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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Coala Festival reúne Baiana System, Céu e Karol Conká; ingressos à venda

A terceira edição do Coala Festival, que reúne artistas que estão despontando no cenário recente da música brasileira, reunirá, no Memorial da América Latina, shows de Céu, Silva, Karol Conká, Lila, Baiana System e Cícero, que fará uma apresentação com participação especial de Marcelo Camelo, no dia 3 de setembro. Os ingressos, entre R$ 50 (meia) e R$ 100, estão à venda pelo site www.totalacesso.com e pontos de venda.

Serão dez horas de programação musical, a partir das 13h, além da exibição de instalações artísticas, como painéis de grafite, exposições de artes plásticas e projeções. Como nas edições anteriores, o line-up do evento procura celebrar a diversidade da música nacional, com atrações de cinco estados. A expectativa é que até 10 mil pessoas compareçam à terceira edição do festival, que já recebeu no palco nomes como Criolo, Tom Zé, Marcelo D2, Otto, 5 a Seco e O Terno.

A rapper Karol Conká mistura o hip hop eletrônico do belga Stromae com o samba-reggae baiano da Timbalada e o pagode da carioca Jovelina Pérola Negra. Já os baianos da Baiana System trazem a São Paulo a nova sonoridade da música urbana produzida em Salvador, presente em "Duas Cidades", segundo álbum da banda lançado em 2016 cuja faixa "Playsom", com participação de Márcio Victor (Psirico), está na trilha do game Fifa 2016.
Já a paulistana Céu volta a São Paulo para apresentar o show do seu último álbum, "Tropix" (2016), com qual vem excursionando pela Europa e Estados Unidos. Compositor, cantor e produtor, Cícero também volta de turnê na Europa onde promoveu o terceiro álbum, "A Praia", lançado em 2015. O carioca recebe no palco o antigo parceiro Marcelo Camelo.

Além de estudantes, o direito a meia entrada será estendido a quem doar um quilo de alimento ou um livro. A organização do festival espera repetir a média de 1,5 mil livros e duas toneladas de alimento arrecadados em 2014 e 2015.

Serviço
Quando: 3 de setembro de 2016 – a partir das 13h
Onde: Memorial da América Latina (Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda)
Quanto: R$ 100 e R$ 50 (meia para estudantes e para quem doar um livro ou de um quilo de alimento não perecível)
Vendaswww.totalacesso.com e postos de venda Loja ABC - Shopping São Caetano (Al. Terracota, 545 – Lj2094), Shopping Patio Higienopolis (R. Dr. Veiga Filho, 133 - Piso Pacaembu), Shopping Paulista – LJ (R. Treze de Maio, 1947) e Flagship Chilli Beans (Rua Oscar Freire, 1072)

                                           Fonte> http://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2016/08/09/coala-festival-reune-baiana-system-ceu-e-karol-conka-ingressos-a-venda.htm

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Resenha: “Duas Cidades” (2016) – BaianaSystem.

Em dezembro de 2015, Salvador recebeu oficialmente o título de “Cidade Música” pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Para reforçar a condecoração e para o desenrolar desta resenha, no entanto, é necessário quebrar um pouco do estereótipo construído ao longo dos anos ao se falar de música baiana.
Há de se considerar que o habitat musical que projetou Raulzito para o país, também foi berço para Caetano, Gil, Novos Baianos e outros muitos. Portanto, não é utopia dizer que a Bahia da Timbalada e do Olodum é exatamente a mesma de Pitty, Vivendo do Ócio e Maglore, mesmo que poeticamente retratada e exposta de diferentes ângulos, arranjos e compassos. Eis a pluralidade.
Essa diversidade cultural/musical é o resultado de anos de misturas, e para tentar contextualiza-la um pouco melhor é necessário voltar no tempo. Mais precisamente nas décadas de 1970 e 1980, quando a influência da música jamaicana acendeu movimentos fortíssimos e vivos até os dias de hoje na capital baiana.
Do apogeu da cultura dos Sound System, Dub, Dancehall, do Reggae de Bob Marley… diretamente para os Blocos Afro, o Afoxé, o Samba Reggae, Ijexá, Pagode e, consequentemente, para a maior festa popular do planeta: o Carnaval.
É nesse cenário que surge o BaianaSystem, grupo que, provavelmente, melhor representa essa nova configuração do que é (ou do que pode ser) a música baiana em todos os seus aspectos contemporâneos.
A guitarra baiana, inventada por Dodô e Osmar, ganha uma releitura nas mãos do guitarrista e idealizador da banda, Roberto Barreto. SekoBass é o responsável pela cozinha; na divisão dos graves entre o baixo, programações e as batidas sampleadas. O vocalista Russo Passapusso mistura a cadência do samba de roda do recôncavo com o toaster jamaicano. Tudo isso ainda conta com grande aporte do designer e fotógrafo Filipe Cartaxo, quarto elemento e o responsável direto por toda a fantástica estética visual do Baiana – a exemplo da imagem que ilustra este post.
No último dia 29 de março, aniversário da cidade de Salvador, o grupo lançou seu segundo disco. Intitulado “Duas Cidades”, o álbum chega como um update do conceito apresentado no seu antecessor “BaianaSystem”, de 2010.
Com produção musical assinada por Daniel Ganjaman e participações de Siba, Márcio Victor (Psirico), do coro das Ganhadeiras de Itapuã e outros grandes artistas, “Duas Cidades” reforça o engajamento social e a identidade cultural do BaianaSystem.
Logo no título, a banda já manda o papo diretíssimo propondo um questionamento das distintas linguagens urbanas presentes em Salvador – cidade alta ou cidade baixa? Nesse caso, as duas. E a temática segue ecoando pelas 12 faixas que soam ao melhor estilo riddim jamaicano.
Além do dialogar entre si, as músicas também contam com referências sonoras de canções do álbum anterior e até de uma faixa do disco solo do vocalista Russo Passapusso – “Paraíso da Miragem”, de 2015. Isso acaba criando uma atmosfera experimental, em constantes mutações sonoras que proporcionam imersões estéticas distintas, principalmente para os que já estão mais familiarizados com o Baiana e seus projetos paralelos.

