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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

BaianaSystem não será vetada do Carnaval, garante prefeito de Salvador

ACM Neto comentou na tarde deste domingo sobre o possível veto ao grupo BaianaSystem pelo Conselho Municipal do Carnaval (Comcar) –  a banda foi ameaçada de ser retirada do Carnaval após puxar gritos de “Fora, Temer” no circuito Campo Grande nessa sexta-feira. O prefeito afirmou via comunicado que não haverá qualquer tipo de punição. “Baianasystem ajudou a gente a começar o Furdunço e, por mim, a atração continua. Tanto o grupo quanto Léo Santanna foram muito fortes e badalados no Furdunço deste ano e arrastaram uma multidão que não era esperada. Nesse sentido vamos continuar com eles e vamos dar estrutura maior no Furdunço do próximo ano”, escreveu.
O prefeito ainda fez uma avaliação parcial positiva do Carnaval 2017, principalmente quanto à aceitação das mudanças trazidas para a folia neste ano. “A avaliação que faço da festa até o momento é muito positiva. As novidades que trouxemos estão muito bem avaliadas pelo público, a exemplo do palco na Barra, da terça-feira de ‘esquenta’, da abertura do Carnaval com um grande baile na Praça Municipal, o encontro de trios realizado anteontem. A gente tem sentido que esse Carnaval está mais tranquilo, as pessoas estão na rua com muita alegria, muita festa, e isso é muito bom. Claro que a gente só pode comemorar na Quarta-feira de Cinzas, mas o balanço é muito positivo”, afirmou.
Ele também apontou a importância de ter mais atrações para o folião pipoca. “Da nossa parte não existe preconceito contra blocos. Eles geram empregos assim como os camarotes e isso não pode parar. No entanto, vimos que essa quantidade de atrações sem cordas trazem cada vez mais as pessoas à rua. Esse movimento não existia até 2013. Hoje são mais de 300 apresentações gratuitas e, graças a Deus, estão sendo feitas pela Prefeitura.”
Quanto sua preferência como música do Carnaval de 2017, o prefeito saiu pela tangente. “Está muito confuso este ano, tem Léo Santanna com três canções estouradas, tem Bell, Psirico, Cláudia Leitte, então vou ficar em cima do muro”, finalizou.

                                                   FONTE> http://glamurama.uol.com.br/baianasystem-nao-sera-vetada-do-carnaval-garante-prefeito-de-salvador/

sábado, 10 de dezembro de 2016

Fãs de Baiana System aguardam estreia do grupo: 'é diferente'

Banda se apresenta pela primeira vez no Festival de Verão, neste sábado.
Público enaltece mistura de ritmos

A estreia da banda Baiana System, comandada pelo vocalista Russo Passapusso, é aguardada pelos admiradores da mistura de sons do grupo, na primeira noite do Festival de Verão 2016. A banda é o última da grade deste sábado (10) a se apresentar, com entrada no palco prevista já no domingo (11), às 0h45.
André Olivieri veio para a festa junto com o irmão, Lucas, e o amigo Tercio Augusto. Eles vestem a camisa da banda, literalmente, com o símbolo que se tornou marca do grupo. "O público da banda está crescendo muito. Gosto muito da estética do Baiana e da mistura de ritmos", define André, que chegou à festa por volta das 21h, para também assistir ao show do Planet Hemp.
A banda, única de raiz soteropolitana na programação deste sábado no palco principal, mescla ritmos como o techno, passa pelo sound system jamaicano, até chegar ao pop.

"O ritmo deles é diferente de qualquer coisa que existe", explica o estudante Rafael Menezes, que se diz fanático pelo grupo. Ele veio para o show na Arena Fonte Nova junto com a amiga Tâmara Naiobe, e usaram máscaras com símbolos da banda. "Sou fã mesmo de Natiruts, mas também vim curtir Baiana", diz ela.
Rute Santos de Jesus e a amiga Paloma Andrade chegaram cedo, por volta das 16h, mas também aguardam de maneira especial o último show da noite.
Eu curto Baiana pelo ritmo e as letras. Eu vou pela ideologia da banda, pela mensagem e pela energia deles", define Rute.
Paloma só lamenta ter que ir embora mais cedo do que esperava e não ter condições de chegar até o final da apresentação: "Queria assistir Baiana, mas vou ter que ir embora porque roubaram meu celular. Uma pessoa passou e puxou", conta.

                                                               Fonte> http://gshow.globo.com/Rede-Bahia/Festival-de-Verao-2016/noticia/2016/12/fas-de-baiana-system-aguardam-estreia-do-grupo-e-diferente.html

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

'A gente foge de rótulos', diz cantor da BaianaSystem antes de show

Banda estreia no Festival de Inverno na noite deste sábado (28). 
'Somos uma complementação da música universal', diz vocalista.
Última atração da segunda noite do Festival de Inverno, a banda BaianaSystem concedeu entrevista coletiva à imprensa momentos antes de subir no palco e fazer a estreia na festa, que está na 12ª edição. Vocalista do grupo, o cantor Russo Passapusso aproveitou o novo espaço para afirmar que a banda não nasceu para resignificar a música baiana, a exemplo da Axé Musi

A gente foge dos rótulos. Somos uma complementação da música universal. Temos inspirações dentro de algo que já se faz", garantiu o cantor. Neste sentido, o cantor afirma que a música feita pelo grupo soteropolitano é resultado da experimentação.
"Você vê uma festa de largo, as pessoas tocam reggae, tocam pagode, tocam arrocha e tocam reggae de novo. Há uma fusão muito grande. O fio da meada é você ter o interesse", detalha a mistura que inspira as canções da BaianaSystem. Para o show desta noite, ele prometeu uma apresentação vibrante, "próxima do público", concluiu.

