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sábado, 24 de setembro de 2016

BaianaSystem critica nova política cultural: "Temos a pior perspectiva possível Fonte: Gente - iG @ http://gente.ig.com.br/cultura/2016-09-24/baianasystem.html

Atração do festival Satélite061, em Brasília, BaianaSystem condena novo Ministério da Cultura: "Estamos caminhando para um retrocesso"

Seguindo a turnê do elogiado álbum "Duas Cidades", o coletivo BaianaSystem é uma das atrações deste sábado (24) do festival Satélite061, que acontece gratuitamente em Brasília
"Em Brasília as pessoas estão ligadas no que está acontecendo na música. Tocamos lá há algum tempo e nos surpreendemos", contou o guitarrista do BaianaSystem, Roberto Barreto, em entrevista ao iG.
O Satélite061 faz parte do circuito de festivais pelos quais o coletivo baiano está passando nos últimos meses, desde que o álbum "Duas Cidades" foi lançado no começo do ano. "A gente tem circulado pelo Brasil e pelas cenas independentes", comentou Barreto. "Os artistas trocam informações nesse circuito", explicou.
.
Por onde passa, o BaianaSystem é reconhecido por seu ótimo trabalho no segundo disco, algo que não estava previsto pelos músicos. "A gente foi fazendo sem pensar no que ia dar, não tinha como prever", disse o guitarrista. "O disco é um resultado de coisas que a gente vinha fazendo ao vivo e quando saiu foi bem recebido", continuou Roberto Barreto, resumindo o sucesso.

Cenário difícil

Fazer sucesso na cena independente tem sido facilitado nos últimos anos por ferramentas como a internet, mas a missão está ficando cada vez mais difícil no Brasil por causa da turbulência política e econômica que o País tem vivido há alguns meses.
Para quem trabalha com cultura, as coisas estão ainda mais complicadas, principalmente após o fim do Ministério da Cultura. A pasta já foi recuperada pelo presidente Michel Temer, mas ainda não está agradando principalmente aos músicos.
"Estamos em um momento bem complicado, temos a pior perspectiva possível", confessou Roberto Barreto. Para ele, a administração da cultura nos últimos anos foi o que sustentou o desenvolvimento de cenas independentes em todo o País. "Não foi coincidência o que aconteceu nesses últimos 10 anos com o crescimento da cena independente e da cultura fora do eixo Rio-São Paulo", explicou.
.
O músico considera que as gestões de Gilberto Gil, Juca Ferreira e Ana de Hollanda, entre os governos Lula e Dilma, tinham uma unidade que foi quebrada por Marcelo Calero, o novo ministro da pasta. "A gente está sob alerta total, as pessoas que estão lá não têm vínculo nenhum com a cultura", disse Roberto Barreto.
O guitarrista do BaianaSystem torce para que a situação melhore. "Espero que seja um momento de transição, porque a perspectiva é tenebrosa. A política cultural é inexistente e os artistas estão sozinhos agora. Estamos caminhando para um retrocesso e cabe a nós seguir lutando", declarou.
Satélite061
Com Gal Costa, Elza Soares, BaianaSystem e mais
Quando: até domingo, 25 de setembro
Onde: Torre de TV (Eixo Monumental, s/n - Jardim Burle Marx)
Quanto: grátis
                                                                          
                                                                                  Fonte> http://gente.ig.com.br/cultura/2016-09-24/baianasystem.html

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Céu, Baianasystem e Boogarins confirmados na edição 2016 do Coquetel Molotov

Evento será realizado em outubro, com maratona de shows nacionais e internacionais e intervenções artísticas


A cantora paulistana Céu, os baianos da Baianasystem e a banda goiana Boogarins são os primeiros nomes confirmados para a edição deste ano do Festival No Ar Coquetel Molotov, que ocorre no dia 22 de outubro. O festival, conhecido por explorar novos nomes da cena musical e sonoridades experimentais, terá 12 horas de shows nacionais e internacionais. 

Confira o roteiro de shows no Divirta-se

Céu vem trabalhando o disco Tropix, lançado em março passado e marcado pelo flerte da MPB com a disco music, dos vocais influenciados pela música latina com os arranjos eletrônicos. Boogarins, que lançou Manual ou guia livre de dissolução dos sonhos no segundo semestre do ano passado, traz rock psicodélico ao palco do Coquetel. Enquanto a Baianasystem apresenta o recém-lançado Duas cidades, produzido por Daniel Ganjaman, álbum de Playsom, uma de suas músicas mais conhecidas e trilha sonora do game Fifa 2016.  

Além da maratona musical, o Coquetel Molotov terá intervenções artísticas sob curadoria do pernambucano Aslan Cabral, e, ainda, feira com produtos dos segmentos de moda e design, comandada por Nestor Mádenes. No primeiro lote oficial de vendas - a pré-venda promocional teve dois lotes esgotados -, os ingressos custam R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia-entrada) e R + 1kg de alimento não perecível (social), à venda no site Sympla.



                                         Fonte> http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2016/08/03/internas_viver,658361/ceu-baianasystem-e-boogarins-confirmados-na-edicao-2016-do-coquetel-m.shtml

Coquetel Molotov confirma Céu, BaianaSystem e Boogarins na edição de Recife

O festival No Ar Coquetel Molotov, que acontece no Recife, anunciou as primeiras atrações da edição deste ano. A grande novidade é que o evento vai acontecer também em Belo Jardim, no Interior de Pernambuco e em Belo Horizonte. Céu (SP), Baianasystem (BA) e Boogarins (GO) estão confirmadas para a edição recifense, que acontecerá dia 22 de outubro.

Depois de dois lotes de venda promocional com ingressos que se esgotaram em menos de um dia, o festival abriu o primeiro lote oficial de vendas com os preços de R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada) e R$45 + 1kg de alimento não perecível (social). O público pode comprar seus ingressos pelo site Sympla, através de cartão de crédito e boleto bancário.
A segunda edição do festival em Belo Jardim acontece de 4 a 8 de outubro, contando com uma programação de música e cinema que acontecerá no Cine Teatro Cultura e no Parque do Bambu. O line-up musical será formado por bandas do Agreste Pernambucano escolhidas através de uma convocatória e ainda uma atração nacional.
Já em Belo Horizonte, o festival acontecerá em uma parceria da Coda Produções com a mineira Quente, que trabalha com algumas das principais bandas independentes de Minas Gerais e produz eventos como o seminário-festival Sonâncias, a mostra Música Quente e mantém o site Meio Desligado. O No Ar chega à Belo Horizonte no momento em que Minas Gerais vive uma de suas fases mais prolíficas na música independente.
Atrações
Céu chega ao No Ar com seu novo disco, Tropix, onde ela aposta na música eletrônica.Leia nossa crítica. O trabalho traz a malemolência e os vocais sussurrados já conhecidos da cantora, mas agora experimentam no uso de beats, synths e sonoridade anos 1970. O BaianaSystem mistura ritmos afrobrasileiros com dub e dancehall e lançou este ano um dos mais importantes trabalhos na música brasileira. Duas Cidades representa uma nova fase do grupo baiano e traz discussões sociais a partir da cidade de Salvador. Já Boogarins lança no Recife o disco Manual – Guia Livre de Dissolução dos Sonhos após uma turnê pela Europa e EUA.
O No Ar Coquetel Molotov no Recife acontece na Coudelaria Souza Leão, na Várzea, no dia 22 de outubro. As atrações das edições de Belo Jardim (4 a 8/10) e Belo Horizonte (ainda sem data), serão divulgadas em breve.

