ao encontro do público, já no fim da apresentação.

O cantor baiano Lazzo Matumbi também se apresentou, como convidado de Brown. Ele criticou o redesenho ministerial feito pelo presidente interino da República, Michel Temer, e a extinção do Ministério da Cultura. Na plateia, também houve manifestações sobre o tema com cartazes com os dizeres "Cultura sim. Golpe não". O público também se manifestou contra o presidente interino gritando frases como "Fora Temer". Brown aproveitou a oportunidade para dar sua opinião sobre a extinção do ministério. “Aqui é um país de democracia, minha opinião sobre [a extinção do] Ministério da Cultura é que é um tiro no pé. Nós estamos unânimes quanto a isso. Meu Brasil está intacto em meu coração, na forma de ser e na forma de respeitar as pessoas. Espero que todos cheguem a um caminho bonito, mas a democracia está pedindo um Ministério da Cultura”, disse o cantor.

Durante a canção Ashansú, Carlinhos Brown fez uma saudação ao orixá Obaluaê, que faz parte do candomblé, religião à qual Brown é adepto. “Estou muito feliz, só quero agradecer, fiz um repertório não apenas carnavalesco e amei essa oportunidade de trazer essas outras canções. A pele com pele é importante, sobretudo porque hoje tivemos um momento ímpar, a presença de Obaluaê [orixá]. Ele estava tão presente porque ele tirou a minha touca, ele me quis com o cabelo pra fora. Esse é um país onde a miscigenação floresce e traz surpresas. Que o Brasil se compreenda como miscigenado e único. Hoje foi um dia em que essa cultura se manifestou”, disse Brown após o show.

Público lotou as arquibancadas em festival que celebra a reabertura da Concha Acústica em Salvador. Foto: Sayonara Moreno/Correspondente da Agência Brasil
Público lotou as arquibancadas em festival que celebra a reabertura da Concha Acústica em Salvador. Foto: Sayonara Moreno/Correspondente da Agência Brasil
A segunda atração da noite foi a banda Baiana System, que convidou ao palco o cantor Ney Matogrosso. O vocalista da banda, Russo Passapusso, também fez várias referências ao atual cenário político brasileiro, posicionando-se contra o presidente interino. No meio do show, Russo pediu ao público que levantassem os cartazes que criticavam o governo interino. Ele também fez referência à extinção do Ministério da Cultura dizendo “devolvam minha cultura”. A participação de Ney Matogrosso levou a multidão a aplausos demorados e uma recepção calorosa. O cantor ícone da Música Popular Brasileira iniciou sua participação cantando Sangue Latino, seguiu com O Vira e cantou O Tempo Não Para, do cantor Cazuza, morto em 1990. As canções, segundo o próprio Matogrosso, foram escolhidas pela banda Baiana System, com quem ensaiou a apresentação.
“O Vira, eu não canto há muitos anos. Como a banda pediu, eu toquei com o maior prazer, mas foi muito engraçado pra mim”, comentou o cantor.

Dirigentes políticos e classe artística criticam fusão entre ministérios da Cultura e Educação


“Essa Concha Acústica foi onde eu pisei, pela primeira vez, como artista, em Salvador. Sempre tive esse desejo enorme de voltar. Estar aqui na reinauguração foi um prazer porque é um espaço icônico aqui na Bahia. Esse lugar sempre provoca essa emoção, por isso essa ansiedade de voltar, porque o público fica muito perto de você. O público da Bahia sempre foi muito receptivo comigo”, completou Ney Matogrosso, adiantando que retorna aos palcos de Salvador no dia 12 de novembro deste ano. O administrador de empresas Marivaldo dos Santos disse que aguardava com ansiedade a volta do funcionamento do local. O baiano, que atualmente mora no Rio de Janeiro, disse que veio à cidade apenar para prestigiar o festival.

“Para mim, aqui é o melhor espaço para shows em Salvador, sem dúvida. Aqui já vi Bethânia, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, já vi Ney Matogrosso e muitos outros artistas. Gosto muito de todos que subiram ao palco. E, para domingo, eu já garanti meu ingresso assim que abriram as vendas. Aqui é intimista, a gente escolhe ficar em pé ou sentado. E com a reforma ficou melhor ainda, mais moderna”, disse Marivaldo. Neste domingo (15) será a vez do grupo Novos Baianos se reunir no palco da Concha Acústica. Os ingressos para o show da banda esgotaram em uma hora e meia de vendas. Devido à enorme procura, uma nova apresentação foi marcada para segunda-feira (16).