Logo na faixa de abertura “Jah Jah Revolta, pt II”, já é possível sentir essa proposta, reforçada logo em seguida por “Bala na Agulha” e mais adiante em “Barra Avenida, pt II” e “Playsson” – primeiro single do disco e única música brasileira a compor a trilha sonora do famoso game Fifa 2016, da EA Sports.
Destaque também para “Lucro: Descomprimindo” e “Azul”. A primeira, talvez minha preferida; uma cúmbia resultado da parceria de Passapusso com Mintcho Garrammone, multiinstrumentista e compositor argentino; já a segunda, uma espécie de mantra instrumental que encerra o disco abaixando as rotações de forma bem harmônica

Seja nos palcos mundo afora, ou puxando o trio elétrico “Navio Pirata” nas avenidas do Carnaval de Salvador, toda essa grande metamorfose musical se transforma em uma verdadeira catarse. Ao vivo, a banda (ou coletivo) sobe um patamar, passando para um status de movimento, em movimento; quase uma ideologia.
E é exatamente em função dessa que, provavelmente é uma das maiores virtudes do BaianaSystem como conjunto musical, que se evidencia o único possível deslize de “Duas Cidades”. É compreensível, mas o disco não consegue transmitir fielmente toda essa explosão sensitiva citada no parágrafo acima.
Talvez esse seja o próximo desafio do Baiana, ou talvez a proposta sempre tenha sido essa, de proporcionar diferentes formatos para produtos distintos. Fato é que toda expectativa gerada por esse lançamento foi atendida e “Duas Cidades” pode, e é muito provável que deve, impulsionar o BaianaSystem além das praças que os caras já conquistaram.
Trackslist:
  1. JAH JAH REVOLTA – Pt 2
  2. BALA NA AGULHA
  3. LUCRO (DESCOMPRIMINDO)
  4. MERCADO
  5. DUAS CIDADES
  6. PLAYSOM
  7. DIA DA CAÇA
  8. CIGANO
  9. PANELA
  10. CALAMATRACA
  11. BARRA AVENIDA – Pt 2
  12. AZUL



                                         Fonte > http://br.nacaodamusica.com/posts/resenha-duas-cidades-2016-baianasystem/

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Invisible Music Lisbon has millions of clicks on YouTube

They make music on the margins of the industry, but not underground. They have thousands - or millions -
of views on YouTube, go to concerts by several countries, but not a biography on the Internet. Route through the suburbs of Lisbon in search of (other) big hits of the moment.

They are young, living on the outskirts of Lisbon, are practically alone music. Many started on the computer at home. The official commercial circuit does not know them. There are tops in sales of large record stores. They function as a sort of parallel music market, but few can live than create. His hits have thousands of views - some into the millions. They work in the neighborhood where they live, only the size of the popularity goes beyond that territory: some do concerts in France, Luxembourg, Switzerland, Spain, Cape Verde, Angola ...
This has been what noted researcher in Urban Studies Antonio Brito Guterres in his TEDx Talk last year, the Invisible City of Lisbon - TED is an organization dedicated to the motto "ideas worth shared", and TEDx is a program locally organized independently with the same spirit.
This intervention can be seen on YouTube, Brito Guterres reviews the changes in the city-center and the formation of the peripheries, marked by internal migration and the immigrations. Tells the story of a teacher from one of the suburbs who wanted to get to know their students through music, but could not find what they heard anywhere (just because they heard was in the circuits that she did not know).
Showing the top 10 of Fnac store, the investigator chose six of the singles of the artists represented there, as David Fonseca or Watermark (on YouTube for several years) to complete that have little more than 100 thousand views. Compared with the data of some rappers singles made in the suburbs, recorded in bedroom closets, sung in Creole and with harsh lyrics about reality, and reached vastly superior numbers: none below 500 thousand, three to beat or overcome million. "I do not know the whole town is normal, now do not know anything on this scale ...", he commented. "An artist who has a million views is an artist here in London, in New York ..." - and everywhere.