                                                           Fonte> http://gshow.globo.com/Rede-Bahia/Festival-de-Inverno-2016/noticia/2016/08/gente-foge-de-rotulos-diz-cantor-da-baianasystem-antes-de-show.html

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Jaloo se une a Céu, Boogarins e BaianaSystem no Coquetel Molotov 2016

Músico paraense é conhecido por mesclar tecnobrega e música eletrônica, além de remixes de hits do pop internacional
O paraense Jaloo, expoente da combinação entre música eletrônica e tecnobrega, é mais uma atração confirmada no Festival No Ar Coquetel Molotov, que ocorre no dia 22 de outubro, no Recife. Ele se junta à cantora paulistana Céu, à banda BaianaSystem e ao Boogarins, já escalados para o evento. O festival, conhecido por explorar novos nomes da cena musical e sonoridades experimentais, terá 12 horas de shows nacionais e internacionais.

Confira o roteiro de shows no Divirta-se

Jaloo apresenta na capital pernambucana o álbum #1, seu disco de estreia, lançado em outubro do ano passado. Com elementos do pop, idie, tecnobrega e da e-music, o trabalho envolve estética cênica e visual responsáveis pela transformação de Jaime - o paraense nascido em Castanhal, distante uma hora e meia da capital Belém - em Jaloo. O nome do disco, segundo declarado em entrevistas pelo músico, tem relação direta com a estreia no mercado fonográfico. A hashtag antes do número universaliza a mensagem. 

O paraense, hoje radicado em São Paulo, ganhou visibilidade nas redes sociais ao publicar remixes de hits do pop e rock internacionais - Beyoncé, Amy Winehouse, Donna Summer, entre outros, ganharam versões assinadas por Jaloo nos últimos anos. Um cover de Oblivion, da canadense Grimes, está no primeiro EP de Jaloo, Insight (2014). Em #1, 12 faixas mesclam referências nacionais e estrangeiras em composições e arranjos autorais, incluindo A cidade#1 e Ah! Dor!.


                                          Fonte> http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2016/08/23/internas_viver,661306/jaloo-se-une-a-ceu-boogarins-e-baianasystem-no-coquetel-molotov-2016.shtml

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Natiruts, BaianaSystem e Saulo fazem show no Wet'n Wild, em Salvador

Banda brasiliense lança novo trabalho no evento, que será dia 13 agosto.
Ingressos custam R$ 70, R$ 110 e R$ 150 e já estão à venda.


A banda de reggae Natiruts lança o DVD "Natiruts Reggae Brasil" no sábado (13), em Salvador. Parte do novo trabalho do grupo brasiliense foi gravado na capital baiana em 2015. O registro também foi feito no Rio de Janeiro.
O DVD contou com a participação de grandes nomes da música nacional, como Esdon Gomes, Ivete Sangalo e Gilberto Gil. O repertório do show conta com canções de sucesso do ritmo, como  “Nayambing Blues” (Sine Calmon), “Me Namora” (Edu Ribeiro), “Vamos Fugir” (Gilberto Gil), “Perdido de Amor” (Edson Gomes), “Desenho de Deus” (Armandinho), “Com Certeza” (Planta & Raiz), além de canções já conhecidas do público do Natiruts.
O cantor Saulo e o grupo BaianaSystem também se apresentam no evento. Os portões serão abertos às 21h. Os ingressos custam R$ 70 (pista), R$ 110 (área vip) e R$ 150 (área vip) e podem ser adquiridos na Line Bilheteria, localizada no segundo piso do Shopping da Bahia, por meio dosite da loja.
SERVIÇO
O quê: Lançamento DVD Natiruts
Quando: 13 de agosto (sábado)
Horário: Abertura dos portões 21h
Onde: Wet’n Wild
Atrações: Natiruts, Saulo e Baiana System
Ingressos:  Pista: R$ 70 | Área Vip: R$ 110 | Camarote: R$ 150
Ponto de venda: Line Bilheteria, localizada no segundo piso do Shopping da Bahia, ou através do site www.linebilheteria.com.br.
Classificação: 16 anos
*Valores podem sofrer alterações a qualquer momento sem aviso prévio

                                     Fonte> http://g1.globo.com/bahia/musica/noticia/2016/08/natiruts-baianasystem-e-saulo-fazem-show-no-wetn-wild-em-salvador.html

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Céu, Baianasystem e Boogarins confirmados na edição 2016 do Coquetel Molotov

Evento será realizado em outubro, com maratona de shows nacionais e internacionais e intervenções artísticas


A cantora paulistana Céu, os baianos da Baianasystem e a banda goiana Boogarins são os primeiros nomes confirmados para a edição deste ano do Festival No Ar Coquetel Molotov, que ocorre no dia 22 de outubro. O festival, conhecido por explorar novos nomes da cena musical e sonoridades experimentais, terá 12 horas de shows nacionais e internacionais. 

Confira o roteiro de shows no Divirta-se

Céu vem trabalhando o disco Tropix, lançado em março passado e marcado pelo flerte da MPB com a disco music, dos vocais influenciados pela música latina com os arranjos eletrônicos. Boogarins, que lançou Manual ou guia livre de dissolução dos sonhos no segundo semestre do ano passado, traz rock psicodélico ao palco do Coquetel. Enquanto a Baianasystem apresenta o recém-lançado Duas cidades, produzido por Daniel Ganjaman, álbum de Playsom, uma de suas músicas mais conhecidas e trilha sonora do game Fifa 2016.  

Além da maratona musical, o Coquetel Molotov terá intervenções artísticas sob curadoria do pernambucano Aslan Cabral, e, ainda, feira com produtos dos segmentos de moda e design, comandada por Nestor Mádenes. No primeiro lote oficial de vendas - a pré-venda promocional teve dois lotes esgotados -, os ingressos custam R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia-entrada) e R + 1kg de alimento não perecível (social), à venda no site Sympla.



