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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

BaianaSystem toca ao pôr do sol na Praça Castro Alves: 'Vamos invadir'

"Chegamos aqui com tranquilidade. Muito bom tocar no pôr do sol. Estamos na luz. Liberdade de expressão", diz Russo Passapusso

A banda BaianaSystem cantou na Praça Castro Alves neste domingo (26), ao pôr do sol, para um público pipoca empolgado. Novamente, houve coro de "Fora Temer" e Russo Passapusso subiu ao trio passando um recado. "Chegamos aqui com tranquilidade. Muito bom tocar no pôr do sol. Estamos na luz. Liberdade de expressão. Vamos invadir", disse o cantor, após a polêmica envolvendo o Comcar.3
O multi-instrumentista argentino Mintcho Garrammone e o rapper B Negão fizeram participações especiais no show. 
O estudante de direito Ives Soares segue sempre o grupo: "É uma banda que me representa. Eles são o melhor do que há na música baiana hoje. A sociedade é democrática. Deixa o Baiana tocar".
Mais cedo, o prefeito ACM Neto descartou a possibilidade de vetar a BaianaSystem do Carnaval pipoca por conta da manifestação. "Claro que não, óbvio que não (vetar a banda). Não tem sentido nenhum isso. Uma bobagem se querer censurar ou vetar, se for assim o artista não poderia chegar e elogiar a mim ou ao governador. Pode elogiar, pode criticar. É a liberdade mesmo. No que se refere a mim, tem que deixar cada um fazer o que quer fazer", defendeu. 

                                                                   Fonte > http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/baianasystem-toca-ao-por-do-sol-na-praca-castro-alves-vamos-invadir/?cHash=ac568c9b74d00991fe3741d7fcc41a15

BaianaSystem não será vetada do Carnaval, garante prefeito de Salvador

ACM Neto comentou na tarde deste domingo sobre o possível veto ao grupo BaianaSystem pelo Conselho Municipal do Carnaval (Comcar) –  a banda foi ameaçada de ser retirada do Carnaval após puxar gritos de “Fora, Temer” no circuito Campo Grande nessa sexta-feira. O prefeito afirmou via comunicado que não haverá qualquer tipo de punição. “Baianasystem ajudou a gente a começar o Furdunço e, por mim, a atração continua. Tanto o grupo quanto Léo Santanna foram muito fortes e badalados no Furdunço deste ano e arrastaram uma multidão que não era esperada. Nesse sentido vamos continuar com eles e vamos dar estrutura maior no Furdunço do próximo ano”, escreveu.
O prefeito ainda fez uma avaliação parcial positiva do Carnaval 2017, principalmente quanto à aceitação das mudanças trazidas para a folia neste ano. “A avaliação que faço da festa até o momento é muito positiva. As novidades que trouxemos estão muito bem avaliadas pelo público, a exemplo do palco na Barra, da terça-feira de ‘esquenta’, da abertura do Carnaval com um grande baile na Praça Municipal, o encontro de trios realizado anteontem. A gente tem sentido que esse Carnaval está mais tranquilo, as pessoas estão na rua com muita alegria, muita festa, e isso é muito bom. Claro que a gente só pode comemorar na Quarta-feira de Cinzas, mas o balanço é muito positivo”, afirmou.
Ele também apontou a importância de ter mais atrações para o folião pipoca. “Da nossa parte não existe preconceito contra blocos. Eles geram empregos assim como os camarotes e isso não pode parar. No entanto, vimos que essa quantidade de atrações sem cordas trazem cada vez mais as pessoas à rua. Esse movimento não existia até 2013. Hoje são mais de 300 apresentações gratuitas e, graças a Deus, estão sendo feitas pela Prefeitura.”
Quanto sua preferência como música do Carnaval de 2017, o prefeito saiu pela tangente. “Está muito confuso este ano, tem Léo Santanna com três canções estouradas, tem Bell, Psirico, Cláudia Leitte, então vou ficar em cima do muro”, finalizou.

                                                   FONTE> http://glamurama.uol.com.br/baianasystem-nao-sera-vetada-do-carnaval-garante-prefeito-de-salvador/

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

BaianaSystem põe bloco na rua com rapper Yzalú e a marcha de Sampaio

Aproveitando que o Brasil já respira em clima de Carnaval neste mês de fevereiro de 2017, a banda BaianaSystem se junta à rapper paulistana Yzalú e repõe o bloco na rua com single que traz empolgante registro de Eu quero é botar meu bloco na rua, marcha composta por Sérgio Sampaio (1947 – 1994) e lançada na voz do artista capixaba em 1972. Feita para campanha publicitária de novo modelo de telefone, a gravação do BaianaSystem com a participação de Yzalú foi lançada esta semana e já virou single posto à venda no iTunes.

Turbinada com o baticum eletrônico da banda baiana, a releitura de Eu quero é botar meu bloco na ruagerou clipe dirigido por Gabriel Nóbrega em stop motion e filmado em locação em São Paulo (SP) no qual foi recriada rua do Brasil colonial com a intenção de evocar signos e símbolos de antigos Carnavais.

single é o segundo lançado pela BaianaSystem neste mês de fevereiro de 2017. No dia 3, o cultuado grupo soteropolitano pôs nas plataformas digitais single com registro de música inédita, Invisível, de autoria de Russo PassaPusso, Roberto Barreto, SekoBass e Filipe Cartaxo.

(Crédito da imagem: capa do single Eu quero é botar meu bloco na rua, de BaianaSystem com Yzalú)

                                                              Fonte> http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/baianasystem-poe-bloco-na-rua-com-rapper-yzalu-e-marcha-de-sampaio.html

sábado, 7 de janeiro de 2017

BaianaSystem é vítima de racismo na internet durante show: 'Macacos'

A banda se apresentou nesta quinta, na programação do Réveillon de Salvador

A BaianaSystem foi alvo de comentários racistas na internet na noite desta quinta-feira, 29, na programação do Réveillon de Salvador. Durante a transmissão do show da banda no canal da FitDance, no YouTube, vários usuários fizeram postagens preconceituosas ao grupo liderado por Russo Passapusso. "Macacos devem ser exterminados", escreveu o perfil White Power SP SP. Também pipocaram na transmissão insultos pelo fato de a banda ser nordestina e baiana.  

