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sexta-feira, 1 de março de 2019

Carnaval 2019: BaianaSystem

About the event

BaianaSystem puxa trio independente no circuito Barra-Ondina

O BaianaSystem mistura o sound system jamaicano com a guitarra baiana, instrumento criado em Salvador – Bahia nos anos 1940 e que foi responsável pela criação do trio elétrico. O nome vem da junção de “guitarra baiana” com “sound system”, que são sistemas de som criados e popularizados na Jamaica.
Idealizado pelo guitarrista Roberto Barreto, o BaianaSystem lançou seu primeiro disco em 2010, numa produção feita ao lado do baixista e produtor Marcelo Seco, e de Russo Passapusso, que representa a linguagem “sound system” do projeto. O conceito visual ficou a cargo de Filipe Cartaxo.
A banda mistura samba-reggae, ijexá, ska e passeia por frevo, afrobeat, reggae, cumbia e pagode baiano.

                                           Fonte:  https://www.salvadordabahia.com/en/eventos/carnaval-2019-baianasystem/

Carnaval 2019: BaianaSystem

About the event

BaianaSystem puxa trio independente no circuito Barra-Ondina

O BaianaSystem mistura o sound system jamaicano com a guitarra baiana, instrumento criado em Salvador – Bahia nos anos 1940 e que foi responsável pela criação do trio elétrico. O nome vem da junção de “guitarra baiana” com “sound system”, que são sistemas de som criados e popularizados na Jamaica.
Idealizado pelo guitarrista Roberto Barreto, o BaianaSystem lançou seu primeiro disco em 2010, numa produção feita ao lado do baixista e produtor Marcelo Seco, e de Russo Passapusso, que representa a linguagem “sound system” do projeto. O conceito visual ficou a cargo de Filipe Cartaxo.
A banda mistura samba-reggae, ijexá, ska e passeia por frevo, afrobeat, reggae, cumbia e pagode baiano.
                                           Fonte: https://www.salvadordabahia.com/en/eventos/carnaval-2019-baianasystem/

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Bahia Street Art Festival reúne grandes nomes do rap em Lauro de Freitas

Gabriel O Pensador, Rael, Projota, Planet Hemp e BaianaSystem são destaque do evento

Um festival dedicado à arte de rua vai tomar conta do Kartódromo, em Lauro de Freitas, em novembro. É o Bahia Street Art Festival, que será realizado entre os dias 19 e 26 de novembro, com campeonatos de skate, disputas de breakdance, oficinas de grafitagem, discotecagem, rima e dança de rua.
A música também terá espaço garantido no festival, por onde passará grandes nomes do rap nacional. No dia 19 de novembro (domingo), as
bandas Planet Hemp, Cone Crew, Onze:20, BaianaSystem e Massa Sonora. Já no domingo seguinte, dia 26 de novembro, é a vez dos rappers Projota, Rael, Gabriel O Pensador e Maneva e das bandas Raimundos e Maneva.
Nos dois dias, a abertura dos portões acontece às 15h. Os ingressos variam de R$ 25 a R$ 120 e estão à venda nos balcões dos shoppings e nas lojas South e Chilli Beans
                                                 Fonte: http://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/bahia-street-art-festival-reune-grandes-nomes-do-rap-em-lauro-de-freitas/

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

BaianaSystem faz show hoje no palco Sunset do Rock in Rio

Grupo sobe ao palco às 16h30 e recebe a cantora angolona Titica
Responsável por bons
momentos no primeiro final de semana do Rock in Rio, o palco Sunset terá sotaque baiano na continuação do evento carioca. Hoje, às 16h30, a banda BaianaSystem faz sua estreia no festival  num show que deve render bons momentos. Os baianos recebem a cantora trans angolana Titica, nome de destaque do kuduro e ícone da contracultura africana, com a qual acabaram de lançar o single Capim Guiné. O trabalho também conta com participação de Margareth Menezes e vai estar no repertório da apresentação.
“Capim Guiné tem cheiro de mato que liga a Bahia a Angola. Tem a força da certeza de que multiplicados, somos mais fortes, temos um norte, um guia. E somos aqui mais uma vez guiados pela música, que trouxe até nós Titica, cantora angolana com o poder de quebrar as fronteiras e chegar bem perto do nosso canto. Que trouxe também a força da natureza que é a voz de Margareth Menezes, fazendo ecoar um sopro de Bahia em direção à África”, afirmou o grupo comandado por Russo Passapusso.
Depois da Baiana, vale ficar ligado no palco, pois às 20h  tem o aguardado encontro entre  o cantor  Ney Matogrosso com a Nação Zumbi, com o set list inteiro de canções do grupo  Secos e Molhados.
Amanhã, a programação do Sunset será aberta, às 15h, com dobradinha baiana entre a   banda Quabales e a cantora   Margareth Menezes.   A banda surgiu de um projeto social criado por Marivaldo dos Santos, um dos líderes do Stomp, no Nordeste de Amaralina.


                                                                 Fonte: http://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/baianasystem-faz-show-hoje-no-palco-sunset-do-rock-in-rio/

domingo, 27 de agosto de 2017

Resenha: Mulamba e BaianaSystem esquentam Curitiba.