                                                             
Fonte> http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/divirtase/46,51,46,61/2016/05/15/internas_viver,644754/baiana-system-e-carlinhos-brown-protestam-contra-fim-do-ministerio-da.shtml

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Karol Conka tem avó da Bahia, ama Baiana System, faz show aqui em maio e bateu papo com a gente

Karol Conka vem dar um close em Salvador, dia 6 de maio, no Largo Pedro Archanjo (Pelourinho). Mas, enquanto o show da rapper curitibana não rola, a gente faz o esquente por aqui. No papo exclusivo com o BAZAR, ela revela ser fã da banda BaianaSystem, fala sobre sua relação com os fãs e empoderamento feminino.

Quando você percebeu que poderia influenciar fãs com suas músicas?
Desde pequena, tive muito o apoio da minha mãe e da minha avó. Elas se mostravam muito fortes e empoderadas. Então, comecei a ver que na sociedade havia muitas meninas que não tinham a mesma informação que eu e achei que seria interessante falar disso nas minhas músicas e servir de exemplo para elas.
E como é a resposta dos fãs?
No show, eu atendo todo mundo, até para ter feedbacks. Não curto ser intocável. Às vezes, perco o sono com histórias comoventes. Me sinto aquelas tias das antigas que davam conselhos aos ouvintes pelo  rádio. Tem fãs que me inspiram muito também. Tombei, por exemplo, foi um fã que me falou: por que você não faz uma música que diz que tomba? E aí eu fiz.

Você fez show na sexta-feira em Vitória da Conquista e volta em maio para mais uma apresentação em Salvador. Qual sua relação com a Bahia?
Eu amo a Bahia! Minha avó é baiana e eu acho que tenho esse jeito alegre por causa do sangue baiano. Nasci em Curitiba por acaso.  Na música, amo a BaianaSystem. Quero muito fazer música com eles. A gente tem que se encontrar logo.
Qual a baiana mais retada que você conhece?
Minha avó, Brasilina de Jesus. Ela e minha mãe passaram por dificuldades. Quando eu era criança, não entendia de onde elas tiravam força. Minha avó apanhou muito do meu avô e minha mãe sustentava a casa sozinha porque meu pai era alcoólatra. Coisa que muito brasileiro vive. E via que elas tinham uma garra... por isso não reclamo de nada. Tenho uma vida perfeita. Nunca fui agredida por homem, nunca passei por uma situação assim.  Mas elas me ensinaram a me posicionar para que nada parecido acontecesse na minha vida.



Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-entretenimento/noticia/karol-conka-tem-avo-da-bahia-ama-baiana-system-faz-show-aqui-em-maio-e-bateu-papo-com-a-gente/?cHash=9656bb268e8280396870a0328d2b453b

terça-feira, 29 de março de 2016

Com letras engajadas, BaianaSystem lança segundo disco nesta terça

Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/03/1755208-com-letras-engajadas-baianasystem-lanca-segundo-disco-nesta-terca.shtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos da Folha estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br). As regras têm como objetivo proteger o investimento que a Folha faz na qualidade de seu jornalismo. Se precisa copiar trecho de texto da Folha para uso privado, por favor logue-se como assinante ou cadastrado.

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 fomte> http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/03/1755208-com-letras-engajadas-baianasystem-lanca-segundo-disco-nesta-terca.shtml

quarta-feira, 9 de março de 2016

Baiana System é única banda brasileira na trilha do 'Fifa 16'

Parte das músicas está disponível para os fãs em um serviço de streaming. 
Música 'Playsom' é a única do Brasil na relação de 41 músicas divulgadas.


O jogo de simulação de futebol Fifa 16 terá na trilha sonora a música "PlaySom", da banda Baiana System, de acordo com anúncio feito pela Eletronic Arts, produtora do game, feito na quinta-feira (10). Parte da lista de músicas do jogo já está disponível para os fãs no serviço de streaming Spotify.