                                                                  Fonte> http://revistaogrito.ne10.uol.com.br/page/blog/2016/08/03/coquetel-molotov-confirma-ceu-baianasystem-e-boogarins-na-edicao-de-recife/?platform=hootsuite

sábado, 16 de julho de 2016

BaianaSystem comanda Baile Playsom e convida BNegão, Àttooxxá e MC Vandal

Show acontece hoje sábado (16), às 22h, no Barra Hall, e a ideia é curtir o clima de baile até de manhã

O Baile Playsom está de volta e o clima não podia ser diferente daquele que anuncia a própria música Playsom: “é serpentina e confete”. A segunda edição  da festa da BaianaSystem ocupa o Barra Hall amanhã, às 22h, e a ideia é curtir o clima de baile até de manhã.
“O baile é diferente das festas que a gente faz em Salvador. Amo o Pelourinho, a gente não vai parar de tocar nunca, mas às 23h40 já acaba ônibus pra galera. No baile, você encontra todos os links de diversão e não tem hora para acabar”, garante o cantor Russo Passapusso, 33, fundador da BaianaSystem com Robertinho Barreto e SekoBass.
A mais de mil decibéis, o Baile Playsom Parte 2 agita a Barra e a BaianaSystem não está só. Além da anfitriã, que convida o MC Vandal, a festa tem shows do cantor carioca BNegão, que traz o compacto formato BNegão Trio, e do DJ e produtor Rafa Dias, com o projeto Àttooxxá.
“A gente tem o mesmo elo de comunicação, a música experimental com roupagem eletrônica, então não vai ficar aquele show segmentado”, garante Russo. “O Àttooxxá tem o samba duro, o pagode, os ritmos internacionais e encaixa perfeitamente nessa história. Já BNegão é mais eletrônico, com DJ e sopro. O plano é que tenha um link da primeira à última música”, completa o vocalista.
Inspirada no sistema de som jamaicano e virada numa goteira, a Baiana apresenta o disco Duas Cidades, produzido por Daniel Ganjaman. A trilha reforça o mix de guitarra baiana com influências do dub, reggae, arrocha e ijexá, em músicas como a que dá nome ao baile, além de Barra Avenida Parte 2, Lucro (Descomprimindo) e Bala na Agulha.
“A Baiana tem identidade própria, ao mesmo tempo é vanguarda e é popular. O som tem muita coisa ancestral e muita coisa que propõe  paradas futuristas”, resume o cantor BNegão, 42, cujo repertório traz referências do samba, dancehall, rap, baile funk e da música jamaicana.
“Acho que a Baiana tem potencial para ser uma das maiores bandas mundiais, estilo Sepultura nos anos 1990. Identidade é o que faz o pessoal fazer diferença no mundo. Mais do mesmo não tem muito pra somar”, elogia BNegão, ao ressaltar a diversidade sonora do grupo baiano.
OcupaçãoFãs mais puristas torcem o nariz para o público cada vez mais diverso da BaianaSystem e os locais “elitistas” dos shows. Mas o grupo garante que a ideia é mesmo explorar todos os cantos das duas cidades, Alta e Baixa, e tornar o Baile uma festa universal.
“O Baile Playsom levanta da zona de conforto para fazer uma ocupação de espaços, dentro de valores. A gente está mexendo com a cabeça das pessoas. Queremos criar essa característica de música universal, baile universal”, diz Russo. “Não é por que a galera é do gueto que não vai poder ir para o Barra Hall. Nós vamos invadir a Barra!”, diverte-se.
Barra Hall (Rua Barão de Itapoan, 218, Barra | 3033-3803). Amanhã, às 22h. Ingresso: R$ 60 | R$ 30 (primeiro lote), R$ 80 | R$ 40 (segundo lote). Vendas: Ticketmix, Pida, Sympla.


                                                Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-guia/noticia/baianasystem-comanda-baile-playsom-e-convida-bnegao-attooxxa-e-mc-vandal/?cHash=da82459c3b63c075f0a74c3eaa4a2f98

quinta-feira, 14 de julho de 2016

BaianaSystem promove o Baile Playsom no Barra Hall.

O Baile Playsom, comandado pelo BaianaSystem, vai ganhar mais uma edição sábado, 16, às 22h, no Barra Hall. Além da banda, vão se apresentar também BNegão e  ÀTTØØXXÁ.
Na festa, o BaianaSystem mostra o repertório mais eletrônico do que nunca. As músicas serão turbinadas pelos live PA dos DJs e a participação especial do rapper Vandal.
A noite começa com ÀTTØØXXÁ, do DJ e produtor Rafa Dias, que apresenta um set com bass music, hip hop, breakbeats e samples de funk carioca e pagodão baiano.
BNegão chamou Pedro Selector (trompetista dos Seletores de Frequência) e DJ Castro (ex-Quinto Andar e Black Alien) para montar um setlist com possibilidades para três vozes, um instrumento de sopro e um par de toca-discos.
Os ingressos custam de R$ 60 (primeiro lote) e estão à venda na bilheteria do Barra Hall.

                                               Fonte> http://atarde.uol.com.br/cultura/musica/noticias/1783758-baianasystem-promove-o-baile-playsom-no-barra-hall

quarta-feira, 6 de julho de 2016

BaianaSystem promove o Baile Playsom no Barra Hall.


.O Baile Playsom, comandado pelo BaianaSystem, vai ganhar mais uma edição sábado, 16, às 22h, no Barra Hall. Além da banda, vão se apresentar também BNegão e  ÀTTØØXXÁ.
Na festa, o BaianaSystem mostra o repertório mais eletrônico do que nunca. As músicas serão turbinadas pelos live PA dos DJs e a participação especial do rapper Vandal.
A noite começa com ÀTTØØXXÁ, do DJ e produtor Rafa Dias, que apresenta um set com bass music, hip hop, breakbeats e samples de funk carioca e pagodão baiano.
BNegão chamou Pedro Selector (trompetista dos Seletores de Frequência) e DJ Castro (ex-Quinto Andar e Black Alien) para montar um setlist com possibilidades para três vozes, um instrumento de sopro e um par de toca-discos.
Os ingressos custam de R$ 60 (primeiro lote) e estão à venda na bilheteria do Barra Hall.