Encerramento de festival local marca a primeira vez da BaianaSystem em Curitiba


O festival Subtropikal, que acontece na cidade de Curitiba (PR), dedica-se à arte urbana. Já em sua segunda edição, a festa de encerramento, que aconteceu no último dia 22, contou com duas bandas que garantiram ao público uma grande experiência com sons modernos e urbanos carregados de temáticas sociais.
Os responsáveis por essa experiência foram a banda local Mulamba e o show de encerramento do grupo BaianaSystem. A energia proporcionada pelas duas bandas não deixou o rigoroso inverno da capital paranaense afetar o público. Dança e calor tomaram a Ópera de Arame e garantiram uma verdadeira festa.
Mais intimista, a banda curitibana, composta unicamente por mulheres, começou sua apresentação ainda com poucas pessoas na plateia. De forma gradativa, a ópera foi se enchendo, e as palmas que se ouviam entre as músicas ficavam cada vez mais altas conforme o show acontecia.
A bandeira da representatividade feminina, evidentemente defendida pelo grupo, foi abraçada rapidamente pelos presentes. Rolou até cover de “Maria da Vila Matilde”, da Elza Soares, e de “Top Top”, da Rita Lee – duas artistas fortemente ligadas ao tema do feminismo.
Além da força das músicas, a banda também se mostrou muito performática. Além de todas estarem vestidas de cinza, a apresentação teve direito a danças, e teve até tinta vermelha sendo esfregada nas integrantes – simbolizando sangue.
Se quiser conhecer mais sobre essa banda, pode ler nossa entrevista exclusiva. As meninas disponibilizaram recentemente o clipe para a canção “Mulamba”, que abriu o show.
Pela primeira vez em Curitiba, a BaianaSystem trouxe todo o calor e ritmo da Bahia para o festival. Mais uma vez se consagrando como um dos nomes mais inovadores da atual música brasileira, o grupo liderado por Russo Passapusso fez jus à proposta criativa do festival, com suas canções que mesclam frevo, samba, rock e reggae com a música eletrônica.
Uma das coisas mais interessantes nas músicas interpretadas foi que nenhuma delas foi simplesmente executada pelo grupo. O próprio Russo disse que esse show seria “na base do improviso”. Cantigas de roda, discursos e momentos só de instrumental deram uma roupagem mais animada para as já eletrizantes músicas da BaianaSystem.
O destaque vai para a versão diferente feita para a música “Terapia”, muito mais pesada e que botou o público para suar. Outro ponto alto foi “Invisível”, em que Russo dedicou às pessoas que fazem o show dar certo: iluminadores, técnicos de som, seguranças e mais. Fora isso, foi como se a banda, ao longo da apresentação, preparasse o público para dar o melhor de si na música final, o hit “Playsom”.
O único ponto negativo foi proporcionado pelo próprio espaço do show. As cadeiras que ocupam a Ópera de Arame podem ter sido um obstáculo para alguns pagantes. A energia do grupo, no entanto, fez com que muitos ignorassem as cadeiras e fossem para o mais perto possível do palco, onde conseguissem pular e dançar. Alguns até subiram nas cadeiras para ter mais espaço, enquanto outros as usaram para pendurar casacos e cachecóis.
BaianaSystem foi uma das atrações do Festival Tenho Mias Discos Que Amigos, que ocorreu em Abril. Além disso, a banda se apresentará no próximo Rock in Rio.
                                                Fonte> http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2017/07/29/mulamba-baianasystem-curitiba-critica/

quinta-feira, 15 de junho de 2017

BaianaSystem: um sistema de som em movimento.

No quarto episódio da série CartaTeca, Russo Passapusso mapeia as influências do grupo e reflete sobre a face política do carnaval deste ano

Russo Passapusso define a si próprio como parte da mistura que cultua em sua música: olhos de índio, pele negra, barba de árabe, sobrenome europeu. À frente do BaianaSystem, um híbrido de sound system, banda e trio elétrico que funde dub, reggae, ragga, samba-reggae e música popular, o cantor e compositor encantou multidões no último carnaval de Salvador e tornou-se um dos principais “puxadores” da festa na Bahia.