A música Playsom é a única brasileira na relação de 41 músicas, tocadas por vários artistas ao redor do mundo, como Beck, Disclosure, Icona Pop, Kygo, Years & Years. Mais 40 músicas estarão disponíveis quando o jogo for lançado, no dia 22 de setembro

O Executivo de Música e Marketing da Eletronic Arts, Steve Schnurn, disse, por meio de nota, que a trilha vai permitir que os jogadores descubram novas músicas. “Artistas da Noruega, Portugal, Reino Unido, Brasil e outros países fazem mais do que apenas melhorar um grande jogo. O Fifa 16 representa a música globalizada, que reflete os fãs que temos ao redor do mundo todo”, afirmou.
A letra de "PlaySom" é assinada por Russo Passapusso e a percussão tem participação do músico Márcio Vitor, da banda "Psirico". Roberto Barreto comanda a guitarra baiana e, no baixo, SecoBass.




 fonte > http://g1.globo.com/bahia/musica/noticia/2015/09/baiana-system-e-unica-banda-brasileira-na-trilha-do-fifa-16-ouca.html

BaianaSystem: muito além da axé-music

Guitarra baiana guia a banda por vários estilos

Na coluna Crônicas de um Brasil invisível dentro do programa Arte Clube da Rádio MEC AM - 800 kHz do Rio de Janeiro, o jornalista Fabrício Rocha conversa sobre abanda BaianaSystem.
 
O grupo é formado por Russo Passapusso, Roberto Barreto e Marcelo Seco. A banda trouxe renovação para a música baiana, inclusive dentro do circuito Barra-Ondina, tradicional reduto da axé-music. Além da guitarra baiana, que é o fio condutor da banda, o grupo traz reggae, dubstep, música caribenha, reggaeton, rock e pagode baiano








  FONTE: http://radios.ebc.com.br/arte-clube/edicao/2016-03/baianasystem-muito-alem-da-axe-music

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Em quase duas horas de show, BaianaSystem eletriza multidão no Largo do Pelourinho Veja mais em: http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/em-quase-duas-horas-de-show-baianasystem-eletriza-multidao-no-largo-do-pelourinho/?cHash=48d4c55f27eca55fae5847d517bda3f4 Correio da Bahia

Mesmo com espera demorada - show teve início uma hora e meio depois do previsto-, público lotou o local até os últimos minutos

Comandada pelo vocalista Russo Passapusso, a banda BaianaSystem deu início ao show de encerramento do Carnaval do Pelô, no Largo do Pelourinho, com uma hora e meia de atraso. Mesmo com a espera demorada pela banda, o público lotou o local até os últimos minutos do show, que durou quase duas horas no clima "a mais d
e mil decibéis", entoado pela banda em uma de suas canções.
De acordo com a diretora do Centro de Culturas Populárias e Identitárias (CCPI), Arany Santana, eram estimadas 10 mil pessoas quando a banda subiu ao palco, às 0h em ponto. "Uma honra receber esse grupo que começou aqui no Pelourinho para encerrar o Carnaval deste ano", disse ela em entrevista à TVE.

Logo nos minutos iniciais do show, a banda apresentou a sua mais nova canção Lucro (Descomprimindo). "BaianaSystem agradece à presença de cada um nesse solo sagrado", disse Russo ao ser acompanhado por uma plateia que já sabia cantar os versos da música, gravada recentemente, mas tocada ao vivo em shows anteriores da banda.
Essa, inclusive, é a tônica do soundsystem, linhagem a que o grupo se filia. "Não existe letra nova, existe recriação e colagem. Isso é o soundsystem", definiu o vocalista ao lembrar do grupo Ministereo Público, de Salvador, que faz um trabalho nos mesmos moldes da banda há alguns anos. "Meu coração é soundsystem e meus irmãos não desistem", diz um verso da canção que puxou logo em seguida.
No show, a BaianaSystem saudou, nominalmente, diversos bairros de Salvador, a exemplo de Cajazeiras, Cabula, Boca do Rio, Engenho Velho, São Gonçalo, Liberdade e Amaralina.
Devido ao clima de agitação característico da multidão, Russo também pediu que as pessoas brincassem na paz, sem brigas. "Energia positiva gera energia positiva, sem caô", chegou a dizer no início do show, que não foi interrompido por mais instruções do tipo.
No repertório, diversas músicas do repertório próprio da BaianaSystem, mas também fruto de parcerias, como Afoxoque, assinada por Russo e Curumin. Também houve espaço para relembrar uma canção de BNegão, rapper que fez show ao lado da banda no último domingo (7), na Praça Castro Alves - Margareth Menezes também participou. "Vamos fazer ele ouvir lá do Rio de Janeiro", pediu Russo à plateia.