Com os insultos, muitos usuários saíram em defesa FitDance, no YouTube e se manifestaram contra os comentários. Até usaram hashtags como #serbaianoélegal e #racistasnaopassarao. O CORREIO procurou a assessoria de imprensa do BaianaSystem, mas não conseguiu contato até a publicação desta matéria. 
Gilberto Gil, Preta Gil, Taís Araújo e o casal Bruno Gagliasso e Geovana Ewbank são alguns artistas que sofreram com o ódio racial na internet em 2016. Esta semana, a Justiça determinou que o Facebook retire do ar uma falsa entrevista em que Gilberto Gil critica o juiz Sérgio Moro e defende o ex-presidente Lula de acusações na Operação Lava Jato.
A notícia rendeu comentários ofensivos ao artista. Um deles chamou Gil de "macaco filho da puta". De acordo com a advogada do cantor baiano, estão sendo levantados os dados para identificar o autor do comentário. O cantor estuda processá-lo.



                                                  Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-entretenimento/noticia/baianasystem-e-vitima-de-racismo-na-internet-durante-show-macacos/?cHash=2a6ea5845918aad477fa155066a27474

Margareth convida BaianaSystem para primeira edição do Mercado Iaô em 2017

O show homenageia os 50 anos da Tropicália e os 30 anos de carreira de Margareth

A cantora Margareth Menezes está de volta com o Mercado Iaô, projeto responsável por agitar a Ribeira com música, teatro, artesanato, gastronomia e artes plásticas. Dessa vez, a banda BaianaSystem é a convidada do evento que acontece domingo, dentro do projeto Noites Tropicais.

O show homenageia os 50 anos da Tropicália e os 30 anos de carreira de Margareth, que presenteia o público com sucessos marcantes na sua voz, como Dandalunda e Faraó. Além dos shows, o público confere a exposição #Reciclos, que também faz parte da programação do Mercado Iaô.
Usando como matéria-prima latas de alumínio, embalagens plásticas, tijolos, garrafas de vidro, bitucas de cigarro, jornais e lixo eletrônico, a mostra traz obras de treze artistas com resíduos descartados nas ruas e aterros, apontando a viabilidade de reuso. 
A curadoria é assinada por Mundano, grafiteiro, ativista e idealizador do Pimp my Carroça - projeto que visa promover a autoestima dos catadores de materiais recicláveis e sensibilizar a sociedade para a causa em questão.
Serviço: Área externa da Antiga Fábrica de Linhos Nossa Senhora de Fátima (Praça General Ozório, 33, Ribeira). Domingo, das 10h às 20h (Mercado Iaô); e às 17h (show). Ingresso: entrada gratuita das 10h às 13h e R$ 20 | R$ 10 (a partir das 13h). Vendas: no local.



                                                            Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-guia/noticia/margareth-convida-baianasystem-para-primeira-edicao-do-mercado-iao-em-2017/?cHash=b7c076a9bf2d25dad2a9807cbcc411b1

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

BaianaSystem apresenta mix sonoro no Festival de Verão, sábado

Dance devagar, pulando que nem pipoca ou se esgueirando feito um ninja no meio da multidão. Seja como for, não pode faltar energia quando a banda BaianaSystem der o play no som que vai apresentar no Festival de Verão, pela primeira vez,  sábado.
O show, eleito melhor do ano pelo Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), acontece no palco principal da Arena Fonte Nova no mesmo dia que Planet Hemp, Natiruts, Nando Reis, O Rappa e Capital Inicial. O mix de guitarra baiana com influências do dub, reggae, arrocha, pagode e ijexá da BaianaSystem marca a primeira noite do festival que vai do rap ao rock, passando pelo pop e pelo reggae.
“A gente já tocou em festivais grandes fora de Salvador, mas quando é aqui a responsabilidade é ainda maior. Esse show é uma comemoração da possibilidade de estar num palco com estrutura incrível, com artistas que admiramos. Agora é tentar não sair do foco: a música, em primeiro lugar”, comemora o guitarrista Roberto Barreto, 45 anos.
Robertinho forma a BaianaSystem ao lado do vocalista Russo Passapusso e do baixista SekoBass, tendo colaboradores frequentes como os DJs e produtores João Meirelles e Mahal Pitta, os percussionistas Ícaro Sá e JapaSystem e o guitarrista Junix.
O repertório do grupo inclui músicas do álbum homônimo lançado em 2010, do EP Pirata (2013) e do recém-lançado Duas Cidades. Esse último, inclusive,  foi eleito o melhor disco pelo Prêmio Multishow de Música Brasileira, que também elegeu a música Playsom como o melhor hit.
“Esses prêmios que a Baiana tem conquistado abrem muitas portas e trazem uma responsabilidade com a música daqui, com a cena de Salvador. Isso de alguma forma abre uma fronteira pra todo mundo daqui e traz a renovação do mercado que estava massacrado”, destaca Roberto Barreto.
O cantor BNegão, do Planet Hemp, a quem o álbum Duas Cidades é dedicado, é convidado da BaianaSystem no show de sábado. Além dele, os anfitriões convidam o clarinetista Ivan Sacerdote e o MC Vandal para um encontro que valoriza a música instrumental baiana.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Terceiro lote de ingressos do Festival de Inverno está à venda; confira

Evento será realizado em Vitória da Conquista, no mês de agosto.
Lulu Santos, Legião Urbana e Biquini Cavadão são algumas das atrações.