                                                    FONTE > http://atarde.uol.com.br/cultura/musica/noticias/1783758-baianasystem-promove-o-baile-playsom-no-barra-hall

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Festival 'O Sertão vai virar Arte' terá BaianaSystem no interior da Bahia....

Esta é a 3ª edição do evento, que acontece na cidade de Araci, dias 3 e 4.
Show gratuito será no domingo (5), na praça principal do município; confira


A banda Baiana System fará show gratuito na 3ª edição do Festival "O Sertão vai virar arte", que acontece na cidade de Araci, a 211 quilômetros de Salvador, no Território do Sisal. O evento será no próximo final de semana, dias 4 e 5 de junho, e a apresentação da banda será no domingo (5), na praça principal da cidade. O show será aberto com a Orquestra de Sanfona, a banda Vim de Bike e Alisson Menezes, a partir das 18h.

A programação no sábado (4) será no Centro Cultural da cidade, a partir das 19h, com as apresentações da Banda de Pífanos local, do grupo teatral Icaraso, e de Daniel Gomez e convidados com um pocket show.
Também no sábado haverá o lançamento do livro “Ancestralidade e música na Quixabeira”, do escritor Sandro Santana, sobre o movimento musical da Quixabeira.
A ideia do Festival é levar à população uma série de produções, locais, regionais e da capital. O evento, que teve as primeiras edições em abril e maio, e contou com shows da banda Scambo, da Orquestra Santo Antônio e de Juliana Ribeiro, Sertanilia, Val Macambira, da banda Monocromático e de Sergio Magno.

                                             Fonte> http://g1.globo.com/bahia/noticia/2016/05/festival-o-sertao-vai-virar-arte-tera-baianasystem-no-interior-da-bahia.html

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Baiana System e Carlinhos Brown protestam contra fim do Ministério da Cultura: É um tiro no pé.

Outros artistas endossaram a declaração do músico durante maratona de shows de reabertura da Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador (BA)
O segundo dia do festival que celebra a reabertura da Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador (BA), deu espaço a artistas locais e nacionais, na noite de sábado (14). O público lotou as arquibancadas e esperou, ansioso, pela entrada da primeira atração. Pontualmente, às 19h, o cantor baiano Carlinhos Brown subiu ao palco e trouxe canções que se alternavam do romântico ao axé. Brown interagiu com o público diversas vezes, jogando pipoca sobre as pessoas, distribuindo flores às mulheres em frente ao palco e chegou a descer ao encontro do público, já no fim da apresentação.

O cantor baiano Lazzo Matumbi também se apresentou, como convidado de Brown. Ele criticou o redesenho ministerial feito pelo presidente interino da República, Michel Temer, e a extinção do Ministério da Cultura. Na plateia, também houve manifestações sobre o tema com cartazes com os dizeres "Cultura sim. Golpe não". O público também se manifestou contra o presidente interino gritando frases como "Fora Temer". Brown aproveitou a oportunidade para dar sua opinião sobre a extinção do ministério. “Aqui é um país de democracia, minha opinião sobre [a extinção do] Ministério da Cultura é que é um tiro no pé. Nós estamos unânimes quanto a isso. Meu Brasil está intacto em meu coração, na forma de ser e na forma de respeitar as pessoas. Espero que todos cheguem a um caminho bonito, mas a democracia está pedindo um Ministério da Cultura”, disse o cantor.

Durante a canção Ashansú, Carlinhos Brown fez uma saudação ao orixá Obaluaê, que faz parte do candomblé, religião à qual Brown é adepto. “Estou muito feliz, só quero agradecer, fiz um repertório não apenas carnavalesco e amei essa oportunidade de trazer essas outras canções. A pele com pele é importante, sobretudo porque hoje tivemos um momento ímpar, a presença de Obaluaê [orixá]. Ele estava tão presente porque ele tirou a minha touca, ele me quis com o cabelo pra fora. Esse é um país onde a miscigenação floresce e traz surpresas. Que o Brasil se compreenda como miscigenado e único. Hoje foi um dia em que essa cultura se manifestou”, disse Brown após o show.

Público lotou as arquibancadas em festival que celebra a reabertura da Concha Acústica em Salvador. Foto: Sayonara Moreno/Correspondente da Agência Brasil
Público lotou as arquibancadas em festival que celebra a reabertura da Concha Acústica em Salvador. Foto: Sayonara Moreno/Correspondente da Agência Brasil
A segunda atração da noite foi a banda Baiana System, que convidou ao palco o cantor Ney Matogrosso. O vocalista da banda, Russo Passapusso, também fez várias referências ao atual cenário político brasileiro, posicionando-se contra o presidente interino. No meio do show, Russo pediu ao público que levantassem os cartazes que criticavam o governo interino. Ele também fez referência à extinção do Ministério da Cultura dizendo “devolvam minha cultura”. A participação de Ney Matogrosso levou a multidão a aplausos demorados e uma recepção calorosa. O cantor ícone da Música Popular Brasileira iniciou sua participação cantando Sangue Latino, seguiu com O Vira e cantou O Tempo Não Para, do cantor Cazuza, morto em 1990. As canções, segundo o próprio Matogrosso, foram escolhidas pela banda Baiana System, com quem ensaiou a apresentação.
“O Vira, eu não canto há muitos anos. Como a banda pediu, eu toquei com o maior prazer, mas foi muito engraçado pra mim”, comentou o cantor.

Dirigentes políticos e classe artística criticam fusão entre ministérios da Cultura e Educação


“Essa Concha Acústica foi onde eu pisei, pela primeira vez, como artista, em Salvador. Sempre tive esse desejo enorme de voltar. Estar aqui na reinauguração foi um prazer porque é um espaço icônico aqui na Bahia. Esse lugar sempre provoca essa emoção, por isso essa ansiedade de voltar, porque o público fica muito perto de você. O público da Bahia sempre foi muito receptivo comigo”, completou Ney Matogrosso, adiantando que retorna aos palcos de Salvador no dia 12 de novembro deste ano. O administrador de empresas Marivaldo dos Santos disse que aguardava com ansiedade a volta do funcionamento do local. O baiano, que atualmente mora no Rio de Janeiro, disse que veio à cidade apenar para prestigiar o festival.

