This is default featured slide 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

link 2

Mostrando postagens com marcador baiana system. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador baiana system. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Porão do rock e show de Alceu Valença estão entre os destaques da semana

Zambujo e Roberta Sá
Com repertório do ídolo da MPB Chico Buarque, o show do português Antônio Zambujo, acompanhado da cantora brasileira de samba e MPB Roberta de Sá promete muitas emoções. No Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Eixo Monumental), domingo, às 19h. Ingressos a partir de R$ 80 (meia-entrada) e R$ 160 (inteira). Não recomendado para menores de 14 anos.

Fogo dos anos 70
O músico Alceu Valença está chegando à cidade com o show Anjo de fogo. No repertório, o público pode contar com o melhor das interpretações da década de 1970, entre elas AgalopadoPapagaio do futuroEspelho cristalino, Táxi lunar e Anjo de fogo. A apresentação será nesta quinta-feira, às 21h, na Área Lounge do Estádio Nacional (Eixo Monumental; 98170-0736). A entrada custa R$ 55 (pista) e R$ 90 (Front Star), os valores são referentes à meia-entrada. Não recomendado para menores de 14 anos.

Rock no porão
O maior festival de rock da capital está chegando. O Porão do Rock 2017 será realizado no sábado, no estacionamento do Estádio Nacional (Eixo Monumental), a partir das 15h. Entre as atrações, o público poderá curtir Elza Soares, Sepultura, Baiana System, Braza, Black Alien, Krisiun, Ego Kill Talent, Alf Sá, Alarmes, ARD, Black Pantera, Dark Avenger, Deceivers, Dona Cislene, Eminence, Finger Fingerr, Rocca Vegas, The Grindful Dead, Toro, Water Rats, Agressivo Pau Pôdi, Eufohria, Lupa, Maria Sabina & a Pêia, Mofo e O Tarot. A entrada está por R$ 20 (meia-entrada). Não recomendado para menores de 16 anos.

Cinema de fora
Os interessados em filmes internacionais poderão aproveitar a programação desta semana: a Mostra de cinema dominicano, que ocorre no Cine Brasília(106/107 Sul; 3244-1660) e no Instituto Cervantes (707/907 Sul, Bl. D), começa nesta quinta-feira, às 20h30, e vai até o domingo. A entrada é franca. No CCBB (SCES Tc. 2 lt 2), os filmes exibidos fazem parte da mostra Espectros da diáspora, com curtas, médias e longas-metragens do cineasta ganês-britânico John Akomfrah. A mostra começa nesta terça, às 19h30, e vai até o dia 10 de dezembro. Os ingressos custam R$ 5 (meia-entrada) e R$ 10 (inteira). Verifique a classificação indicativa dos filmes.

Reunião das divas
Brasília recebe, neste sábado, o encontro das drag queens mais influentes na cena LGBT do país. Pabllo Vittar, Gloria Groove, Lia Clark, Aretuza Lovi e Mulher Pepita se reúnem para apresentação na Net live Brasília (Setor de Hotéis de Turismo Norte, Tc. 2). O show ocorre a partir das 21h, e os ingressos custam R$ 70 (meia-entrada) e R$ 140 (inteira). Não recomendado para menores de 18 anos.

Conversa entre amigos
A companhia mineira de teatro Grupo Galpão faz oito apresentações do espetáculo dirigido pelo dramaturgo Márcio Abreu, Nós, que mostra uma conversa entre sete pessoas ao preparar a última refeição. A peça não é recomendada para menores de 16 anos e explora temas do mundo moderno, como a violência, a intolerância e a diversidade. Os ingressos custam R$ 10 (meia-entrada) e as sessões do espetáculo acontecem no Teatro da Caixa (SBS Q. 4 lt. 3/4), a partir desta semana, nas sextas, às 20h, nos sábados, às 17h e às 20h, e nos domingos, às 19h, até o dia 3 de dezembro.

História trágica
O ator Luis Lobianco representa vários personagens na peça Gisberta, para contar a história de uma brasileira morta e torturada por 14 adolescentes na cidade de Porto, em Portugal. Gisberta foi vítima de transfobia e sua morte trágica não teve muita repercussão no Brasil. A peça será encenada no CCBB (SCES, tr 2, lt 22), a partir de quinta e vai até 10 de dezembro, sempre de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h. Não é recomendada para menores de 14 anos e os ingressos custam R$ 10 (meia-entrada

                                       Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/11/20/interna_diversao_arte,642021/o-que-fazer-em-brasilia.shtml