O terceiro lote de ingressos do Festrival de Inverno (FIB) já está à venda. O evento será realizado nos dias 26, 27 e 28 de agosto no Parque de Exposições Teopompo de Almeida, em Vitória da Conquista, região sudoeste da Bahia. [Veja valores dos ingressos ao final da 

A edição da festa deste ano traz pela primeira vez ao palco do FIB, Djavan, Baiana System, Legião Urbana, Paula Toller e Marcos & Belutti. As demais atrações do festival são Nando Reis, Biquini Cavadão, Lulu Santos, Capital Inicial, Natiruts.
A loja oficial do evento funciona no térreo do Shopping Conquista Sul, das 10h às 22h, de segunda a sábado, e em horário especial aos domingos e feriados.
O passaporte para os três dias de festa pode ser adquirido a partir de R$ 266 e o ingresso individual de pista a partir de R$ 54, preço de meia-entrada. Os valores podem ser parcelados em até 6x sem juros nos cartões. A classificação é de 16 anos.
                                            Fonte> http://g1.globo.com/bahia/musica/noticia/2016/07/terceiro-lote-de-ingressos-do-festival-de-inverno-esta-venda-confira.html

sábado, 23 de julho de 2016

Debatendo economia solidária, Festival Percurso tem shows de BaianaSystem e Flora Matos

Evento movimenta praça do Campo Limpo com ações de empreendedorismo e atrações musicais
Com a proposta de movimentar a região do Campo Limpo, na zona sul de São Paulo, com ações de empreendedorismo, economia solidária e shows musicais, o Festival Percurso promove sua terceira edição neste sábado, 23. Entre as atrações, está a banda BaianaSystem, uma das sensações da música independente produzida na Bahia, e os rappers Flora Matos e Rico Dalasam.
O festival gratuito acontece na Praça do Campo Limo, das 9h às 22h. Uma das principais atrações do evento, a BaianaSystem sobe ao palco pela turnê do novo disco, 'Duas Cidades'. Considerada uma das principais MCs brasileira, a brasiliense radicada em São Paulo Flora Matos mostra a força do hip hop feminino no Brasil. Sobem ao palco ainda Rico Dalasam, Camila Brasil, Amanda NegraSim, Coral Guarani, Maracatu Baque Atitude e Discotecagem com Zinho Trindade e Eduardo Brecho (Alafia).
Durante o evento, também será lançado o livro 'Redes Periféricas - Juventude, Mulheres e Arranjos Culturais', que conta a experiência de economia solidária e a rede de apoio promovida por entidades que atuam na periferia, como a União Popular de Mulheres (UPM). Haverá ainda uma tenda dedicada a debates e oficinas de fotografia, culinária, teatro, dança, design, e grafite. Ao todo, estarão instaladas 115 barracas de comida e artesanato da população da região.
Confira a programação musical completa do festival:
Das 9h às 12h - Abertura com a União Popular de Mulheres
10h - Núcleos de Convivência de Idosos - vida ativa, alegria pura e vitória
12h - Coral Guarani
14h - Zuleica e Banda
15h45 - Amanda Negrasim
16h45 - Camila Brasil
17h45 - Rico Dalasam
19h - Cooperifa
19h30 - Flora Matos
20h30 - Cooperifa
21h - BaianaSystem
Serviço
Festival Percurso
Das 9h às 22h
Praça de Campo Limpo,  R. Dr. Joviano Pachêco de Aguirre, 17, São Paulo
Entrada Gratuita


                                         Fonte > http://emais.estadao.com.br/noticias/geral,debatendo-economia-solidaria-festival-percurso-tem-shows-de-baianasystem-e-flora-matos,10000064423

sábado, 16 de julho de 2016

BaianaSystem comanda Baile Playsom e convida BNegão, Àttooxxá e MC Vandal

Show acontece hoje sábado (16), às 22h, no Barra Hall, e a ideia é curtir o clima de baile até de manhã

O Baile Playsom está de volta e o clima não podia ser diferente daquele que anuncia a própria música Playsom: “é serpentina e confete”. A segunda edição  da festa da BaianaSystem ocupa o Barra Hall amanhã, às 22h, e a ideia é curtir o clima de baile até de manhã.
“O baile é diferente das festas que a gente faz em Salvador. Amo o Pelourinho, a gente não vai parar de tocar nunca, mas às 23h40 já acaba ônibus pra galera. No baile, você encontra todos os links de diversão e não tem hora para acabar”, garante o cantor Russo Passapusso, 33, fundador da BaianaSystem com Robertinho Barreto e SekoBass.
A mais de mil decibéis, o Baile Playsom Parte 2 agita a Barra e a BaianaSystem não está só. Além da anfitriã, que convida o MC Vandal, a festa tem shows do cantor carioca BNegão, que traz o compacto formato BNegão Trio, e do DJ e produtor Rafa Dias, com o projeto Àttooxxá.
“A gente tem o mesmo elo de comunicação, a música experimental com roupagem eletrônica, então não vai ficar aquele show segmentado”, garante Russo. “O Àttooxxá tem o samba duro, o pagode, os ritmos internacionais e encaixa perfeitamente nessa história. Já BNegão é mais eletrônico, com DJ e sopro. O plano é que tenha um link da primeira à última música”, completa o vocalista.
Inspirada no sistema de som jamaicano e virada numa goteira, a Baiana apresenta o disco Duas Cidades, produzido por Daniel Ganjaman. A trilha reforça o mix de guitarra baiana com influências do dub, reggae, arrocha e ijexá, em músicas como a que dá nome ao baile, além de Barra Avenida Parte 2, Lucro (Descomprimindo) e Bala na Agulha.
“A Baiana tem identidade própria, ao mesmo tempo é vanguarda e é popular. O som tem muita coisa ancestral e muita coisa que propõe  paradas futuristas”, resume o cantor BNegão, 42, cujo repertório traz referências do samba, dancehall, rap, baile funk e da música jamaicana.
“Acho que a Baiana tem potencial para ser uma das maiores bandas mundiais, estilo Sepultura nos anos 1990. Identidade é o que faz o pessoal fazer diferença no mundo. Mais do mesmo não tem muito pra somar”, elogia BNegão, ao ressaltar a diversidade sonora do grupo baiano.
OcupaçãoFãs mais puristas torcem o nariz para o público cada vez mais diverso da BaianaSystem e os locais “elitistas” dos shows. Mas o grupo garante que a ideia é mesmo explorar todos os cantos das duas cidades, Alta e Baixa, e tornar o Baile uma festa universal.
“O Baile Playsom levanta da zona de conforto para fazer uma ocupação de espaços, dentro de valores. A gente está mexendo com a cabeça das pessoas. Queremos criar essa característica de música universal, baile universal”, diz Russo. “Não é por que a galera é do gueto que não vai poder ir para o Barra Hall. Nós vamos invadir a Barra!”, diverte-se.
Barra Hall (Rua Barão de Itapoan, 218, Barra | 3033-3803). Amanhã, às 22h. Ingresso: R$ 60 | R$ 30 (primeiro lote), R$ 80 | R$ 40 (segundo lote). Vendas: Ticketmix, Pida, Sympla.