“Para mim, aqui é o melhor espaço para shows em Salvador, sem dúvida. Aqui já vi Bethânia, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, já vi Ney Matogrosso e muitos outros artistas. Gosto muito de todos que subiram ao palco. E, para domingo, eu já garanti meu ingresso assim que abriram as vendas. Aqui é intimista, a gente escolhe ficar em pé ou sentado. E com a reforma ficou melhor ainda, mais moderna”, disse Marivaldo. Neste domingo (15) será a vez do grupo Novos Baianos se reunir no palco da Concha Acústica. Os ingressos para o show da banda esgotaram em uma hora e meia de vendas. Devido à enorme procura, uma nova apresentação foi marcada para segunda-feira (16).

                                                             
Fonte> http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/divirtase/46,51,46,61/2016/05/15/internas_viver,644754/baiana-system-e-carlinhos-brown-protestam-contra-fim-do-ministerio-da.shtml

sábado, 2 de abril de 2016

City festival celebrates 467 years of Salvador; check schedule

Exhibitions, shows, performances and artistic interventions are in the grid.
Activities began on Sunday (27) and go to the 3rd of April.


About 2,000 artists, 100 events and six stages make up the 4th edition of the City Festival, which celebrates 467 years of Salvador. A series of cultural and entertainment activities began on Sunday (27), with theatrical performances and recitation of poetry in the square. With an extensive and diversified program, the City Festival runs until the 3rd of April.
The event takes care of public spaces in the four corners of the city, leading to Soteropolitano and tourist the best of music, theater, dance, poetry, photography, gastronomy, fairs, crafts, sports and more. The Festival is to highlight the show of Caetano Veloso and Gilberto Gil, to be held at Farol da Barra.
Moreover, Salvador will host the largest amateur volleyball event in the world - the Super Balcony, dance group presentations with more followers in Brazil - Fit Dance, orchestrated shows three great maestros singing songs reminiscent of the city, between dozens of other actions. See the full program of the City Festival:
03/28/2016 10h22 - 10h22 Updated 28/03/2016
City festival celebrates 467 years of Salvador; check schedule
Exhibitions, shows, performances and artistic interventions are in the grid.
Activities began on Sunday (27) and go to the 3rd of April.
celebrates 467 years of Salvador. A series of cultural and entertainment activities began on Sunday (27), with theatrical performances and recitation of poetry in the square. With an extensive and diversified program, the City Festival runs until the 3rd of April.
The event takes care of public spaces in the four corners of the city, leading to Soteropolitano and tourist the best of music, theater, dance, poetry, photography, gastronomy, fairs, crafts, sports and more. The Festival is to highlight the show of Caetano Veloso and Gilberto Gil, to be held at Farol da Barra.
Moreover, Salvador will host the largest amateur volleyball event in the world - the Super Balcony, dance group presentations with more followers in Brazil - Fit Dance, orchestrated shows three great maestros singing songs reminiscent of the city, between dozens of other actions. See the full program of the City Festival:
Monday (28)
09 - 17h (Mon to Fri) - 5th edition of Artexpo Cultural Exchange Salvador
Benin House - Pelourinho
09 - 17h (Mon to Fri) - Photo exhibition "Salvador yesterday and today"
Municipal Library Edgard Santos - Ribeira
14 - 18h - Eclipse - Theater Workshop Col. Carlos Correia de Menezes Santana II
Northeast of Amaralina
all day - Poetry Foot - Poetry Exhibition
Praça da Piedade Square Campo Grande, Largo July 2, Cathedral Square
Tuesday (29)
09h - 12h - African Dance Course - Open class youth of the community Pelô
Benin House - Pelourinho
9h - 12h / 14h - 17h - Transit Poetry - Poetic Intervention
Cajazeiras bus
09 - 17h (Mon to Fri) - 5th edition of Artexpo Cultural Exchange Salvador
Benin House - Pelourinho
09 - 17h (Mon to Fri) - Photo exhibition "Salvador yesterday and today"
Municipal Library Edgard Santos - Ribeira
14h - 18h - Eclipse - Theater Workshop Col. Carlos Correia de Menezes Santana II
Northeast of Amaralina
15h - Transit Poetry - Recital Poetic
School in Cajazeiras
17h - Salvador sings congratulations
Town Square - Old Town
19h - Theatre: Maloquêro - Survivor streets - Announcement Art Every Day
Cultural Area Barroquinha
19h - We, by chance - Poetry Recital
Cultural Center Bom Bocado - Old Mill Federation
20h - capoeira lesson - Presentation and capoeira class
Benin House - Pelourinho
20h - itinerant cultural space - Shows circus
Teatro SESC Senac - Pelourinho
all day - Poetry Foot - Poetry Exhibition
Praça da Piedade Square Campo Grande, Largo July 2, Cathedral Square
Wednesday (30)
09 - 17h (Mon to Fri) - 5th edition of Artexpo Cultural Exchange Salvador
Benin House - Pelourinho
13h - Project Open House goes to School
School Anfrísia Professor Santiago
09 - 17h (Mon to Fri) - Photo exhibition "Salvador yesterday and today"
Municipal Library Edgard Santos - Ribeira
14h - 18h - Eclipse - Theater Workshop Col. Carlos Correia de Menezes Santana II
Northeast of Amaralina
15h - Transit Poetry - Recital Poetic
School in Cajazeiras
15 - 19h - Theatre: Maloquêro - Survivor streets - Announcement Art Every Day
Cultural Area Barroquinha
19h - Open Rehearsal of Afrosinfônica
Benin House - Pelourinho
20h - Cultural Itinerant - Shows circus
Teatro SESC Senac - Pelourinho
all day - Poetry Foot - Poetry Exhibition
Praça da Piedade Square Campo Grande, Largo July 2, Cathedral Square
Thursday (31)
09 - 17h (Mon to Fri) - 5th Edition Artexpo Cultural Exchange Salvador
Benin House - Pelourinho
09 - 17h (Mon to Fri) - Photo exhibition "Salvador yesterday and today"
Municipal Library Edgard Santos - Ribeira
9h to 12h / 14h to 17h - Transit Poetry - Poetic Intervention
Cajazeiras bus
14h - 17h - Embroidery Course mess
Benin House - Pelourinho
14h to 18h - Eclipse - Theater Workshop Col. Carlos Correia de Menezes Santana II
Northeast of Amaralina
17h - Taií Busking
Show Square Soledade
18h - We, by Chance - Poetry Recital
School of Education at UFBA - Cinnamon Valley
19h - Aloisio Menezes
Largo da Mariquita - Red River
19h - Theatre: Maloquêro - Survivor Streets - Notice Art Every Day
Cultural Area Barroquinha
20h - Juliana Ribeiro
Largo da Mariquita - Red River
20h - Presentation and capoeira class
Benin House - Pelourinho
20h - Cultural Itinerant - Shows circus
Teatro SESC Senac - Pelourinho
all day - Poetry Foot - Poetry Exhibition
Praça da Piedade Square Campo Grande, Largo July 2, Cathedral Square
Friday (1)
9h to 12h / 14h to 17h - Transit Poetry - Poetic Intervention
Mussurunga station
09 to 17h (Mon to Fri) - 5th Edition Artexpo Cultural Exchange Salvador
Benin House - Pelourinho
09 - 17h (Mon to Fri) - Photo exhibition "Salvador yesterday and today"
Municipal Library Edgard Santos - Ribeira
17h - Taií Busking - Show
Square Soledade
18h - Show Orchestrated Canta Salvador (Maestros Fred Dantas, Paulo Primo and Zeca Freitas)
Largo da Mariquita - Red River
18h - Street Dance with the CBX Club Samba band
Square Dodo and Osmar - Ribeira
19h - Malê Debalê
Plaza Sao Tome Paripe
19: 30h - Rumpilezz
Square Dodo and Osmar - Ribeira
20h - Cultural Itinerant - Show Circus
Teatro SESC Senac - Pelourinho
20.30 - Oito7Nove4
Plaza Sao Tome Paripe
20.30 - Marcio Melo
Largo da Mariquita - Red River
21h - Gum -
Square Dodo and Osmar - Ribeira
all day - Poetry Foot - Poetry Exhibition
Praça da Piedade Square Campo Grande, Largo July 2, Cathedral Square
Saturday (2)
06h - 36h Home upset Cycliste
Avenue Magalhaes Neto
07h - 16h - Super Porch Project
Praia Jardim de Alah
10 am - Fit Dance
Largo de Santa Maria - Bar
10h and 17h - The Clown and Dancer
Square Cajazeiras
16h - Viapalco Moving
Golden Square Stone - Lobato
16h - Transit Poetry - Poetry Soiree
Square Cajazeiras
16h - Show Infantil Paco and Time, show Braskem Theater
Teatro Gregorio de Mattos
16h - Jammil
Praia Jardim de Alah
16:30 - Concentration Bicycle Ride Bike Night
Avenue Magalhaes Neto
18h - Fit Dance
Square Dorival Caymmi - Itapua
19h - Show Word of Mouth: A stage for Gregory
Largo da Mariquita - Red River
19:30 - Jorge Zarath - Square Dorival Caymmi - Itapua
20h - Gil and Caetano - Largo do Farol da Barra
20h - Luciano Calazans
Largo da Mariquita - Red River
20h - Cultural Itinerant - Shows circus
Teatro SESC Senac - Pelourinho
21h - Nelson Rufino
Square Dorival Caymmi - Itapua
all day - Poetry Foot - Poetry Exhibition
Praça da Piedade Square Campo Grande, Largo July 2, Cathedral Square
Conditional on the closing of classes - Image and Empowerment - Photography Workshop
Farm Coutos 3 - Suburban Rail
 