Veja mais em: http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/em-quase-duas-horas-de-show-baianasystem-eletriza-multidao-no-largo-do-pelourinho/?cHash=48d4c55f27eca55fae5847d517bda3f4 Correio da Bahia

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

BaianaSystem arrasta multidão em show na Praça Castro Alves Veja mais em: http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/baianasystem-arrasta-multidao-em-show-na-praca-castro-alves/?cHash=ceb3fd3b9e6c35703557434f0f7f8bf7 Correio da Bahia

Quem foi hoje (7) para a Praça Castro Alves, por volta das 17h, pôde vivenciar um momento único - muito diferente do 'trá-trá-trá' (trecho da música Paredão Metralhadora, que tem grande potencial para ser a Música do Carnaval) característico dos circuitos tradicionais da folia. É que a banda BaianaSystem, uma das sensações do Carnaval de Salvador, arrastou milhares de pessoas – entre jovens, adolescentes, crianças e até idosos - da Praça Castro Alves até a Casa D’Itália, no Campo Grande.

O pôr do sol embalou a passagem da banda, que se inspira no sistema de som jamaicano e tem forte influência eletrônica. Os graves potentes e o groove característico da BaianaSystem se juntam também à guitarra baiana. Formada por Robertinho Barreto (guitarra), Russo Passapusso (vocal), SecoBass (baixo), JapaSystem e Ícaro Sá (percussão) e DJ João Meirelles, a banda baiana se apresentou pela terceira vez no Carnaval – já havia tocado na Avenida, na sexta, e em Cajazeiras (no Carnaval nos Bairros), ontem.
A bordo do Navio Pirata, seu minitrio estilizado, a BaianaSystem voltou ao Centro da cidade neste domingo para animar o pôr do sol da pipoca. De cima do Navio, os artistas fizeram um show inédito e com convidados especiais - a cantora Margareth Menezes e o cantor e compositor de hip hop BNegão. “Seguimos agradecendo sempre a oportunidade de, através da música, fazer o bem sem olhar a quem”, disse o cantor Russo Passapusso.

O público vibrou e cantou todos os sucessos da banda, como Terapia, Ubarana Amaralina, Playsom e Descompromindo. “Gosto deles desde o início, quando tocavam de graça no Pelô. O som dos caras é muito bom”, afirma a publicitária Fernanda Conceição, de 25 anos. Já o folião Ubirajá Barroso, 46, não parava de pular. Ele estava acompanhado da filha Isabela, 11, e da esposa Vivian, 44. “Essa guitarra baiana é a cara da Bahia e é maravilhosa. Já conhecíamos a Baiana, tínhamos acompanhado eles no ano passado, e achamos o trabalho deles diferente de tudo”, conta.
E se Fernanda já tinha marcado o show na sua agenda há algum tempo, muita gente conheceu a BaianaSystem ali mesmo, no meio da folia. Foi o caso do gráfico Gerônimo Araújo, 56, que resolveu acompanhar o trio desde a Praça Castro Alves. “Achei legal. É uma música bem diferente e o cortejo é mais tranquilo, mas tudo muito animado”, ressalta. A estudante Mônica Conceição, 20, levou a filha para pular Carnaval de odalisca, no Pelô, e foi parar atrás do Navio Pirata da banda. “Não conhecíamos antes, mas estamos curtindo. Eles misturam todos os ritmos e cantam com o coração”.   


O presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington, destacou que a participação do grupo no Carnaval foi um momento especial, não só apenas pela vista do fim do dia na Baía de Todos os Santos, como também por ser um inusitado encontro musical. “Vi de perto as apresentações do Baiana System durante o Carnaval e é incrível a forma como eles contagiam a multidão”, disse Edington. A Saltur patrocinou o cortejo.







                                                  Fonte>  http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/baianasystem-arrasta-multidao-em-show-na-praca-castro-alves/?cHash=ceb3fd3b9e6c35703557434f0f7f8bf7

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Vem sentir a vibração do Baiana System, sensação do Carnaval de Salvador

A Baiana System quando passa arrasta uma multidão de foliões, entre eles uma galera bem cool que vai conferir de perto os batuques que a cada ano fazem mais sucesso no Carnaval de Salvador. Glamurama acompanhou nesta sexta-feira a banda no circuito Campo Grande e sentiu a vibração dos tambores. Aperte o play e remexe! 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   Fonte. http://glamurama.uol.com.br/vem-sentir-a-vibracao-do-baiana-system-sensacao-do-carnaval-de-salvador/

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

BaianaSystem testa no Carnaval músicas do novo álbum, que sai em março Veja mais em: http://www.correio24horas.com.br/single-guia/noticia/baianasystem-testa-no-carnaval-musicas-do-novo-album-que-sai-em-marco/ Correio da Bahia