Dono de uma personalidade magnética, do carisma dos gestos às declarações quase em verso, Russo não separa carnaval de política. Ele reconhece a exclusão social, a violência policial e a corda que divide os foliões como símbolos por trás da festa. O status de puxador recém-conquistado não o impede de perceber as contradições do novo papel. "Por via das histórias musicais, fui colocado em cima de um trio. Eu não consigo me compreender como puxador de nada. Para mim, puxar não é a ideia", diz, antes de fingir carregar um peso nas costas. "Você tem que libertar e não escravizar dentro dessa coisa de puxador".
Queira ou não, o compositor é hábil em conduzir, seja uma banda, uma multidão de fãs ou até mesmo uma entrevista. No quarto episódio da série CartaTeca, Russo mapeia cada influência musical do BaianaSystem, das festas de São João no Recôncavo baiano ao samba-reggae de Salvador, de Tim Maia a Bob Marley e Fela Kuti, sem deixar de buscar várias respostas para uma mesma pergunta.
São as dúvidas, e não as certezas, que inspiram as letras do grupo. “As músicas do Baiana têm muitas interrogações: 'Que cidade você se encaixa?', 'Quem vai dar mais?', 'Quem pergunta e quem concorda?'", analisa. “Comecei a ler as letras depois de muito tempo para tentar entender o que estava acontecendo. E falei: ‘Nossa! Quantas perguntas!’. Não tem exclamações ali. Sabe? É mistura para ver o que vai dar.”
Não há melhor metáfora da mistura no universo musical que o soundsystem. Nos guetos de Kingston no fim dos anos 1950, os jamaicanos passaram a organizar festas de rua com geradores, toca-discos e sistemas de som que amplificavam os disputados discos aportados no país caribenho, grande parte de origem norte-americana. Os sound systems da cidade em breve absorveriam em suas caixas de som a cultura caribenha e rastafari, estimulando o surgimento de grandes músicos e bandas locais.  
O Brasil também tem seus próprios sound systems. Nascido em Feira de Santana, Russo reconhecia o formato durante as festas de largo, quando alguém colocava um modesto sistema de som em cima de um "jeguinho" e rodava uma mesma fita por horas a fio. “Eu não tinha essa vivência de carnaval. Sempre tive uma vivência de São João. Sempre amei a festa porque entrava nas casas. Aquilo pra mim é lindo!"
"A primeira vez que eu passei o carnaval em Salvador foi a coisa mais sofrida do mundo"
Assim como o “jeguinho” que carrega um sistema de som pelas ruas, o trio elétrico “não deixa de ser um sistema de som perambulante”, diz Russo. A força das “festas em movimento” da cultura baiana inspirou uma cena de sistemas de som em Salvador dedicados ao dub, ao reggae, ao ragga e ao dancehall, da qual o BaianaSystem é o produto mais inovador.  
A música jamaicana enraizada em grupos como Olodum e o bloco afro Ilê Aiyê, pilares do samba-reggae soteropolitano, passou a despertar a atenção do cantor e de seus amigos nos anos 2000. “Veio essa história de ouvir os discos o dia inteiro. Ouvíamos muito disco nacional, e de repente começamos a ouvir muito reggae. ‘Ah, o disco é mais pesado. Nossa, que legal, cara! Olha o grave!’. Isso em um grupo de sete, oito amigos. Às vezes eram 12, às vezes 15... ninguém sabia qual era a quantidade correta.”
No fim dos anos 2000, surgiu o sound system “Ministereo Público". Ao contrário de alguns procuradores do órgão que inspirou o nome, o sistema de som não era seletivo: os amigos tocavam os gêneros jamaicanos em festas de rua para públicos de todos os tipos, com foco em bairros periféricos. “Aquilo era a forma mais confortável, porque ali não tinha erro. Ali não tinha desacerto, não tinha vergonha, não tinha medo. Porque fazia parte da rua”, resume Russo.
Projeto idealizado pelo guitarrista Roberto Barreto, o BaianaSystem combinava o formato do sound system com a guitarra baiana, a evolução do famoso “pau elétrico” criado nos anos 1940, consagrado pelo músico baiano Armandinho posteriormente. Em 2010, Russo juntou-se a Barreto para gravar o primeiro álbum do Baiana, homônimo. Logo na estreia, a banda contou com colaborações de peso como o compositor baiano Lucas Santtana e o rapper BNegão, que costuma dar as caras nos shows do grupo. 
Produzido por Daniel Ganjaman, o segundo disco, Duas Cidades, foi um dos principais lançamentos da música brasileira em 2016. Composições como “Lucro (Descomprimindo)”, “Jah Jah Revolta parte 2” e a própria faixa-título consolidaram o grupo nas duas principais arenas da experiência musical: donos de um show poderoso, passaram a ter um disco memorável.
O álbum cacifou o Baiana como uma das principais atrações do carnaval de Salvador deste ano. Para Russo, era uma situação oposta à dos seus primeiros festejos na cidade. “O carnaval nunca foi uma inspiração de paixão minha. Nunca. A primeira vez que eu passei o carnaval em Salvador foi a coisa mais sofrida do mundo. Encontrei com os meus amigos, e, chegando lá, todo mundo entrou no bloco e eu fiquei de fora. Foi assustador para mim. Os blocos guardavam fotos para saber se você era aceito ou não, de acordo com sua aparência, com seu bairro.”
Além da exclusão social, Russo reflete sobre a violência dos cordões, que obriga os integrantes a levantar a guarda para se manter de pé. “Se for perceber, o gingado do samba-reggae e do carnaval vem muito do boxe e da proteção. Eu preciso me proteger daquilo. A capoeira dentro de tudo, a coisa do socar e do esquivar. Fulano dá um soco ali para afastar e depois volta. Aquele que está na corda protege. Acontece muito disso.”
Atualmente, as cordas “estão caindo”, diz Russo. Segundo ele, as rodas que eram de briga se tornaram “rodas de união". “Neste carnaval, tivemos códigos muito fortes. Códigos de proteção de imagem. As pessoas batiam palmas quando a polícia se aproximava justamente para não tomar uma cutucada desapercebida”, afirma, além de ressaltar traços “matriarcais” da festa. “No centro da cidade, o carnaval foi muito ancião. Muito tribal. Mulheres entraram nas rodas ditando as regras.”
"O 'Fora, Temer' sempre esteve na história. É como o bom dia que a gente fala"
A união nas rodas revelou-se também nas manifestações políticas. Russo puxou em algumas oportunidades o coro “Fora, Temer” e foi acompanhado de uma multidão a pedir de forma uníssona a saída do atual presidente. “O coro do 'Fora, Temer' foi sempre”, diz Russo, aos risos. “O 'Fora, Temer' sempre esteve na história. É como o bom dia que a gente fala.” O cantor rejeita, porém, a reprodução do grito como um slogan, repetido por “militantes de uma palavra”. “Está difícil representar mais do que não sei quantas pessoas”, comenta, antes de suspirar. “Né?”
Liberdade musical, fusão de estilos, crítica social e um esforço de transformar manifestações locais em universais: em vários pontos, o BaianaSystem lembra movimentos musicais conterrâneos, como os Doces Bárbaros e os Novos Baianos, ou mesmo de estados nordestinos, como o manguebeat pernambucano. Em comum, todos buscaram expandir as manifestações artísticas para além da música. Russo não nega características semelhantes no Baianasystem, mas condiciona essa ambição à criatividade contínua do projeto. “A ideia de estar em movimento com as criações e recriações é o que faz eu ter uma consciência de estarmos fazendo um movimento. Justamente por estarmos em movimento.”
                 