NUNO FERREIRA SANTOS
After all, who are these artists who are on the margins of the "current city" have thousands of fans, but not a biography about them is available on the Internet? The singing that makes them so popular? How to manage this popularity unknown to formal industry? Guided by various territories where the music of the "invisible city" is heard loud and clear.
The neighborhood to Cape Verde
The block where the parents live Loreta miram to the castle and the buildings of Sintra - hence the name given to this location, Mira-Sintra. Loreta, who sings mainly in Creole, has videoclips as kills a genius, which appears in guns blazing, next to a blonde woman carrying a shotgun, or others like sta mariado Life, from an Orlando Pantera music, in a more relaxed setting and leisure.
With accounts in Spotify and iTunes, two platforms that make available to the user a vast menu of music, has a legion of followers - on Facebook are more than 17 thousand fans in about 12,000 Instagram, the page of their collective KBA has 26,000 likes and there are videos with over half a million views on YouTube - one of the videos, Nha identity, has had a million.
The founder of KBA, 28 years, two children, moved recently from parents' apartment in the district Foundation D. Pedro IV, but is there to receive us, with the mother to open the door. The population is mostly made up of people rehoused in early 2000, mixing races and ethnic groups - white, Roma, black, african descent.
Loreta started trying to make music at age 11, in the slum where he lived. Experimenting with tape, trying to repeat parts of music he heard. The father plays the accordion and funaná. "I grew up listening to music. I remember being small and my brothers put music of Cape Verde. "
From the 13, with a friend sang at community festivals. They began to make love and to be invited to other parties. They recorded for the first time with the mobile producer and studio musician Primero G, a mini disc - had about 15 or 16 years.
Later he organized with other friends to "join the ends": one bought the microphone, another bought a tower, another bought a screen and set the home studio, which was turning for home each other. The primeiramixtape you created, "for there in 2007 or 2008," nor was it that put it on the Internet. They were about 11 songs and Loreta recalls have been surprised by the invitations to play in other neighborhoods. "We started to believe: the people are like that, too like, we will continue."
Things changed when he met the "Katana" Katana Productions, who had a studio in Odivelas where they recorded their first album in 2013: Since Always Forever. Then came buling, and then Loreta began the solo albums with DMT, Last Hope, and now, Saints and Sinners.
Loreta was community mobilizer, collaborated with the NGO Eye Vivo and the Choices program, the High Commissioner for Migration, worked in the works, but right now is unemployed. The music is not enough to pay the bills. "I have a rented house, only music is impossible to live."
In a traditional store can not buy Loreta music. Previously, went to a factory, was about 500 CD and every show sold 20. "I do not feel that has a work worthy of being on sale in mainstream circuit because it takes money, studio time, more is the quality of the final product have quality enough to spend a radio. "
It was only in 2014 that acted for the first time in Cape Verde. When he arrived at Praia, I had people at the airport waiting to take pictures every step; the street was recognized, the kids approached him in droves. They opened the concert Anselmo Ralph, and were acting in a couple more sites on the island of Santiago. "Always bursting. Tarrafal in the show were two hours to leave the stage. "
Loreta has more than 200 songs that never put on the Internet works "all the time". You think it's popular to have succeeded in giving a version of "XXI century Cable Verdeanness", "easy to understand for anyone who is from Cape Verde and who was born in Europe."
Cape Verdeans son who was born in Portugal but has Portuguese nationality, feels that belongs to a generation of "african-tugas" a "bit without land." Music that is says it is a daily or a reminder, "the journalist's work," things you observe and think you are wrong. "I do not follow a line. I intervene, but I will talk about a great day I had. "It's about rehousing, injustice, police brutality. "The violence and police brutality are the things that most indignant me. This means putting everything in my bag. All white days steal, steal all the black days. You do not see the white backpack kid to be against the wall and searched, but you see this happen to young Africans or of African descent. "From this comes the cops showed me a gun.
But, he says, only "30% to 40%" of the songs speak of the toughest issues. "When we are musicians 100% intervention, we did not become popular, and this makes not everyone can hear our voice. If you can become popular so that when you open your mouth a million people listen to me, then I can intervene. "
Will sing in the Algarve, Porto, Lisbon, has a diverse audience, but thinks "great strength" are young like him, "Cape Verdean descent." Most likes on your Facebook page is Lisbon; Second comes Luanda, after Paris, Beach City ... I was singing several times to Luxembourg and France, Spain, Switzerland, Cape Verde, "house always above average."
There is a side to him that you are not sure of wanting to be part of the industry. "The CD to sell to a larger audience has to flee a bit to what I have done. I had to do more songs in Portuguese, to give to spend a club, and other content, not so raw. "He did not care to have his records in stores like Fnac," of course! ". What you get with views on YouTube "is minimal", "Less than half a cent per view ..."
What was needed to live music? Having someone who agendasse him two concerts per month, at least. "Event organizers still have the back foot by the rap be a street music, banditry, and have not realized that it is a new market to explore and has many followers."
The secret of its popularity is "pretty basic", "Music is when good has its own legs. When you hear a good song, it shows his friend, who shows his friend, and that spreads out. "
Music to enjoy
Mira-Sintra to Vale da Amoreira in Moita, are almost 2:30 a.m. path in public transport, trains. We crossed the bridge over the Tagus car on a sunny morning. The center of Lisbon does not take more than 30 minutes. We went from a town with a population of just over five thousand people to one with about ten thousand, according to official data. Here live mainly Portuguese. There are also Roma and Cape Verdean origin, Angola, Guinea.
Deejay Telio, 19, and their collective We Are Family (SAF) are even a family - the interview will be done in group, one of the courtyards of the buildings in the neighborhood, with Deedz, Dino and Ericsson. The motto of the SAF is: "We put loyalty above all."
Google Tradutor para empresas:Google Toolkit de tradução para appsTradutor de sitesGlobal Market Finder


                                     Fonte>https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/ha-hits-que-passam-ao-lado-dos-tops-oficiais-1732144

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Atração do último show da Concha, BaianaSystem inicia novo ciclo do espaço

Reconhecida como uma das atrações que apontam novas tendências da música brasileira, a BaianaSystem faz parte de um ciclo na história da Concha Acústica. O grupo participou da última apresentação no espaço antes do fechamento para as obras – o especial “Domingão na Concha” com Lenine, Letieres Leite e outras atrações, em dezembro de 2013 – e agora integra a programação do festival “Eu Sou A Concha”, que marca a reinauguração. “Pra gente foi uma honra ter sido convidado porque a gente participou do encerramento que teve vários shows, então ficou aquele gostinho assim de tocar de novo. Também tem toda a importância no histórico pra o que é a Concha, que a gente viu nesse período que ficou fechada, a falta que faz pra cidade como um lugar de médio porte, boa estrutura aura”, afirma Roberto Barreto, guitarrista da banda.
BaianaSystem se apresenta no sábado (14), segundo dia de shows, com a participação de Ney Matogrosso, em uma apresentação inédita, de cerca de 70 minutos, coordenada pelo diretor artístico Elísio Lopes Jr. “Foi uma proposta que de alguma forma partiu da direção do espetáculo, entre os nomes que eles pensavam e teve toda uma consulta pra saber o que é que ele achava, então  da nossa parte, a gente ficou super entusiasmado: ‘Lógico, tem tudo a ver, vai ser ele!’. Pelo que Elísio falou, ele teve a mesma reação, ficou empolgado. Artisticamente, ao longo da carreira dele, ele participa muito de shows com pessoas que estão produzindo na atualidade, então foi uma proposta com aceitação de ambos os lados”, conta o guitarrista.