                                                Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-guia/noticia/baianasystem-comanda-baile-playsom-e-convida-bnegao-attooxxa-e-mc-vandal/?cHash=da82459c3b63c075f0a74c3eaa4a2f98

quarta-feira, 6 de julho de 2016

BaianaSystem promove o Baile Playsom no Barra Hall.


.O Baile Playsom, comandado pelo BaianaSystem, vai ganhar mais uma edição sábado, 16, às 22h, no Barra Hall. Além da banda, vão se apresentar também BNegão e  ÀTTØØXXÁ.
Na festa, o BaianaSystem mostra o repertório mais eletrônico do que nunca. As músicas serão turbinadas pelos live PA dos DJs e a participação especial do rapper Vandal.
A noite começa com ÀTTØØXXÁ, do DJ e produtor Rafa Dias, que apresenta um set com bass music, hip hop, breakbeats e samples de funk carioca e pagodão baiano.
BNegão chamou Pedro Selector (trompetista dos Seletores de Frequência) e DJ Castro (ex-Quinto Andar e Black Alien) para montar um setlist com possibilidades para três vozes, um instrumento de sopro e um par de toca-discos.
Os ingressos custam de R$ 60 (primeiro lote) e estão à venda na bilheteria do Barra Hall.


                                                    FONTE > http://atarde.uol.com.br/cultura/musica/noticias/1783758-baianasystem-promove-o-baile-playsom-no-barra-hall

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Banda Baiana System mostra uma nova ordem musical no Cultura Livre.

Nesta quarta-feira (15/6), o Cultura Livre é tomado pela arte sonora, visual e reflexiva da banda Baiana System. O grupo apresenta seu mais novo disco, Duas Cidades. Apresentado por Roberta Martinelli, o programa inédito vai ao ar às 23h30, na TV Cultura.
Os quatro integrantes da banda introduzem em seu estilo musical o peso da bass culture com a mandinga e o tempero baiano. Esses destemidos tripulantes da música, ao mesmo tempo que traduzem os sons das ruas e vielas em seu próprio estilo, propõem uma nova ordem: libertária, capaz de provocar uma catarse coletiva por onde quer que passem. Esta é a história da banda Baiana System, convidada de Roberta Martinelli no Cultura Livre desta quarta-feira.
Durante a entrevista, eles fornecem uma explicação sobre a guitarra baiana, as inspirações do novo disco, a estética visual que os acompanha e a relação com o BNegão. No repertório constam Jah Jah Revolta parte 2, Bala Na Agulha, Lucro (Descomprimindo) e Duas Cidades.
Sobre o programa
O Cultura Livre foi finalista do Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) 2014, na categoria Programa de Variedades. A cada edição, o programa recebe um músico ou grupo convidado para falar a respeito de sua carreira e mostrar algumas de suas composições. A interação com o público é um destaque da atração. Por meio das redes sociais e de uma chat-line, os telespectadores podem enviar suas perguntas e comentários aos artistas.

                           Fonte> http://www.diariodoscampos.com.br/guia/televisao/2016/06/banda-baiana-system-mostra-uma-nova-ordem-musical-no-cultura-livre/2175140/

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Resenha: “Duas Cidades” (2016) – BaianaSystem.

Em dezembro de 2015, Salvador recebeu oficialmente o título de “Cidade Música” pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Para reforçar a condecoração e para o desenrolar desta resenha, no entanto, é necessário quebrar um pouco do estereótipo construído ao longo dos anos ao se falar de música baiana.
Há de se considerar que o habitat musical que projetou Raulzito para o país, também foi berço para Caetano, Gil, Novos Baianos e outros muitos. Portanto, não é utopia dizer que a Bahia da Timbalada e do Olodum é exatamente a mesma de Pitty, Vivendo do Ócio e Maglore, mesmo que poeticamente retratada e exposta de diferentes ângulos, arranjos e compassos. Eis a pluralidade.
Essa diversidade cultural/musical é o resultado de anos de misturas, e para tentar contextualiza-la um pouco melhor é necessário voltar no tempo. Mais precisamente nas décadas de 1970 e 1980, quando a influência da música jamaicana acendeu movimentos fortíssimos e vivos até os dias de hoje na capital baiana.
Do apogeu da cultura dos Sound System, Dub, Dancehall, do Reggae de Bob Marley… diretamente para os Blocos Afro, o Afoxé, o Samba Reggae, Ijexá, Pagode e, consequentemente, para a maior festa popular do planeta: o Carnaval.
É nesse cenário que surge o BaianaSystem, grupo que, provavelmente, melhor representa essa nova configuração do que é (ou do que pode ser) a música baiana em todos os seus aspectos contemporâneos.
A guitarra baiana, inventada por Dodô e Osmar, ganha uma releitura nas mãos do guitarrista e idealizador da banda, Roberto Barreto. SekoBass é o responsável pela cozinha; na divisão dos graves entre o baixo, programações e as batidas sampleadas. O vocalista Russo Passapusso mistura a cadência do samba de roda do recôncavo com o toaster jamaicano. Tudo isso ainda conta com grande aporte do designer e fotógrafo Filipe Cartaxo, quarto elemento e o responsável direto por toda a fantástica estética visual do Baiana – a exemplo da imagem que ilustra este post.
No último dia 29 de março, aniversário da cidade de Salvador, o grupo lançou seu segundo disco. Intitulado “Duas Cidades”, o álbum chega como um update do conceito apresentado no seu antecessor “BaianaSystem”, de 2010.
Com produção musical assinada por Daniel Ganjaman e participações de Siba, Márcio Victor (Psirico), do coro das Ganhadeiras de Itapuã e outros grandes artistas, “Duas Cidades” reforça o engajamento social e a identidade cultural do BaianaSystem.
Logo no título, a banda já manda o papo diretíssimo propondo um questionamento das distintas linguagens urbanas presentes em Salvador – cidade alta ou cidade baixa? Nesse caso, as duas. E a temática segue ecoando pelas 12 faixas que soam ao melhor estilo riddim jamaicano.
Além do dialogar entre si, as músicas também contam com referências sonoras de canções do álbum anterior e até de uma faixa do disco solo do vocalista Russo Passapusso – “Paraíso da Miragem”, de 2015. Isso acaba criando uma atmosfera experimental, em constantes mutações sonoras que proporcionam imersões estéticas distintas, principalmente para os que já estão mais familiarizados com o Baiana e seus projetos paralelos.