                                         Fonte> http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2016/08/03/internas_viver,658361/ceu-baianasystem-e-boogarins-confirmados-na-edicao-2016-do-coquetel-m.shtml

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Juliana Paes curte show de BaianaSystem com amigas em Salvador

Atriz está em Salvador para as gravações de 'Dona Flor - O Filme'
A atriz Juliana Paes está em Salvador desde a semana passada gravando 'Dona Flor - O Filme'. A morena aproveitou uma folga na noite de sábado (16) para curtir o show da banda BaianaSystem, no Barra Hall.
Em uma foto postada nas redes sociais, Juliana aparece ao lado da esposa de Marcelo Faria, seu parceiro no filme, e de outras amigas. Usando um shortinho curto e uma blusa amarela, a atriz deixou à mostra suas pernas super malhadas.
Recentemente, Marcelo Faria postou algumas fotos dos bastidores do filme e, em uma delas, ele aparece ao lado de Juliana. "Cenário natural. Escola de culinária Sabor e Arte", escreveu na legenda. A atriz, por sua vez, postou uma imagem do amanhecer em uma das praias da cidade e disse: "será que o nascer do Sol na Bahia é mais bonito?". O ator Leandro Hassum também participa do filme.

Fonte > http://www.correio24horas.com.br/single-entretenimento/noticia/juliana-paes-curte-show-de-baianasystem-com-amigas-em-salvador/?cHash=637dae2a256ae1db17f070cdbf0b8833

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Festival 'The backlands will turn Art' will BaianaSystem in Bahiab

This is the 3rd edition of the event, held in the city of Araci, 3 and 4.
free concert will be on Sunday (5), in the main city square; check it.

The Baiana System band will free concert at the 3rd Festival "The Hinterland will turn art", which takes place in the city of Araci, 211 kilometers from Salvador, in the Sisal Territory. The event will be next weekend, 4th and 5th of June, and the band's performance will be on Sunday (5) in the main square of the city. The show will open with Accordion Orchestra, the band I came from Bike and Alisson Menezes, from 18h.

The program on Saturday (4) will be at the Cultural Center of the city, from 19h, with the presentations of the band local Fife, the Icaraso theater group, and Daniel Gomez and guests with a pocket show.
Also on Saturday there will be the launch of the book "Ancestry and music in Quixabeira" writer Sandro Santana on the musical movement Quixabeira.
The idea of the Festival is to bring to the public a number of productions, local, regional and capital. The event, which had the first editions in April and May, and had shows of Scambo band, orchestra Santo Antonio and Juliana Ribeiro, Sertanilia, Val Macambira, the Mono band and Sergio Magno.



                                                           Fonte> http://g1.globo.com/bahia/noticia/2016/05/festival-o-sertao-vai-virar-arte-tera-baianasystem-no-interior-da-bahia.html

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Band "Baiana System" presents a new ax

movement leader 'reinvents' rhythm, group releases new album in São Paulo

For some time the ax does not say "play the hand to the top and take the foot off the floor." With the loss of the rhythm space, which established the Carnival of Salvador from 1980 to genres such as backcountry and funk, the Bahian popular music had to reinvent.
Then came bands such as the Bahian System, first a prominent name in the underground after a commercial phenomenon in the state, which already strides out of it. In the coming days 27 and 28, the group released his second album, "Two Cities" in Sao Paulo.
The album will be presented in the taproom the SESC Pompeia, with the participation of Siba Pernambuco (which last year was awarded the album "De Loose Ball", at Multishow). No show of Bahian News on Concha Acoustics they invited Ney Matogrosso.
"There have been looking to the musical production of the Southeast, Recife, Para ... In Bahia, a lot has been going on for some time, but everything was very diluted. Now, is gaining attention, "says Roberto Barreto, who conceived the project, who plays guitar in the band Bahia.
The instrument, created by the legendary duo Dodo and Osmar in the 1940s and responsible for creating the electric trio, guides the group's work and earn dub bases and groove, dialoguing with electronics, Jamaican and Caribbean music.
"We started with the idea of ​​doing a job directly related to the Bahian guitar, inserting it into another universe, not necessarily the Carnival", he explains. In practice, however, the world of revelry was decisive.
The band parades at the party since its inception in 2009, but for a few years attracted small groups, mostly made up of revelers like "weirdos", angry with abadá culture.
On Wednesday (18), crowd scenes behind the "Pirate Ship" -like was baptized the electric trio group- impress the public engagement in a kind of ecstasy with the powerful sound of the band.
The trio says Barreto, is for Baiana System a great sound system improvised sound -system in street parties, popularized in Jamaica in the 1950s.
new industry
Besides the guitarist and the constant collaboration of DJs, in the group vocalist and composer Russian Passapusso the SekoBass bassist and illustrator and designer Filipe Cartaxo, responsible for the visual identity and the mask distributed at concerts, design aesthetic symbol.
Already popularized in the mainstream of Salvador, while remaining independent, the Bahia heads a movement trying to reframe the Bahian music industry, which can no longer be sustained in the ax. Names like Orkestra Rumpilezz, Manuela Rodrigues and Marcia Castro follow the flow.
It also reflects a new moment of Carnival of the capital, where ropes and abadás beloved give more space to independent trios. "Gradually, Carnival had to change. There began to be the questioning of the public space in the party and the loss of freedom in the name of the market. "
The second disc, Roberto believes that the band is more mature. "The first [released in 2010] was an outline of ideas, produced almost homely way," he recalls. "In the 'Two Cities', there is the opposite of what usually happens: we were already on the road playing music and synthesize it to disk, from the result that we live."