Durante o Carnaval, grupo desfila novidades do segundo álbum com convidados como Márcio Victor e As Ganhadeiras de Itapuan
De cima do trio elétrico, os integrantes da BaianaSystem olham para baixo e observam o público. O suor marca cada um dos rostos que parecem estar em transe, uns de olhos fechados, outros vestindo as disputadas máscaras de Filipe
Cartaxo. Os corpos em movimento anunciam: está começando mais um Carnaval.
“Quando a gente olha para baixo, vê muitas manifestações. Roda, pulo, salto, gente que requebra, remexe, esquiva... Somos um recorte da cidade e montamos o quebra- cabeça com o público”, observa Russo Passapusso, 33 anos, vocalista do grupo que está prestes a lançar seu segundo álbum.

Ontem, no Furdunço, a BaianaSystem mostrou um pouco do disco ainda sem nome, previsto para março, e uma prévia do seu Carnaval que vai passar por Cajazeiras, Praça Castro Alves, Pelourinho e Furdunço, de novo, na sexta.
Ao ouvir o mix de guitarra baiana com influências como dub, reggae, arrocha e ijexá, o folião mergulha no “empurra-empurra, no roça- roça” e vai se “esgueirando, feito um ninja no meio da multidão”, como bem descreve a música O Carnaval Quem é Que Faz?
Há três dias do início oficial da festa de Momo, que tem como tema Vem Curtir a Rua, o folião já está fazendo o seu Carnaval. São tribos cada vez mais diversas atrás da pipoca que a BaianaSystem faz desde seu surgimento, em 2010. “Pra gente esse sempre foi o tema. Essa é a lógica, é o que faz o Carnaval ser Carnaval, enquanto acontecimento social”, garante o guitarrista Robertinho Barreto, 44.
Sistema de somInspirada no sistema de som jamaicano, a BaianaSystem testa novas músicas em cima do trio, nos shows, antes de gravar em disco. Caso de Lucro (Descomprimindo), parceria com o multiinstrumentista argentino Mintcho Garrammone que acaba de ser lançada nas redes sociais. Velha conhecida de quem acompanha os shows da Baiana, a música faz parte do novo álbum do grupo, assim como  Playsom.

muito importante que a gente entenda esse meio de produção. Vem do soundsystem, vem do eletrônico, vem do reciclável. Não é um processo estático. Os antigos jamaicanos faziam isso. O samba-reggae é assim. A Bahia e a Jamaica têm esse processo muito forte”, explica Russo.
Assim, quem quiser uma prévia do novo trabalho , produzido pelo paulista Daniel Ganjaman, não precisa esperar. “A mais de mil decibéis”, as novidades estarão disponíveis no Carnaval da banda que reúne um público cada vez maior e mais heterogêneo.
Do circuito independente, a banda já rodou o Brasil, fez turnê internacional que passou pela China, virou trilha do jogo Fifa 16 e até de aula de suingue baiano, nas academias, ao lado de bandas como Vingadora e Psirico. “Sério? Não sabia disso!”, surpreende-se Russo, aos risos.
 “Acho maravilhoso! Só lembro de Leo Brau e Erica Ribeiro, que tiveram a expressão corporal filmada no clipe de Playsom”, elogia, ao citar os dançarinos da música que tem participação de Márcio Victor, do Psirico, na percussão. O novo álbum da Baiana inclui as Ganhadeiras de Itapuã e artistas como Rowney Scott, Siba, Marcelo Galter e Junix 11.

O que acontece com a BaianaSystem, que agrada todo mundo, é que os caras são mente aberta, né, bicho? Os caras são massa, a música é bem feita... A semelhança que vejo do público do Psirico gostar é que a Baiana mistura um pouquinho de tudo”, destaca Márcio Victor, 36 anos.
Alvo de crítica por parte de alguns fãs xiitas, que torcem o nariz pra diversidade de público, a BaianaSystem não se limita e aposta mesmo na experimentação. “Engraçado isso... A gente tem mudado muito o público. Mas isso, na verdade, é um combustível. Salvador é assim, a experimentação faz parte do DNA do baiano e passa por tudo, inclusive o público diverso”, pondera Robertinho.
Russo concorda: “Existem preconceitos, mas a gente não cai neles. Seja no Carnaval que é livre, seja no espaço privado. Existe ali um elemento que está relacionado diretamente ao que a galera sente. A música alimenta a alma”.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Because the Baiana System is a great band Carnival 2016

politicized lyrics and musical roots mixed with rap, rock and Jamaican music are the foundation of Bahia phenomenon this year