Logo na faixa de abertura “Jah Jah Revolta, pt II”, já é possível sentir essa proposta, reforçada logo em seguida por “Bala na Agulha” e mais adiante em “Barra Avenida, pt II” e “Playsson” – primeiro single do disco e única música brasileira a compor a trilha sonora do famoso game Fifa 2016, da EA Sports.
Destaque também para “Lucro: Descomprimindo” e “Azul”. A primeira, talvez minha preferida; uma cúmbia resultado da parceria de Passapusso com Mintcho Garrammone, multiinstrumentista e compositor argentino; já a segunda, uma espécie de mantra instrumental que encerra o disco abaixando as rotações de forma bem harmônica

Seja nos palcos mundo afora, ou puxando o trio elétrico “Navio Pirata” nas avenidas do Carnaval de Salvador, toda essa grande metamorfose musical se transforma em uma verdadeira catarse. Ao vivo, a banda (ou coletivo) sobe um patamar, passando para um status de movimento, em movimento; quase uma ideologia.
E é exatamente em função dessa que, provavelmente é uma das maiores virtudes do BaianaSystem como conjunto musical, que se evidencia o único possível deslize de “Duas Cidades”. É compreensível, mas o disco não consegue transmitir fielmente toda essa explosão sensitiva citada no parágrafo acima.
Talvez esse seja o próximo desafio do Baiana, ou talvez a proposta sempre tenha sido essa, de proporcionar diferentes formatos para produtos distintos. Fato é que toda expectativa gerada por esse lançamento foi atendida e “Duas Cidades” pode, e é muito provável que deve, impulsionar o BaianaSystem além das praças que os caras já conquistaram.
Trackslist:
  1. JAH JAH REVOLTA – Pt 2
  2. BALA NA AGULHA
  3. LUCRO (DESCOMPRIMINDO)
  4. MERCADO
  5. DUAS CIDADES
  6. PLAYSOM
  7. DIA DA CAÇA
  8. CIGANO
  9. PANELA
  10. CALAMATRACA
  11. BARRA AVENIDA – Pt 2
  12. AZUL



                                         Fonte > http://br.nacaodamusica.com/posts/resenha-duas-cidades-2016-baianasystem/

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Festival 'O Sertão vai virar Arte' terá BaianaSystem no interior da Bahia....

Esta é a 3ª edição do evento, que acontece na cidade de Araci, dias 3 e 4.
Show gratuito será no domingo (5), na praça principal do município; confira


A banda Baiana System fará show gratuito na 3ª edição do Festival "O Sertão vai virar arte", que acontece na cidade de Araci, a 211 quilômetros de Salvador, no Território do Sisal. O evento será no próximo final de semana, dias 4 e 5 de junho, e a apresentação da banda será no domingo (5), na praça principal da cidade. O show será aberto com a Orquestra de Sanfona, a banda Vim de Bike e Alisson Menezes, a partir das 18h.

A programação no sábado (4) será no Centro Cultural da cidade, a partir das 19h, com as apresentações da Banda de Pífanos local, do grupo teatral Icaraso, e de Daniel Gomez e convidados com um pocket show.
Também no sábado haverá o lançamento do livro “Ancestralidade e música na Quixabeira”, do escritor Sandro Santana, sobre o movimento musical da Quixabeira.
A ideia do Festival é levar à população uma série de produções, locais, regionais e da capital. O evento, que teve as primeiras edições em abril e maio, e contou com shows da banda Scambo, da Orquestra Santo Antônio e de Juliana Ribeiro, Sertanilia, Val Macambira, da banda Monocromático e de Sergio Magno.

                                             Fonte> http://g1.globo.com/bahia/noticia/2016/05/festival-o-sertao-vai-virar-arte-tera-baianasystem-no-interior-da-bahia.html

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Invisible Music Lisbon has millions of clicks on YouTube

They make music on the margins of the industry, but not underground. They have thousands - or millions -
of views on YouTube, go to concerts by several countries, but not a biography on the Internet. Route through the suburbs of Lisbon in search of (other) big hits of the moment.

They are young, living on the outskirts of Lisbon, are practically alone music. Many started on the computer at home. The official commercial circuit does not know them. There are tops in sales of large record stores. They function as a sort of parallel music market, but few can live than create. His hits have thousands of views - some into the millions. They work in the neighborhood where they live, only the size of the popularity goes beyond that territory: some do concerts in France, Luxembourg, Switzerland, Spain, Cape Verde, Angola ...
This has been what noted researcher in Urban Studies Antonio Brito Guterres in his TEDx Talk last year, the Invisible City of Lisbon - TED is an organization dedicated to the motto "ideas worth shared", and TEDx is a program locally organized independently with the same spirit.
This intervention can be seen on YouTube, Brito Guterres reviews the changes in the city-center and the formation of the peripheries, marked by internal migration and the immigrations. Tells the story of a teacher from one of the suburbs who wanted to get to know their students through music, but could not find what they heard anywhere (just because they heard was in the circuits that she did not know).
Showing the top 10 of Fnac store, the investigator chose six of the singles of the artists represented there, as David Fonseca or Watermark (on YouTube for several years) to complete that have little more than 100 thousand views. Compared with the data of some rappers singles made in the suburbs, recorded in bedroom closets, sung in Creole and with harsh lyrics about reality, and reached vastly superior numbers: none below 500 thousand, three to beat or overcome million. "I do not know the whole town is normal, now do not know anything on this scale ...", he commented. "An artist who has a million views is an artist here in London, in New York ..." - and everywhere.