                                                      Fonte>http://www.folhape.com.br/cultura/2016/5/banda-baiana-system-apresenta-um-novo-axe-0243.html

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Coletivo BaianaSystem chega ao segundo disco pronto para expandir seus ritmos pelo país

Muito além dos abadás berrantes, das coreografias duvidosas e da alegria ensaiada, algo de novo está acontecendo na cena pop de Salvador. Surgido em 2009 com a pretensão assumida de “modernizar o passado amplificando as tradições populares”, o coletivo BaianaSystem chega ao segundo disco pronto para seduzir corações, mentes e quadris da metade meridional do país. Você já ouviu esse papo de unir regional com universal antes com Chico Science, mas Duas Cidades se difere do mangue beat pela origem, pelas matrizes empregadas para atingir seu intento e por introduzir no menu sonoro nacional o “bahia bass”.
O BaianaSystem é um dos expoentes desse movimento, estética, gênero ou seja lá o que for, criado para ressignificar a música urbana soteropolitana. Como os sound sys­tems jamaicanos nos quais se inspira, a configuração do grupo gira em torno de Roberto Barreto (guitarra), Russo Passapusso (vocais) e SekoBass (baixo). Os demais integrantes variam conforme a ocasião, incluindo percussionistas, DJs e produtores. Essa combinação acaba resultando em um som livre para beber de qualquer fonte de qualquer lugar de qualquer época, desde que seja dançante.

As duas músicas que precederam o lançamento do álbum – o reggae nervoso Playsom e a cumbia Lucro (Descomprimindo) – dão uma noção do banquete que aguarda o ouvinte. Aqui e ali, em doses generosas ou pin­celadas sutis, aparecem frevo, kuduro, pagode, samba-reg­gae, ijexá e ritmos afro-latinos, embalados por letras em sua maioria políticas e batidões de levantar defunto. É tanta informação que fica até difícil apontar algum destaque. Por enquanto, as frenéticas Calamatraca e Bala na Agulha despontam como favoritas. Nada impede, porém, que essa lista mude na próxima audição de Duas Cidades.

Clube punk-brega
Produzido via financiamento coletivo, Wanclub desenterra e rearranja pepitas do repertório de Wander Wildner. Para satisfação da posteridade, clássicos dos Replicantes (antiga banda do bardo punk-brega) como Astronauta e Surfista Calhordaforam mantidos quase irretocáveis – o mesmo não se pode dizer de Sandina, que ganhou uma roupagem tosca no mau sentido. De sua carreira solo, Eu Não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro e Um Lugar do Caralho funcionam sempre, não importa a releitura. A versão física conta com 14 faixas e a digital traz seis a mais (incluindo a inédita Colonos em Chamas), disponíveis também para download àqueles que ajudaram a bancar o disco.


              Fonte> http://dc.clicrbs.com.br/sc/entretenimento/noticia/2016/04/coletivo-baianasystem-chega-ao-segundo-disco-pronto-para-expandir-seus-ritmos-pelo-pais-5754799.html

BaianaSystem faz trilha-sonora para a Salvador do século XXI

Uma possível trilha-sonora da Salvador dos anos 2000. Dessa cidade que, embora cenário de muita exploração, continua resistente, vigorosa. Se ressignifica, se mistura e se impõe no mundo. E por tudo isso gera tantos movimentos, sobretudo na música, fonte e produto da inspiração.  É nesse contexto que o álbum Duas Cidades, do BaianaSystem, aparece inserido como uma das forças sonoras de um lugar em transformação permanente.
Essa espécie de dialética soteropolitana, que resulta das enormes desigualdades sociais e dos mitos sobre a cidade, é evidenciada no trabalho da banda. O próprio título representa isso. Ideias-clichês que reinaram nos últimos 20 anos, como a da capital da felicidade e do axé, não têm espaço aqui. No entanto, não é uma obra excludente, pelo contrário, expande as referências a partir de um olhar apurado e crítico da complexa realidade.
Como diz  BNegão no texto de apresentação: "Dentro das frestas da selva de concreto e aço brotam novas raízes, de uma espécie soteropolitana ainda não estudada".
Duas Cidades tem doze faixas e foi lançado na última terça, apenas no Deezer, e estará disponível para venda nas lojas e em outras plataformas digitais no dia 8 de abril. Sucessor da obra homônima à banda, o disco tem produção musical de Daniel Ganjaman e conta com participações de instrumentistas baianos, como Rowney Scott, Ícaro Sá, Marcelo Galter, Junix, Cassio Nobre, Márcio Victor, além de Siba e das Ganhadeiras de Itapuã.
No som que amplifica o discurso consistente, a mistura feita por Robertinho Barreto, Russo Passapusso e Marcelo Seco é extensa. Uma atitude estética que bebe de alguns dos principais movimentos de outrora da música brasileira -  cujo exemplo fundador é a Tropicália de Gilberto Gil e Caetano Veloso, atualizado nos anos 1990 com o manguebeat, em Recife.
Assim, em Duas Cidades, as referências sonoras da cultura popular da Bahia, como  ijexá, os afoxés, samba-reggae, pagode, guitarra baiana, samba chula, entre outros ritmos, são agregadas nos arranjos a uma base em produção contínua, marca do sound system, e a gêneros de fora do país, a exemplo do ragga, dub e reggae. Esse conjunto, aliado à entoação quase falada das letras diretas e contundentes de Russo, torna-se um som com forte singularidade.
Logo na primeira faixa, Jah Jah Revolta, Pt.2, essas características já ficam audíveis. Gravada no Dubstereo, grupo anterior de Russo, e depois no primeiro trabalho da banda, a música ganha nova parte que tem uma interessante combinação do teclado de Marcelo Galter com o saxofone de Rowney Scott, ambos convidados. O riff de guitarra com potência de refrão e a letra também ganham novos contornos que somam.
A sensação de (re)conhecimento das faixas é recorrente em Duas Cidades. E não é só impressão. De fato, essas canções já vêm sendo trabalhadas pela banda. Por exemplo, os versos especulação imobiliária / e o petróleo em alto mar / subiu o prédio eu ouço vaia (...) lucro, máquina de louco, de Lucro (Descomprimindo), são cantados em coro há, pelo menos, três anos por multidões que pulam e dançam arrebatadas pela performance  do Baiana em shows e carnavais. A faixa alterna ritmos latinos e ijexá.
Em Dia da Caça, os vocais do refrão sacode, vai ver se pode (...)  são divididos entre Russo e As Ganhadeiras de Itapuã. Com passagens de samba-chula, a música tem a interação da viola machete de Cassio Nobre com a guitarra baiana, uma conexão Recôncavo-Salvador. Na letra, o caos da vida urbana.
Já na instrumental Cigano, ocorre outro diálogo, dessa vez com a rabeca do pernambucano Siba, enquanto em Playsom, que entrou na trilha do jogo Fifa em 2015, o vocalista do Psirico, Márcio Victor, faz a percussão.
Em Duas Cidades, a aproximação entre  show e discografia é consumada de uma vez por todas. Se no primeiro trabalho a sintonia com a performance ao vivo  ainda era frágil, agora ocorre o avesso. É um álbum que surge das ruas de Salvador para o Brasil, como uma das principais obras produzidas nessa terra nos últimos anos.


