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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

BaianaSystem não será vetada do Carnaval, garante prefeito de Salvador

ACM Neto comentou na tarde deste domingo sobre o possível veto ao grupo BaianaSystem pelo Conselho Municipal do Carnaval (Comcar) –  a banda foi ameaçada de ser retirada do Carnaval após puxar gritos de “Fora, Temer” no circuito Campo Grande nessa sexta-feira. O prefeito afirmou via comunicado que não haverá qualquer tipo de punição. “Baianasystem ajudou a gente a começar o Furdunço e, por mim, a atração continua. Tanto o grupo quanto Léo Santanna foram muito fortes e badalados no Furdunço deste ano e arrastaram uma multidão que não era esperada. Nesse sentido vamos continuar com eles e vamos dar estrutura maior no Furdunço do próximo ano”, escreveu.
O prefeito ainda fez uma avaliação parcial positiva do Carnaval 2017, principalmente quanto à aceitação das mudanças trazidas para a folia neste ano. “A avaliação que faço da festa até o momento é muito positiva. As novidades que trouxemos estão muito bem avaliadas pelo público, a exemplo do palco na Barra, da terça-feira de ‘esquenta’, da abertura do Carnaval com um grande baile na Praça Municipal, o encontro de trios realizado anteontem. A gente tem sentido que esse Carnaval está mais tranquilo, as pessoas estão na rua com muita alegria, muita festa, e isso é muito bom. Claro que a gente só pode comemorar na Quarta-feira de Cinzas, mas o balanço é muito positivo”, afirmou.
Ele também apontou a importância de ter mais atrações para o folião pipoca. “Da nossa parte não existe preconceito contra blocos. Eles geram empregos assim como os camarotes e isso não pode parar. No entanto, vimos que essa quantidade de atrações sem cordas trazem cada vez mais as pessoas à rua. Esse movimento não existia até 2013. Hoje são mais de 300 apresentações gratuitas e, graças a Deus, estão sendo feitas pela Prefeitura.”
Quanto sua preferência como música do Carnaval de 2017, o prefeito saiu pela tangente. “Está muito confuso este ano, tem Léo Santanna com três canções estouradas, tem Bell, Psirico, Cláudia Leitte, então vou ficar em cima do muro”, finalizou.

                                                   FONTE> http://glamurama.uol.com.br/baianasystem-nao-sera-vetada-do-carnaval-garante-prefeito-de-salvador/

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

BaianaSystem põe bloco na rua com rapper Yzalú e a marcha de Sampaio

Aproveitando que o Brasil já respira em clima de Carnaval neste mês de fevereiro de 2017, a banda BaianaSystem se junta à rapper paulistana Yzalú e repõe o bloco na rua com single que traz empolgante registro de Eu quero é botar meu bloco na rua, marcha composta por Sérgio Sampaio (1947 – 1994) e lançada na voz do artista capixaba em 1972. Feita para campanha publicitária de novo modelo de telefone, a gravação do BaianaSystem com a participação de Yzalú foi lançada esta semana e já virou single posto à venda no iTunes.

Turbinada com o baticum eletrônico da banda baiana, a releitura de Eu quero é botar meu bloco na ruagerou clipe dirigido por Gabriel Nóbrega em stop motion e filmado em locação em São Paulo (SP) no qual foi recriada rua do Brasil colonial com a intenção de evocar signos e símbolos de antigos Carnavais.

single é o segundo lançado pela BaianaSystem neste mês de fevereiro de 2017. No dia 3, o cultuado grupo soteropolitano pôs nas plataformas digitais single com registro de música inédita, Invisível, de autoria de Russo PassaPusso, Roberto Barreto, SekoBass e Filipe Cartaxo.

(Crédito da imagem: capa do single Eu quero é botar meu bloco na rua, de BaianaSystem com Yzalú)

                                                              Fonte> http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/baianasystem-poe-bloco-na-rua-com-rapper-yzalu-e-marcha-de-sampaio.html

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

BaianaSystem faz multidão sair do chão no Festival de Verão

A banda foi a única representante baiana no primeiro dia da festa
Os portões da Arena Fonte Nova ainda estavam fechados quando a estudante de direito Ana Elisa Vieira, 24 anos, chegou para curtir a primeira noite do Festival de Verão. A jovem contou que a atração mais aguardada era a BaianaSystem, justamente, a última da grade.
"Não importa, vou esperar até o final do Festival, mas vou assistir. Eu adoro a BaianaSystem, adoro o som que eles fazem. Conheci a banda há alguns anos e, desde então, eu sigo eles", afirmou.  
Ela não foi a única a resistir firmemente até o final da festa. O professor Gilberto Santos, 42, só foi embora depois que a banda encerrou o show. "Há seis anos eu participo do Festival de Verão e só saio no lixo", brincou.
Russo Passapusso e sua turma fizeram a festa do público até às 2h e foram aplaudidos diversas vezes pela multidão. A ordem era não ficar parado e o público não contou conversa, pulou e dançou até a apresentação terminar. Mãos subiam e desciam, com cabeças acompanhando o ritmo.
Pouco antes de subirem ao palco, os músicos da banda conversaram com a imprensa e destacaram as influências que sofreram de outros grupos musicais. A BaianaSystem foi o único grupo baiano a se apresentar na primeira noite do festival.