Gastronomy

10 - 20h - Fair Special City
Centennial Avenue
11 - 19h - Good Place
Square Ana Lucia Magalhaes - Pituba
12 - 20h - Food Park
Jardim de Alah
Sunday (3)
10h and 17h - The clown and dancer
Square Cajazeiras
11h - Return to Alavontê
Dique de Tororo
14h to 18h - #Ocupalajes - Intervention
Community Shark
16h - Alinne Rosa
Deck the Red River
16h - Show Infantil Paco and Time, show Braskem Theater
Teatro Gregorio de Mattos
16h - crying Bandstand
Gold Stone - Lobato
16h - Viapalco Moving
Golden Square Stone - Lobato
all day - Poetry Foot - Poetry Exhibition
Praça da Piedade Square Campo Grande, Largo July 2, Cathedral Square
 
Gastronomy

09 - 19h - Good Place
Square Ana Lucia Magalhaes - Pituba
10 - 20h - Fair Special City
Centennial Avenue
12 - 20h - Food Park
Jardim de Alah



source> http://g1.globo.com/bahia/aniversario-de-salvador/2016/noticia/2016/03/festival-da-cidade-celebra-467-anos-de-salvador-confira-programacao.html

City festival celebrates 467 years of Salvador; check schedule

terça-feira, 22 de março de 2016

Atrás da máscara

Carnaval de Salvador, 2016.
- É o Psirico? - pergunta a foliã carioca.
- É o Chiclete? - quer saber
o amigo paulista.
- NÃO, É O BAIANA SYSTEM, MEU PAI - grita, empolgado, o ambulante que lhes atendia, saindo correndo em direção àquela massa, deixando seu isopor de Schin ao deus-dará.
Há muitos anos não se via tamanha sintonia entre banda e multidão. Não no Carnaval de Salvador. Não com uma banda que não toca nas rádios, mas que tem absolutamente todas as suas músicas cantadas em uníssono por essa mesma multidão que arrastou em fevereiro.
Este mês, o Baiana System está lançando Duas Cidades, o segundo disco de uma carreira de seis anos, inúmeros shows pelos quatro cantos do mundo, incluindo Dinamarca, Rússia, França, Estados Unidos, carnavais e muita história para contar.
E, para contá-la, voltemos uma parte dessa história no tempo. Jamaica, 1970.
Com a tecnologia, os DJs jamaicanos, além de tocar os sucessos do rock and roll e rhythm'n'blues que chegavam à ilha, passaram a poder modificá-los, tirando a voz e mandando as suas próprias mensagens em cima daquela base musical. Eles improvisaram e animaram as festas com a mesma música por horas, tudo isso com apenas caixas de som e uma equalização cheia de graves. Era o sound system.
"O lance do grave é que, além de ouvir, a pessoa também o sente", destaca Russo Passapusso, cantor e compositor do Baiana System. Nascido em Senhor do Bonfim, Roosevelt (o Russo vem da variação que seu nome foi ganhando) cresceu ouvindo forró e também os  violeiros que tocavam Fagner, os tecladistas que tocavam arrocha e o jegue que tocava a clássica lambada "Ui piti piti": "Penduravam as caixas de som nele e os foliões iam ao redor. Era o Jegue Elétrico", lembra Russo.
Aos 14, foi morar em Salvador e, perdido na capital, fez do total desconhecimento o seu aliado para descobrir a cidade: "Eu ia pra tudo: Russo, vamos pro pagode? Vamos. Vamos pro rock? Vamos. Vamos pro reggae? Vamos". Nessa fartura de histórias e ritmos, conheceu músicos e DJs, como Dudu Caribe e Raiz, o grafiteiro MFR, o francês D'France, e, trocando experiências e se aprofundando em vinis jamaicanos, descobriram a cultura sound system. Empolgados com essa ferramenta, juntos, compraram um equipamento e o batizaram de Ministério Público, entrando com ele nas periferias de Salvador. "Mas a gente não ia lá para que a cidade nos conhecesse. A gente ia pra que a gente conhecesse a cidade". 
Na mesma época, o guitarrista Roberto Barreto conhecia o mundo excursionando com sua banda, Lampirônicos, quando um fato começou a chamar a sua atenção: "Tinha um momento do show em que eu usava a guitarra baiana e via que as pessoas ficavam fascinadas, querendo saber que instrumento era aquele".
Com o fim das atividades da banda, ele começou a produzir programas para a Rádio Educadora, como o Rádio África e No Balanço do Reggae. Em sua pesquisa, descobriu a música do Congo, Angola, Jamaica.  Com o baixista Seco, passou a compor, colocando aquele pequeno grande instrumento inventado por Armando Macedo nas bases rítmicas que ia encontrando. Depois, ia gravando as primeiras ideias e mandando para o irmão, o designer Filipe Cartaxo, trabalhar a partir delas.
Desde essas composições iniciais, aliás, nenhuma imagem na banda é gratuita. Todos os vídeos, cenários, cartazes e Instagram têm um propósito. Para a foto que ilustra a abertura desta reportagem, por exemplo, eles fizeram questão de que fosse com a máscara, elemento distribuído nos shows e responsável pela forte identidade criada entre o Baiana System e seu público. Nesse ponto, fica a impressão de que o rigor no controle da imagem atrapalha a naturalidade com que a banda seria vista por outros olhos.
Buscando referências em Salvador, Barreto chegou ao Ministério Público e a Russo Passapusso. Foi o encontro do subgrave do sound system com o superagudo da guitarra baiana. O primeiro disco homônimo foi lançado em 2010. Guitarra, baixo, voz, bateria eletrônica e imagem. A primeira informação sobre a banda era de que se tratava de uma espécie de releitura do axé. "Não deixa de ser. É isso, é mais que isso e é também o que as pessoas acharem que é", diz Barreto.
A simbiose com o público é forte. As pessoas fazem parte da criação, usam a mesma máscara e inspiram os músicos no palco, contagiando quem estiver naquele perímetro sonoro e visual. Cada apresentação é uma experiência única. 