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

BaianaSystem faz show hoje no palco Sunset do Rock in Rio

Grupo sobe ao palco às 16h30 e recebe a cantora angolona Titica
Responsável por bons
momentos no primeiro final de semana do Rock in Rio, o palco Sunset terá sotaque baiano na continuação do evento carioca. Hoje, às 16h30, a banda BaianaSystem faz sua estreia no festival  num show que deve render bons momentos. Os baianos recebem a cantora trans angolana Titica, nome de destaque do kuduro e ícone da contracultura africana, com a qual acabaram de lançar o single Capim Guiné. O trabalho também conta com participação de Margareth Menezes e vai estar no repertório da apresentação.
“Capim Guiné tem cheiro de mato que liga a Bahia a Angola. Tem a força da certeza de que multiplicados, somos mais fortes, temos um norte, um guia. E somos aqui mais uma vez guiados pela música, que trouxe até nós Titica, cantora angolana com o poder de quebrar as fronteiras e chegar bem perto do nosso canto. Que trouxe também a força da natureza que é a voz de Margareth Menezes, fazendo ecoar um sopro de Bahia em direção à África”, afirmou o grupo comandado por Russo Passapusso.
Depois da Baiana, vale ficar ligado no palco, pois às 20h  tem o aguardado encontro entre  o cantor  Ney Matogrosso com a Nação Zumbi, com o set list inteiro de canções do grupo  Secos e Molhados.
Amanhã, a programação do Sunset será aberta, às 15h, com dobradinha baiana entre a   banda Quabales e a cantora   Margareth Menezes.   A banda surgiu de um projeto social criado por Marivaldo dos Santos, um dos líderes do Stomp, no Nordeste de Amaralina.


                                                                 Fonte: http://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/baianasystem-faz-show-hoje-no-palco-sunset-do-rock-in-rio/

domingo, 27 de agosto de 2017

Resenha: Mulamba e BaianaSystem esquentam Curitiba.

Encerramento de festival local marca a primeira vez da BaianaSystem em Curitiba


O festival Subtropikal, que acontece na cidade de Curitiba (PR), dedica-se à arte urbana. Já em sua segunda edição, a festa de encerramento, que aconteceu no último dia 22, contou com duas bandas que garantiram ao público uma grande experiência com sons modernos e urbanos carregados de temáticas sociais.
Os responsáveis por essa experiência foram a banda local Mulamba e o show de encerramento do grupo BaianaSystem. A energia proporcionada pelas duas bandas não deixou o rigoroso inverno da capital paranaense afetar o público. Dança e calor tomaram a Ópera de Arame e garantiram uma verdadeira festa.
Mais intimista, a banda curitibana, composta unicamente por mulheres, começou sua apresentação ainda com poucas pessoas na plateia. De forma gradativa, a ópera foi se enchendo, e as palmas que se ouviam entre as músicas ficavam cada vez mais altas conforme o show acontecia.
A bandeira da representatividade feminina, evidentemente defendida pelo grupo, foi abraçada rapidamente pelos presentes. Rolou até cover de “Maria da Vila Matilde”, da Elza Soares, e de “Top Top”, da Rita Lee – duas artistas fortemente ligadas ao tema do feminismo.
Além da força das músicas, a banda também se mostrou muito performática. Além de todas estarem vestidas de cinza, a apresentação teve direito a danças, e teve até tinta vermelha sendo esfregada nas integrantes – simbolizando sangue.
Se quiser conhecer mais sobre essa banda, pode ler nossa entrevista exclusiva. As meninas disponibilizaram recentemente o clipe para a canção “Mulamba”, que abriu o show.
Pela primeira vez em Curitiba, a BaianaSystem trouxe todo o calor e ritmo da Bahia para o festival. Mais uma vez se consagrando como um dos nomes mais inovadores da atual música brasileira, o grupo liderado por Russo Passapusso fez jus à proposta criativa do festival, com suas canções que mesclam frevo, samba, rock e reggae com a música eletrônica.
Uma das coisas mais interessantes nas músicas interpretadas foi que nenhuma delas foi simplesmente executada pelo grupo. O próprio Russo disse que esse show seria “na base do improviso”. Cantigas de roda, discursos e momentos só de instrumental deram uma roupagem mais animada para as já eletrizantes músicas da BaianaSystem.
O destaque vai para a versão diferente feita para a música “Terapia”, muito mais pesada e que botou o público para suar. Outro ponto alto foi “Invisível”, em que Russo dedicou às pessoas que fazem o show dar certo: iluminadores, técnicos de som, seguranças e mais. Fora isso, foi como se a banda, ao longo da apresentação, preparasse o público para dar o melhor de si na música final, o hit “Playsom”.
O único ponto negativo foi proporcionado pelo próprio espaço do show. As cadeiras que ocupam a Ópera de Arame podem ter sido um obstáculo para alguns pagantes. A energia do grupo, no entanto, fez com que muitos ignorassem as cadeiras e fossem para o mais perto possível do palco, onde conseguissem pular e dançar. Alguns até subiram nas cadeiras para ter mais espaço, enquanto outros as usaram para pendurar casacos e cachecóis.
BaianaSystem foi uma das atrações do Festival Tenho Mias Discos Que Amigos, que ocorreu em Abril. Além disso, a banda se apresentará no próximo Rock in Rio.
                                                Fonte> http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2017/07/29/mulamba-baianasystem-curitiba-critica/

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

BaianaSystem põe bloco na rua com rapper Yzalú e a marcha de Sampaio

Aproveitando que o Brasil já respira em clima de Carnaval neste mês de fevereiro de 2017, a banda BaianaSystem se junta à rapper paulistana Yzalú e repõe o bloco na rua com single que traz empolgante registro de Eu quero é botar meu bloco na rua, marcha composta por Sérgio Sampaio (1947 – 1994) e lançada na voz do artista capixaba em 1972. Feita para campanha publicitária de novo modelo de telefone, a gravação do BaianaSystem com a participação de Yzalú foi lançada esta semana e já virou single posto à venda no iTunes.