É uma honra, um compromisso e uma responsabilidade muito grande de poder tocar hoje, aqui, e com referências tão grandes como Planet Hamp e O Rappa. São bandas que fizeram parte da nossa formação, que são uma influencia tanto musical como política e no entendimento do que é essa música”, contou o guitarrista Beto Barreto.

   Fonte>http://www.correio24horas.com.br/detalhe/categoria/noticia/baianasystem-faz-multidao-sair-do-chao-no-festival-de-verao/?cHash=263f6afcd7af429a4231c9ba89fbeee2 

sábado, 24 de setembro de 2016

BaianaSystem critica nova política cultural: "Temos a pior perspectiva possível Fonte: Gente - iG @ http://gente.ig.com.br/cultura/2016-09-24/baianasystem.html

Atração do festival Satélite061, em Brasília, BaianaSystem condena novo Ministério da Cultura: "Estamos caminhando para um retrocesso"

Seguindo a turnê do elogiado álbum "Duas Cidades", o coletivo BaianaSystem é uma das atrações deste sábado (24) do festival Satélite061, que acontece gratuitamente em Brasília
"Em Brasília as pessoas estão ligadas no que está acontecendo na música. Tocamos lá há algum tempo e nos surpreendemos", contou o guitarrista do BaianaSystem, Roberto Barreto, em entrevista ao iG.
O Satélite061 faz parte do circuito de festivais pelos quais o coletivo baiano está passando nos últimos meses, desde que o álbum "Duas Cidades" foi lançado no começo do ano. "A gente tem circulado pelo Brasil e pelas cenas independentes", comentou Barreto. "Os artistas trocam informações nesse circuito", explicou.
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Por onde passa, o BaianaSystem é reconhecido por seu ótimo trabalho no segundo disco, algo que não estava previsto pelos músicos. "A gente foi fazendo sem pensar no que ia dar, não tinha como prever", disse o guitarrista. "O disco é um resultado de coisas que a gente vinha fazendo ao vivo e quando saiu foi bem recebido", continuou Roberto Barreto, resumindo o sucesso.

Cenário difícil

Fazer sucesso na cena independente tem sido facilitado nos últimos anos por ferramentas como a internet, mas a missão está ficando cada vez mais difícil no Brasil por causa da turbulência política e econômica que o País tem vivido há alguns meses.
Para quem trabalha com cultura, as coisas estão ainda mais complicadas, principalmente após o fim do Ministério da Cultura. A pasta já foi recuperada pelo presidente Michel Temer, mas ainda não está agradando principalmente aos músicos.
"Estamos em um momento bem complicado, temos a pior perspectiva possível", confessou Roberto Barreto. Para ele, a administração da cultura nos últimos anos foi o que sustentou o desenvolvimento de cenas independentes em todo o País. "Não foi coincidência o que aconteceu nesses últimos 10 anos com o crescimento da cena independente e da cultura fora do eixo Rio-São Paulo", explicou.
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O músico considera que as gestões de Gilberto Gil, Juca Ferreira e Ana de Hollanda, entre os governos Lula e Dilma, tinham uma unidade que foi quebrada por Marcelo Calero, o novo ministro da pasta. "A gente está sob alerta total, as pessoas que estão lá não têm vínculo nenhum com a cultura", disse Roberto Barreto.
O guitarrista do BaianaSystem torce para que a situação melhore. "Espero que seja um momento de transição, porque a perspectiva é tenebrosa. A política cultural é inexistente e os artistas estão sozinhos agora. Estamos caminhando para um retrocesso e cabe a nós seguir lutando", declarou.
Satélite061
Com Gal Costa, Elza Soares, BaianaSystem e mais
Quando: até domingo, 25 de setembro
Onde: Torre de TV (Eixo Monumental, s/n - Jardim Burle Marx)
Quanto: grátis
                                                                          
                                                                                  Fonte> http://gente.ig.com.br/cultura/2016-09-24/baianasystem.html

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Rock Concha 2016 terá Sepultura, Titãs, Baiana System e outras atrações

Festival será realizado em 29 e 30 de outubro, na Concha Acústica.
Além dos shows, Esplanada da Concha sediará 'Feira do Rock'.