                                                            Fonte> https://www.cartacapital.com.br/cultura/baianasystem-um-sistema-de-som-em-movimento

sábado, 7 de janeiro de 2017

Margareth convida BaianaSystem para primeira edição do Mercado Iaô em 2017

O show homenageia os 50 anos da Tropicália e os 30 anos de carreira de Margareth

A cantora Margareth Menezes está de volta com o Mercado Iaô, projeto responsável por agitar a Ribeira com música, teatro, artesanato, gastronomia e artes plásticas. Dessa vez, a banda BaianaSystem é a convidada do evento que acontece domingo, dentro do projeto Noites Tropicais.

O show homenageia os 50 anos da Tropicália e os 30 anos de carreira de Margareth, que presenteia o público com sucessos marcantes na sua voz, como Dandalunda e Faraó. Além dos shows, o público confere a exposição #Reciclos, que também faz parte da programação do Mercado Iaô.
Usando como matéria-prima latas de alumínio, embalagens plásticas, tijolos, garrafas de vidro, bitucas de cigarro, jornais e lixo eletrônico, a mostra traz obras de treze artistas com resíduos descartados nas ruas e aterros, apontando a viabilidade de reuso. 
A curadoria é assinada por Mundano, grafiteiro, ativista e idealizador do Pimp my Carroça - projeto que visa promover a autoestima dos catadores de materiais recicláveis e sensibilizar a sociedade para a causa em questão.
Serviço: Área externa da Antiga Fábrica de Linhos Nossa Senhora de Fátima (Praça General Ozório, 33, Ribeira). Domingo, das 10h às 20h (Mercado Iaô); e às 17h (show). Ingresso: entrada gratuita das 10h às 13h e R$ 20 | R$ 10 (a partir das 13h). Vendas: no local.



                                                            Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-guia/noticia/margareth-convida-baianasystem-para-primeira-edicao-do-mercado-iao-em-2017/?cHash=b7c076a9bf2d25dad2a9807cbcc411b1

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Réveillon: BaianaSystem faz multidão sair do chão na Praça Cayru; veja fotos

Rafa e Pipo já passaram pelo palco. Segundo dia de festa ainda tem Aviões do Forró, O Rappa, Timbalada e Lucas Lucco

Quem foi hoje (29) para a Praça Cayru, por volta das 19h30, pôde vivenciar um momento único - muito diferente do axé e do funk que têm dominado a festa do Réveillon de Salvador. É que a banda BaianaSystem, que foi uma das sensações do Carnaval e também do Festival de Verão, fez milhares de pessoas saírem do chão, no Comércio. 
Formada por Robertinho Barreto (guitarra), Russo Passapusso (vocal), SecoBass (baixo), JapaSystem e Ícaro Sá (percussão) e DJ João Meirelles, a banda baiana se apresentou pela primeira vez na Praça Cayru e trouxe os já conhecidos graves potentes e o groove característico em mais um show marcante. A banda - que se inspira no sistema de som jamaicano e tem forte influência eletrônica - era uma das atrações mais esperadas do segundo dia de Réveillon. 

"A palavra da noite é celebração. Celebração do ano, de tudo que a gente tem à nossa frente. Depois de um ano difícil, é um momento de transmutação, de repensar as coisas", disse o cantor Russo Passapusso. "Isso aqui é a realização de um sonho. Poder cantar essas coisas na cidade pra quem não conhece. É a realização de um sonho pros guetos da cidade, pros trabalhadores", completou. Ele também revelou que a banda deve lançar uma faixa musical antes do Carnaval. 

Em entrevista coletiva, o vocalista Russo também criticou a obrigação de lançar músicas em determinados momentos. “As pessoas dão um clima sazonal para as composições, por exemplo, uma música para o inverno, outra para o verão, deixa de ser uma música de sentimento. Fugir desse sazonal é dar mais espaço para a composição artística mesmo, para a poesia e tudo mais”, disse. 

Já no show, ele defendeu que a famosa "roda" é sinônimo de união e não de violência. "Aqui é Pelourinho. Pelourinho é equilíbrio. Vamos fazer o que a gente sempre faz que é pular e dançar. Não vai ter roubo. Não vai ter violência", falou. 
O público vibrou e cantou todos os sucessos da banda, como Terapia, Ubarana Amaralina, Playsom e Descompromindo. As amigas Adrielle Pires, de 24 anos, e Karine Santos, 17, são fãs da Bayana System e vieram curtir o show de graça na Cayru. "Baiana é revolucionária, não só pela banda, mas pela questão do jovem nas ruas, que é o que Salvador precisa. Eles representam a galera do gueto. A banda está incrível", disse Adrielle. 
A doméstica Jeninha Pereira, de 43 anos, foi com o marido, Cleber, ao Réveillon de Salvador na Praça Cayru e assistiu ao show da banda pela primeira vez e gostou. "É a primeira vez que escuto Bayana System. É muito doido, mas estou gostando. Bahia é mistura, é isso aí mesmo. Eu adoro festa, só vou sair no lixo", disse. 