Turbinada com o baticum eletrônico da banda baiana, a releitura de Eu quero é botar meu bloco na ruagerou clipe dirigido por Gabriel Nóbrega em stop motion e filmado em locação em São Paulo (SP) no qual foi recriada rua do Brasil colonial com a intenção de evocar signos e símbolos de antigos Carnavais.

single é o segundo lançado pela BaianaSystem neste mês de fevereiro de 2017. No dia 3, o cultuado grupo soteropolitano pôs nas plataformas digitais single com registro de música inédita, Invisível, de autoria de Russo PassaPusso, Roberto Barreto, SekoBass e Filipe Cartaxo.

(Crédito da imagem: capa do single Eu quero é botar meu bloco na rua, de BaianaSystem com Yzalú)

                                                              Fonte> http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/baianasystem-poe-bloco-na-rua-com-rapper-yzalu-e-marcha-de-sampaio.html

sábado, 7 de janeiro de 2017

Margareth convida BaianaSystem para primeira edição do Mercado Iaô em 2017

O show homenageia os 50 anos da Tropicália e os 30 anos de carreira de Margareth

A cantora Margareth Menezes está de volta com o Mercado Iaô, projeto responsável por agitar a Ribeira com música, teatro, artesanato, gastronomia e artes plásticas. Dessa vez, a banda BaianaSystem é a convidada do evento que acontece domingo, dentro do projeto Noites Tropicais.

O show homenageia os 50 anos da Tropicália e os 30 anos de carreira de Margareth, que presenteia o público com sucessos marcantes na sua voz, como Dandalunda e Faraó. Além dos shows, o público confere a exposição #Reciclos, que também faz parte da programação do Mercado Iaô.
Usando como matéria-prima latas de alumínio, embalagens plásticas, tijolos, garrafas de vidro, bitucas de cigarro, jornais e lixo eletrônico, a mostra traz obras de treze artistas com resíduos descartados nas ruas e aterros, apontando a viabilidade de reuso. 
A curadoria é assinada por Mundano, grafiteiro, ativista e idealizador do Pimp my Carroça - projeto que visa promover a autoestima dos catadores de materiais recicláveis e sensibilizar a sociedade para a causa em questão.
Serviço: Área externa da Antiga Fábrica de Linhos Nossa Senhora de Fátima (Praça General Ozório, 33, Ribeira). Domingo, das 10h às 20h (Mercado Iaô); e às 17h (show). Ingresso: entrada gratuita das 10h às 13h e R$ 20 | R$ 10 (a partir das 13h). Vendas: no local.



                                                            Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-guia/noticia/margareth-convida-baianasystem-para-primeira-edicao-do-mercado-iao-em-2017/?cHash=b7c076a9bf2d25dad2a9807cbcc411b1

sábado, 10 de dezembro de 2016

Fãs de Baiana System aguardam estreia do grupo: 'é diferente'

Banda se apresenta pela primeira vez no Festival de Verão, neste sábado.
Público enaltece mistura de ritmos

A estreia da banda Baiana System, comandada pelo vocalista Russo Passapusso, é aguardada pelos admiradores da mistura de sons do grupo, na primeira noite do Festival de Verão 2016. A banda é o última da grade deste sábado (10) a se apresentar, com entrada no palco prevista já no domingo (11), às 0h45.
André Olivieri veio para a festa junto com o irmão, Lucas, e o amigo Tercio Augusto. Eles vestem a camisa da banda, literalmente, com o símbolo que se tornou marca do grupo. "O público da banda está crescendo muito. Gosto muito da estética do Baiana e da mistura de ritmos", define André, que chegou à festa por volta das 21h, para também assistir ao show do Planet Hemp.
A banda, única de raiz soteropolitana na programação deste sábado no palco principal, mescla ritmos como o techno, passa pelo sound system jamaicano, até chegar ao pop.

"O ritmo deles é diferente de qualquer coisa que existe", explica o estudante Rafael Menezes, que se diz fanático pelo grupo. Ele veio para o show na Arena Fonte Nova junto com a amiga Tâmara Naiobe, e usaram máscaras com símbolos da banda. "Sou fã mesmo de Natiruts, mas também vim curtir Baiana", diz ela.
Rute Santos de Jesus e a amiga Paloma Andrade chegaram cedo, por volta das 16h, mas também aguardam de maneira especial o último show da noite.
Eu curto Baiana pelo ritmo e as letras. Eu vou pela ideologia da banda, pela mensagem e pela energia deles", define Rute.
Paloma só lamenta ter que ir embora mais cedo do que esperava e não ter condições de chegar até o final da apresentação: "Queria assistir Baiana, mas vou ter que ir embora porque roubaram meu celular. Uma pessoa passou e puxou", conta.

                                                               Fonte> http://gshow.globo.com/Rede-Bahia/Festival-de-Verao-2016/noticia/2016/12/fas-de-baiana-system-aguardam-estreia-do-grupo-e-diferente.html

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Coala Festival reúne Baiana System, Céu e Karol Conká; ingressos à venda

A terceira edição do Coala Festival, que reúne artistas que estão despontando no cenário recente da música brasileira, reunirá, no Memorial da América Latina, shows de Céu, Silva, Karol Conká, Lila, Baiana System e Cícero, que fará uma apresentação com participação especial de Marcelo Camelo, no dia 3 de setembro. Os ingressos, entre R$ 50 (meia) e R$ 100, estão à venda pelo site www.totalacesso.com e pontos de venda.