                                 Fonte> http://atarde.uol.com.br/cultura/musica/noticias/1760026-baianasystem-faz-trilha-sonora-para-a-salvador-do-seculo-xxi

quinta-feira, 31 de março de 2016

Caetano Veloso e outros artistas "saem" em defesa do governo

O apoio dos artistas foi divulgado através de um manifesto em defesa da democracia no Brasil, contestando o processo de destituição de Dilma Rousseff.

O grupo de artistas entrou num vídeo do Todos Pela Democracia, grupo que se posiciona também contra o processo de destituição da Presidente.
"No meio de tanta complicação, de tanta coisa para interpretar, de tantas novidades difíceis de metabolizar, uma coisa deve ficar certa dentro de nós, defender o que conquistamos com muita dificuldade, a democracia", disse Caetano Veloso.

fonte> http://www.tsf.pt/internacional/interior/caetano-veloso-e-outros-artistas-saem-em-defesa-do-governo-5104033.html

terça-feira, 22 de março de 2016

Atrás da máscara

Carnaval de Salvador, 2016.
- É o Psirico? - pergunta a foliã carioca.
- É o Chiclete? - quer saber
o amigo paulista.
- NÃO, É O BAIANA SYSTEM, MEU PAI - grita, empolgado, o ambulante que lhes atendia, saindo correndo em direção àquela massa, deixando seu isopor de Schin ao deus-dará.
Há muitos anos não se via tamanha sintonia entre banda e multidão. Não no Carnaval de Salvador. Não com uma banda que não toca nas rádios, mas que tem absolutamente todas as suas músicas cantadas em uníssono por essa mesma multidão que arrastou em fevereiro.
Este mês, o Baiana System está lançando Duas Cidades, o segundo disco de uma carreira de seis anos, inúmeros shows pelos quatro cantos do mundo, incluindo Dinamarca, Rússia, França, Estados Unidos, carnavais e muita história para contar.
E, para contá-la, voltemos uma parte dessa história no tempo. Jamaica, 1970.
Com a tecnologia, os DJs jamaicanos, além de tocar os sucessos do rock and roll e rhythm'n'blues que chegavam à ilha, passaram a poder modificá-los, tirando a voz e mandando as suas próprias mensagens em cima daquela base musical. Eles improvisaram e animaram as festas com a mesma música por horas, tudo isso com apenas caixas de som e uma equalização cheia de graves. Era o sound system.
"O lance do grave é que, além de ouvir, a pessoa também o sente", destaca Russo Passapusso, cantor e compositor do Baiana System. Nascido em Senhor do Bonfim, Roosevelt (o Russo vem da variação que seu nome foi ganhando) cresceu ouvindo forró e também os  violeiros que tocavam Fagner, os tecladistas que tocavam arrocha e o jegue que tocava a clássica lambada "Ui piti piti": "Penduravam as caixas de som nele e os foliões iam ao redor. Era o Jegue Elétrico", lembra Russo.
Aos 14, foi morar em Salvador e, perdido na capital, fez do total desconhecimento o seu aliado para descobrir a cidade: "Eu ia pra tudo: Russo, vamos pro pagode? Vamos. Vamos pro rock? Vamos. Vamos pro reggae? Vamos". Nessa fartura de histórias e ritmos, conheceu músicos e DJs, como Dudu Caribe e Raiz, o grafiteiro MFR, o francês D'France, e, trocando experiências e se aprofundando em vinis jamaicanos, descobriram a cultura sound system. Empolgados com essa ferramenta, juntos, compraram um equipamento e o batizaram de Ministério Público, entrando com ele nas periferias de Salvador. "Mas a gente não ia lá para que a cidade nos conhecesse. A gente ia pra que a gente conhecesse a cidade". 
Na mesma época, o guitarrista Roberto Barreto conhecia o mundo excursionando com sua banda, Lampirônicos, quando um fato começou a chamar a sua atenção: "Tinha um momento do show em que eu usava a guitarra baiana e via que as pessoas ficavam fascinadas, querendo saber que instrumento era aquele".
Com o fim das atividades da banda, ele começou a produzir programas para a Rádio Educadora, como o Rádio África e No Balanço do Reggae. Em sua pesquisa, descobriu a música do Congo, Angola, Jamaica.  Com o baixista Seco, passou a compor, colocando aquele pequeno grande instrumento inventado por Armando Macedo nas bases rítmicas que ia encontrando. Depois, ia gravando as primeiras ideias e mandando para o irmão, o designer Filipe Cartaxo, trabalhar a partir delas.
Desde essas composições iniciais, aliás, nenhuma imagem na banda é gratuita. Todos os vídeos, cenários, cartazes e Instagram têm um propósito. Para a foto que ilustra a abertura desta reportagem, por exemplo, eles fizeram questão de que fosse com a máscara, elemento distribuído nos shows e responsável pela forte identidade criada entre o Baiana System e seu público. Nesse ponto, fica a impressão de que o rigor no controle da imagem atrapalha a naturalidade com que a banda seria vista por outros olhos.
Buscando referências em Salvador, Barreto chegou ao Ministério Público e a Russo Passapusso. Foi o encontro do subgrave do sound system com o superagudo da guitarra baiana. O primeiro disco homônimo foi lançado em 2010. Guitarra, baixo, voz, bateria eletrônica e imagem. A primeira informação sobre a banda era de que se tratava de uma espécie de releitura do axé. "Não deixa de ser. É isso, é mais que isso e é também o que as pessoas acharem que é", diz Barreto.
A simbiose com o público é forte. As pessoas fazem parte da criação, usam a mesma máscara e inspiram os músicos no palco, contagiando quem estiver naquele perímetro sonoro e visual. Cada apresentação é uma experiência única. 