No show, que ainda está sendo montado, a banda deve apresentar algumas canções do novo álbum “Duas Cidades”, lançado no dia 29 de março, aniversário de Salvador. Além de fazerem parte de duas apresentações marcantes para a história do anfiteatro, os espetáculos também representam fases distintas na carreira do grupo. Em 2013, chegando ao auge do primeiro álbum, lançado em 2010. Quase dois anos e meio depois, a banda volta ao mesmo local já com o trabalho consolidado no cenário de música alternativa. “Tem esse entendimento maior da gente como grupo, como artista, nessa relação com a cidade. Nesse período, a gente teve bastante coisas acontecendo, teve os shows que a gente fez no Pelourinho, teve o último carnaval com momentos bem marcantes, lançamento de disco... Foi bem esse tempo de consolidar isso, formatar isso pra um disco, ter essa relação com o público mais concretizada”, analisa. No festival, a banda pretende apresentar um pouco do novo show, que mostra os experimentos que eles vêm fazendo com uma sonoridade mais madura. O segundo dia de apresentações contará ainda com show de Carlinhos Brown com participação de Lazzo. Na sexta (13), abertura exclusiva só para convidados, terá Maria Bethânia com Margareth Menezes e o espetáculo Kindembu com Ilê Aiyê, Filhos de Gandhy, Cortejo Afro, Male Debalê, Muzenza, Olodum e convidados. O festival chega ao fim no domingo (15) com o reencontro inédito dos Novos Baianos.


                                     Fonte> http://www.bahianoticias.com.br/noticia/190185-atracao-do-ultimo-show-da-concha-baianasystem-inicia-novo-ciclo-do-espaco.html

sexta-feira, 8 de abril de 2016

BaianaSystem discute os êxodos no País com o álbum 'Duas Cidades'


É quase possível sentir a falta de uniformidade das pedras gastas pelo tempo debaixo dos pés. As ladeiras fazem o ar faltar dos pulmões, as pernas doerem, o suor brotar da testa. Com Duas Cidades, o novo disco do BaianaSystem, transpira-se com o ar pesado e quente do Pelourinho, bairro do centro histórico de Salvador, na Bahia. São 12 canções de saborosos encontros entre a guitarra baiana de Roberto Barreto, as batidas ora eletrônicas, ora orgânicas, o baixo de SekoBass grooveando como se caminhasse conosco pelas subidas e descidas do bairro, e a voz de Russo Passapusso, que despeja o cotidiano em frases, versos e gritos. O visual da banda, obra de Filipe Cartaxo, é parte integrante da proposta do BaianaSystem e cresceu e se expandiu com a banda.
O álbum, lançado em formato digital nesta sexta-feira, 8, em sites de música via streaming e download gratuito, é uma continuidade daquilo que se ouviu em BaianaSystem, o primeiro disco do projeto, lançado em 2010, cheio de participações especiais interessantes, como Lucas Santtana, BNegão, entre outros. Há, no novo trabalho, continuações literais. Jah Jah Revolta Parte 2, que abre Duas Cidades, é uma sequência do trabalho anterior e até evoca as batidas dos tambores da antecessora, embora hoje o som do Baiana seja mais intenso e cheio. "Já não estou entendendo, não entendo mais nada / Quem está devendo a risada é a piada", canta (e protesta) Passapusso. O mesmo acontece com Barra Avenida Parte 2, posicionada já no fim do álbum.
Havia uma ferocidade ali, no disco de 2010. Ela ainda está presente, embora surja de uma forma mais lapidada com os anos de experiência nos palcos, sejam eles baianos, de outras cidades do País, e nos Estados Unidos, Japão, China e Europa, e pela produção de Daniel Ganjaman, em mais um trabalho do qual pode orgulhar-se.
Mas não é por acaso que o Pelourinho esteja presente em Duas Cidades. Literalmente, em algumas das letras de Passapusso, ou evocado em um sentimento calorento e suado. O vocalista conta que 70% do que foi produzido e é ouvido no disco nasceu diretamente das apresentações que o grupo fez durante os últimos anos por ali, nas praças Pedro Arcanjo e Tereza Batista. Desde as apresentações por lá no último carnaval, em fevereiro deste ano, o Baiana se retirou dos palcos para organizar as ideias e propostas que surgiram nos últimos seis anos, muitas delas sobre os palcos. "Eram faixas abertas, muitas improvisações", lembra Passapusso. "Mas conseguimos dar um formato que pudesse se encaixar em um disco. Ali está todo o nosso processo de perguntas e respostas a respeito do samba reggae, o que experimentamos em outros projetos e testamos, tudo o que fazíamos no Pelourinho. Pensamos, vamos registrar isso aí."
Foi nesse momento que Ganjaman entrou no projeto definitivamente. O caminho de Passapusso e do produtor já haviam se cruzado antes, quando o vocalista estava trabalhando em seu disco solo, Paraíso da Miragem, lançado em 2014. "Já depois que saiu meu disco, fizemos um show com o Baiana em São Paulo e fomos jantar com o Ganja", lembra Passapusso. "Costuramos os retalhos."
É parte do espírito do BaianaSystem a reconstrução. Ou, como explica Passapusso, a busca de novos significados para cada acorde, batida ou verso. "É como se a gente tirasse um pedaço de uma árvore, para plantar ali do lado, como uma semente, para que outra árvore nasça."
Duas Cidades, o título, é uma referência mais clara a Salvador, à Cidade Alta e à Cidade Baixa, às subidas e descidas do Elevador Lacerda. Há espaço para a análise de Passapusso sobre os êxodos. "Dos grandes e dos pequenos. De gente que sobe a ladeira, de gente que vai até outra cidade para trabalhar. Gente que troca de Estado", explica o vocalista. O êxodo, afinal, é a conexão, a ligação entre as duas cidades, os dois pontos. O encontro da guitarra baiana com a estética eletrônica. "Isso faz parte da experiência da banda."