"Desde que vi pela primeira vez, saquei um borogodó forte ali. Os shows evocam (boas) sensações primitivas na galera, e os momentos de catarse coletiva são diversos. Ir a um show deles é estar disposto à entrega", diz o ilustrador Zeca Forehead. Na página feita pelos seguidores no Facebook, uma das perguntas mais frequentes é: "Alguém sabe quando vai ter show?"
Do jegue ao navio pirata
Há quem diga que o Baiana System está fora do dito esquema mercadológico, porém esqueceram de avisar isso ao público, que lota todos os shows. Alguns fãs mais antigos até acham que a banda está mais comercial. "Nada contra quererem alcançar diferentes perfis de público, mas isso não me agrada tanto", critica a fotógrafa Sandra Travassos. Apesar disso, no terceiro ano do trio elétrico Navio Pirata, uma multidão foi às ruas neste Carnaval. 
Fato é que o BS criou o seu próprio mercado, alimentando os seus seguidores com músicas, vídeos, fotos ou máscaras, constituindo, no decorrer desses anos, uma base sólida de fãs que aconteceu por meio do natural e eficaz boca a boca.
Para a estudante Clara Sena, não foi amor à primeira vista: "Uma amiga me mostrou e eu não tinha gostado, até que ela me convenceu a ir vê-los ao vivo e desde então eu fiquei encantada. Vou a todos os shows que posso, e em um deles eu ainda conheci meu namorado". Passapusso adverte: "Quem conhece ao vivo e depois ouve o disco, às vezes, se decepciona, pois estamos sempre mudando, que é o princípio do sound system". Roberto completa: "Há também o inverso. O cara conhece o disco e, quando vai ao show, fica chocado, está tudo diferente".
Essa liberdade permitiu que a banda, no início da carreira, em 2010, fizesse uma turnê pela China e pelo Japão com apenas seis músicas no repertório. "A primeira vez que vi um show foi em 2011", lembra o DJ Edbrass Brasil, "de lá para cá, cresceram muito como banda ao vivo. O resultado em disco ainda não pintou, mas tem tudo para acontecer, com as novas parcerias".
Depois de "quando vai ter show?", a outra pergunta que aparece nas redes é: "Alguém sabe quando sai o disco novo?".  A resposta: o upload começa a ser feito dia 22, terça-feira. Esta semana já poderá ser escutado, por enquanto apenas nas plataformas digitais da banda - Spotify, iTunes e Soundcloud. Eles tocam em maio, em São Paulo. Em Salvador, ainda não têm data nem comentam sobre a agenda.
Intitulado Duas Cidades, a ideia era gravar apenas em São Paulo. Por isso, Barreto, Seco, Passapusso, Cartaxo e o produtor Daniel Ganjaman (Otto, Crioulo, Nação Zumbi) foram para um sítio na serra paulista, onde ficaram por um mês. Ao fim do processo, sentiram que faltava algo no disco, principalmente para uma banda chamada Baiana System: faltava a Bahia.
Voltaram a Salvador e convidaram uma série de músicos, como o percussionista Márcio Victor, o pianista Marcelo Galter, o guitarrista Junix, o pernambucano Siba (voltando a tocar rabeca) e As Ganhadeiras de Itapuã. Sobre essa última parceria, o regente Amadeu Alves comenta: "Criou-se uma ponte entre a voz de raiz das lavadeiras do Abaeté com uma banda ligada a elementos tecnológicos. Eles buscam o futuro, mas também as raízes. E é isso que dá potência a um trabalho. Raiz é legado".
Duas Cidades, ouvido pela Muito, traz 12 faixas que trafegam na linha tênue entre o pop e o conceitual, com melodias facilmente absorvidas na primeira audição, mas sem soar apelativo. A essência continua: reggae, dub, rock, pagode, o peso do grave com o agudo, a percussão com a batida eletrônica e as intervenções vocálicas de Russo, fazendo da voz quase um tambor, tudo está ali. Nesse(s) ritmo(s), o Navio Pirata 2017 pode arrastar ainda mais gente, mostrando que atrás do Baiana System só não vai quem já morreu.
>> A ênfase do espírito original
Desde sempre - seja nos anos 80, nos anos 90 ou 2000 -  o underground baiano repeliu tudo o que tivesse características da chamada axé music. Bandas de rock pipocavam pela cidade, mas, como diz  o produtor Nestor Madrid, ele ficava assustado com o fato de não enxergar "coqueiros" nessas bandas.
Pelo que se vê a partir do Baiana System, essa realidade mudou. Para o músico Jorge Dubman, baterista do I.F.Á. Afrobeat, outro forte nome desse novo cenário,  "a queda financeira e produtiva do axé fez todos os olhares se voltarem para essa cena. Ela está cada vez mais forte, com várias influências, sotaques e experimentações". Ele cita Kalu, O Quadro (Ilhéus), Daganja, Rafa Dias, Pali OJC, Complexo Ragga (Vitória da Conquista), Rumpilezz, Dão...
O jornalista e DJ Luciano Matos vai além. Para ele, o fato de a indústria do axé entrar em decadência fez com que tudo aquilo que ela representava deixasse de ser algo nefasto. "A música afro, a tônica na percussão, falar do Carnaval, usar guitarra baiana, pensar em ser grande... Isso era o diabo para esse universo mais 'alternativo' e hoje não é mais", avalia.
Para ele, novos artistas já nasceram sem esse preconceito, da mesma forma que veteranos passaram a não se preocupar com isso, mesmo no rock. Luciano acrescenta à lista de Dubman os nomes de Mauro Telefunksoul,  Bahia Bass, Som Peba, Attooxxa, Lord Breu, Funfun Dúdú, Trad, Tabuleiro Musiquim, Suinga e Giovani Cidreira. A lista é grande e, pelo visto, não vai parar de crescer.
>> Duas cidades
O upload começa dia 22/3. Esta semana, o disco já poderá ser escutado nas plataformas digitais da banda - Spotify, iTunes e Soundcloud