"Desde que vi pela primeira vez, saquei um borogodó forte ali. Os shows evocam (boas) sensações primitivas na galera, e os momentos de catarse coletiva são diversos. Ir a um show deles é estar disposto à entrega", diz o ilustrador Zeca Forehead. Na página feita pelos seguidores no Facebook, uma das perguntas mais frequentes é: "Alguém sabe quando vai ter show?"
Do jegue ao navio pirata
Há quem diga que o Baiana System está fora do dito esquema mercadológico, porém esqueceram de avisar isso ao público, que lota todos os shows. Alguns fãs mais antigos até acham que a banda está mais comercial. "Nada contra quererem alcançar diferentes perfis de público, mas isso não me agrada tanto", critica a fotógrafa Sandra Travassos. Apesar disso, no terceiro ano do trio elétrico Navio Pirata, uma multidão foi às ruas neste Carnaval. 
Fato é que o BS criou o seu próprio mercado, alimentando os seus seguidores com músicas, vídeos, fotos ou máscaras, constituindo, no decorrer desses anos, uma base sólida de fãs que aconteceu por meio do natural e eficaz boca a boca.
Para a estudante Clara Sena, não foi amor à primeira vista: "Uma amiga me mostrou e eu não tinha gostado, até que ela me convenceu a ir vê-los ao vivo e desde então eu fiquei encantada. Vou a todos os shows que posso, e em um deles eu ainda conheci meu namorado". Passapusso adverte: "Quem conhece ao vivo e depois ouve o disco, às vezes, se decepciona, pois estamos sempre mudando, que é o princípio do sound system". Roberto completa: "Há também o inverso. O cara conhece o disco e, quando vai ao show, fica chocado, está tudo diferente".
Essa liberdade permitiu que a banda, no início da carreira, em 2010, fizesse uma turnê pela China e pelo Japão com apenas seis músicas no repertório. "A primeira vez que vi um show foi em 2011", lembra o DJ Edbrass Brasil, "de lá para cá, cresceram muito como banda ao vivo. O resultado em disco ainda não pintou, mas tem tudo para acontecer, com as novas parcerias".
Depois de "quando vai ter show?", a outra pergunta que aparece nas redes é: "Alguém sabe quando sai o disco novo?".  A resposta: o upload começa a ser feito dia 22, terça-feira. Esta semana já poderá ser escutado, por enquanto apenas nas plataformas digitais da banda - Spotify, iTunes e Soundcloud. Eles tocam em maio, em São Paulo. Em Salvador, ainda não têm data nem comentam sobre a agenda.
Intitulado Duas Cidades, a ideia era gravar apenas em São Paulo. Por isso, Barreto, Seco, Passapusso, Cartaxo e o produtor Daniel Ganjaman (Otto, Crioulo, Nação Zumbi) foram para um sítio na serra paulista, onde ficaram por um mês. Ao fim do processo, sentiram que faltava algo no disco, principalmente para uma banda chamada Baiana System: faltava a Bahia.
Voltaram a Salvador e convidaram uma série de músicos, como o percussionista Márcio Victor, o pianista Marcelo Galter, o guitarrista Junix, o pernambucano Siba (voltando a tocar rabeca) e As Ganhadeiras de Itapuã. Sobre essa última parceria, o regente Amadeu Alves comenta: "Criou-se uma ponte entre a voz de raiz das lavadeiras do Abaeté com uma banda ligada a elementos tecnológicos. Eles buscam o futuro, mas também as raízes. E é isso que dá potência a um trabalho. Raiz é legado".
Duas Cidades, ouvido pela Muito, traz 12 faixas que trafegam na linha tênue entre o pop e o conceitual, com melodias facilmente absorvidas na primeira audição, mas sem soar apelativo. A essência continua: reggae, dub, rock, pagode, o peso do grave com o agudo, a percussão com a batida eletrônica e as intervenções vocálicas de Russo, fazendo da voz quase um tambor, tudo está ali. Nesse(s) ritmo(s), o Navio Pirata 2017 pode arrastar ainda mais gente, mostrando que atrás do Baiana System só não vai quem já morreu.
>> A ênfase do espírito original
Desde sempre - seja nos anos 80, nos anos 90 ou 2000 -  o underground baiano repeliu tudo o que tivesse características da chamada axé music. Bandas de rock pipocavam pela cidade, mas, como diz  o produtor Nestor Madrid, ele ficava assustado com o fato de não enxergar "coqueiros" nessas bandas.
Pelo que se vê a partir do Baiana System, essa realidade mudou. Para o músico Jorge Dubman, baterista do I.F.Á. Afrobeat, outro forte nome desse novo cenário,  "a queda financeira e produtiva do axé fez todos os olhares se voltarem para essa cena. Ela está cada vez mais forte, com várias influências, sotaques e experimentações". Ele cita Kalu, O Quadro (Ilhéus), Daganja, Rafa Dias, Pali OJC, Complexo Ragga (Vitória da Conquista), Rumpilezz, Dão...
O jornalista e DJ Luciano Matos vai além. Para ele, o fato de a indústria do axé entrar em decadência fez com que tudo aquilo que ela representava deixasse de ser algo nefasto. "A música afro, a tônica na percussão, falar do Carnaval, usar guitarra baiana, pensar em ser grande... Isso era o diabo para esse universo mais 'alternativo' e hoje não é mais", avalia.
Para ele, novos artistas já nasceram sem esse preconceito, da mesma forma que veteranos passaram a não se preocupar com isso, mesmo no rock. Luciano acrescenta à lista de Dubman os nomes de Mauro Telefunksoul,  Bahia Bass, Som Peba, Attooxxa, Lord Breu, Funfun Dúdú, Trad, Tabuleiro Musiquim, Suinga e Giovani Cidreira. A lista é grande e, pelo visto, não vai parar de crescer.
>> Duas cidades
O upload começa dia 22/3. Esta semana, o disco já poderá ser escutado nas plataformas digitais da banda - Spotify, iTunes e Soundcloud