 Fonte> http://www.dgabc.com.br/Noticia/1939238/baianasystem-discute-os-exodos-no-pais-com-o-album-duas-cidades

quinta-feira, 31 de março de 2016

Caetano Veloso e outros artistas "saem" em defesa do governo

O apoio dos artistas foi divulgado através de um manifesto em defesa da democracia no Brasil, contestando o processo de destituição de Dilma Rousseff.

O grupo de artistas entrou num vídeo do Todos Pela Democracia, grupo que se posiciona também contra o processo de destituição da Presidente.
"No meio de tanta complicação, de tanta coisa para interpretar, de tantas novidades difíceis de metabolizar, uma coisa deve ficar certa dentro de nós, defender o que conquistamos com muita dificuldade, a democracia", disse Caetano Veloso.

fonte> http://www.tsf.pt/internacional/interior/caetano-veloso-e-outros-artistas-saem-em-defesa-do-governo-5104033.html

quarta-feira, 30 de março de 2016

Música de Salvador ganha novos horizontes com disco da banda Baiana System

Ainda é cedo para falar em "clássico" ou em "revolução", mas Duas cidades, novo disco da Baiana System, já pode ser considerado o principal álbum da música da Bahia lançado nos últimos anos. Quem vê vídeos de performances do grupo no carnaval de Salvador em 2016 pode confirmar que aquele som é poderoso e já provou que tem um amplo alcance, além de esbanjar originalidade. Todas as faixas estão disponíveis para audição no Deezer e a partir do dia 8 de abril serão lançadas em outras plataformas, como Spotify, iTunes, Apple Music e YouTube. A data de lançamento do CD físico ainda não foi confirmada.

A Baiana System diferencia-se por conseguir sintetizar a pluralidade da cultura de Salvador sem separações ou rivalidades preconceituosas. No som do grupo, é possível identificar influências internacionais de hip hop, rock e reggae (dub, ragga, dancehall), mas também referências diretas da música soteropolitana, como o samba-reggae, a percussão tribal e a "guitarra baiana".

Os convidados que colaboram nas faixas ilustram essa quebra de barreiras. Entre os percussionistas participantes estão Márcio Victor (da banda Psirico, cantor do sucesso Lepo Lepo) e Japa (da Timbalada). O pernambucano Siba toca rabeca na música instrumental Cigano (com um clima de Academia da Berlinda). O guitarrista argentino Mintcho Garrammone colabora com a cúmbia Lucro (Descomprimindo). O samba de roda é representado pelas vozes das Ganhadeiras de Itapuã no coro da canção Panela. A produção é do tecladista paulistano Daniel Ganja Man, que recentemente dirigiu o show em homenagem a Tim Maia ao lado de Ivete Sangalo e Criolo.

Tocada por Roberto Barreto, que já foi guitarrista da Timbalada, a "guitarra baiana" é um dos principais eixos da sonoridade do Baiana System. O instrumento musical é uma espécie de bandolim elétrico ou uma miniatura da guitarra elétrica (está para a guitarra assim como o cavaquinho está para o violão), mas também se refere a uma forma de tocar e a toda uma estética tropical desenvolvida por músicos como Dodô, Osmar, Armandinho, Luiz Caldas e Pepeu Gomes. Esse resgate demonstra que a nova geração da música baiana não nega o próprio passado cultural. A presença dos metais também evoca a energia carnavcalesca. Quando tocou no carnaval do Recife em 2011, no festival Rec Beat, a Baiana System foi classificada por um jornalista como uma banda de "axé experimental". A guitarra baiana, por sinal, também sempre foi bastante utilizada nos frevos criados para o formato de trio elétrico.

O vocalista da Baiana System é Russo Passapusso, que já lançou um disco solo e também participa do grupo Bemba Trio. Tanto na forma de falar quanto no jeito contagiante de cantar e comandar o público com gestualidade, ele revela-se um líder nato, com um carisma que lembra Chico Science.

Com letras recheadas de posicionamentos políticos, ironia e reflexões urbanísticas, mas também ricas em gírias e sugestões de imagens do cotidiano popular, as canções transmitem sentimentos de alegria, com o espírito de festa como prioridade, em uma reafirmação de como uma coisa não impede a outra. É entretenimento com alto teor crítico.

A Baiana System já havia lançado um disco independente, mas Duas cidades foi gravado com uma produção mais elaborada e deve fazer a banda estourar nacionalmente. Em Salvador, o crescente sucesso do grupo já virou polêmica, pois parte do público que os segue desde o início da carreira já começou a estranhar a quantidade (e a diversidade) de gente presente nos shows, realizados em locais cada vez maiores (alguns com ingressos mais caros). A banda, entretanto, nunca traiu as raízes e tem procurado conciliar diferentes formatos de apresentação.

Mais do que uma banda, a Baiana System representa um fenômeno de reformulação de comportamentos em uma cidade onde a axé music encontra-se em crise de valores e cada vez mais restrita ao período do carnaval.
fONTE> http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2016/03/30/internas_viver,635691/musica-de-salvador-ganha-novos-horizontes-com-disco-da-banda-baiana-sy.shtml

terça-feira, 29 de março de 2016

With engaged lyrics, BaianaSystem launches second album on Tuesday

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Com letras engajadas, BaianaSystem lança segundo disco nesta terça

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quarta-feira, 9 de março de 2016

Baiana System é única banda brasileira na trilha do 'Fifa 16'

Parte das músicas está disponível para os fãs em um serviço de streaming. 
Música 'Playsom' é a única do Brasil na relação de 41 músicas divulgadas.