                                                                             Fonte: http://www.correio24horas.com.br/single-reveillon/noticia/reveillon-2017-baianasystem-faz-multidao-sair-do-chao-na-praca-cayru-1/?cHash=f6b8cf5692b92b630bef70f525a640c5

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

BaianaSystem apresenta mix sonoro no Festival de Verão, sábado

Dance devagar, pulando que nem pipoca ou se esgueirando feito um ninja no meio da multidão. Seja como for, não pode faltar energia quando a banda BaianaSystem der o play no som que vai apresentar no Festival de Verão, pela primeira vez,  sábado.
O show, eleito melhor do ano pelo Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), acontece no palco principal da Arena Fonte Nova no mesmo dia que Planet Hemp, Natiruts, Nando Reis, O Rappa e Capital Inicial. O mix de guitarra baiana com influências do dub, reggae, arrocha, pagode e ijexá da BaianaSystem marca a primeira noite do festival que vai do rap ao rock, passando pelo pop e pelo reggae.
“A gente já tocou em festivais grandes fora de Salvador, mas quando é aqui a responsabilidade é ainda maior. Esse show é uma comemoração da possibilidade de estar num palco com estrutura incrível, com artistas que admiramos. Agora é tentar não sair do foco: a música, em primeiro lugar”, comemora o guitarrista Roberto Barreto, 45 anos.
Robertinho forma a BaianaSystem ao lado do vocalista Russo Passapusso e do baixista SekoBass, tendo colaboradores frequentes como os DJs e produtores João Meirelles e Mahal Pitta, os percussionistas Ícaro Sá e JapaSystem e o guitarrista Junix.
O repertório do grupo inclui músicas do álbum homônimo lançado em 2010, do EP Pirata (2013) e do recém-lançado Duas Cidades. Esse último, inclusive,  foi eleito o melhor disco pelo Prêmio Multishow de Música Brasileira, que também elegeu a música Playsom como o melhor hit.
“Esses prêmios que a Baiana tem conquistado abrem muitas portas e trazem uma responsabilidade com a música daqui, com a cena de Salvador. Isso de alguma forma abre uma fronteira pra todo mundo daqui e traz a renovação do mercado que estava massacrado”, destaca Roberto Barreto.
O cantor BNegão, do Planet Hemp, a quem o álbum Duas Cidades é dedicado, é convidado da BaianaSystem no show de sábado. Além dele, os anfitriões convidam o clarinetista Ivan Sacerdote e o MC Vandal para um encontro que valoriza a música instrumental baiana.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Disco do ano, música em game, festivais: o que é que o BaianaSystem tem?

Os integrantes do BaianaSystem ainda nem acreditam, mas tiveram seu novo álbum "Duas Cidades" eleito, na última terça-feira (25), o disco do ano no Prêmio Multishow. "Como assim nosso disco venceu o de Elza Soares?", questiona o vocalista Russo Passapusso. Formada há sete anos em Salvador, o grupo é figurinha presente nos principais festivais do país, está escalado para o Lollapalooza 2017 e, neste ano, teve uma música sua, "Playsom", integrada à trilha sonora do popular jogo "Fifa 16". Afinal, o que é que o BaianaSystem tem?

A mistura da icônica guitarra baiana com a cultura dos soundsystems (os famosos paredões de som, muito comuns no Norte e Nordeste) cria uma sonoridade tão peculiar que preenche uma demanda por sons inovadores que todo festival de música procura. Não é à toa que a banda passou a ser escalada em diversos eventos, dentro e fora do Brasil, desde o New Orleans Jazz Festival, em Nova Orleans, até o Fujirock, no Japão. "Depois de um festival, nosso som nunca mais fica igual. Aprendemos outros sotaques", diz o cantor.
Boa parte das composições da banda fala sobre festas populares e, desde a sua fundação, o BaianaSystem toca no Carnaval de Salvador. "O trio elétrico é um soundsystem ambulante", diz o guitarrista Roberto "Beto" Barreto, que já foi integrante do Timbalada. "Embora a guitarra baiana tenha sido criada por Dodô e Osmar [inventores do trio elétrico do Carnaval baiano] há 50 anos, ainda percebo nas pessoas um estranhamento com o som".
Esse estranhamento, segundo Beto, fica bem evidente no exterior. "As pessoas pediam para tirar foto com a guitarra baiana, principalmente no Japão", lembra o guitarrista, que tem como influências desde Led Zeppelin e Yes a Armandinho, Pepeu Gomes e Sergio Dias.

                                       Fonte> http://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2016/10/27/apos-ganhar-disco-do-ano-cantor-diz-o-que-e-que-o-baianasystem-tem.htm

sábado, 24 de setembro de 2016

BaianaSystem critica nova política cultural: "Temos a pior perspectiva possível Fonte: Gente - iG @ http://gente.ig.com.br/cultura/2016-09-24/baianasystem.html

Atração do festival Satélite061, em Brasília, BaianaSystem condena novo Ministério da Cultura: "Estamos caminhando para um retrocesso"

Seguindo a turnê do elogiado álbum "Duas Cidades", o coletivo BaianaSystem é uma das atrações deste sábado (24) do festival Satélite061, que acontece gratuitamente em Brasília
"Em Brasília as pessoas estão ligadas no que está acontecendo na música. Tocamos lá há algum tempo e nos surpreendemos", contou o guitarrista do BaianaSystem, Roberto Barreto, em entrevista ao iG.
O Satélite061 faz parte do circuito de festivais pelos quais o coletivo baiano está passando nos últimos meses, desde que o álbum "Duas Cidades" foi lançado no começo do ano. "A gente tem circulado pelo Brasil e pelas cenas independentes", comentou Barreto. "Os artistas trocam informações nesse circuito", explicou.
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Por onde passa, o BaianaSystem é reconhecido por seu ótimo trabalho no segundo disco, algo que não estava previsto pelos músicos. "A gente foi fazendo sem pensar no que ia dar, não tinha como prever", disse o guitarrista. "O disco é um resultado de coisas que a gente vinha fazendo ao vivo e quando saiu foi bem recebido", continuou Roberto Barreto, resumindo o sucesso.