Serão dez horas de programação musical, a partir das 13h, além da exibição de instalações artísticas, como painéis de grafite, exposições de artes plásticas e projeções. Como nas edições anteriores, o line-up do evento procura celebrar a diversidade da música nacional, com atrações de cinco estados. A expectativa é que até 10 mil pessoas compareçam à terceira edição do festival, que já recebeu no palco nomes como Criolo, Tom Zé, Marcelo D2, Otto, 5 a Seco e O Terno.

A rapper Karol Conká mistura o hip hop eletrônico do belga Stromae com o samba-reggae baiano da Timbalada e o pagode da carioca Jovelina Pérola Negra. Já os baianos da Baiana System trazem a São Paulo a nova sonoridade da música urbana produzida em Salvador, presente em "Duas Cidades", segundo álbum da banda lançado em 2016 cuja faixa "Playsom", com participação de Márcio Victor (Psirico), está na trilha do game Fifa 2016.
Já a paulistana Céu volta a São Paulo para apresentar o show do seu último álbum, "Tropix" (2016), com qual vem excursionando pela Europa e Estados Unidos. Compositor, cantor e produtor, Cícero também volta de turnê na Europa onde promoveu o terceiro álbum, "A Praia", lançado em 2015. O carioca recebe no palco o antigo parceiro Marcelo Camelo.

Além de estudantes, o direito a meia entrada será estendido a quem doar um quilo de alimento ou um livro. A organização do festival espera repetir a média de 1,5 mil livros e duas toneladas de alimento arrecadados em 2014 e 2015.

Serviço
Quando: 3 de setembro de 2016 – a partir das 13h
Onde: Memorial da América Latina (Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda)
Quanto: R$ 100 e R$ 50 (meia para estudantes e para quem doar um livro ou de um quilo de alimento não perecível)
Vendaswww.totalacesso.com e postos de venda Loja ABC - Shopping São Caetano (Al. Terracota, 545 – Lj2094), Shopping Patio Higienopolis (R. Dr. Veiga Filho, 133 - Piso Pacaembu), Shopping Paulista – LJ (R. Treze de Maio, 1947) e Flagship Chilli Beans (Rua Oscar Freire, 1072)

                                           Fonte> http://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2016/08/09/coala-festival-reune-baiana-system-ceu-e-karol-conka-ingressos-a-venda.htm

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Natiruts, BaianaSystem e Saulo fazem show no Wet'n Wild, em Salvador

Banda brasiliense lança novo trabalho no evento, que será dia 13 agosto.
Ingressos custam R$ 70, R$ 110 e R$ 150 e já estão à venda.


A banda de reggae Natiruts lança o DVD "Natiruts Reggae Brasil" no sábado (13), em Salvador. Parte do novo trabalho do grupo brasiliense foi gravado na capital baiana em 2015. O registro também foi feito no Rio de Janeiro.
O DVD contou com a participação de grandes nomes da música nacional, como Esdon Gomes, Ivete Sangalo e Gilberto Gil. O repertório do show conta com canções de sucesso do ritmo, como  “Nayambing Blues” (Sine Calmon), “Me Namora” (Edu Ribeiro), “Vamos Fugir” (Gilberto Gil), “Perdido de Amor” (Edson Gomes), “Desenho de Deus” (Armandinho), “Com Certeza” (Planta & Raiz), além de canções já conhecidas do público do Natiruts.
O cantor Saulo e o grupo BaianaSystem também se apresentam no evento. Os portões serão abertos às 21h. Os ingressos custam R$ 70 (pista), R$ 110 (área vip) e R$ 150 (área vip) e podem ser adquiridos na Line Bilheteria, localizada no segundo piso do Shopping da Bahia, por meio dosite da loja.
SERVIÇO
O quê: Lançamento DVD Natiruts
Quando: 13 de agosto (sábado)
Horário: Abertura dos portões 21h
Onde: Wet’n Wild
Atrações: Natiruts, Saulo e Baiana System
Ingressos:  Pista: R$ 70 | Área Vip: R$ 110 | Camarote: R$ 150
Ponto de venda: Line Bilheteria, localizada no segundo piso do Shopping da Bahia, ou através do site www.linebilheteria.com.br.
Classificação: 16 anos
*Valores podem sofrer alterações a qualquer momento sem aviso prévio

                                     Fonte> http://g1.globo.com/bahia/musica/noticia/2016/08/natiruts-baianasystem-e-saulo-fazem-show-no-wetn-wild-em-salvador.html

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Ivete Sangalo lança primeiro acústico