O jogo de simulação de futebol Fifa 16 terá na trilha sonora a música "PlaySom", da banda Baiana System, de acordo com anúncio feito pela Eletronic Arts, produtora do game, feito na quinta-feira (10). Parte da lista de músicas do jogo já está disponível para os fãs no serviço de streaming Spotify.

A música Playsom é a única brasileira na relação de 41 músicas, tocadas por vários artistas ao redor do mundo, como Beck, Disclosure, Icona Pop, Kygo, Years & Years. Mais 40 músicas estarão disponíveis quando o jogo for lançado, no dia 22 de setembro

O Executivo de Música e Marketing da Eletronic Arts, Steve Schnurn, disse, por meio de nota, que a trilha vai permitir que os jogadores descubram novas músicas. “Artistas da Noruega, Portugal, Reino Unido, Brasil e outros países fazem mais do que apenas melhorar um grande jogo. O Fifa 16 representa a música globalizada, que reflete os fãs que temos ao redor do mundo todo”, afirmou.
A letra de "PlaySom" é assinada por Russo Passapusso e a percussão tem participação do músico Márcio Vitor, da banda "Psirico". Roberto Barreto comanda a guitarra baiana e, no baixo, SecoBass.




 fonte > http://g1.globo.com/bahia/musica/noticia/2015/09/baiana-system-e-unica-banda-brasileira-na-trilha-do-fifa-16-ouca.html

sábado, 26 de dezembro de 2015

BaianaSystem – O último show do ano da maior banda do ano!

O som da BaianaSystem já não é mais novidade há algum tempo, embora, a cada show, a reação do público seja digna de quem se depara pela 1ª vez com uma “porrada” sonora, basta ver as feições de espanto e os espasmos de euforia em meio a multidão.
O grupo idealizado por Betinho Barreto e comandado por Russo Passapusso fez seu último show de 2015 no sábado, 19/12, na já tradicional Praça Tereza Batista, no Pelourinho. Como foi a tônica de quase todos os shows do grupo em Salvador neste ano, os ingressos se esgotaram com mais de 24 horas de antecedência. Em meio a – muitos – cambistas, que revendem os ingressos por valores entre 2 e 3 vezes maiores que o preço original (30 reais), mais uma vez, o local ficou completamente lotado para a saideira do grupo que melhor representou o “calor” – com todas as interpretações que o termo pode carregar – da música baiana em 2015. Aliás, 2015 que foi, sem sombra de dúvidas, O ANO para a banda que reinventou a guitarra baiana e, consequentemente, a forma de se fazer música em um Estado que dispensa apresentações quando o assunto é qualidade e inovação na música popular brasileira.
Só para citar 2 dos vários feitos do grupo em 2015, no inicio do ano, no carnaval de Salvador, a banda arrastou uma multidão recorde atrás do seu “navio pirata”, como é conhecido o trio elétrico do grupo, e fez um espetáculo memorável, sendo uma das apresentações de maior destaque de todo o carnaval soteropolitano. Carnaval este que, é sempre bom lembrar, apesar dos problemas, é a maior festa do mundo! Ainda, no 2º semestre, teve o seu mais novo sucesso, “Playsom”, incluso na trilha sonora de um dos jogos mais vendidos do mundo, o FIFA 16.
BaianaSystem - Foto: reprodução Instagram
BaianaSystem – Foto: reprodução Instagram
Como já é de praxe, a BaianaSystem levouuma convidada para dividir o palco. Durante o ano, o grupo contou com convidados de peso como Curumin, Flora Matos, B Negão, Rico Dalasam, Bule Bule, Márcio Vitor (Psirico) e KarolKonka, todos os nomes bastante conhecidos na nova cena musical brasileira. Epara se despedir de 2015, a escolhida foi uma das maiores cantoras do país, Margareth Menezes, ou melhor, Maga, como é chamada pelos fãs, com toda sua energia e voz que arrepiaram qualquer alma viva presente nos arredores do evento.
Dentre as diversas canções que Maga e Russo entoaram juntos, o ponto alto ficou por conta da música “Faraó Divindade do Egito” que foi gravada originalmente pelo Olodum em 1987, mas que também ficou bastante conhecida na voz de Margareth Menezes. Neste momento, uma explosão de vozes e pulos emergiu e provocou uma das cenas mais sensacionais e eufóricas da noite, anunciando o que já estava bastante claro: já é verão na Bahia e ele será mais “quente” e musical do que nunca! Viva!
Para completar a noite, o rapper Vandal também marcou presença e deu o seu sempre bem dado recado, mostrando a vitalidade do rap soteropolitano. E claro, não poderia faltar, como também já é tradicional em todos os shows, o duelo das duas músicas da banda que competem pelo título da canção que mais faz os milhares de aficionados cantarem a plenos pulmões e pular como se não houvesse amanhã: Terapia e Playsom. Como diria Caetano, foi chuva, suor e cerveja, ainda que a chuva tenha sido só de boas energias!
Vale destacar a frase que Margareth Menezes falou ao subir ao palco e que representa bem todo o turbilhão de significados que a BaianaSystem trouxe para a música brasileira: “Muitos acham que vocês são contra a corrente, mas na verdade vocês já são a corrente inteira”. E é exatamente isso, o grupo que começou com os membros do Ministério Público e do BembaTrio, que era “alternativo” e pouco conhecido, que fazia shows no Passeio Público para espectadores seletos, tornou-se um banda com bagagem e qualidade para, sem falsa modéstia, bater no peito e vestir a faixa que lhe é mais do que merecida: a melhor banda do ano!
Que 2016 venha movido há mais mil decibéis e que muitos brasileiros possam ter o privilégio que nós soteropolitanos já temos.

   fonte > http://cabinecultural.com/2015/12/21/baianasystem-o-ultimo-show-do-ano-da-maior-banda-do-ano/

domingo, 29 de novembro de 2015

Ensaios da Timbalada será no primeiro domingo de dezembro (06/12),

Ensaio da Timbalada

Museu du Ritmo
domingo, 06/12
A estreia da nova temporada de Ensaios da Timbalada será no primeiro domingo de dezembro (06/12), no Museu du Ritmo, com aquele balanço que só os timbaleiros sabem mandar!