Bahian Carnival is with another guy - less ax and more Bahian guitar mixed with rap, rock, dubstep, electronic music, Caribbean and Jamaican.
Essas são algumas das influências perceptíveis do Baiana System, um trio que está mexendo com a música segundo artistas tão diferentes quanto BNegão, Daniel Ganjaman e Marcio Victor, do Psirico (o responsável pelo hit Lepo Lepo, do carnaval de 2014).
O projeto, criado em 2009, reúne Russo Passapusso, Roberto Barreto e Marcelo Seco e chama atenção pelas performances explosivas, inclusive no circuito Barra Ondina no Carnaval de 2016:
Mas também é conhecido pela capacidade de reunir públicos de gostos bem diferentes atrás do trio. O Nexo conversou com o jornalista baiano Luciano Matos, que cobre música há mais de 15 anos, para enumerar as razões pelas quais o Baiana System é a grande estrela do Carnaval 2016.

Axé music em baixa#

A música baiana pedia renovação há alguns anos - e o Baiana System surgiu exatamente nesse momento. "A indústria explorou o axé ao máximo e isso ofuscou qualquer outra produção, nada mais saia daqui", afirma Matos.
Para ele, a fórmula repetitiva da música local também se esgotou e era natural que algo novo surgisse e ganhasse espaço. "Esse axé baiano popular, que vende a Bahia como terra da felicidade, perdeu a conexão com a massa."



                                     Fonte> https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/02/04/Por-que-o-Baiana-System-%C3%A9-a-grande-banda-do-Carnaval-2016

Por que o Baiana System é a grande banda do Carnaval 2016

Letras politizadas e raízes musicais misturadas ao rap, rock e música jamaicana são a base do fenômeno baiano deste ano


Essas são algumas das influências perceptíveis do Baiana System, um trio que está mexendo com a música segundo artistas tão diferentes quanto BNegão, Daniel Ganjaman e Marcio Victor, do Psirico (o responsável pelo hit Lepo Lepo, do carnaval de 2014).
O projeto, criado em 2009, reúne Russo Passapusso, Roberto Barreto e Marcelo Seco e chama atenção pelas performances explosivas, inclusive no circuito Barra Ondina no Carnaval de 2016:

Mas também é conhecido pela capacidade de reunir públicos de gostos bem diferentes atrás do trio. O Nexo conversou com o jornalista baiano Luciano Matos, que cobre música há mais de 15 anos, para enumerar as razões pelas quais o Baiana System é a grande estrela do Carnaval 2016.

Axé music em baixa#

A música baiana pedia renovação há alguns anos - e o Baiana System surgiu exatamente nesse momento. "A indústria explorou o axé ao máximo e isso ofuscou qualquer outra produção, nada mais saia daqui", afirma Matos.
Para ele, a fórmula repetitiva da música local também se esgotou e era natural que algo novo surgisse e ganhasse espaço. "Esse axé baiano popular, que vende a Bahia como terra da felicidade, perdeu a conexão com a massa."

Forte conexão com a cultura local#

Ao mesmo tempo, a banda surgiu de uma necessidade dos músicos de criar algo inovador em cima da tradicional guitarra baiana, um instrumento de madeira sólida com captadores magnéticos e afinação em quintas.
A sonoridade ficou famosa nas músicas de Luís Caldas, por exemplo, que fundou a Banda Eva na década de 1980. São elementos familiares da música local misturados de uma maneira que não tinha sido feita antes.

Letras contundentes e engajadas#

O Baiana abusa dos recursos poéticos nas letras, às vezes flertando com os aspectos técnicos do rap. Misturado a isso, falam de temas politicamente importantes, o que se torna mais atraente em um país que recentemente se viu mais interessado por política. A aposta da banda para o Carnaval é a música ", uma cumbia sobre especulação imobiliária e exploração desenfreada na natureza na Bahia, por exemplo. Aqui está a letra:


                                           Fonte> https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/02/04/Por-que-o-Baiana-System-%C3%A9-a-grande-banda-do-Carnaval-2016

Ivete Sangalo e Bell saem sem cordas nessa quinta; veja programação de hoje

No Carnaval deste ano, mais do que nunca, a rua será protagonista – e a quantidade de artistas, que vão se apresentar sem cordas, pertinho dos foliões, é apenas uma prova de que o tema da festa (Vem Curtir a Rua) está sendo seguido à risca.