Entrevistar Ivete Sangalo é a mesma operação de guerra de qualquer musa pop internacional que desce para o País. Fãs na porta do local - desanimados, é verdade, pelo sol inclemente da quarta-feira, 27 -, um incontável número de seguranças espalhados por cada curva do caminho até o quarto onde ela aguarda a reportagem, e um mais impressionante número de pessoas dentro da sala com ela, de operadores de câmera, som, assessores, produtores e outros cuja função parece um mistério. Entrar no mundo de Ivete Sangalo, na divulgação de um trabalho, é saber que será fotografado, filmado, gravado. Ela, acostumada com o fuzuê de ser a dona da voz mais popular do Brasil, não se incomoda. E até gosta.
 “Ainda bem que tem bastante gente, né?”, brinca a cantora baiana sobre a quantidade de jornalistas que já aguardavam, no andar de cima, para uma coletiva que também seria transmitida ao vivo pela internet. “Se não tivesse tanta gente, eu estaria lá na rua, gritando: ‘Gente, prestem atenção, acabei de lançar meu disco!’” Ela cai na gargalhada com a própria piada.
 O disco que Ivete Sangalo estaria divulgado aos gritos na rua se não fosse Ivete Sangalo é Acústico em Trancoso, mais um trabalho ao vivo da cantora que se especializou nesse formato de registrar suas performances no palco, algo que lhe é, garante ela, muito mais confortável do que o formato fechado de um estúdio. “No estúdio, pode-se fazer, refazer, tentar de novo. Gosto desse formato ao vivo porque sou uma pessoa muito mais emocional. Sou totalmente emocional.”
 Acústico em Trancoso, lançado em formatos de CD (com dois discos vendidos separadamente) e um DVD, foi registrado no município de mesmo nome de Porto Seguro, na Bahia, e é também o primeiro lançamento dela dentro do formado desplugado, com instrumentos acústicos. E, embora ele siga à risca a ideia de deixar os instrumentos elétricos de lado, ela também não se enquadra no formato mais tradicional com o qual se está acostumado. Ivete Sangalo não seria Ivete Sangalo se gravasse o disco sentadinha em uma cadeira rodeada por violões. É desplugado, mas a cantora levantou a poeira do formato. “Encontramos novos caminhos, traduzimos algumas canções para o disco”, ela explica. “Acho que o deslocamento da minha zona de conforto me colocou uma outra visão de como fazer as coisas.”
 E não é só na postura - em pé - que Ivete transforma o acústico em algo só dela. Das 25 músicas do DVD, oito são inéditas, um número alto e também pouco comum. É claro, hits radiofônicos como Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim, estão incluídos no repertório, mas há espaço para novas experiências, como Seus Planos, canção que nasceu dos momentos nos quais Ivete observava seu filho Marcelo, prestes a completar 6 anos, minutos antes de acordar pela manhã. É uma canção delicada, com ukelelê, que acaba por se “enquadrar em qualquer tipo de amor”, ela explica.
 Ivete Sangalo diz gostar do formato acústico, cita Nirvana e Pearl Jam como as bandas donas dos discos Unplugged que ela mais gosta, e ainda garante ser fã da banda de rock pancada System of a Down. “Meus sobrinhos chegam em casa, me veem dançando e pulando as músicas do System of a Down no volume máximo e dizem: ‘Tia, você é muito engraçada”, ela ri. É justamente neste momento que Ivete Sangalo deixa de ser o que se espera de Ivete Sangalo.

                                                            Fonte> http://www.clicfolha.com.br/noticia/58868/ivete-sangalo-lanca-primeiro-acustico

Terceiro lote de ingressos do Festival de Inverno está à venda; confira

Evento será realizado em Vitória da Conquista, no mês de agosto.
Lulu Santos, Legião Urbana e Biquini Cavadão são algumas das atrações.

O terceiro lote de ingressos do Festrival de Inverno (FIB) já está à venda. O evento será realizado nos dias 26, 27 e 28 de agosto no Parque de Exposições Teopompo de Almeida, em Vitória da Conquista, região sudoeste da Bahia. [Veja valores dos ingressos ao final da 

A edição da festa deste ano traz pela primeira vez ao palco do FIB, Djavan, Baiana System, Legião Urbana, Paula Toller e Marcos & Belutti. As demais atrações do festival são Nando Reis, Biquini Cavadão, Lulu Santos, Capital Inicial, Natiruts.
A loja oficial do evento funciona no térreo do Shopping Conquista Sul, das 10h às 22h, de segunda a sábado, e em horário especial aos domingos e feriados.
O passaporte para os três dias de festa pode ser adquirido a partir de R$ 266 e o ingresso individual de pista a partir de R$ 54, preço de meia-entrada. Os valores podem ser parcelados em até 6x sem juros nos cartões. A classificação é de 16 anos.
                                            Fonte> http://g1.globo.com/bahia/musica/noticia/2016/07/terceiro-lote-de-ingressos-do-festival-de-inverno-esta-venda-confira.html

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Banda "Baiana System" apresenta um novo axé

Líder de movimento que ‘reinventa’ o ritmo, grupo divulga novo disco em São Paulo