Fonte> http://www.atarde.uol.com.br/muito/noticias/1756277-atras-da-mascara

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Veja como foi a escolha da Musa do Carnaval 2016 no É do Pará

Larissa Ricca, da Escola de Samba da Matinha, foi eleita a musa no concurso


Ô abre alas! Direto da Estação das Docas, em ritmo de carnaval e de final de concurso, o É do Pará do último sábado (30), elegeu a "Musa do Carnaval 2016", a bela Larissa Ricca, da escola de samba da Matinha.   

Os jurados: Ana Unger - professora de dança, Miguel Santa Brígida - historiador, Keila Gentil - cantora e Fabrício Gama - presidente da liga das escolas de Belém, decidiram empatar a competição e deixar o resultado nas mãos do público através da votação online. Em uma votação recorde, com quase 18 mil votos, Larissa Ricca venceu com 52%. 

Como dica de receita, Carlos Brito ensinou como se faz uma moqueca paraense, que além do filhote, leva tucupi e goma de tapioca




                                    Fonte > http://g1.globo.com/pa/para/e-do-para/noticia/2016/02/veja-como-foi-escolha-da-musa-do-carnaval-2016-no-e-do-para.html

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Furdunço na sexta (5) terá Alavontê Adão Negro, BaianaSystem e mais

Desfile será dia 5 de fevereiro, no circuito do Campo Grande, em Salvador.
Evento integra 'Carnaval de Salvador' e também terá a Orkestra Rumpilezz.


Pelo segundo ano consecutivo, o Furdunço terá desfile de minitrios no Circuito Osmar, que sai do Campo Grande e segue até a Praça Castro Alves. A festa, que é gratuita e reúne antigos e novos artistas, ocorre no dia 5 de fevereiro, na sexta-feira de carnaval.
Dentre as 31 atrações definidas estão diversos grupos culturais, a exemplo da "Oficina de Frevos e Dobrados", dos "Bonecos em Folia" e do "Clube dos Caretas". Em meio às fanfarras, a festa irá contar ainda com a Orkestra Rumpilezz e a banda Vitrola Baiana.
O desfile terá também as apresentações das bandas Adão Negro, Alavontê e BaianaSystem. A festa começa às 15h. Além do Circuito Osmar, o Furdunço também integra  com desfile entre os bairros de Ondina e Barra.

fomte> http://g1.globo.com/bahia/carnaval/2016/noticia/2016/01/com-31-atracoes-furdunco-tem-adao-negro-alavonte-e-baianasystem-veja.html

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Música afro, rock e percussão agitam o fim de semana do Pelô