Ao todo, serão pelo menos 260 atrações em trios desfilando sem cordas – 197 apoiadas pela prefeitura e outras 63 pelo governo do estado.
E vai estar todo mundo lá: ontem, já teve Carlinhos Brown, na Caetanave, e Saulo, durante a abertura oficial da festa, no circuito Osmar (Campo Grande). Hoje, às 17h, Ivete Sangalo abre o segundo dia de folia no mesmo circuito, encorpando  estrelas que incluem Bell Marques, Carlinhos Brown, Saulo, Daniela Mercury e bandas como Eva e Babado Novo.
Ivete comanda trio sem cordas hoje (Foto: Arquivo CORREIO)
Para completar, apoiados pela prefeitura, 212 artistas se apresentarão nos palcos instalados em 10 bairros (incluindo Boca do Rio, Liberdade, Nordeste de Amaralina, Cajazeiras e Jardim de Alah). Além disso, serão 220 apresentações no Pelourinho amparadas pelo governo do estado. Assim, o número final chega a 792 opções gratuitas pela cidade, até a Quarta-feira de Cinzas.
“Existe de fato uma iniciativa de valorizar o Carnaval de rua. Fortalecê-lo significa favorecer todo o Carnaval. Atendemos um público muito grande para democratizar o acesso a essas atrações e dar espaço a atrações que talvez não tivessem espaço”, explica o presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington.

Liberdade 
Quem já experimentou seguir um trio sem cordas pretende repetir. “Não sinto mais necessidade de sair em bloco pago. No bloco sem cordas, você se sente mais livre para estar em outros lugares, para ir para frente, atrás. Dentro (da corda) é muito apertado e, de verdade, acho que a depender do bloco, tem mais confusão dentro dele do que fora”, opina a estudante de Fisioterapia Layla Cupertino, 24 anos, que já fez toda a programação para os dias de folia: deve seguir Ivete, Daniela, Saulo e Os Mascarados.

Para Felipe Pezzoni, vocalista do Eva, o movimento sem cordas remete à essência das origens do Carnaval. “Todo mundo ganha, nós artistas e o público principalmente. Reafirma que o nosso Carnaval é o mais democrático do país, isso de não ter distinção, todo mundo com o mesmo propósito, onde a alegria prevalece no final das contas. A nossa pipoca já está no sexto ano”.

Bell Marques, que puxa seu trio sem cordas logo depois de Ivete, hoje às 18h, no Campo Grande, está animado para tocar para os seus seguidores: “Poder tocar especialmente para esses foliões é sempre maravilhoso, ainda mais no Campo Grande, onde tenho uma história muito especial. Tenho certeza de que, assim como no ano passado, vai ser muito bonito. Espero todo mundo lá, com muita paz e alegria no coração, que é isso que é Carnaval”.


                                                Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/ivete-sangalo-e-bell-saem-sem-cordas-nessa-quinta-veja-programacao-de-hoje/?cHash=578a68a29aa0d546f23101a7a537ad7a

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Veja como foi a escolha da Musa do Carnaval 2016 no É do Pará

Larissa Ricca, da Escola de Samba da Matinha, foi eleita a musa no concurso


Ô abre alas! Direto da Estação das Docas, em ritmo de carnaval e de final de concurso, o É do Pará do último sábado (30), elegeu a "Musa do Carnaval 2016", a bela Larissa Ricca, da escola de samba da Matinha.   

Os jurados: Ana Unger - professora de dança, Miguel Santa Brígida - historiador, Keila Gentil - cantora e Fabrício Gama - presidente da liga das escolas de Belém, decidiram empatar a competição e deixar o resultado nas mãos do público através da votação online. Em uma votação recorde, com quase 18 mil votos, Larissa Ricca venceu com 52%. 