Há algum tempo o axé não diz mais “joga a mãozinha para o alto e tira o pé do chão”. Com a perda de espaço do ritmo, que consagrou o Carnaval de Salvador a partir dos anos 1980, para gêneros como o sertanejo e o funk, a música popular baiana precisou se reinventar.
Foi então que surgiram bandas como a Baiana System, primeiro um nome proeminente no underground, depois um fenômeno comercial no Estado, que já dá passos largos fora dele. Nos próximos dias 27 e 28, o grupo lança seu segundo disco, “Duas Cidades”, em São Paulo.
O álbum será apresentado na choperia do Sesc Pompeia, com participação do pernambucano Siba (que no ano passado foi premiado pelo disco “De Baile Solto”, pelo Multishow). No show dos Novos Baianos na Concha Acústica eles convidaram Ney Matogrosso.
“Já houve o olhar à produção musical do Sudeste, do Recife, do Pará... Na Bahia, muita coisa vem acontecendo há algum tempo, mas tudo era muito diluído. Agora, está ganhando atenção”, diz Roberto Barreto, idealizador do projeto, que toca guitarra baiana na banda.
O instrumento, criado pela lendária dupla Dodô e Osmar nos anos 1940 e responsável pela criação do trio elétrico, norteia o trabalho do grupo e ganha bases de dub e groove, dialogando com música eletrônica, jamaicana e caribenha.
“Começamos com a ideia de fazer um trabalho diretamente ligado à guitarra baiana, inserindo-a dentro de outro universo, que não necessariamente o do Carnaval”, explica. Na prática, porém, o universo da folia foi determinante.
A banda desfila na festa desde sua criação, em 2009, mas por alguns anos atraiu grupos pequenos, formados principalmente por foliões do tipo “esquisitões”, irritados com a cultura do abadá.
Nesta quarta (18), cenas de multidões atrás do “Navio Pirata” -como foi batizado o trio elétrico do grupo- impressionam pelo engajamento do público, em uma espécie de êxtase com o som potente da banda.
O trio, diz Barreto, é para a Baiana System um grande sound system -sistema de som improvisado em festas de rua, popularizado na Jamaica nos anos 1950.
Nova indústria
Além do guitarrista e da colaboração constante de DJs, integram o grupo o vocalista e compositor Russo Passapusso, o baixista SekoBass e o ilustrador e designer Filipe Cartaxo, responsável pela identidade visual e pela máscara distribuída nos shows, símbolo da estética do projeto.
Já popularizada no mainstream de Salvador, embora permaneça independente, a Baiana encabeça um movimento que tenta ressignificar a indústria musical baiana, que já não consegue mais se sustentar no axé. Nomes como Orkestra Rumpilezz, Manuela Rodrigues e Marcia Castro acompanham o fluxo.
Também reflete um novo momento do Carnaval da capital, em que cordas e abadás caríssimos dão cada vez mais espaço a trios independentes. “Aos poucos, o Carnaval precisou mudar. Começou a haver o questionamento sobre o espaço público na festa e a perda de liberdade em nome do mercado.”
Quanto ao segundo disco, Roberto avalia que a banda está mais madura. “O primeiro [lançado em 2010] foi um esboço de ideias, produzido de forma quase caseira”, lembra. “No ‘Duas Cidades’, há o inverso do que normalmente acontece: nós já estávamos na estrada tocando as músicas e sintetizamos isso para o disco, a partir do resultado que tivemos ao vivo”.
                                               Fonte> http://www.folhape.com.br/cultura/2016/5/banda-baiana-system-apresenta-um-novo-axe-0243.html

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Esgotados ingressos para shows de Brown e BaianaSystem

Apresentações serão no sábado (14), segundo dia de festival em Salvador.
Entradas para Novos Baianos também já tinham se esgotado, aponta Tca

Esgotaram-se neste domingo (1º) os ingressos para os shows de sábado (14) do Festival "Eu Sou a Conha", quando sobem ao palco o músico Carlinhos, que convida o cantor Lazzo Matumbi, além da banda BaianaSystem, que recebe Ney Matogrosso.
As entradas para a programação de domingo (15), com apresentação dos Novos Baianos, já estavam esgotadas desde o sábado (30), quando começaram as vendas. Já a apresentação de Maria Bethânia, que abre a programação do festival na sexta-feira (13), é apenas para convidados.
Os ingressos para os shows dos dias 14 e 15 de maio custaram R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Na manhã de sábado, uma grande fila marcou o início das vendas na bilheteria do Teatro Castro Alves (TCA), centro de Salvador.
Programação
O festival será realizado entre 13 e 15 de maio, na Concha Acústica do TCA, e marca a reinauguração do espaço, que está fechado para reforma desde 2013.
No dia 13, o show de Maria Bethânia terá a participação de Margareth Menezes.
No dia 14, Carlinhos Brown convida Lazzo Matumbi e, em seguida, o grupo BaianaSystem propõe um diálogo musical com o cantor Ney Matogrosso como convidado.
Por fim, no dia 15 de maio (domingo), os Novos Baianos voltam a se reunir para um show baseado no repertório do emblemático disco "Acabou Chorare".
Nos três dias do festival, as apresentações musicais serão divididas por intervenções cênicas que devem envolver a área da Concha Acústica como um todo, misturando performances de dança, efeitos cênicos, música e audiovisual.
ERVIÇO
13/05/2016 (SEXTA-FEIRA): Evento só para convidados

Maria Bethânia com participação especial de Margareth Menezes
Espetáculo cênico-musical Kindembu – Afoxé Filhos de Gandhy convida Tropical Selvagem, Cortejo Afro convida Márcia Castro, Ilê Aiyê convida Dão, Male Debalê convida Larissa Luz, Muzenza convida Ellen Oléria, além da participação especial do Olodum
Horário: 18h
Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves
PARA CONVIDADOS
14/05/2016 (SÁBADO)
Carlinhos Brown com participação especial de Lazzo Matumbi
BaianaSystem com participação especial de Ney Matogrosso
Horário: 18h
Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves
Ingressos: R$ 60 inteira - R$ 30 meia
INGRESSOS ESGOTADOS



  Fonte: http://g1.globo.com/bahia/musica/noticia/2016/05/esgotados-ingressos-para-shows-de-brown-e-baianasystem-na-concha.html

sexta-feira, 8 de abril de 2016

BaianaSystem discusses the exodus in the country with the album 'Two Cities'