Os shows da programação do Consciência Viva, homenagem ao mês da consciência negra, continuam em destaque na programação do Pelourinho Cultural. Entre as atrações estão Ilê Aiyê, Bankoma, Coletivo di Tambor, Bloco Afro Muzenza, e o cantor Afro Jhow. O final de semana ainda tem shows de BaianaSystem, Cascadura, Aila Menezes, e muito mais. A programação é promovida e apoiada pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI).
Nesta quinta-feira (12), no Largo Pedro Archanjo, acontece o Projeto Intercâmbio Cultural Funceb, a partir das 10h. A iniciativa voltada para trocas de experiências musicais internacionais reunirá artistas baianos e norte-americanos em uma mesa de diálogos e jam session. O programa é promovido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia e os artistas baianos Rafael Pondé, Victor Souza, o Maestro Letieres Leite, a cantora Carissa Lawrence, o instrumentista Alex Crook e a banda da Filadélfia e de Porto Rico De Tierra Caliente fazem parte da programação. A entrada é franca. O tradicional bloco afro Ilê Aiyê faz mais um ensaio para o carnaval 2016 no Largo Pedro Archanjo, às 21h, desta vez com a participação especial do cantor Márcio Victor. Ingressos a R$ 20 e R$10. E o Largo Tereza Batista recebe mais uma edição do Encontro Mauanda, os ensaios do bloco afro Bankoma, que nesta noite convida o cantor Magary Lord. O evento tem entrada franca e começa às 20h. No Largo Quincas Berro D’água vai ter o partido alto da banda Catadinho do Samba, às 20h. Entrada franca.
Na sexta-feira (13), no Largo Pedro Archanjo, às 21h, a cantora Aila Menezes apresenta o show Raiz Brasileira, que tem o repertório repleto de MPB. Participações de Magary Lord e Bloco Afro Bankoma. Ingressos R$ 10 e R$ 5. Afro Jhow e a banda Groova Tambor se reúnem no projeto percussivo AfroSoul, que será realizado no Largo Tereza Batista, às 21h. Ingressos R$ 20 e R$ 10. O cantor Pierre Onassis comanda mais um ensaio para o verão do Afrodisíaco no Largo Quincas Berro D’Água, às 21h. O reggae do cantor Edy Vox completa a noite. Ingressos R$ 30.
Sábado (14), o Largo Pedro Archanjo sedia o Capoeira Open 2015 a partir das 08h, evento gratuito que terá em sua programação rodas de capoeiras adulto e infantil, apresentações musicais e premiação do troféu Mestre Baiano. Às 16h, nas ruas do Pelourinho acontece o desfile do Terno Estrela, cortejo popular que representa o nascimento do menino Jesus e que tem como objetivo o agradecimento a Deus pelas bênçãos alcançadas. Gratuito. A cantora Lia Chaves promove o Bailão do Tim, projeto que revive os sucessos do cantor Tim Maia no Largo Pedro Archanjo, às 21h. Ingressos R$ 20 e R$ 10. Com um som divertido e contemporâneo a banda BaianaSystem retorna ao Largo Tereza Batista, às 21h, com um repertório baseado na ideia de ressignificar a sonoridade da música urbana produzida na Bahia. Ingressos R$ 30. No Largo Quincas Berro D’Água, às 20h, acontece o show Bambeia Canta 41 Anos de Bloco Afro, entre as atrações estão Bambeia, Arnaldo Rafael e Samba do Pretinho. O show de abertura fica por conta de Kelly Brasil. Entrada franca.
Domingo (15), o samba e a solidariedade se mesclam na festa Seja Você Um Sambista Solidário que acontece no Largo Pedro Archanjo, às 15h. O acesso será através da doação de um pacote de leite de 400 gramas. A banda Cascadura apresenta o show Adios em Grande Estilo, com participação de Martin e abertura da banda Lo Han, no Largo Tereza Batista, às 18h. O show homenageia o disco “Vivendo em Grande Estilo”, lançado no ano de 2004. Ingressos R$ 20 e R$ 10. A banda Samba Benza Eu anima o Largo Quincas Berro, às 17h, com o evento Sertanejo Abençoado, o cantor Paulo Raio também participa. O acesso será através da modalidade “quanto vale o show”, o público paga o valor que considerar pertinente.
Mais Pelô
Terça-feira (16), o cantor Gerônimo continua a temporada do show ‘O pagador de Promessas’ no Largo Pedro Archanjo, às 21h. Ingressos R$ 20 e R$ 10. No Largo Tereza Batista, às 20h o Coletivo di Tambor convida Pali O.J.C , Michaela Harrison, Mestre Lourimbau e Dj Índio para um show em homenagem à semana da Consciência Negra. Ingressos R$ 10 e R$ 5. No Largo Quincas Berro D’Água, às 20h, será realizado o Du Gruv Festival, comandado por Mr. Armeng, com as participações de Opanije e Giovane Sobrevivente. A entrada é franca.
Quarta (17), com um espetáculo de sons de tambores a banda Atabasabar faz seu show Àdupe no Largo Pedro Archanjo, às 21h. Ingressos R$ 20 e R$ 10. E a mistura de estilos vai marcar o ensaio do Bloco Afro Muzenza desta semana, percussão e arrocha se mesclam com a participação da banda Dois Amores no Largo Tereza Batista, às 21h. Ingressos R$ 20 e R$ 10.
Serviço
Projeto Intercâmbio Cultural Funceb
Onde: Largo Pedro Archanjo
Quando: Quinta-feira, 12 de novembro, 10h.
Quanto: Gratuito
Ilê Aiyê
Onde: Largo Pedro Archanjo
Quando: Quinta-feira, 12 de novembro, 21h.
Quanto: R$ 20 e R$10
VI Encontro Mauanda Bankoma – Ensaios do Bankoma
Onde: Largo Tereza Batista
Quando: Quinta-feira, 12 de novembro, 20h.
Quanto: Gratuito
Catadinho do Samba
Onde: Largo Quincas Berro D’água
Quando: Quinta-feira, 12 de novembro, 20h.
Quanto: Gratuito
Aila Menezes
Onde: Largo Pedro Archanjo
Quando: Sexta-feira, 13 de novembro, 21h.
Quanto: R$ 10 e R$ 5
Projeto AfroSoul – Afro Jhow + Groova Tambor
Onde: Largo Tereza Batista
Quando: Sexta-feira, 13 de novembro, 21h.
Quanto: R$ 10 e R$ 5
Afrodisíaco
Onde: Largo Quincas Berro D’Água
Quando: Sexta-feira, 13 de novembro, 20h.
Quanto: R$ 30
Terno de Estrela
Onde: Ruas do Pelourinho
Quando: Sábado, 14 de novembro, 16h.
Quanto: Gratuito
Capoeira Open 2015
Onde: Largo Pedro Archanjo
Quando: Sábado, 14 de novembro, 08h.
Quanto: Gratuito
Lia Chaves
Onde: Largo Pedro Archanjo
Quando: Sábado, 14 de novembro, 21h.
Quanto: R$ 20 e R$ 10
BaianaSystem
Onde: Largo Tereza Batista
Quando: Sábado, 14 de novembro, 21h.
Quanto: R$ 30
Bambeia Canta 41 Anos de Bloco Afro – Bambeia + Arnaldo Rafael + Samba do Pretinho
Onde: Largo Quincas Berro D’Água
Quando: Sábado, 14 de novembro, 20h.
Quanto: Gratuito
Seja Você Um Sambista
Onde: Largo Pedro Archanjo
Quando: Domingo, 15 de novembro, 15h.
Quanto: 01 pacote de leite de 400 gramas
Cascadura
Onde: Largo Tereza Batista
Quando: Domingo, 15 de novembro, 17h.
Quanto: R$ 20 e R$ 10
Sertanejo Abençoado – Samba Benza Eu
Onde: Largo Quincas Berro D’Água
Quando: Domingo, 15 de novembro, 17h.
Quanto: Quanto vale o show
Gerônimo
Onde: Largo Pedro Archanjo
Quando: Terça-feira, 17 de novembro, 21h.
Quanto: R$ 20 e R$ 10
Coletivo di Tambor
Onde: Largo Tereza Batista
Quando: Terça-feira, 17 de novembro, 20h.
Quanto: R$ 10 e R$ 5
Du Gruv Festival – Mr. Armeng
Onde: Largo Quincas Berro D’Água
Quando: Terça-feira, 17 de novembro, 20h.
Quanto: Gratuito
Atabasabar
Onde: Largo Pedro Archanjo
Quando: Quarta-feira, 18 de novembro, 21h.
Quanto: R$ 20 e R$ 10
Ensaios do Bloco Afro Muzenza
Onde: Largo Tereza Batista
Quando: Quarta-feira, 18 de novembro, 21h.
Quanto: R$ 20 e R$ 10

                                      Fonte: http://www.pelourinho.ba.gov.br/2015/11/musica-afro-rock-e-percussao-agitam-o-fim-de-semana-do-pelo.html