NUNO FERREIRA SANTOS
After all, who are these artists who are on the margins of the "current city" have thousands of fans, but not a biography about them is available on the Internet? The singing that makes them so popular? How to manage this popularity unknown to formal industry? Guided by various territories where the music of the "invisible city" is heard loud and clear.
The neighborhood to Cape Verde
The block where the parents live Loreta miram to the castle and the buildings of Sintra - hence the name given to this location, Mira-Sintra. Loreta, who sings mainly in Creole, has videoclips as kills a genius, which appears in guns blazing, next to a blonde woman carrying a shotgun, or others like sta mariado Life, from an Orlando Pantera music, in a more relaxed setting and leisure.
With accounts in Spotify and iTunes, two platforms that make available to the user a vast menu of music, has a legion of followers - on Facebook are more than 17 thousand fans in about 12,000 Instagram, the page of their collective KBA has 26,000 likes and there are videos with over half a million views on YouTube - one of the videos, Nha identity, has had a million.
The founder of KBA, 28 years, two children, moved recently from parents' apartment in the district Foundation D. Pedro IV, but is there to receive us, with the mother to open the door. The population is mostly made up of people rehoused in early 2000, mixing races and ethnic groups - white, Roma, black, african descent.
Loreta started trying to make music at age 11, in the slum where he lived. Experimenting with tape, trying to repeat parts of music he heard. The father plays the accordion and funaná. "I grew up listening to music. I remember being small and my brothers put music of Cape Verde. "
From the 13, with a friend sang at community festivals. They began to make love and to be invited to other parties. They recorded for the first time with the mobile producer and studio musician Primero G, a mini disc - had about 15 or 16 years.
Later he organized with other friends to "join the ends": one bought the microphone, another bought a tower, another bought a screen and set the home studio, which was turning for home each other. The primeiramixtape you created, "for there in 2007 or 2008," nor was it that put it on the Internet. They were about 11 songs and Loreta recalls have been surprised by the invitations to play in other neighborhoods. "We started to believe: the people are like that, too like, we will continue."
Things changed when he met the "Katana" Katana Productions, who had a studio in Odivelas where they recorded their first album in 2013: Since Always Forever. Then came buling, and then Loreta began the solo albums with DMT, Last Hope, and now, Saints and Sinners.
Loreta was community mobilizer, collaborated with the NGO Eye Vivo and the Choices program, the High Commissioner for Migration, worked in the works, but right now is unemployed. The music is not enough to pay the bills. "I have a rented house, only music is impossible to live."
In a traditional store can not buy Loreta music. Previously, went to a factory, was about 500 CD and every show sold 20. "I do not feel that has a work worthy of being on sale in mainstream circuit because it takes money, studio time, more is the quality of the final product have quality enough to spend a radio. "
It was only in 2014 that acted for the first time in Cape Verde. When he arrived at Praia, I had people at the airport waiting to take pictures every step; the street was recognized, the kids approached him in droves. They opened the concert Anselmo Ralph, and were acting in a couple more sites on the island of Santiago. "Always bursting. Tarrafal in the show were two hours to leave the stage. "
Loreta has more than 200 songs that never put on the Internet works "all the time". You think it's popular to have succeeded in giving a version of "XXI century Cable Verdeanness", "easy to understand for anyone who is from Cape Verde and who was born in Europe."
Cape Verdeans son who was born in Portugal but has Portuguese nationality, feels that belongs to a generation of "african-tugas" a "bit without land." Music that is says it is a daily or a reminder, "the journalist's work," things you observe and think you are wrong. "I do not follow a line. I intervene, but I will talk about a great day I had. "It's about rehousing, injustice, police brutality. "The violence and police brutality are the things that most indignant me. This means putting everything in my bag. All white days steal, steal all the black days. You do not see the white backpack kid to be against the wall and searched, but you see this happen to young Africans or of African descent. "From this comes the cops showed me a gun.
But, he says, only "30% to 40%" of the songs speak of the toughest issues. "When we are musicians 100% intervention, we did not become popular, and this makes not everyone can hear our voice. If you can become popular so that when you open your mouth a million people listen to me, then I can intervene. "
Will sing in the Algarve, Porto, Lisbon, has a diverse audience, but thinks "great strength" are young like him, "Cape Verdean descent." Most likes on your Facebook page is Lisbon; Second comes Luanda, after Paris, Beach City ... I was singing several times to Luxembourg and France, Spain, Switzerland, Cape Verde, "house always above average."
There is a side to him that you are not sure of wanting to be part of the industry. "The CD to sell to a larger audience has to flee a bit to what I have done. I had to do more songs in Portuguese, to give to spend a club, and other content, not so raw. "He did not care to have his records in stores like Fnac," of course! ". What you get with views on YouTube "is minimal", "Less than half a cent per view ..."
What was needed to live music? Having someone who agendasse him two concerts per month, at least. "Event organizers still have the back foot by the rap be a street music, banditry, and have not realized that it is a new market to explore and has many followers."
The secret of its popularity is "pretty basic", "Music is when good has its own legs. When you hear a good song, it shows his friend, who shows his friend, and that spreads out. "
Music to enjoy
Mira-Sintra to Vale da Amoreira in Moita, are almost 2:30 a.m. path in public transport, trains. We crossed the bridge over the Tagus car on a sunny morning. The center of Lisbon does not take more than 30 minutes. We went from a town with a population of just over five thousand people to one with about ten thousand, according to official data. Here live mainly Portuguese. There are also Roma and Cape Verdean origin, Angola, Guinea.
Deejay Telio, 19, and their collective We Are Family (SAF) are even a family - the interview will be done in group, one of the courtyards of the buildings in the neighborhood, with Deedz, Dino and Ericsson. The motto of the SAF is: "We put loyalty above all."
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                                     Fonte>https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/ha-hits-que-passam-ao-lado-dos-tops-oficiais-1732144