It is almost possible to feel the lack of uniformity of stones worn by time under the feet. The slopes are missing the air of the lungs, the legs ache, sweat break from his forehead. With Two Cities, the new disc BaianaSystem, sweat with heavy and hot air Pelourinho neighborhood of the historic center of Salvador, Bahia. There are 12 songs tasty encounters between the Bahian guitar Roberto Barreto, the now electronic beats, sometimes organic, low in SekoBass grooveando as if he were walking with us the ups and downs of the neighborhood, and the voice of Russian Passapusso, which turns the everyday into phrases, verses and shouts. The look of the band, the work of Filipe Cartaxo, is part of the BaianaSystem proposal and has grown and expanded with the band.
The album, released in digital format on Friday, 8, music sites via streaming and free download, is a continuation of what was heard in BaianaSystem, the project's first album, released in 2010, full of interesting special interests, as Lucas Santtana, BNegão, among others. There, in the new work, verbatim proceedings. Jah Jah Revolt Part 2, which opens Two Cities, is a result of previous work and even evokes the beating of the drums predecessor, although today the sound of Bahia is more intense and full. "I am not understand, do not understand anything / Who owes laughter is the joke," she sings (and protest) Passapusso. The same applies to Barra Avenue Part 2, already positioned in the album order.

There was a fierceness there, in 2010. She is still present disc, although arising in a more polished form with years of experience on stage, whether from Bahia, from other cities of the country, and the United States, Japan, China and Europe and the production of Daniel Ganjaman in another work which can boast.

But it is no coincidence that the Pelourinho is present in Two Cities. Literally, in some of the letters of Passapusso or evoked in a calorento and sweaty feeling. The singer says that 70% of what was produced and is heard on the disc was born directly from the presentations that the group made during the last years there, in the streets Pedro Arcanjo and Tereza Batista. Since the presentations there in the last carnival in February this year, the Bahia retired from the stage to organize the ideas and proposals that have emerged in the last six years, many of them on the stage. "They were open tracks, many improvisations," recalls Passapusso. "But we can give a format that could fit on a disc. There's our whole process of questions and answers about the samba reggae, what we experience in other projects and tested, everything we did in Pelourinho. We think we will register that's right."

It was then that Ganjaman entered the project definitely. The way Passapusso and producer had already crossed before, when the singer was working on his solo album, Paradise Mirage, launched in 2014. "Since then it came out my record, we did a show with Bahia in São Paulo and went dinner with Ganja, "recalls Passapusso. "Sew patchwork."

It is part of the spirit of BaianaSystem reconstruction. Or, as explained Passapusso, the search for new meanings for each chord, or hit back. "It is as if we take off a piece of a tree to plant there on the side, like a seed, so that other tree is born."

Two Cities, the title is a clear reference to Salvador, the Upper Town and Lower Town, the ups and downs of the Lacerda Elevator. There is room for Passapusso analysis on exoduses. "Of the great and small. From people going up the hill, people who go to another city to work. People who exchange state," explains the singer. The exodus, after all, is the connection, the connection between the two cities, the two points. The meeting of the Bahian guitar with electronic aesthetics. "This is part of the experience of the band."
Google Tradutor para empresas:Google Toolkit de tradução para appsTradutor de sitesGlobal Market Finder




                                       Fonte> It is almost possible to feel the lack of uniformity of stones worn by time under the feet. The slopes are missing the air of the lungs, the legs ache, sweat break from his forehead. With Two Cities, the new disc BaianaSystem, sweat with heavy and hot air Pelourinho neighborhood of the historic center of Salvador, Bahia. There are 12 songs tasty encounters between the Bahian guitar Roberto Barreto, the now electronic beats, sometimes organic, low in SekoBass grooveando as if he were walking with us the ups and downs of the neighborhood, and the voice of Russian Passapusso, which turns the everyday into phrases, verses and shouts. The look of the band, the work of Filipe Cartaxo, is part of the BaianaSystem proposal and has grown and expanded with the band.
The album, released in digital format on Friday, 8, music sites via streaming and free download, is a continuation of what was heard in BaianaSystem, the project's first album, released in 2010, full of interesting special interests, as Lucas Santtana, BNegão, among others. There, in the new work, verbatim proceedings. Jah Jah Revolt Part 2, which opens Two Cities, is a result of previous work and even evokes the beating of the drums predecessor, although today the sound of Bahia is more intense and full. "I am not understand, do not understand anything / Who owes laughter is the joke," she sings (and protest) Passapusso. The same applies to Barra Avenue Part 2, already positioned in the album order.

There was a fierceness there, in 2010. She is still present disc, although arising in a more polished form with years of experience on stage, whether from Bahia, from other cities of the country, and the United States, Japan, China and Europe and the production of Daniel Ganjaman in another work which can boast.

But it is no coincidence that the Pelourinho is present in Two Cities. Literally, in some of the letters of Passapusso or evoked in a calorento and sweaty feeling. The singer says that 70% of what was produced and is heard on the disc was born directly from the presentations that the group made during the last years there, in the streets Pedro Arcanjo and Tereza Batista. Since the presentations there in the last carnival in February this year, the Bahia retired from the stage to organize the ideas and proposals that have emerged in the last six years, many of them on the stage. "They were open tracks, many improvisations," recalls Passapusso. "But we can give a format that could fit on a disc. There's our whole process of questions and answers about the samba reggae, what we experience in other projects and tested, everything we did in Pelourinho. We think we will register that's right."