Como dica de receita, Carlos Brito ensinou como se faz uma moqueca paraense, que além do filhote, leva tucupi e goma de tapioca




                                    Fonte > http://g1.globo.com/pa/para/e-do-para/noticia/2016/02/veja-como-foi-escolha-da-musa-do-carnaval-2016-no-e-do-para.html

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

BaianaSystem no Carnaval 2016,novo álbum, que sai em março

Durante o Carnaval, grupo desfila novidades do segundo álbum com convidados como Márcio Victor e As Ganhadeiras de Itapuã
De cima do trio elétrico, os integrantes da BaianaSystem olham para baixo e observam o público. O suor marca cada um dos rostos que parecem estar em transe, uns de olhos fechados, outros vestindo as disputadas máscaras de Filipe Cartaxo. Os corpos em movimento anunciam: está começando mais um Carnaval.
“Quando a gente olha para baixo, vê muitas manifestações. Roda, pulo, salto, gente que requebra, remexe, esquiva... Somos um recorte da cidade e montamos o quebra- cabeça com o público”, observa Russo Passapusso, 33 anos, vocalista do grupo que está prestes a lançar seu segundo álbum.
Ontem, no Furdunço, a BaianaSystem mostrou um pouco do disco ainda sem nome, previsto para março, e uma prévia do seu Carnaval que vai passar por Cajazeiras, Praça Castro Alves, Pelourinho e Furdunço, de novo, na sexta.
Ao ouvir o mix de guitarra baiana com influências como dub, reggae, arrocha e ijexá, o folião mergulha no “empurra-empurra, no roça- roça” e vai se “esgueirando, feito um ninja no meio da multidão”, como bem descreve a música O
Carnaval Quem é Que Faz?
Há três dias do início oficial da festa de Momo, que tem como tema Vem Curtir a Rua, o folião já está fazendo o seu Carnaval. São tribos cada vez mais diversas atrás da pipoca que a BaianaSystem faz desde seu surgimento, em 2010. “Pra gente esse sempre foi o tema. Essa é a lógica, é o que faz o Carnaval ser Carnaval, enquanto acontecimento social”, garante o guitarrista Robertinho Barreto, 44.
Sistema de somInspirada no sistema de som jamaicano, a BaianaSystem testa novas músicas em cima do trio, nos shows, antes de gravar em disco. Caso de Lucro (Descomprimindo), parceria com o multiinstrumentista argentino Mintcho Garrammone que acaba de ser lançada nas redes sociais. Velha conhecida de quem acompanha os shows da Baiana, a música faz parte do novo álbum do grupo, assim como  Playsom.

É muito importante que a gente entenda esse meio de produção. Vem do soundsystem, vem do eletrônico, vem do reciclável. Não é um processo estático. Os antigos jamaicanos faziam isso. O samba-reggae é assim. A Bahia e a Jamaica têm esse processo muito forte”, explica Russo.
Assim, quem quiser uma prévia do novo trabalho , produzido pelo paulista Daniel Ganjaman, não precisa esperar. “A mais de mil decibéis”, as novidades estarão disponíveis no Carnaval da banda que reúne um público cada vez maior e mais heterogêneo.
Do circuito independente, a banda já rodou o Brasil, fez turnê internacional que passou pela China, virou trilha do jogo Fifa 16 e até de aula de suingue baiano, nas academias, ao lado de bandas como Vingadora e Psirico. “Sério? Não sabia disso!”, surpreende-se Russo, aos risos.
 “Acho maravilhoso! Só lembro de Leo Brau e Erica Ribeiro, que tiveram a expressão corporal filmada no clipe de Playsom”, elogia, ao citar os dançarinos da música que tem participação de Márcio Victor, do Psirico, na percussão. O novo álbum da Baiana inclui as Ganhadeiras de Itapuã e artistas como Rowney Scott, Siba, Marcelo Galter e Jun
ix 11.
“O que acontece com a BaianaSystem, que agrada todo mundo, é que os caras são mente aberta, né, bicho? Os caras são massa, a música é bem feita... A semelhança que vejo do público do Psirico gostar é que a Baiana mistura um pouquinho de tudo”, destaca Márcio Victor, 36 anos.
Alvo de crítica por parte de alguns fãs xiitas, que torcem o nariz pra diversidade de público, a BaianaSystem não se limita e aposta mesmo na experimentação. “Engraçado isso... A gente tem mudado muito o público. Mas isso, na verdade, é um combustível. Salvador é assim, a experimentação faz parte do DNA do baiano e passa por tudo, inclusive o público diverso”, pondera Robertinho.
Russo concorda: “Existem preconceitos, mas a gente não cai neles. Seja no Carnaval que é livre, seja no espaço privado. Existe ali um elemento que está relacionado diretamente ao que a galera sente. A música alimenta a alma”.

fonte,> http://www.correio24horas.com.br/single-guia/noticia/baianasystem-testa-no-carnaval-musicas-do-novo-album-que-sai-em-marco/?cHash=7332964b71f696c76331095b2231d590