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Band "Baiana System" presents a new ax

movement leader 'reinvents' rhythm, group releases new album in São Paulo

For some time the ax does not say "play the hand to the top and take the foot off the floor." With the loss of the rhythm space, which established the Carnival of Salvador from 1980 to genres such as backcountry and funk, the Bahian popular music had to reinvent.
Then came bands such as the Bahian System, first a prominent name in the underground after a commercial phenomenon in the state, which already strides out of it. In the coming days 27 and 28, the group released his second album, "Two Cities" in Sao Paulo.
The album will be presented in the taproom the SESC Pompeia, with the participation of Siba Pernambuco (which last year was awarded the album "De Loose Ball", at Multishow). No show of Bahian News on Concha Acoustics they invited Ney Matogrosso.
"There have been looking to the musical production of the Southeast, Recife, Para ... In Bahia, a lot has been going on for some time, but everything was very diluted. Now, is gaining attention, "says Roberto Barreto, who conceived the project, who plays guitar in the band Bahia.
The instrument, created by the legendary duo Dodo and Osmar in the 1940s and responsible for creating the electric trio, guides the group's work and earn dub bases and groove, dialoguing with electronics, Jamaican and Caribbean music.
"We started with the idea of ​​doing a job directly related to the Bahian guitar, inserting it into another universe, not necessarily the Carnival", he explains. In practice, however, the world of revelry was decisive.
The band parades at the party since its inception in 2009, but for a few years attracted small groups, mostly made up of revelers like "weirdos", angry with abadá culture.
On Wednesday (18), crowd scenes behind the "Pirate Ship" -like was baptized the electric trio group- impress the public engagement in a kind of ecstasy with the powerful sound of the band.
The trio says Barreto, is for Baiana System a great sound system improvised sound -system in street parties, popularized in Jamaica in the 1950s.
new industry
Besides the guitarist and the constant collaboration of DJs, in the group vocalist and composer Russian Passapusso the SekoBass bassist and illustrator and designer Filipe Cartaxo, responsible for the visual identity and the mask distributed at concerts, design aesthetic symbol.
Already popularized in the mainstream of Salvador, while remaining independent, the Bahia heads a movement trying to reframe the Bahian music industry, which can no longer be sustained in the ax. Names like Orkestra Rumpilezz, Manuela Rodrigues and Marcia Castro follow the flow.
It also reflects a new moment of Carnival of the capital, where ropes and abadás beloved give more space to independent trios. "Gradually, Carnival had to change. There began to be the questioning of the public space in the party and the loss of freedom in the name of the market. "
The second disc, Roberto believes that the band is more mature. "The first [released in 2010] was an outline of ideas, produced almost homely way," he recalls. "In the 'Two Cities', there is the opposite of what usually happens: we were already on the road playing music and synthesize it to disk, from the result that we live."

                                                      Fonte>http://www.folhape.com.br/cultura/2016/5/banda-baiana-system-apresenta-um-novo-axe-0243.html

Banda "Baiana System" apresenta um novo axé

Líder de movimento que ‘reinventa’ o ritmo, grupo divulga novo disco em São Paulo


Há algum tempo o axé não diz mais “joga a mãozinha para o alto e tira o pé do chão”. Com a perda de espaço do ritmo, que consagrou o Carnaval de Salvador a partir dos anos 1980, para gêneros como o sertanejo e o funk, a música popular baiana precisou se reinventar.
Foi então que surgiram bandas como a Baiana System, primeiro um nome proeminente no underground, depois um fenômeno comercial no Estado, que já dá passos largos fora dele. Nos próximos dias 27 e 28, o grupo lança seu segundo disco, “Duas Cidades”, em São Paulo.
O álbum será apresentado na choperia do Sesc Pompeia, com participação do pernambucano Siba (que no ano passado foi premiado pelo disco “De Baile Solto”, pelo Multishow). No show dos Novos Baianos na Concha Acústica eles convidaram Ney Matogrosso.
“Já houve o olhar à produção musical do Sudeste, do Recife, do Pará... Na Bahia, muita coisa vem acontecendo há algum tempo, mas tudo era muito diluído. Agora, está ganhando atenção”, diz Roberto Barreto, idealizador do projeto, que toca guitarra baiana na banda.
O instrumento, criado pela lendária dupla Dodô e Osmar nos anos 1940 e responsável pela criação do trio elétrico, norteia o trabalho do grupo e ganha bases de dub e groove, dialogando com música eletrônica, jamaicana e caribenha.
“Começamos com a ideia de fazer um trabalho diretamente ligado à guitarra baiana, inserindo-a dentro de outro universo, que não necessariamente o do Carnaval”, explica. Na prática, porém, o universo da folia foi determinante.
A banda desfila na festa desde sua criação, em 2009, mas por alguns anos atraiu grupos pequenos, formados principalmente por foliões do tipo “esquisitões”, irritados com a cultura do abadá.
Nesta quarta (18), cenas de multidões atrás do “Navio Pirata” -como foi batizado o trio elétrico do grupo- impressionam pelo engajamento do público, em uma espécie de êxtase com o som potente da banda.
O trio, diz Barreto, é para a Baiana System um grande sound system -sistema de som improvisado em festas de rua, popularizado na Jamaica nos anos 1950.
Nova indústria
Além do guitarrista e da colaboração constante de DJs, integram o grupo o vocalista e compositor Russo Passapusso, o baixista SekoBass e o ilustrador e designer Filipe Cartaxo, responsável pela identidade visual e pela máscara distribuída nos shows, símbolo da estética do projeto.
Já popularizada no mainstream de Salvador, embora permaneça independente, a Baiana encabeça um movimento que tenta ressignificar a indústria musical baiana, que já não consegue mais se sustentar no axé. Nomes como Orkestra Rumpilezz, Manuela Rodrigues e Marcia Castro acompanham o fluxo.
Também reflete um novo momento do Carnaval da capital, em que cordas e abadás caríssimos dão cada vez mais espaço a trios independentes. “Aos poucos, o Carnaval precisou mudar. Começou a haver o questionamento sobre o espaço público na festa e a perda de liberdade em nome do mercado.”
Quanto ao segundo disco, Roberto avalia que a banda está mais madura. “O primeiro [lançado em 2010] foi um esboço de ideias, produzido de forma quase caseira”, lembra. “No ‘Duas Cidades’, há o inverso do que normalmente acontece: nós já estávamos na estrada tocando as músicas e sintetizamos isso para o disco, a partir do resultado que tivemos ao vivo”.
                                               Fonte> http://www.folhape.com.br/cultura/2016/5/banda-baiana-system-apresenta-um-novo-axe-0243.html

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Baiana System e Carlinhos Brown protestam contra fim do Ministério da Cultura: É um tiro no pé.