It was then that Ganjaman entered the project definitely. The way Passapusso and producer had already crossed before, when the singer was working on his solo album, Paradise Mirage, launched in 2014. "Since then it came out my record, we did a show with Bahia in São Paulo and went dinner with Ganja, "recalls Passapusso. "Sew patchwork."

It is part of the spirit of BaianaSystem reconstruction. Or, as explained Passapusso, the search for new meanings for each chord, or hit back. "It is as if we take off a piece of a tree to plant there on the side, like a seed, so that other tree is born."

Two Cities, the title is a clear reference to Salvador, the Upper Town and Lower Town, the ups and downs of the Lacerda Elevator. There is room for Passapusso analysis on exoduses. "Of the great and small. From people going up the hill, people who go to another city to work. People who exchange state," explains the singer. The exodus, after all, is the connection, the connection between the two cities, the two points. The meeting of the Bahian guitar with electronic aesthetics. "This is part of the experience of the band."
Google Tradutor para empresas:Google Toolkit de tradução para appsTradutor de sitesGlobal Market Finder

BaianaSystem discute os êxodos no País com o álbum 'Duas Cidades'


É quase possível sentir a falta de uniformidade das pedras gastas pelo tempo debaixo dos pés. As ladeiras fazem o ar faltar dos pulmões, as pernas doerem, o suor brotar da testa. Com Duas Cidades, o novo disco do BaianaSystem, transpira-se com o ar pesado e quente do Pelourinho, bairro do centro histórico de Salvador, na Bahia. São 12 canções de saborosos encontros entre a guitarra baiana de Roberto Barreto, as batidas ora eletrônicas, ora orgânicas, o baixo de SekoBass grooveando como se caminhasse conosco pelas subidas e descidas do bairro, e a voz de Russo Passapusso, que despeja o cotidiano em frases, versos e gritos. O visual da banda, obra de Filipe Cartaxo, é parte integrante da proposta do BaianaSystem e cresceu e se expandiu com a banda.
O álbum, lançado em formato digital nesta sexta-feira, 8, em sites de música via streaming e download gratuito, é uma continuidade daquilo que se ouviu em BaianaSystem, o primeiro disco do projeto, lançado em 2010, cheio de participações especiais interessantes, como Lucas Santtana, BNegão, entre outros. Há, no novo trabalho, continuações literais. Jah Jah Revolta Parte 2, que abre Duas Cidades, é uma sequência do trabalho anterior e até evoca as batidas dos tambores da antecessora, embora hoje o som do Baiana seja mais intenso e cheio. "Já não estou entendendo, não entendo mais nada / Quem está devendo a risada é a piada", canta (e protesta) Passapusso. O mesmo acontece com Barra Avenida Parte 2, posicionada já no fim do álbum.
Havia uma ferocidade ali, no disco de 2010. Ela ainda está presente, embora surja de uma forma mais lapidada com os anos de experiência nos palcos, sejam eles baianos, de outras cidades do País, e nos Estados Unidos, Japão, China e Europa, e pela produção de Daniel Ganjaman, em mais um trabalho do qual pode orgulhar-se.
Mas não é por acaso que o Pelourinho esteja presente em Duas Cidades. Literalmente, em algumas das letras de Passapusso, ou evocado em um sentimento calorento e suado. O vocalista conta que 70% do que foi produzido e é ouvido no disco nasceu diretamente das apresentações que o grupo fez durante os últimos anos por ali, nas praças Pedro Arcanjo e Tereza Batista. Desde as apresentações por lá no último carnaval, em fevereiro deste ano, o Baiana se retirou dos palcos para organizar as ideias e propostas que surgiram nos últimos seis anos, muitas delas sobre os palcos. "Eram faixas abertas, muitas improvisações", lembra Passapusso. "Mas conseguimos dar um formato que pudesse se encaixar em um disco. Ali está todo o nosso processo de perguntas e respostas a respeito do samba reggae, o que experimentamos em outros projetos e testamos, tudo o que fazíamos no Pelourinho. Pensamos, vamos registrar isso aí."
Foi nesse momento que Ganjaman entrou no projeto definitivamente. O caminho de Passapusso e do produtor já haviam se cruzado antes, quando o vocalista estava trabalhando em seu disco solo, Paraíso da Miragem, lançado em 2014. "Já depois que saiu meu disco, fizemos um show com o Baiana em São Paulo e fomos jantar com o Ganja", lembra Passapusso. "Costuramos os retalhos."
É parte do espírito do BaianaSystem a reconstrução. Ou, como explica Passapusso, a busca de novos significados para cada acorde, batida ou verso. "É como se a gente tirasse um pedaço de uma árvore, para plantar ali do lado, como uma semente, para que outra árvore nasça."
Duas Cidades, o título, é uma referência mais clara a Salvador, à Cidade Alta e à Cidade Baixa, às subidas e descidas do Elevador Lacerda. Há espaço para a análise de Passapusso sobre os êxodos. "Dos grandes e dos pequenos. De gente que sobe a ladeira, de gente que vai até outra cidade para trabalhar. Gente que troca de Estado", explica o vocalista. O êxodo, afinal, é a conexão, a ligação entre as duas cidades, os dois pontos. O encontro da guitarra baiana com a estética eletrônica. "Isso faz parte da experiência da banda."

 Fonte> http://www.dgabc.com.br/Noticia/1939238/baianasystem-discute-os-exodos-no-pais-com-o-album-duas-cidades