As bandas Sepultura, Titãs, Baiana System, Efeito Manada e os artistas Karol Conká e Márcio Mello são as trações do Festival Rock Concha, que será realizado em 29 e 30 de outubro, na Concha Acústica, em Salvador.
Considerado um dos maiores eventos do ritmo musical no Brasil, o Rock Concha completa 27 anos em 2016. Além dos shows, a Esplanada da Concha vai receber a Feira do Rock, que vai reunir, gastronomia, música e entretenimento, a partir das 15h. O primeiro lote promocional já está à venda e contará com ingressos limitados. As entradas custam R$ 40 (meia-plateia), R$80 (inteira-plateia), R$80 (meia-camarote) e R$160 (inteira-camarote). os shows começam a partir das 17h.
Programação 
- 29 de outubro: Márcio Mello, Titãs e Sepultura
- 30 de outubro: Efeito Manada, Karon Cinká e Baiana System
SERVIÇO:
Festival Rock Concha
Atrações: Márcio Mello, Titãs e Sepultura (sábado) e Efeito Manada, Karol Conká e Baiana System (domingo)
Data: 29  e 30 de outubro (sábado e domingo)
Local: Concha Acústica
Horário: Portões serão abertos às 15h, e shows comçam às 17h
Ingressos: R$ 40 (meia-plateia), R$80 (inteira-plateia), R$80 (meia-camarote) e R$160 (inteira-camarote) - venda na bilheteria do TCA, SACs do shoppings Barra 
Fonte, > http://g1.globo.com/bahia/musica/noticia/2016/09/rock-concha-2016-tera-sepultura-titas-baiana-system-e-outras-atracoes.html

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Juliana Paes curte show de BaianaSystem com amigas em Salvador

Atriz está em Salvador para as gravações de 'Dona Flor - O Filme'
A atriz Juliana Paes está em Salvador desde a semana passada gravando 'Dona Flor - O Filme'. A morena aproveitou uma folga na noite de sábado (16) para curtir o show da banda BaianaSystem, no Barra Hall.
Em uma foto postada nas redes sociais, Juliana aparece ao lado da esposa de Marcelo Faria, seu parceiro no filme, e de outras amigas. Usando um shortinho curto e uma blusa amarela, a atriz deixou à mostra suas pernas super malhadas.
Recentemente, Marcelo Faria postou algumas fotos dos bastidores do filme e, em uma delas, ele aparece ao lado de Juliana. "Cenário natural. Escola de culinária Sabor e Arte", escreveu na legenda. A atriz, por sua vez, postou uma imagem do amanhecer em uma das praias da cidade e disse: "será que o nascer do Sol na Bahia é mais bonito?". O ator Leandro Hassum também participa do filme.

Fonte > http://www.correio24horas.com.br/single-entretenimento/noticia/juliana-paes-curte-show-de-baianasystem-com-amigas-em-salvador/?cHash=637dae2a256ae1db17f070cdbf0b8833

quinta-feira, 14 de julho de 2016

BaianaSystem promove o Baile Playsom no Barra Hall.

O Baile Playsom, comandado pelo BaianaSystem, vai ganhar mais uma edição sábado, 16, às 22h, no Barra Hall. Além da banda, vão se apresentar também BNegão e  ÀTTØØXXÁ.
Na festa, o BaianaSystem mostra o repertório mais eletrônico do que nunca. As músicas serão turbinadas pelos live PA dos DJs e a participação especial do rapper Vandal.
A noite começa com ÀTTØØXXÁ, do DJ e produtor Rafa Dias, que apresenta um set com bass music, hip hop, breakbeats e samples de funk carioca e pagodão baiano.
BNegão chamou Pedro Selector (trompetista dos Seletores de Frequência) e DJ Castro (ex-Quinto Andar e Black Alien) para montar um setlist com possibilidades para três vozes, um instrumento de sopro e um par de toca-discos.
Os ingressos custam de R$ 60 (primeiro lote) e estão à venda na bilheteria do Barra Hall.

                                               Fonte> http://atarde.uol.com.br/cultura/musica/noticias/1783758-baianasystem-promove-o-baile-playsom-no-barra-hall

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Esgotados ingressos para shows de Brown e BaianaSystem

Apresentações serão no sábado (14), segundo dia de festival em Salvador.
Entradas para Novos Baianos também já tinham se esgotado, aponta Tca