Outros artistas endossaram a declaração do músico durante maratona de shows de reabertura da Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador (BA)
O segundo dia do festival que celebra a reabertura da Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador (BA), deu espaço a artistas locais e nacionais, na noite de sábado (14). O público lotou as arquibancadas e esperou, ansioso, pela entrada da primeira atração. Pontualmente, às 19h, o cantor baiano Carlinhos Brown subiu ao palco e trouxe canções que se alternavam do romântico ao axé. Brown interagiu com o público diversas vezes, jogando pipoca sobre as pessoas, distribuindo flores às mulheres em frente ao palco e chegou a descer ao encontro do público, já no fim da apresentação.

O cantor baiano Lazzo Matumbi também se apresentou, como convidado de Brown. Ele criticou o redesenho ministerial feito pelo presidente interino da República, Michel Temer, e a extinção do Ministério da Cultura. Na plateia, também houve manifestações sobre o tema com cartazes com os dizeres "Cultura sim. Golpe não". O público também se manifestou contra o presidente interino gritando frases como "Fora Temer". Brown aproveitou a oportunidade para dar sua opinião sobre a extinção do ministério. “Aqui é um país de democracia, minha opinião sobre [a extinção do] Ministério da Cultura é que é um tiro no pé. Nós estamos unânimes quanto a isso. Meu Brasil está intacto em meu coração, na forma de ser e na forma de respeitar as pessoas. Espero que todos cheguem a um caminho bonito, mas a democracia está pedindo um Ministério da Cultura”, disse o cantor.

Durante a canção Ashansú, Carlinhos Brown fez uma saudação ao orixá Obaluaê, que faz parte do candomblé, religião à qual Brown é adepto. “Estou muito feliz, só quero agradecer, fiz um repertório não apenas carnavalesco e amei essa oportunidade de trazer essas outras canções. A pele com pele é importante, sobretudo porque hoje tivemos um momento ímpar, a presença de Obaluaê [orixá]. Ele estava tão presente porque ele tirou a minha touca, ele me quis com o cabelo pra fora. Esse é um país onde a miscigenação floresce e traz surpresas. Que o Brasil se compreenda como miscigenado e único. Hoje foi um dia em que essa cultura se manifestou”, disse Brown após o show.

Público lotou as arquibancadas em festival que celebra a reabertura da Concha Acústica em Salvador. Foto: Sayonara Moreno/Correspondente da Agência Brasil
Público lotou as arquibancadas em festival que celebra a reabertura da Concha Acústica em Salvador. Foto: Sayonara Moreno/Correspondente da Agência Brasil
A segunda atração da noite foi a banda Baiana System, que convidou ao palco o cantor Ney Matogrosso. O vocalista da banda, Russo Passapusso, também fez várias referências ao atual cenário político brasileiro, posicionando-se contra o presidente interino. No meio do show, Russo pediu ao público que levantassem os cartazes que criticavam o governo interino. Ele também fez referência à extinção do Ministério da Cultura dizendo “devolvam minha cultura”. A participação de Ney Matogrosso levou a multidão a aplausos demorados e uma recepção calorosa. O cantor ícone da Música Popular Brasileira iniciou sua participação cantando Sangue Latino, seguiu com O Vira e cantou O Tempo Não Para, do cantor Cazuza, morto em 1990. As canções, segundo o próprio Matogrosso, foram escolhidas pela banda Baiana System, com quem ensaiou a apresentação.
“O Vira, eu não canto há muitos anos. Como a banda pediu, eu toquei com o maior prazer, mas foi muito engraçado pra mim”, comentou o cantor.

Dirigentes políticos e classe artística criticam fusão entre ministérios da Cultura e Educação


“Essa Concha Acústica foi onde eu pisei, pela primeira vez, como artista, em Salvador. Sempre tive esse desejo enorme de voltar. Estar aqui na reinauguração foi um prazer porque é um espaço icônico aqui na Bahia. Esse lugar sempre provoca essa emoção, por isso essa ansiedade de voltar, porque o público fica muito perto de você. O público da Bahia sempre foi muito receptivo comigo”, completou Ney Matogrosso, adiantando que retorna aos palcos de Salvador no dia 12 de novembro deste ano. O administrador de empresas Marivaldo dos Santos disse que aguardava com ansiedade a volta do funcionamento do local. O baiano, que atualmente mora no Rio de Janeiro, disse que veio à cidade apenar para prestigiar o festival.

“Para mim, aqui é o melhor espaço para shows em Salvador, sem dúvida. Aqui já vi Bethânia, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, já vi Ney Matogrosso e muitos outros artistas. Gosto muito de todos que subiram ao palco. E, para domingo, eu já garanti meu ingresso assim que abriram as vendas. Aqui é intimista, a gente escolhe ficar em pé ou sentado. E com a reforma ficou melhor ainda, mais moderna”, disse Marivaldo. Neste domingo (15) será a vez do grupo Novos Baianos se reunir no palco da Concha Acústica. Os ingressos para o show da banda esgotaram em uma hora e meia de vendas. Devido à enorme procura, uma nova apresentação foi marcada para segunda-feira (16).

                                                             
Fonte> http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/divirtase/46,51,46,61/2016/05/15/internas_viver,644754/baiana-system-e-carlinhos-brown-protestam-contra-fim-do-ministerio-da.shtml