Cenário difícil

Fazer sucesso na cena independente tem sido facilitado nos últimos anos por ferramentas como a internet, mas a missão está ficando cada vez mais difícil no Brasil por causa da turbulência política e econômica que o País tem vivido há alguns meses.
Para quem trabalha com cultura, as coisas estão ainda mais complicadas, principalmente após o fim do Ministério da Cultura. A pasta já foi recuperada pelo presidente Michel Temer, mas ainda não está agradando principalmente aos músicos.
"Estamos em um momento bem complicado, temos a pior perspectiva possível", confessou Roberto Barreto. Para ele, a administração da cultura nos últimos anos foi o que sustentou o desenvolvimento de cenas independentes em todo o País. "Não foi coincidência o que aconteceu nesses últimos 10 anos com o crescimento da cena independente e da cultura fora do eixo Rio-São Paulo", explicou.
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O músico considera que as gestões de Gilberto Gil, Juca Ferreira e Ana de Hollanda, entre os governos Lula e Dilma, tinham uma unidade que foi quebrada por Marcelo Calero, o novo ministro da pasta. "A gente está sob alerta total, as pessoas que estão lá não têm vínculo nenhum com a cultura", disse Roberto Barreto.
O guitarrista do BaianaSystem torce para que a situação melhore. "Espero que seja um momento de transição, porque a perspectiva é tenebrosa. A política cultural é inexistente e os artistas estão sozinhos agora. Estamos caminhando para um retrocesso e cabe a nós seguir lutando", declarou.
Satélite061
Com Gal Costa, Elza Soares, BaianaSystem e mais
Quando: até domingo, 25 de setembro
Onde: Torre de TV (Eixo Monumental, s/n - Jardim Burle Marx)
Quanto: grátis
                                                                          
                                                                                  Fonte> http://gente.ig.com.br/cultura/2016-09-24/baianasystem.html

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

'A gente foge de rótulos', diz cantor da BaianaSystem antes de show

Banda estreia no Festival de Inverno na noite deste sábado (28). 
'Somos uma complementação da música universal', diz vocalista.
Última atração da segunda noite do Festival de Inverno, a banda BaianaSystem concedeu entrevista coletiva à imprensa momentos antes de subir no palco e fazer a estreia na festa, que está na 12ª edição. Vocalista do grupo, o cantor Russo Passapusso aproveitou o novo espaço para afirmar que a banda não nasceu para resignificar a música baiana, a exemplo da Axé Musi

A gente foge dos rótulos. Somos uma complementação da música universal. Temos inspirações dentro de algo que já se faz", garantiu o cantor. Neste sentido, o cantor afirma que a música feita pelo grupo soteropolitano é resultado da experimentação.
"Você vê uma festa de largo, as pessoas tocam reggae, tocam pagode, tocam arrocha e tocam reggae de novo. Há uma fusão muito grande. O fio da meada é você ter o interesse", detalha a mistura que inspira as canções da BaianaSystem. Para o show desta noite, ele prometeu uma apresentação vibrante, "próxima do público", concluiu.

                                                           Fonte> http://gshow.globo.com/Rede-Bahia/Festival-de-Inverno-2016/noticia/2016/08/gente-foge-de-rotulos-diz-cantor-da-baianasystem-antes-de-show.html

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Jaloo joins Sky Boogarins and Bahia System in Molotov Cocktail 2016

The Jaloo paraense, exponent of the combination of electronic music and Tecnobrega, is another attraction confirmed at the Festival In The Air Molotov Cocktail, which takes place on October 22 in Recife. He joins singer paulistana Heaven, the band BaianaSystem and Boogarins, already scheduled for the event. The festival, known for exploring new names from the music scene and experimental sounds, will have 12 hours of national and international shows.

Check out the script shows the Enjoy

Jaloo presents in the capital of Pernambuco the # 1 album, their debut album, released in October last year. With elements of pop, idie, Tecnobrega and e-music, the work involves scenic and visual aesthetic responsible for the transformation of Jaime - the paraense born in Castlereagh, about an hour and a half from the capital Belém - in Jaloo. The disc name, as stated in interviews by the musician, is directly related to the debut in the music market. The hashtag before the number universalized the message.

The Para, now based in São Paulo, gained visibility on social networks by posting pop hits remixes and international rock - Beyoncé, Amy Winehouse, Donna Summer, among others, won versions signed by Jaloo in recent years. A cover of Oblivion, the Canadian Grimes, is the first EP Jaloo, Insight (2014). # 1, 12 tracks mixed national and international references in compositions and copyright arrangements, including the city, # 1 and Ah! Ache!.