Esgotaram-se neste domingo (1º) os ingressos para os shows de sábado (14) do Festival "Eu Sou a Conha", quando sobem ao palco o músico Carlinhos, que convida o cantor Lazzo Matumbi, além da banda BaianaSystem, que recebe Ney Matogrosso.
As entradas para a programação de domingo (15), com apresentação dos Novos Baianos, já estavam esgotadas desde o sábado (30), quando começaram as vendas. Já a apresentação de Maria Bethânia, que abre a programação do festival na sexta-feira (13), é apenas para convidados.
Os ingressos para os shows dos dias 14 e 15 de maio custaram R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Na manhã de sábado, uma grande fila marcou o início das vendas na bilheteria do Teatro Castro Alves (TCA), centro de Salvador.
Programação
O festival será realizado entre 13 e 15 de maio, na Concha Acústica do TCA, e marca a reinauguração do espaço, que está fechado para reforma desde 2013.
No dia 13, o show de Maria Bethânia terá a participação de Margareth Menezes.
No dia 14, Carlinhos Brown convida Lazzo Matumbi e, em seguida, o grupo BaianaSystem propõe um diálogo musical com o cantor Ney Matogrosso como convidado.
Por fim, no dia 15 de maio (domingo), os Novos Baianos voltam a se reunir para um show baseado no repertório do emblemático disco "Acabou Chorare".
Nos três dias do festival, as apresentações musicais serão divididas por intervenções cênicas que devem envolver a área da Concha Acústica como um todo, misturando performances de dança, efeitos cênicos, música e audiovisual.
ERVIÇO
13/05/2016 (SEXTA-FEIRA): Evento só para convidados

Maria Bethânia com participação especial de Margareth Menezes
Espetáculo cênico-musical Kindembu – Afoxé Filhos de Gandhy convida Tropical Selvagem, Cortejo Afro convida Márcia Castro, Ilê Aiyê convida Dão, Male Debalê convida Larissa Luz, Muzenza convida Ellen Oléria, além da participação especial do Olodum
Horário: 18h
Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves
PARA CONVIDADOS
14/05/2016 (SÁBADO)
Carlinhos Brown com participação especial de Lazzo Matumbi
BaianaSystem com participação especial de Ney Matogrosso
Horário: 18h
Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves
Ingressos: R$ 60 inteira - R$ 30 meia
INGRESSOS ESGOTADOS



  Fonte: http://g1.globo.com/bahia/musica/noticia/2016/05/esgotados-ingressos-para-shows-de-brown-e-baianasystem-na-concha.html

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Atração do último show da Concha, BaianaSystem inicia novo ciclo do espaço

Reconhecida como uma das atrações que apontam novas tendências da música brasileira, a BaianaSystem faz parte de um ciclo na história da Concha Acústica. O grupo participou da última apresentação no espaço antes do fechamento para as obras – o especial “Domingão na Concha” com Lenine, Letieres Leite e outras atrações, em dezembro de 2013 – e agora integra a programação do festival “Eu Sou A Concha”, que marca a reinauguração. “Pra gente foi uma honra ter sido convidado porque a gente participou do encerramento que teve vários shows, então ficou aquele gostinho assim de tocar de novo. Também tem toda a importância no histórico pra o que é a Concha, que a gente viu nesse período que ficou fechada, a falta que faz pra cidade como um lugar de médio porte, boa estrutura aura”, afirma Roberto Barreto, guitarrista da banda.
BaianaSystem se apresenta no sábado (14), segundo dia de shows, com a participação de Ney Matogrosso, em uma apresentação inédita, de cerca de 70 minutos, coordenada pelo diretor artístico Elísio Lopes Jr. “Foi uma proposta que de alguma forma partiu da direção do espetáculo, entre os nomes que eles pensavam e teve toda uma consulta pra saber o que é que ele achava, então  da nossa parte, a gente ficou super entusiasmado: ‘Lógico, tem tudo a ver, vai ser ele!’. Pelo que Elísio falou, ele teve a mesma reação, ficou empolgado. Artisticamente, ao longo da carreira dele, ele participa muito de shows com pessoas que estão produzindo na atualidade, então foi uma proposta com aceitação de ambos os lados”, conta o guitarrista.


No show, que ainda está sendo montado, a banda deve apresentar algumas canções do novo álbum “Duas Cidades”, lançado no dia 29 de março, aniversário de Salvador. Além de fazerem parte de duas apresentações marcantes para a história do anfiteatro, os espetáculos também representam fases distintas na carreira do grupo. Em 2013, chegando ao auge do primeiro álbum, lançado em 2010. Quase dois anos e meio depois, a banda volta ao mesmo local já com o trabalho consolidado no cenário de música alternativa. “Tem esse entendimento maior da gente como grupo, como artista, nessa relação com a cidade. Nesse período, a gente teve bastante coisas acontecendo, teve os shows que a gente fez no Pelourinho, teve o último carnaval com momentos bem marcantes, lançamento de disco... Foi bem esse tempo de consolidar isso, formatar isso pra um disco, ter essa relação com o público mais concretizada”, analisa. No festival, a banda pretende apresentar um pouco do novo show, que mostra os experimentos que eles vêm fazendo com uma sonoridade mais madura. O segundo dia de apresentações contará ainda com show de Carlinhos Brown com participação de Lazzo. Na sexta (13), abertura exclusiva só para convidados, terá Maria Bethânia com Margareth Menezes e o espetáculo Kindembu com Ilê Aiyê, Filhos de Gandhy, Cortejo Afro, Male Debalê, Muzenza, Olodum e convidados. O festival chega ao fim no domingo (15) com o reencontro inédito dos Novos Baianos.