Fonte> http://www.atarde.uol.com.br/muito/noticias/1756277-atras-da-mascara

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Bate-Pronto: Integrantes da BaianaSystem ganham camisas do Bahia, mas recusam foto durante o Carnaval Veja mais em: http://www.correio24horas.com.br/single-esporte/noticia/bate-pronto-mpf-arquiva-processos-contra-alexi-portela-e-carlos-falcao/?cHash=ed1de1e49d91097b563d9522b4c24ca5 Correio da Bahia

99% presidente e aquele 1% jornalista
O presidente Marcelo Sant’Ana ainda tem aquele 1% de jornalista correndo nas veias. Na semana passada, o dirigente decidiu tornar público um problema entre Bahia e Fonte Nova. Com isso, fez com que o torcedor pressionasse a administração do estádio, que congelou o aumento do preço dos alimentos e bebidas previsto para o jogo contra o Flamengo de Guanambi. 

Não foi a primeira vez que o presidente usou a imprensa a seu favor. No ano passado, Marcelo convocou uma entrevista coletiva para criticar a Fonte Nova e anunciou que o Bahia iria mandar os jogos em Pituaçu. Menos de 24 horas depois do comunicado, o estádio cedeu à pressão. O dirigente já sabe como conseguir tudo o que quer...

BaianaSystem
A banda BaianaSystem deu uma de estrela durante o Carnaval. Assim como aconteceu com outros artistas, os integrantes da banda que são tricolores foram presenteados com camisas do Bahia e deveriam tirar uma foto com o uniforme para que fosse divulgada nas redes sociais do clube. Ao saberem que Wesley Safadão, Tays Reis, vocalista da banda Vingadora, entre outros, posaram com a camisa, eles se recusaram a participar da ação "por não ter o mesmo tipo de público desses artistas". É mole? 

Em contrapartida, Tuca Fernandes e Cláudia Leitte fizeram questão de demonstrar o amor espontaneamente. O cantor posou com a camisa para o CORREIO e a loira cantou o hino na avenida. Em tempo: Gilberto Gil, cujo público não parece ser o mesmo da Metralhadora, posou.

Após a publicação desta coluna, o Esporte Clube Bahia enviou o comunicado abaixo:
"Além de não terem prometido que tirariam a fotografia, os integrantes da BaianaSystem garantiram que pretendem realizar uma 'ação maior', em breve, aproveitando algum momento importante do clube. Além disso, lembram que já fizeram apresentações usando a camisa do Bahia, em São Paulo, e já fizeram postagens com o escudo tricolor no formato do conteúdo gráfico da banda". 
No início da noite desta segunda (15), o guitarrista Beto Barreto, da banda BaianaSystem, também se posicionou:
"Baiana minha Porra!!! Esse post feito algumas vezes de maneira espontânea em nossas redes sociais, brincando com o já mítico BBMP e usando imagens nossas como referência, trouxe esse espírito de brincadeiras do futebol e mostraram nossa ligação livre e direta com o time. Fomos presenteados durante o carnaval com camisas comemorativas do Bahia, o que nos deixou muito honrados e felizes, mas em nenhum momento foi exigido ou sugerido qualquer tipo ação ou contrapartida. Um presente do marketing do clube para torcedores, onde se demonstra uma simpatia mútua (...) Jamais fizemos restrições a tipos de público ou artistas; apenas nos posicionamos artisticamente sobre como devemos conduzir nossa carreira, e isso se traduz unica e exclusivamente em nossas ações artísticas".


Veja mais em: http://www.correio24horas.com.br/single-esporte/noticia/bate-pronto-mpf-arquiva-processos-contra-alexi-portela-e-carlos-falcao/?cHash=ed1de1e49d91097b563d9522b4c24ca5 Correio da Bahia

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

BaianaSystem arrasta multidão em show na Praça Castro Alves Veja mais em: http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/baianasystem-arrasta-multidao-em-show-na-praca-castro-alves/?cHash=ceb3fd3b9e6c35703557434f0f7f8bf7 Correio da Bahia

Quem foi hoje (7) para a Praça Castro Alves, por volta das 17h, pôde vivenciar um momento único - muito diferente do 'trá-trá-trá' (trecho da música Paredão Metralhadora, que tem grande potencial para ser a Música do Carnaval) característico dos circuitos tradicionais da folia. É que a banda BaianaSystem, uma das sensações do Carnaval de Salvador, arrastou milhares de pessoas – entre jovens, adolescentes, crianças e até idosos - da Praça Castro Alves até a Casa D’Itália, no Campo Grande.

O pôr do sol embalou a passagem da banda, que se inspira no sistema de som jamaicano e tem forte influência eletrônica. Os graves potentes e o groove característico da BaianaSystem se juntam também à guitarra baiana. Formada por Robertinho Barreto (guitarra), Russo Passapusso (vocal), SecoBass (baixo), JapaSystem e Ícaro Sá (percussão) e DJ João Meirelles, a banda baiana se apresentou pela terceira vez no Carnaval – já havia tocado na Avenida, na sexta, e em Cajazeiras (no Carnaval nos Bairros), ontem.
A bordo do Navio Pirata, seu minitrio estilizado, a BaianaSystem voltou ao Centro da cidade neste domingo para animar o pôr do sol da pipoca. De cima do Navio, os artistas fizeram um show inédito e com convidados especiais - a cantora Margareth Menezes e o cantor e compositor de hip hop BNegão. “Seguimos agradecendo sempre a oportunidade de, através da música, fazer o bem sem olhar a quem”, disse o cantor Russo Passapusso.