A temática da vez é ‘Sinta a Timbalada’, levando a nação timbaleira a buscar entre suas inesquecíveis memórias com a banda, aquela que ativa os sentidos e traz as sensações mais memoráveis, seja o cheiro do Museu, uma imagem, uma música, um sabor ou o toque dos corpos pintados com a famosa tinta branca.

Show 
Ensaios da Timbalada
Atrações
Timbalada e convidados
Quando
Domingo, 6 de dezembro, a partir das 18h
Onde
Museu du Ritmo – Salvador
Ingressos
Valor não informado
Onde comprar
Balcões de Ingressos


   fonte> http://www.clicoupartiu.com.br/shows/ensaios-da-timbalada-museu-du-ritmo-salvador/

BaianaSystem no Pelourinho

BaianaSystem no Pelourinho

Praça Tereza Batista
sábado, 12/12
Já que em Salvador tá todo mundo viciado em show de BaianaSystem, a gente tem boas notícias pra vocês: os caras não vão ficar de moleza e vai ter mais show, mais groove e mais vibe agora em dezembro, pra fazer a cabeça de todos que colarem lá pelas bandas do Pelourinho.

Então anote na agenda porque no dia 12 de dezembro (sábado), a partir das 21h, tem show do BaianaSystem no Pelourinho, na Praça Tereza Batista, pra tirar a cara da galera que fica na abstinência esperando ansiosamente pela próxima dose.

Prepara o espírito, dá uma calibrada na mente e vamo nessa, porque Russo Passapusso vai comandar mais um show com o repertório daquele jeitão BaianaSystem de ser, uma mistura de sons e experimentos que produziram pedradas como ‘Terapia‘ e ‘Playsom‘, músicas genuinamente baianas e incrivelmente universais.

Show
BaianaSystem
Quando
Sábado, 12 de dezembro, a partir das 21h
Onde
Praça Tereza Batista – Pelourinho – Salvador
Ingressos
Valores ainda não divulgados
Onde comprar
Loja Orig Skate Shop (Rua João Gomes, 87, loja 14), Rio Vermelho



     fonte> http://www.clicoupartiu.com.br/shows/baianasystem-pelourinho-2015-agenda-salvador/

BaianaSystem e Karol Conka fazem show no Pelourinho em dezembro

O Largo Pedro Archanjo recebe, no dia 13 de dezembro, o show da BaianaSystem e da curitibana Karol Conka. O grupo baiano tem influências do sound system em sua música e ganha um espaço cada vez maior no cenário musical, sob o comando de Russo Passapusso. Karol foi um dos grandes destaques do rap nacional nos últimos anos, indicada ao prêmio "aposta", no VMB 2011, e vencedora da categoria "revelação", no Prêmio Multishow 2013. Os dois já se apresentaram juntos no Oi Futuro, no Rio de Janeiro, neste mês. Os ingressos para o evento custam R$ 30 e serão vendidos na Ticketmix. Ainda não há outras informações.


   fonte> http://www.bahianoticias.com.br/cultura/noticia/19295-baianasystem-e-karol-conka-fazem-show-no-pelourinho-em-dezembro.html

Salvador will have 12 days of Carnival in 2016

Folia terá Mais atrações e LOCAIS de Realização
Sem Próximo ano, o Carnaval de Salvador Tera 12 dias. Segundo a prefeitura, ISSO possibilitará Mais Participação popular, com Maior Número de atrações e LOCAIS de Realização. O tema da fetsa Sera: "Vem curtir a rua". Os Detalhes da Programação were anunciados cabelo prefeito ACM Neto. Dentre como novidades preparadas POR Meio da Saltur (Empresa Salvador Turismo) estao OS dez dias de Duração da festa ea antecipação da abertura Oficial para uma quarta-feira, 3 de fevereiro. Contando com o pré-Carnaval Que acontecerá Nos dias 30 e 31 de janeiro, na Barra, uma folia Passa a ter 12 dias.
Acontece Às 18h do dia 3 de fevereiro em uma cerimónia realizada na Praça Municipal Ser, nenhum Centro Histórico, com a Participação de grupos de Diversas MATRIZes Culturais CARNAVALESCAS. A Uma retrospectiva Apresentação Fara fazer Carnaval em Salvador, Levando ao Público Representações Que Lembram como Primeiras batucadas, Passando Pelas fanfarras e Chegando Ao trio elétrico. Dentre como atrações estao Uma grande banda com 150 Músicos fantasiados, Baterias percussivas, Grupos de Mascarados e pierrôs, microtrio de Fred Menendez, microtrio de Ivan HUOL, grupos de Capoeira, bonecões do Pelourinho, As Ganhadeiras de Itapuã, a Orquestra de Pandeiros e trio elétrico com o cantor Saulo Fernandes puxando a folia.
Tambem não dia 3 de fevereiro, o Circuito Sérgio Bezerra - entre o Farol da Barra EO Morro do Cristo - Garante Uma Programação diversificada PARA O folião pipoca. São 25 bandas de Chão Que se apresentam no circuito, a Partir das 16h.
Circuitos Tradicionais - Os Dias Entre 4 e 9 de fevereiro, Circuitos OS Dodô (Barra / Ondina), Osmar (Campo Grande) e Batatinha (Pelourinho) seguem Programação Definida cabelo Comcar (Conselho Municipal do Carnaval). A novidade Esse ano that E OS Circuitos Dodô e Osmar Serao Abertos Diariamente com atrações direcionadas Ao pipoca folião. Além Disso, Os blocos desfilam that nenhuma Centro voltarão a Fazer o contrafluxo na rua Carlos Gomes.
Na quinta-feira (4 de fevereiro), o Circuito Osmar (Campo Grande) recebe Desfiles de agremiações de Entidades dedicadas Ao samba e SUAS expressões. O also recebe local o Furdunço na sexta-feira (5 de fevereiro). O cortejo seguirá Até um praça Castro Alves, a Partir das 15h. Mais uma novidade Acontece no domingo (7 de fevereiro), com o Pôr do Sol na Castro Alves, that terá hum mostrar da turma do BaianaSystem e Convidados, como 16h30.
Espaços Novos - Além dos Quatro Circuitos Tradicionais (Dodô, Osmar, Batatinha e Sérgio Bezerra), mais tres São oficializados parágrafo 2016. O Circuito Riachão comprises o Trecho percorrido Pela Mudança do Garcia, Que vai fazer Garcia Até um Passarela Nelson Maleiro, no Campo Grande. Já o Circuito Orlando Tapajós comprises uma avenida Oceânica, não Trecho Entre o Clube Espanhol EO Largo do Farol da Barra, e receberá o pré-Carnaval na Barra, com o Fuzuê EO Furdunço. O Nordeste de Amaralina E Palco do Circuito Mestre Bimba, Que vai da Rua do Norte à rua do Sítio Caruano.