                                     Fonte> http://www.bahianoticias.com.br/noticia/190185-atracao-do-ultimo-show-da-concha-baianasystem-inicia-novo-ciclo-do-espaco.html

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Concha reabre com Bethânia, Novos Baianos, Brown e BaianaSystem; veja venda de ingressos

Maria Bethânia e Margareth Menezes fazem o primeiro show que abre a Concha, no dia 13
A venda de ingressos para os shows de reabertura da Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA) começará no dia 30 de abril, a partir das 9h. Ney Matogrosso, BaianaSystem, Novos Baianos, Lazzo e Carlinhos Brown se apresentam em maio, às 18h, no sábado (14), e às 19h, no domingo (15).
Os ingressos custarão R$60 (inteira) e R$ 30 (meia) e estarão à venda também pela internet no site www.ingressorapido.com.br e nos SACs dos shoppings Barra e e Bela Vista. Cada pessoa poderá comprar apenas um par de ingressos, por CPF, para cada dia de show. 
Os artistas vão se revezar em apresentações no palco da Concha no Festival Eu Sou a Concha, que tem direção de Elísio Lopes Jr.. Maria Bethânia e Margareth Menezes, recordista de apresentações no espaço, fazem o primeiro show na sexta-feira (13). A apresentação é apenas para convidados. Completam o espetáculo, a apresentação do Afoxé Filhos de Gandhy, Cortejo Afro, Ilê Ayê, Malê Debalê e Muzenza.
No sábado (14), Carlinhos Brown convida Lazzo Matumbi e, em seguida, BaianaSystem convida Ney Matogrosso. No domingo (15), o grupo Novos Baianos se apresenta com Baby do Brasil, Moraes Moreira, Pepeu Gomes, Luiz Galvão e Paulinho Boca de Cantor.
Em março, o cantor e compositor Moraes Moreira anunciou em uma postagem no Facebook que os Novos Baianos se reuniria especialmente para a ocasião. Ele lembrou ainda que o espaço recebeu os  primeiros shows do grupo nos anos setenta, com recordes de público. 
Segundo Rui Costa, a obra custou em torno de R$ 80 milhões e faz parte da primeira etapa das reformas no TCA. "É uma nova Concha Acústica, mais 340 vagas de estacionamento, que vão servir ao Teatro Castro Alves e à Concha Acústica, e novo elevador de serviços do TCA", detalhou. 
A segunda etapa das obras é a requalificação da Sala do Coro, que terá início após a reinauguração da Concha Acústica. "Concluída a Sala do Coro, nós entramos na sala principal do TCA. A ideia é entregar no início de 2018", declarou o governador.
Programação
13/05/2016 (sexta)
Maria Bethânia com participação especial de Margareth Menezes 
Espetáculo cênico-musical Kindembu – Afoxé Filhos de Gandhy convida Tropical Selvagem, Cortejo Afro convida Márcia Castro, Ilê Aiyê convida Dão, Male Debalê convida Larissa Luz, Muzenza convida Ellen Oléria, além da participação especial do Olodum
Horário: 18h
Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves
Para convidados
14/05/2016 (sábado)
Carlinhos Brown com participação especial de Lazzo Matumbi
BaianaSystem com participação especial de Ney Matogrosso 
Horário: 18h
Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves
Ingressos: R$ 60 inteira - R$ 30 meia
15/05/2016 (domingo)
Show de Novos Baianos – “Acabou Chorare” e homenagem a João Gilberto
Horário: 19h
Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves
Ingressos: R$ 60 inteira - R$ 30 meia

   FONTE. > http://www.correio24horas.com.br/single-guia/noticia/concha-reabre-com-bethania-novos-baianos-brown-e-baianasystem-veja-venda-de-ingressos/?cHash=5d27f0b359939d0e42b0790aa66b3c0c

terça-feira, 29 de março de 2016

With engaged lyrics, BaianaSystem launches second album on Tuesday

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terça-feira, 22 de março de 2016