O público vibrou e cantou todos os sucessos da banda, como Terapia, Ubarana Amaralina, Playsom e Descompromindo. “Gosto deles desde o início, quando tocavam de graça no Pelô. O som dos caras é muito bom”, afirma a publicitária Fernanda Conceição, de 25 anos. Já o folião Ubirajá Barroso, 46, não parava de pular. Ele estava acompanhado da filha Isabela, 11, e da esposa Vivian, 44. “Essa guitarra baiana é a cara da Bahia e é maravilhosa. Já conhecíamos a Baiana, tínhamos acompanhado eles no ano passado, e achamos o trabalho deles diferente de tudo”, conta.
E se Fernanda já tinha marcado o show na sua agenda há algum tempo, muita gente conheceu a BaianaSystem ali mesmo, no meio da folia. Foi o caso do gráfico Gerônimo Araújo, 56, que resolveu acompanhar o trio desde a Praça Castro Alves. “Achei legal. É uma música bem diferente e o cortejo é mais tranquilo, mas tudo muito animado”, ressalta. A estudante Mônica Conceição, 20, levou a filha para pular Carnaval de odalisca, no Pelô, e foi parar atrás do Navio Pirata da banda. “Não conhecíamos antes, mas estamos curtindo. Eles misturam todos os ritmos e cantam com o coração”.   


O presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington, destacou que a participação do grupo no Carnaval foi um momento especial, não só apenas pela vista do fim do dia na Baía de Todos os Santos, como também por ser um inusitado encontro musical. “Vi de perto as apresentações do Baiana System durante o Carnaval e é incrível a forma como eles contagiam a multidão”, disse Edington. A Saltur patrocinou o cortejo.







                                                  Fonte>  http://www.correio24horas.com.br/single-carnaval/noticia/baianasystem-arrasta-multidao-em-show-na-praca-castro-alves/?cHash=ceb3fd3b9e6c35703557434f0f7f8bf7

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Baiana System arrasta multidão no Furdunço

Os graves potentes e o groove característico do Baiana System soaram forte no Campo Grande (Circuito Osmar) no fim da tarde desta sexta-feira, 5. Com uma hora e meia de antecedência, o grupo desfilou arrastando jovens, adolescentes, crianças e até idosos, que não ficaram ilesos à guitarra baiana, instrumento resgatado nas composições da banda, que possui também forte influência eletrônica e defende um carnaval sem cordas.
O cineasta Paulo Hermida, de 40 anos, levou o filho para a festa. Para ele, a trupe liderada por Russo Passapusso representa a renovação da música local. "É um resgate e ao mesmo tempo é muito contemporâneo", afirmou.
A estudante Kenia Mattos, 19, explicou que, entre as atrações da banda, está o público diverso e "tranquilo". Já a engenheira agrônoma Eloísa Rosa, 53, elogiou "a pegada social" das canções.


                                                      Fonte> http://atarde.uol.com.br/carnaval/noticias/1745183-baiana-system-arrasta-multidao-no-furdunco

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Carnaval 2016, de Salvador custará R$ 50 milhões e terá 197 atrações gratuitas

Patrocinadores custeiam maior parte dos recursos, segundo prefeitura.
Festa na capital baiana começa no sábado (30), com pré-carnaval.


O carnaval em Salvador terá R$ 50 milhões em gastos neste ano, com mais da metade a partir de financiamento privado. De acordo com a prefeitura, são R$ 35 milhões de investimentos captados com patrocinadores: uma cervejaria, uma empresa de água de coco, uma companhia aérea e um banco. Os detalhes foram apresentados em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (28),

A prefeitura detalhou que os recursos totais estimados em R$ 50 milhões pagam tanto os valores cobrados pelas atrações musicais, quanto os serviços empenhados – a exemplo de limpeza e transporte. A administração informou que irá detalhar toda a estrutura disponível para o evento em nova coletiva de imprensa na próxima segunda-feira (1º).
São 4 milhões gastos em atrações pela prefeitura e outros R$ 1,3 milhões em apoio a mais de 50 entidades, incluindo as de matriz africana, afoxé, reggae, hip hop e samba. Serão 80 trios e minitrios contratados para a folia, que irão proporcionar 197 apresentações sem cordas. “Estamos mostrando esse caráter democrático e participativo do Carnaval de Salvadorx”, disse o prefeito ACM Neto.
A festa começa no sábado (30) e domingo (31), com Fuzuê e Furdunço, na Barra. O pré-carnaval contará com atrações como Batifun, Adão Negro e Baiana System. A festa volta com abertura oficial do carnaval, na quarta-feira (3), com apresentações que pretendem levar o público a uma retrospectiva do carnaval ao longo dos anos. O cantor Carlinhos Brown abrirá o cortejo com a banda Lateral Elétrica, cantando antigos frevos e marchinhas de carnaval. Mais 14 atrações seguem animando a festa, que será fechada com trio de Saulo Fernandes.
A folia segue até a terça-feira, 9 de fevereiro, com os circuitos oficiais e outras atividades previstas no entorno da folia. Entre as atrações extras, estão a torre eletrônica, voltada para fãs da música eletrônica, que será instalada no Farol da Barra, e funciona de 0h à 3h, de sexta a terça-feira, e desfile de fantasia, na Praça Castro Alves, marcado para segunda-feira (8), às 19h.
Também haverá música eletrônica no Beco das Cores, que tocará nos intervalos dos trios, na Avenida Oceânica, ao lado do camarote da prefeitura, de sexta a terça, das 19h à 0h. Os fãs da banda BaianaSystem ainda irão poder curtir um por do sol com show da banda, na Praça Castro Alves, no fim da tarde de domingo.


                                                             Fonte >   http://g1.globo.com/bahia/carnaval/2016/noticia/2016/01/carnaval-de-salvador-custara-r-50-milhoes-e-tera-197-atracoes-gratuitas.html