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Bairros - Além dos Circuitos Oficiais de Carnaval, nove bairros e Três ilhas recebem, faça Sábado a terça-feira (6 a 9), um total de 240 de Apresentações de Diferentes Estilos musicais. Antes de dos espectáculos, Acontece hum bailinho infantil, a Partir das 16h. Entre como atrações Gratuitas estao Saulo, Margareth Menezes, BaianaSystem, Chiclete, Igor Kannário, Armandinho, Babado Novo, Daniela Mercury, Psirico, Edcity, Eva, Carla Visi, Sarajane, Banda Mel, Edu Casanova, Gerônimo, Carlos Pita, Virgílio, O Quadro, Will Carvalho e Araketu.
Em Cajazeiras, mostras OS acontecem no Campo da PRONAICA em Cajazeiras X. Sem bairro de Periperi, um Ser Praça da Revolução vai festejar o local de Pará de Encontro como atrações. Em Itapuã, uma folia Será, sem Centro de Atividade do Parque Metropolitano Lagoas e Dunas do Abaeté. Na Liberdade, mostras OS acontecem na Praça Nelson Mandela, em Frente ao Plano Inclinado. A Boca do Rio recebe o Carnaval no Parque Poliesportivo e, em Plataforma, Sera Realizado na Praça 15 de Abril.
Em São Caetano, o palco Será, montado na Praça Reitor Miguel Calmon. O bairro de Pau da Lima sediará OS eventos na Praça NS Auxiliadora. Já não Nordeste de Amaralina uma festa Acontece no Circuito Mestre Bimba. Como Ilhas dos Frades, de Maré e Bom Jesus dos Passos also recebem Muita música Durante o Carnaval. De Todos os LOCAIS Terao atrações das 19h partir de 3h.
Palcos Temáticos - Salvador terá also Três palcos Temáticos: o Palco do Rock, that Ficara sem Jardim de Alah, 3h das 19h AS; o Terreiro do Samba, Que Será montado na Praça da Cruz Caída, e recebe atrações das 9h à 0h; e, Pela Primeira Vez, o Largo do Santo Antônio Além do Carmo Entra na Programação com o Palco Multicultural, that reunirá bandas de Diferentes Estilos Como hip hop, reggae e arrocha, das 18h à 0h.
A folia na capital de baiana contará AINDA Espaços com Cinco. Uma das Estreias E o Beco das Cores, voltado parágrafo O Público LGBT e that contará com DJ na esquina da Rua Dias D'Ávila com uma avenida Oceânica, na Barra, that funcionará das 19h a 0h, nos Intervalos de dos blocos. Outra novidade E o Novo Espaço em Ondina, voltado parágrafo PESSOAS com Deficiência. A Vila Gastronômica, Que fez Sucesso na Barra na edição de 2015, volta não also Próximo ano em Outro locais: na rua Nossa Senhora de Fátima (ao Lado do Isba), em Ondina.
Para Pequenos os, a Vila Infantil Será, Montada Novamente no Campo Grande. O Desfile de Fantasia de Luxo e Originalidade Será, Realizado em 2016 na Praça Castro Alves, nenhum dia 8 de fevereiro, a Partir das 19h. A Arena DJs se transformará em Torre Eletrônica e Continuarà Funcionando sem Farol da Barra, de 0h a 3h, Sendo that na madrugada da Quarta-feira de Cinzas prosseguirá Até o tradicional arrastão.



Atrativos Demais - Além da Decoração tradicionais, O Carnaval de Salvador 2016 also contará com Uma Decoração monumental, a Instalada sor em Pontos emblemáticos da Cidade, Como uma praça Castro Alves EO Largo do Farol da Barra. Já o Observatório da Discriminação Racial terá Atuação ampliada nsa Circuitos Dodô e Osmar, Além do Carnaval de Bairros. Os foliões com Deficiência poderão aproveitar a folia em Espaços adaptados no Campo Grande, Piedade e Ondina. A arquibancada do Campo Grande also Será, mantida Para Que O Público POSSA Assistir e curtir a festa com Conforto.
fonte> http://noticias.r7.com/bahia/salvador-tera-12-dias-de-carnaval-em-2016-25112015
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