Atrás da máscara

Carnaval de Salvador, 2016.
- É o Psirico? - pergunta a foliã carioca.
- É o Chiclete? - quer saber
o amigo paulista.
- NÃO, É O BAIANA SYSTEM, MEU PAI - grita, empolgado, o ambulante que lhes atendia, saindo correndo em direção àquela massa, deixando seu isopor de Schin ao deus-dará.
Há muitos anos não se via tamanha sintonia entre banda e multidão. Não no Carnaval de Salvador. Não com uma banda que não toca nas rádios, mas que tem absolutamente todas as suas músicas cantadas em uníssono por essa mesma multidão que arrastou em fevereiro.
Este mês, o Baiana System está lançando Duas Cidades, o segundo disco de uma carreira de seis anos, inúmeros shows pelos quatro cantos do mundo, incluindo Dinamarca, Rússia, França, Estados Unidos, carnavais e muita história para contar.
E, para contá-la, voltemos uma parte dessa história no tempo. Jamaica, 1970.
Com a tecnologia, os DJs jamaicanos, além de tocar os sucessos do rock and roll e rhythm'n'blues que chegavam à ilha, passaram a poder modificá-los, tirando a voz e mandando as suas próprias mensagens em cima daquela base musical. Eles improvisaram e animaram as festas com a mesma música por horas, tudo isso com apenas caixas de som e uma equalização cheia de graves. Era o sound system.
"O lance do grave é que, além de ouvir, a pessoa também o sente", destaca Russo Passapusso, cantor e compositor do Baiana System. Nascido em Senhor do Bonfim, Roosevelt (o Russo vem da variação que seu nome foi ganhando) cresceu ouvindo forró e também os  violeiros que tocavam Fagner, os tecladistas que tocavam arrocha e o jegue que tocava a clássica lambada "Ui piti piti": "Penduravam as caixas de som nele e os foliões iam ao redor. Era o Jegue Elétrico", lembra Russo.
Aos 14, foi morar em Salvador e, perdido na capital, fez do total desconhecimento o seu aliado para descobrir a cidade: "Eu ia pra tudo: Russo, vamos pro pagode? Vamos. Vamos pro rock? Vamos. Vamos pro reggae? Vamos". Nessa fartura de histórias e ritmos, conheceu músicos e DJs, como Dudu Caribe e Raiz, o grafiteiro MFR, o francês D'France, e, trocando experiências e se aprofundando em vinis jamaicanos, descobriram a cultura sound system. Empolgados com essa ferramenta, juntos, compraram um equipamento e o batizaram de Ministério Público, entrando com ele nas periferias de Salvador. "Mas a gente não ia lá para que a cidade nos conhecesse. A gente ia pra que a gente conhecesse a cidade". 
Na mesma época, o guitarrista Roberto Barreto conhecia o mundo excursionando com sua banda, Lampirônicos, quando um fato começou a chamar a sua atenção: "Tinha um momento do show em que eu usava a guitarra baiana e via que as pessoas ficavam fascinadas, querendo saber que instrumento era aquele".
Com o fim das atividades da banda, ele começou a produzir programas para a Rádio Educadora, como o Rádio África e No Balanço do Reggae. Em sua pesquisa, descobriu a música do Congo, Angola, Jamaica.  Com o baixista Seco, passou a compor, colocando aquele pequeno grande instrumento inventado por Armando Macedo nas bases rítmicas que ia encontrando. Depois, ia gravando as primeiras ideias e mandando para o irmão, o designer Filipe Cartaxo, trabalhar a partir delas.
Desde essas composições iniciais, aliás, nenhuma imagem na banda é gratuita. Todos os vídeos, cenários, cartazes e Instagram têm um propósito. Para a foto que ilustra a abertura desta reportagem, por exemplo, eles fizeram questão de que fosse com a máscara, elemento distribuído nos shows e responsável pela forte identidade criada entre o Baiana System e seu público. Nesse ponto, fica a impressão de que o rigor no controle da imagem atrapalha a naturalidade com que a banda seria vista por outros olhos.
Buscando referências em Salvador, Barreto chegou ao Ministério Público e a Russo Passapusso. Foi o encontro do subgrave do sound system com o superagudo da guitarra baiana. O primeiro disco homônimo foi lançado em 2010. Guitarra, baixo, voz, bateria eletrônica e imagem. A primeira informação sobre a banda era de que se tratava de uma espécie de releitura do axé. "Não deixa de ser. É isso, é mais que isso e é também o que as pessoas acharem que é", diz Barreto.
A simbiose com o público é forte. As pessoas fazem parte da criação, usam a mesma máscara e inspiram os músicos no palco, contagiando quem estiver naquele perímetro sonoro e visual. Cada apresentação é uma experiência única. 
"Desde que vi pela primeira vez, saquei um borogodó forte ali. Os shows evocam (boas) sensações primitivas na galera, e os momentos de catarse coletiva são diversos. Ir a um show deles é estar disposto à entrega", diz o ilustrador Zeca Forehead. Na página feita pelos seguidores no Facebook, uma das perguntas mais frequentes é: "Alguém sabe quando vai ter show?"
Do jegue ao navio pirata