                                                 Fonte> http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2016/08/23/internas_viver,661306/jaloo-se-une-a-ceu-boogarins-e-baianasystem-no-coquetel-molotov-2016.shtml

Jaloo se une a Céu, Boogarins e BaianaSystem no Coquetel Molotov 2016

Músico paraense é conhecido por mesclar tecnobrega e música eletrônica, além de remixes de hits do pop internacional
O paraense Jaloo, expoente da combinação entre música eletrônica e tecnobrega, é mais uma atração confirmada no Festival No Ar Coquetel Molotov, que ocorre no dia 22 de outubro, no Recife. Ele se junta à cantora paulistana Céu, à banda BaianaSystem e ao Boogarins, já escalados para o evento. O festival, conhecido por explorar novos nomes da cena musical e sonoridades experimentais, terá 12 horas de shows nacionais e internacionais.

Confira o roteiro de shows no Divirta-se

Jaloo apresenta na capital pernambucana o álbum #1, seu disco de estreia, lançado em outubro do ano passado. Com elementos do pop, idie, tecnobrega e da e-music, o trabalho envolve estética cênica e visual responsáveis pela transformação de Jaime - o paraense nascido em Castanhal, distante uma hora e meia da capital Belém - em Jaloo. O nome do disco, segundo declarado em entrevistas pelo músico, tem relação direta com a estreia no mercado fonográfico. A hashtag antes do número universaliza a mensagem. 

O paraense, hoje radicado em São Paulo, ganhou visibilidade nas redes sociais ao publicar remixes de hits do pop e rock internacionais - Beyoncé, Amy Winehouse, Donna Summer, entre outros, ganharam versões assinadas por Jaloo nos últimos anos. Um cover de Oblivion, da canadense Grimes, está no primeiro EP de Jaloo, Insight (2014). Em #1, 12 faixas mesclam referências nacionais e estrangeiras em composições e arranjos autorais, incluindo A cidade#1 e Ah! Dor!.


                                          Fonte> http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2016/08/23/internas_viver,661306/jaloo-se-une-a-ceu-boogarins-e-baianasystem-no-coquetel-molotov-2016.shtml

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Natiruts, BaianaSystem e Saulo fazem show no Wet'n Wild, em Salvador

Banda brasiliense lança novo trabalho no evento, que será dia 13 agosto.
Ingressos custam R$ 70, R$ 110 e R$ 150 e já estão à venda.


A banda de reggae Natiruts lança o DVD "Natiruts Reggae Brasil" no sábado (13), em Salvador. Parte do novo trabalho do grupo brasiliense foi gravado na capital baiana em 2015. O registro também foi feito no Rio de Janeiro.
O DVD contou com a participação de grandes nomes da música nacional, como Esdon Gomes, Ivete Sangalo e Gilberto Gil. O repertório do show conta com canções de sucesso do ritmo, como  “Nayambing Blues” (Sine Calmon), “Me Namora” (Edu Ribeiro), “Vamos Fugir” (Gilberto Gil), “Perdido de Amor” (Edson Gomes), “Desenho de Deus” (Armandinho), “Com Certeza” (Planta & Raiz), além de canções já conhecidas do público do Natiruts.
O cantor Saulo e o grupo BaianaSystem também se apresentam no evento. Os portões serão abertos às 21h. Os ingressos custam R$ 70 (pista), R$ 110 (área vip) e R$ 150 (área vip) e podem ser adquiridos na Line Bilheteria, localizada no segundo piso do Shopping da Bahia, por meio dosite da loja.
SERVIÇO
O quê: Lançamento DVD Natiruts
Quando: 13 de agosto (sábado)
Horário: Abertura dos portões 21h
Onde: Wet’n Wild
Atrações: Natiruts, Saulo e Baiana System
Ingressos:  Pista: R$ 70 | Área Vip: R$ 110 | Camarote: R$ 150
Ponto de venda: Line Bilheteria, localizada no segundo piso do Shopping da Bahia, ou através do site www.linebilheteria.com.br.
Classificação: 16 anos
*Valores podem sofrer alterações a qualquer momento sem aviso prévio

                                     Fonte> http://g1.globo.com/bahia/musica/noticia/2016/08/natiruts-baianasystem-e-saulo-fazem-show-no-wetn-wild-em-salvador.html

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Céu, Baianasystem e Boogarins confirmados na edição 2016 do Coquetel Molotov

Evento será realizado em outubro, com maratona de shows nacionais e internacionais e intervenções artísticas


A cantora paulistana Céu, os baianos da Baianasystem e a banda goiana Boogarins são os primeiros nomes confirmados para a edição deste ano do Festival No Ar Coquetel Molotov, que ocorre no dia 22 de outubro. O festival, conhecido por explorar novos nomes da cena musical e sonoridades experimentais, terá 12 horas de shows nacionais e internacionais. 

Confira o roteiro de shows no Divirta-se

Céu vem trabalhando o disco Tropix, lançado em março passado e marcado pelo flerte da MPB com a disco music, dos vocais influenciados pela música latina com os arranjos eletrônicos. Boogarins, que lançou Manual ou guia livre de dissolução dos sonhos no segundo semestre do ano passado, traz rock psicodélico ao palco do Coquetel. Enquanto a Baianasystem apresenta o recém-lançado Duas cidades, produzido por Daniel Ganjaman, álbum de Playsom, uma de suas músicas mais conhecidas e trilha sonora do game Fifa 2016.  