Há quem diga que o Baiana System está fora do dito esquema mercadológico, porém esqueceram de avisar isso ao público, que lota todos os shows. Alguns fãs mais antigos até acham que a banda está mais comercial. "Nada contra quererem alcançar diferentes perfis de público, mas isso não me agrada tanto", critica a fotógrafa Sandra Travassos. Apesar disso, no terceiro ano do trio elétrico Navio Pirata, uma multidão foi às ruas neste Carnaval. 
Fato é que o BS criou o seu próprio mercado, alimentando os seus seguidores com músicas, vídeos, fotos ou máscaras, constituindo, no decorrer desses anos, uma base sólida de fãs que aconteceu por meio do natural e eficaz boca a boca.
Para a estudante Clara Sena, não foi amor à primeira vista: "Uma amiga me mostrou e eu não tinha gostado, até que ela me convenceu a ir vê-los ao vivo e desde então eu fiquei encantada. Vou a todos os shows que posso, e em um deles eu ainda conheci meu namorado". Passapusso adverte: "Quem conhece ao vivo e depois ouve o disco, às vezes, se decepciona, pois estamos sempre mudando, que é o princípio do sound system". Roberto completa: "Há também o inverso. O cara conhece o disco e, quando vai ao show, fica chocado, está tudo diferente".
Essa liberdade permitiu que a banda, no início da carreira, em 2010, fizesse uma turnê pela China e pelo Japão com apenas seis músicas no repertório. "A primeira vez que vi um show foi em 2011", lembra o DJ Edbrass Brasil, "de lá para cá, cresceram muito como banda ao vivo. O resultado em disco ainda não pintou, mas tem tudo para acontecer, com as novas parcerias".
Depois de "quando vai ter show?", a outra pergunta que aparece nas redes é: "Alguém sabe quando sai o disco novo?".  A resposta: o upload começa a ser feito dia 22, terça-feira. Esta semana já poderá ser escutado, por enquanto apenas nas plataformas digitais da banda - Spotify, iTunes e Soundcloud. Eles tocam em maio, em São Paulo. Em Salvador, ainda não têm data nem comentam sobre a agenda.
Intitulado Duas Cidades, a ideia era gravar apenas em São Paulo. Por isso, Barreto, Seco, Passapusso, Cartaxo e o produtor Daniel Ganjaman (Otto, Crioulo, Nação Zumbi) foram para um sítio na serra paulista, onde ficaram por um mês. Ao fim do processo, sentiram que faltava algo no disco, principalmente para uma banda chamada Baiana System: faltava a Bahia.
Voltaram a Salvador e convidaram uma série de músicos, como o percussionista Márcio Victor, o pianista Marcelo Galter, o guitarrista Junix, o pernambucano Siba (voltando a tocar rabeca) e As Ganhadeiras de Itapuã. Sobre essa última parceria, o regente Amadeu Alves comenta: "Criou-se uma ponte entre a voz de raiz das lavadeiras do Abaeté com uma banda ligada a elementos tecnológicos. Eles buscam o futuro, mas também as raízes. E é isso que dá potência a um trabalho. Raiz é legado".
Duas Cidades, ouvido pela Muito, traz 12 faixas que trafegam na linha tênue entre o pop e o conceitual, com melodias facilmente absorvidas na primeira audição, mas sem soar apelativo. A essência continua: reggae, dub, rock, pagode, o peso do grave com o agudo, a percussão com a batida eletrônica e as intervenções vocálicas de Russo, fazendo da voz quase um tambor, tudo está ali. Nesse(s) ritmo(s), o Navio Pirata 2017 pode arrastar ainda mais gente, mostrando que atrás do Baiana System só não vai quem já morreu.
>> A ênfase do espírito original
Desde sempre - seja nos anos 80, nos anos 90 ou 2000 -  o underground baiano repeliu tudo o que tivesse características da chamada axé music. Bandas de rock pipocavam pela cidade, mas, como diz  o produtor Nestor Madrid, ele ficava assustado com o fato de não enxergar "coqueiros" nessas bandas.
Pelo que se vê a partir do Baiana System, essa realidade mudou. Para o músico Jorge Dubman, baterista do I.F.Á. Afrobeat, outro forte nome desse novo cenário,  "a queda financeira e produtiva do axé fez todos os olhares se voltarem para essa cena. Ela está cada vez mais forte, com várias influências, sotaques e experimentações". Ele cita Kalu, O Quadro (Ilhéus), Daganja, Rafa Dias, Pali OJC, Complexo Ragga (Vitória da Conquista), Rumpilezz, Dão...
O jornalista e DJ Luciano Matos vai além. Para ele, o fato de a indústria do axé entrar em decadência fez com que tudo aquilo que ela representava deixasse de ser algo nefasto. "A música afro, a tônica na percussão, falar do Carnaval, usar guitarra baiana, pensar em ser grande... Isso era o diabo para esse universo mais 'alternativo' e hoje não é mais", avalia.
Para ele, novos artistas já nasceram sem esse preconceito, da mesma forma que veteranos passaram a não se preocupar com isso, mesmo no rock. Luciano acrescenta à lista de Dubman os nomes de Mauro Telefunksoul,  Bahia Bass, Som Peba, Attooxxa, Lord Breu, Funfun Dúdú, Trad, Tabuleiro Musiquim, Suinga e Giovani Cidreira. A lista é grande e, pelo visto, não vai parar de crescer.
>> Duas cidades
O upload começa dia 22/3. Esta semana, o disco já poderá ser escutado nas plataformas digitais da banda - Spotify, iTunes e Soundcloud




Fonte> http://www.atarde.uol.com.br/muito/noticias/1756277-atras-da-mascara

Com exclusividade, confira a capa do novo álbum do BaianaSystem

capa baiana system                                                                                                                                                                                             ssa só o Canal Enjoy tem. O BaianaSystem – bloco e banda mais cool da Bahia e que Glamurama adora! – lança no próximo dia 29 de março, dia do aniversário de Salvador, seu novo disco, “Duas Cidades”. Glamurama descolou com exclusividade a capa do segundo disco do grupo, que é dedicado a BNegão, que acompanha os meninos desde o começo do grupo, e tem produção do fera Daniel Ganjaman, que já trabalhou  com Criolo e Karol Conká. A arte é criação de Filipe Cartaxo e acompanha a estética visual do grupo, com elementos que força a troca direta de sons e imagens, em uma espécie de dois universos, dualidades e expressões. Duas faixas do novo álbum também já estão na internet. Play aqui embaixo

Fonte> http://glamurama.uol.com.br/com-exclusividade-confira-a-capa-do-novo-album-do-baianasystem/Novo álbum do BaianaSystem sai em todas as plataformas de streaming a partir de 29 de março

quarta-feira, 9 de março de 2016

Baiana System é única banda brasileira na trilha do 'Fifa 16'

Parte das músicas está disponível para os fãs em um serviço de streaming. 
Música 'Playsom' é a única do Brasil na relação de 41 músicas divulgadas.


O jogo de simulação de futebol Fifa 16 terá na trilha sonora a música "PlaySom", da banda Baiana System, de acordo com anúncio feito pela Eletronic Arts, produtora do game, feito na quinta-feira (10). Parte da lista de músicas do jogo já está disponível para os fãs no serviço de streaming Spotify.

A música Playsom é a única brasileira na relação de 41 músicas, tocadas por vários artistas ao redor do mundo, como Beck, Disclosure, Icona Pop, Kygo, Years & Years. Mais 40 músicas estarão disponíveis quando o jogo for lançado, no dia 22 de setembro

O Executivo de Música e Marketing da Eletronic Arts, Steve Schnurn, disse, por meio de nota, que a trilha vai permitir que os jogadores descubram novas músicas. “Artistas da Noruega, Portugal, Reino Unido, Brasil e outros países fazem mais do que apenas melhorar um grande jogo. O Fifa 16 representa a música globalizada, que reflete os fãs que temos ao redor do mundo todo”, afirmou.
A letra de "PlaySom" é assinada por Russo Passapusso e a percussão tem participação do músico Márcio Vitor, da banda "Psirico". Roberto Barreto comanda a guitarra baiana e, no baixo, SecoBass.




 fonte > http://g1.globo.com/bahia/musica/noticia/2015/09/baiana-system-e-unica-banda-brasileira-na-trilha-do-fifa-16-ouca.html

BaianaSystem: muito além da axé-music

Guitarra baiana guia a banda por vários estilos

Na coluna Crônicas de um Brasil invisível dentro do programa Arte Clube da Rádio MEC AM - 800 kHz do Rio de Janeiro, o jornalista Fabrício Rocha conversa sobre abanda BaianaSystem.
 
O grupo é formado por Russo Passapusso, Roberto Barreto e Marcelo Seco. A banda trouxe renovação para a música baiana, inclusive dentro do circuito Barra-Ondina, tradicional reduto da axé-music. Além da guitarra baiana, que é o fio condutor da banda, o grupo traz reggae, dubstep, música caribenha, reggaeton, rock e pagode baiano








  FONTE: http://radios.ebc.com.br/arte-clube/edicao/2016-03/baianasystem-muito-alem-da-axe-music