Além da maratona musical, o Coquetel Molotov terá intervenções artísticas sob curadoria do pernambucano Aslan Cabral, e, ainda, feira com produtos dos segmentos de moda e design, comandada por Nestor Mádenes. No primeiro lote oficial de vendas - a pré-venda promocional teve dois lotes esgotados -, os ingressos custam R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia-entrada) e R + 1kg de alimento não perecível (social), à venda no site Sympla.



                                         Fonte> http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2016/08/03/internas_viver,658361/ceu-baianasystem-e-boogarins-confirmados-na-edicao-2016-do-coquetel-m.shtml

sábado, 16 de julho de 2016

BaianaSystem comanda Baile Playsom e convida BNegão, Àttooxxá e MC Vandal

Show acontece hoje sábado (16), às 22h, no Barra Hall, e a ideia é curtir o clima de baile até de manhã

O Baile Playsom está de volta e o clima não podia ser diferente daquele que anuncia a própria música Playsom: “é serpentina e confete”. A segunda edição  da festa da BaianaSystem ocupa o Barra Hall amanhã, às 22h, e a ideia é curtir o clima de baile até de manhã.
“O baile é diferente das festas que a gente faz em Salvador. Amo o Pelourinho, a gente não vai parar de tocar nunca, mas às 23h40 já acaba ônibus pra galera. No baile, você encontra todos os links de diversão e não tem hora para acabar”, garante o cantor Russo Passapusso, 33, fundador da BaianaSystem com Robertinho Barreto e SekoBass.
A mais de mil decibéis, o Baile Playsom Parte 2 agita a Barra e a BaianaSystem não está só. Além da anfitriã, que convida o MC Vandal, a festa tem shows do cantor carioca BNegão, que traz o compacto formato BNegão Trio, e do DJ e produtor Rafa Dias, com o projeto Àttooxxá.
“A gente tem o mesmo elo de comunicação, a música experimental com roupagem eletrônica, então não vai ficar aquele show segmentado”, garante Russo. “O Àttooxxá tem o samba duro, o pagode, os ritmos internacionais e encaixa perfeitamente nessa história. Já BNegão é mais eletrônico, com DJ e sopro. O plano é que tenha um link da primeira à última música”, completa o vocalista.
Inspirada no sistema de som jamaicano e virada numa goteira, a Baiana apresenta o disco Duas Cidades, produzido por Daniel Ganjaman. A trilha reforça o mix de guitarra baiana com influências do dub, reggae, arrocha e ijexá, em músicas como a que dá nome ao baile, além de Barra Avenida Parte 2, Lucro (Descomprimindo) e Bala na Agulha.
“A Baiana tem identidade própria, ao mesmo tempo é vanguarda e é popular. O som tem muita coisa ancestral e muita coisa que propõe  paradas futuristas”, resume o cantor BNegão, 42, cujo repertório traz referências do samba, dancehall, rap, baile funk e da música jamaicana.
“Acho que a Baiana tem potencial para ser uma das maiores bandas mundiais, estilo Sepultura nos anos 1990. Identidade é o que faz o pessoal fazer diferença no mundo. Mais do mesmo não tem muito pra somar”, elogia BNegão, ao ressaltar a diversidade sonora do grupo baiano.
OcupaçãoFãs mais puristas torcem o nariz para o público cada vez mais diverso da BaianaSystem e os locais “elitistas” dos shows. Mas o grupo garante que a ideia é mesmo explorar todos os cantos das duas cidades, Alta e Baixa, e tornar o Baile uma festa universal.
“O Baile Playsom levanta da zona de conforto para fazer uma ocupação de espaços, dentro de valores. A gente está mexendo com a cabeça das pessoas. Queremos criar essa característica de música universal, baile universal”, diz Russo. “Não é por que a galera é do gueto que não vai poder ir para o Barra Hall. Nós vamos invadir a Barra!”, diverte-se.
Barra Hall (Rua Barão de Itapoan, 218, Barra | 3033-3803). Amanhã, às 22h. Ingresso: R$ 60 | R$ 30 (primeiro lote), R$ 80 | R$ 40 (segundo lote). Vendas: Ticketmix, Pida, Sympla.


                                                Fonte> http://www.correio24horas.com.br/single-guia/noticia/baianasystem-comanda-baile-playsom-e-convida-bnegao-attooxxa-e-mc-vandal/?cHash=da82459c3b63c075f0a74c3eaa4a2f98

quinta-feira, 14 de julho de 2016

BaianaSystem promove o Baile Playsom no Barra Hall.

O Baile Playsom, comandado pelo BaianaSystem, vai ganhar mais uma edição sábado, 16, às 22h, no Barra Hall. Além da banda, vão se apresentar também BNegão e  ÀTTØØXXÁ.
Na festa, o BaianaSystem mostra o repertório mais eletrônico do que nunca. As músicas serão turbinadas pelos live PA dos DJs e a participação especial do rapper Vandal.
A noite começa com ÀTTØØXXÁ, do DJ e produtor Rafa Dias, que apresenta um set com bass music, hip hop, breakbeats e samples de funk carioca e pagodão baiano.
BNegão chamou Pedro Selector (trompetista dos Seletores de Frequência) e DJ Castro (ex-Quinto Andar e Black Alien) para montar um setlist com possibilidades para três vozes, um instrumento de sopro e um par de toca-discos.
Os ingressos custam de R$ 60 (primeiro lote) e estão à venda na bilheteria do Barra Hall.

                                               Fonte> http://atarde.uol.com.br/cultura/musica/noticias/1783758-baianasystem-promove-o-baile-playsom-no-barra-hall